Arquivo da tag: eugene smith

em maio2020, pleno reinado do mocorongo, eugene smith passou por aqui…

karen & eugene (ou a glote travando geral)…

como foi dito no #387, a conexão de karen com eugene smith me deixou de pernas bambas e com a glote (é isso, nandão?) travadona.

eugene é minha maior referência na fotografia… lá pelos idos de 1980, dei uma chegada ao departamento de fotografia do victoria & albert museum (londres) e marquei hora para ver / manusear (com luvas) as imagens originais Dele que lá estão arquivadas… mamãe.

no dia e hora agendados, após me aconchegar diante da mesa gigante (provavelmente do século 12), se aproxima um lorde (provavelmente do século 18) com uma pasta de couro, a coloca na minha frente e balbucia: “twenty minutes”!

no que abri a dita cuja, dei de cara com vários prints originais (talvez ampliados pelo próprio eugene)… a glote (de novo) fechou geral e o blublu foi brutalmente incontrolável. ainda bem que o lorde não testemunhou a cascata colocando em risco o tesouro… PQP! foi um coice na alma do tamanho de presenciar o primeiro show dos paralamas no western club (rio, 82) ou the who (com keith moon) lançando “quadrophenia” (paris, 74)… sério!

na boa, se john peel e big boy me alimentam há décadas nas ondas da comunicação radiofônica, com certeza absoluta, eugene smith está por trás (e pela frente) de todos os cliques feitos pela xeretinha… desde sempre.

portanto, essa reportagem na the new yorker foi um furacão de felicidade por juntar karen e eugene, em pleno 2020… matéria estrogonófica AQUI

####

eugene forévis!

( :

karen & eugene (ou a glote travando geral)…

como foi dito no #387, a conexão de karen com eugene smith me deixou de pernas bambas e com a glote (é isso, nandão?) travadona.

eugene é minha maior referência na fotografia… lá pelos idos de 1980, dei uma chegada ao departamento de fotografia do victoria & albert museum (londres) e marquei hora para ver / manusear (com luvas) as imagens originais Dele que lá estão arquivadas… mamãe.

no dia e hora agendados, após me aconchegar diante da mesa gigante (provavelmente do século 12), se aproxima um lorde (provavelmente do século 18) com uma pasta de couro, a coloca na minha frente e balbucia: “twenty minutes”!

no que abri a dita cuja, dei de cara com vários prints originais (talvez ampliados pelo próprio eugene)… a glote (de novo) fechou geral e o blublu foi brutalmente incontrolável. ainda bem que o lorde não testemunhou a cascata colocando em risco o tesouro… PQP! foi um coice na alma do tamanho de presenciar o primeiro show dos paralamas no western club (rio, 82) ou the who (com keith moon) lançando “quadrophenia” (paris, 74)… sério!

na boa, se john peel e big boy me alimentam há décadas nas ondas da comunicação radiofônica, com certeza absoluta, eugene smith está por trás (e pela frente) de todos os cliques feitos pela xeretinha… desde sempre.

portanto, essa reportagem na the new yorker foi um furacão de felicidade por juntar karen e eugene, em pleno 2020… matéria estrogonófica AQUI

alair gomes, exposição em SP (ou sodade arretada)…

imperdível a exposição da leNda alair gomes… que já esteve aqui no tico neste clique que a xeretinha fez dele em 1980…

alair.tico

e que me proporcionou, no final dos anos 70, este certificado de “qualidade”…

alair.carna

sem contar a edição de minamata, de eugene smith, que ele me deu de presente…

minamata

junto com esta carnavalesca solitária clicada por Ele…

alair.foto

anyway, anyhow, anywhere… sodade da porra dessas figuraças, PQParille! aliás a gente poderia aproveitar as passagens de alair e eugene smith, aqui pelo tico, para reforçar a idéia básica do livro minamata

eugene

UFA!

eugene smith & felipe hirsch ou juanita & patrick…

logo ali embaixo, falei da minha fissura pelo fotógrafo eugene smith.

por anos & anos – e até hoje – a xeretinha busca se aproximar de tudo que ele fez.

ângulos, composição, descaralhação… enfim, sempre, tentei (sem sucesso) copiar o Mestre! SEMPRE!

agora, veja bem que interessante…

no que eu estava colocando o Utube de judee sill, aqui no tico, fui catar alguma info sobre a série “a menina sem qualidades” e me deparei com a seguinte chamada…

no que bati o olho, instantaneamente, me veio a lembrança desta outra fotografia…

HAHAHA…

“a walk to the paradise garden”, cláááááááááássico da Fotografia mundial de autoria de eugene smith…

e com uma História que justifica a inspiração de felipe em usá-la na série da MTV!

D+D+D+D+D+D+!

prestenção no relato de eugene sobre o click…

W. Eugene Smith was no doubt one of the greatest war correspondents of the last century. As the photographer for Life, he followed the island-hopping American offensive against Japan, from Saipan to Guam, from Iwo Jima to Okinawa, where he was hit by mortar fire, and invalided back.

His war wounds cost him two painful years of hospitalization and plastic surgery. During those years he took no photos, and it was doubtful whether he would ever be able to return to photography. Then one day in 1946, he took a walk with his two children, Juanita and Patrick, towards a sun-bathed clearing:

While I followed my children into the undergrowth and the group of taller trees – how they were delighted at every little discovery! – and observed them, I suddenly realized that at this moment, in spite of everything, in spite of all the wars and all I had gone through that day, I wanted to sing a sonnet to life and to the courage to go on living it….

Pat saw something in the clearing, he grasped Juanita by the hand and they hurried forward. I dropped a little farther behind the engrossed children, then stopped. Painfully I struggled — almost into panic — with the mechanical iniquities of the camera….

I tried to, and ignore the sudden violence of pain that real effort shot again and again through my hand, up my hand, and into my spine … swallowing, sucking, gagging, trying to pull the ugly tasting serum inside, into my mouth and throat, and away from dripping down on the camera….

I knew the photograph, though not perfect, and however unimportant to the world, had been held…. I was aware that mentally, spiritually, even physically, I had taken a first good stride away from those past two wasted and stifled years.  (See original text)

While he was right about his stride towards recovery, Smith miscalculated the photo’s importance. In 1955, a heavily-indebted Smith decided to submit the photo to Edward Steichen’s now-famous Family of Man exhibit at the MOMA. There, it became a finalist and then the closing image, thus cementing its position as the ur-icon of all family photographs.

Fotografia!

ao passar do tempo, coleciono “nas idéias” imagens que eu gostaria da xeretinha ter captado.

como, por exemplo, a da fofa na geral do maraca, criação de ricardo azoury (logo ali embaixo, no dia 3)!

como acabei de colocar o playlist roNca do Rdio com thelonious monk, não consigo parar de pensar em outro click…

my deus, mamãe… quiquiéisso?

MEGA retrato de thelonious captado por eugene smith (meu fotógrafo favorito), em 1959 (NYC)!

sério, até perco vontade de papar pensando nesses dois together!!!

UAU!

página 146…

lembra quando postei esse assunto aqui, né?

pois é, o livro se tornou meu “objeto do desejo”…

o mundo girou um pouquinho e simon, camaradaço aço aço, fez a gentileza de trazer a jóia pras minhas garras!

que coisa impressionante!

como se não bastasse mergulhar eugene smith nas profundezas da sensibilidade descacetada, “the jazz loft project” mostra, em mínimos detalhes, um mundo tão distante de nossa realidade globalizada que parece estarmos diante de uma obra de ficção.

fala seríssimo!