torcida

joão, baku e gdansk…

Assunto: baku & gdańsk

“fala, mauval.
ouvindo o #338 me lembrei de duas vivências minhas que envolvem música, futebol, baku e gdansk.
começamos pela capital do azerbaijão: estive lá durante a famigerada copa do mundo de 2014, trabalhando em um festival de musica latino americana. o azerbaijão em si é muito doido. tem uma disparidade social estilo brasil, herança dos tempos de união soviética. a lingua oficial é russo e a maioria da população, obviamente a mulambada, não fala russo! ao cair da noite as mulheres desaparecem das ruas de baku enquanto os amigos passeiam de mãos dadas pela orla (pratica comum em países muçulmanos. é um país de machos e muros (protegendo incríveis mansões) brincávamos durante a viagem.
vi o estádio por fora, um belíssimo elefante branco. em baku assisti também o 7 x 1, cercado de alemães e azeris trairas que viraram a casaca com o jogo em 3 x 0.

em 2012 estive em gdansk durante a eurocopa, tocando em uma turnê com dois amigos, um sul-africano e um queniano. fizemos um show na orla, a céu aberto numa belíssima tarde de verão. no final do show fomos interpelados por torcedores poloneses que nos abordaram cantado hinos nazistas, comumente escutados em estadios do país. fomos salvos pela galera do panda dub, o sound system que fazia a sonorizacão do evento.

futebol e música vão sempre muito além de futebol e música.
aquele abraço,”
joão

gracindo+xingling+osinoxidáveisBnegão…

Assunto: Porcelana XingLing et al

“Mauricio

Quem vos fala é Gracindo, ex-Funk Fuckers, fiel seguidor do programa. Mando aqui o registro da fabulosa peça de porcelana chinesa da dinastia XingLing, uma conquista obtida à duras penas, depois de um interrogatório do gerente da Bibi Sucos da Domingos Ferreira, que queria saber como eu sabia da promoção? Oras, dei-lhe na lata – Sou ouvinte do programa! E ele: – Faz parte do protocolo!

Protocolo seguido, e enchido aqui com litros de café já conforme foto com background temático e vinílico.

Aproveito pra deixar uma pista aqui, já que o Bora Bora foi pauta de um programa passado: Melvin e Os Inoxidáveis + part. B Negão no Sesc Ginástico performam este álbum no dia 11 de junho. Vale o confere!

Segue um abraço e um pedido final venenoso: Graham Central Station – Hair.”

Gracindo

romulo mandou pra gente (ou o troca-troca)…

Assunto: Outra placa errada

“Salve, Mauricio!

Em paz?

Ouvindo o Ronca neste exato momento enquanto subo a Brigadeiro – mas no ônibus, a bordo do possante 5119-10 Terminal Capelinha – Lgo São Francisco, devidamente sonorizado por Reginaldo!

Espia essa. Lembra do Dorival Cayme na placa? Então manja essa que o historiador, escritor, macumbeiro e botafoguense Luiz Antônio Simas pescou. A foto está em anexo.

Trocaram as ocupações de Raul Pompéia e Sá Ferreira! Pompéia virou médico; e Ferreira, escritor! Hahaha

Foto do próprio Simas.

Abraço!”

Romulo

jairo & a caNeca (ou serjão, tasca feijão no BiBi)…

Assunto: Caneca na minha coleção.

“Hello?

Fui em Icaraí. Esqueci o nome da Rua e fiquei rodando por lá no labirinto. Tinha e tenho conhecidos que moram lá mas também demorei para achar na primeira vez. Não almocei e fui almoçar lá no Bibi. Sozinho o prato mais caro era FiléMignon. Acho que nunca comi isso só para mim que não seja em algum rodizio de carnes. E um suco de CAJU quase o caju inteiro de verdade. Não é aqueles sucos de caju e água não! O prato é ótimo mas… NÃO TEM FEIJÃO NO BIBI? COMO ASSIM? Caraca? Porque restaurante em lugares mais chics SEMPRE tem problema com FEIJÃO? Quando não é muito pouco feijão as vezes não tem. Estamos no BRASIL. Sem feijão é foda. Na Inglaterra tradicionalmente eles comem feijão no café da manhã. CARAMBA! Fui lá no Bibi só para isso! Pela caneca. Depois de mais de 10 anos… finalmente alguma coisa do RONCA RONCA em casa.

E a caneca? LINDA! Ficou muito bonita mesmo! Para mim é um troféu da CULTURA do RADIO! GENIAL! Long live Ronca Ronca!”

Jairo

aTRIPA fazendo molhar tudo aqui (ou mamãe)…

Assunto: Pepita #336

“Salve Mauricio e Nandão!

