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	<title>ana cañas &#8211; Ronca Ronca</title>
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	<description>O programa que orienta desorientando!</description>
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	<title>ana cañas &#8211; Ronca Ronca</title>
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		<title>ana vida&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mauval]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 04:12:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ana cañas]]></category>
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					<description><![CDATA[Considerei esse disco uma espécie de momento definitivo, um tudo ou nada, um vai ou racha no sentido do ser / de ser, do estar-fazer. Comprometimento total para uma possível contribuição real. Louca? Talvez. &#8220;Você é bicho de palco.&#8221; &#8211; disse-me, certa vez, Ney Matogrosso. E é isso mesmo. Para mim, o centro de tudo &#8230; <a href="https://www.roncaronca.com.br/ana-vida/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">ana vida&#8230;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><em>Considerei esse disco uma espécie de momento definitivo, um tudo ou nada,<br />
um vai ou racha no sentido do ser / de ser, do estar-fazer.<br />
Comprometimento total para uma possível contribuição real.<br />
Louca? Talvez.<br />
&#8220;Você é bicho de palco.&#8221; &#8211; disse-me, certa vez, Ney Matogrosso.<br />
E é isso mesmo.<br />
Para mim, o centro de tudo sempre se resumiu a apenas esse momento.<br />
E talvez por isso, a falta de verticalidade na feitura dos discos<br />
anteriores, acabasse por cobrar a sua conta.</em></p>
<p>Eu sabia que, que no descompasso irregular de minha própria obra, eu ainda<br />
não havia mergulhado o suficiente no ato de escrever, compor, arranjar, gravar… enfim, amalgamar canções &#8211; ou &#8220;almagamar&#8221;.<br />
Um ano de ânsias e insônias e umas 30 canções depois, cheguei a esse novo &#8211; e decisivo &#8211; lugar.<br />
Me lembro de comentar sobre esses desvarios com o Marcelo Jeneci e ele sabiamente me dizer:<br />
&#8220;Ah, que massa! Então agora você está fazendo um disco.&#8221;<br />
Claro que o convívio com o Lúcio (Maia &#8211; produtor) me fez perceber que já<br />
passava da hora de eu me comprometer de maneira radical com um disco.<br />
Afinal, o cara faz isso há 25 anos.<br />
Eu não.<br />
Eu realmente não sabia o que era isso.<br />
Então dessa vez, foi tudo diferente.</p>
<p>O primeiro grande passo foi perceber que se cercar de pessoas experientes,<br />
maduras e talentosas é um passo certeiro na busca, no processo.<br />
Ninguém constrói nada sozinho.<br />
E pra minha sorte, estavam ao meu lado, além de Lúcio, os amigos Dadi, Arnaldo<br />
Antunes e Pedro Luís, os engenheiros Mario Caldato e Fernando Sanches e<br />
ainda os músicos Fábio Sá, Betão Aguiar e Marco da Costa.<br />
Todos cientes da minha luta pessoal no comprometimento fa-tal com a tal &#8216;busca pela essência&#8217;.</p>
<p>Gravamos tudo ao vivo. Power trio. Live. Como antigamente. Roots.<br />
Um som que vaza no outro, microfones que capturam o som da sala toda, dos<br />
outros microfones e dos amplificadores.<br />
Prazer total. Caos. Delírio-delícia. Alma.<br />
O repertório ficou entre as canções que rascunhei ao longo de 2014 e</p>
<p><em>algumas baladas pop, com certa influência da soul music.</em></p>
<p>Um disco &#8211; o primeiro &#8211; totalmente autoral.</p>
<p>Lúcio me apresentou um universo infinito de canções, arranjos, temas,<br />
atmosferas. Décadas e décadas de som.<br />
E eu que achava que não sabia nada, agora tinha certeza.<br />
Madrugadas trocando ideia… muita ideia sobre o que significa você encontrar &#8220;o seu som&#8221;.<br />
Foi maravilhoso. Um longo e tortuoso processo com final feliz.<br />
&#8220;Se tem dor, tem evolução.&#8221; &#8211; me disse Marina Lima. Outra frase valiosa dela:<br />
&#8220;Pare de musicar seus poemas, Ana. Canção é melodia!&#8221;<br />
Tá certa. Certíssima.</p>
<p>Poderei um dia olhar para trás orgulhosamente e dizer que &#8216;eu fiz um disco que gosto&#8217;?<br />
Sim!<br />
Hoje eu posso.<br />
Eu adoro esse disco.<br />
Simplesmente porque estou ali pra valer.</p>
<p><em>Entre rocks e baladas, sinto que a equação se resolveu.</em></p>
<p><em>O que sou, ali está.</em></p>
<p><em>E a alegria de saber-se é transcendental.<br />
Sei de mim.<br />
Sou.<br />
Estou.<br />
Tô.<br />
Agora eu tô.</em></p>
<p>Na vida.</p>
<p><a href="http://anacanas.com.br/tonavida/">Ana Cañas</a></p>
<p>Julho/2015</p>
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		<title>ana+lúcio+arnaldo+caldato&#8230;</title>
		<link>https://www.roncaronca.com.br/analucioarnaldocaldato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[mauval]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2015 14:23:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[ana cañas]]></category>
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