Passando pra dizer que o #336 foi estrogonófico como a tempos não ouvia! Sandy Denny e o Led Zeppelin, filmes e suas trilhas, Doris Day, George e o Monty Python, PORCELANA chinesa, as versões do Belle & Sebastian, Zuza, Pixinguinha, Clube dos 27, e a seleção, rapaz… Não vejo a hora de coloca-las na playlist Ronca Ronca Inoxidável no Spotify (eu que organizo a lista por lá, by the way).

Saudações de São Paulo;”

Heitor Sena

+

Assunto: Marcos Valle

“Fala, queridos!
Tudo bem?
Sou um ouvinte silencioso há bons anos e o Ronquinha é parte da minha formação musical. Acho que hoje trabalho com música fruto de umas lições de cabeleira alta no radinho hehe

Mas eis que estou ouvindo o último programa e vem a vinheta do Marcos Valle mandando um carioquíssimo VAMO MARCAR… Pô, eu to trabalhando com ele no novo disco!

Bora fazer isso acontecer? O som do álbum tá uma doideragem atualizando aquela fase cultuada do começo dos 80. Saca o primeiro single AQUI

Quase 7min de groove.

Espero que curta!

Abraços e obrigado pela alegria semanal!”

Daniel

+

Assunto: Foto – promoção Caneca BIBI

“Olá, segue foto da minha filha, Julia, de 9 anos, com a caneca!

abs,”

Leandro

+

Assunto: Dinossauro à solta.

“Ronca…
Caro MauVal: Vejo as mensagens da “torcida” e me sinto um dinossauro… eu na verdade ouvia era o Radiolla… muitas vezes no busão, e outras no setor gráfico do jornal o Globo onde meus colegas curtiam junto, frequentei muitas festas, no Horto, no Ballroom, onde vi vários artistas mandando cover de puro Rock and Roll (e o Skylab levando vários objetos na cara arremessados ao palco.. também o cara cantava matador de passarinho com a barguilha aberta e uma “tripa” pra fora (rs) ) , no Cine ideal – que lugar maneiro, Rio Sul (assisti e conversei com o cantor da velha guarda, Miltinho, vi o Skank lançando seu primeiro trabalho (conversei teti-a-teti com o baixista Lelo, ainda um garoto na época) , Cristina Braga em duo tocando Cartola e Nelson Cavaquinho – corro atrás até hoje dos discos do “Opus 5”- , frequentei o Teatro Odisseia com o Bi Ribeiro sentado ao meu lado e fui numa, na Rua Voluntários da Pátria, onde te presenteei com um LP do Eduardo Araujo (eu ligava pra cacete pedindo toca a versão dele para “Construção – do Chico Buarque” , sei… enchia o saco e vc dizia não tinha o disco.. então sanei o problema e desfalquei minha coleção no meu toca discos poucos iriam ouvir, contigo o mundo todo ouviria) e na última festa que fui levei meu filho ao Teatro Rival e ele ganhou e usa o manto até hoje. Tenho vários mimos, boné, camisa, vários discos… fiquei muito tempo sem ouvir o programa com essas trocas de rádio, modo operante e o escanbau, mas como sabe, os velhinhos estão aprendendo a lidar com essas tecnologias. Nos anos 70 eu ouvia Big Boy – Show musical (e ganhei dele um compacto num dos muitos bailes que ele fez aqui na Zona esquecida do RJ, meu primeiro emprego foi numa loja de discos em Realengo, ou seja tive contato com muita, muita coisa… do luxo ao lixo da música.
Na foto vai alguns mimos que tive a sorte de ganhar durante estes anos.
Obs 1: Perceber o Nandão maravilhado com Jimmy Smith é compreensível, coisa boa não tem idade.
Obs 2: Dudu de MG relatou muito bem sobre a caneca exatamente música do Jorge Ben “quem roubou a sopeira de porcelana Chinesa que a vovó ganhou da Baronesa”

Ufa. Quase um testamento.

Tô de volta. Da Zona Oeste/Rj -alô-alô Realengo”
Luiz Fortes

laura, leandro & a mãe…

Assunto: Laura coNfirmando

“Fala, MauVal!

Tô pagando uma dívida de uns bons meses aí: você me mandou um abraço láaa numa das primeiras edições de 2018 (!) a pedido do Leandro Luz e eu não tive coragem de sair da moita pra responder!

Então tô aqui tentando reparar esse erro, saindo da moita. Tem até foto minha AQUI no site e eu me escondendo.

Bom, era só pra confirmar: mineira morando no Rio, fã número 1 do Freddie e seus Blue Caps, firme e forte na tripa do roNquinha desde 2017!

Ainda garanti minha caneca do roNca, levando minha mãe que tava de passeio pra comer no Bibi

Se puder, manda um abraço pra ele de volta? E se couber na programação, manda um Nick Cave pra ele chorar também rs.

Um abraço (atrasadíssimo) pra você e pro Nandão!”

Laura