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	<title>danuza leão &#8211; Ronca Ronca</title>
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	<description>O programa que orienta desorientando!</description>
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	<title>danuza leão &#8211; Ronca Ronca</title>
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		<title>a leoa&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mauval]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 18:46:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[fazendo história]]></category>
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					<description><![CDATA[Danuza Leão ajudou a civilizar o Brasil e a consagrar as minissaias Escritora que dizia o que pensava, foi a musa de Ipanema e conheceu os intestinos do poder morreu, aos 88, no Rio Ruy Castro Há tempos, conversando com Danuza Leão, eu lhe disse que ela era a única pessoa que me faria quebrar a &#8230; <a href="https://www.roncaronca.com.br/a-leoa-2/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">a leoa&#8230;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="min-height:33px;" class="really_simple_share really_simple_share_button robots-nocontent snap_nopreview"><div class="really_simple_share_facebook_like" style="width:100px;"><iframe src="//www.facebook.com/plugins/like.php?href=https%3A%2F%2Fwww.roncaronca.com.br%2Fa-leoa-2%2F&amp;layout=button_count&amp;width=100&amp;height=27&amp;locale=pt_BR" 
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		<div class="really_simple_share_clearfix"></div><p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-71417" src="https://www.roncaronca.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ronca.desenho.branco.jpg" alt="" width="480" height="320" srcset="/wp-content/uploads/2022/05/ronca.desenho.branco.jpg 480w, /wp-content/uploads/2022/05/ronca.desenho.branco-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></p>
<h1 class="c-content-head__title c-content-head__title--light">Danuza Leão ajudou a civilizar o Brasil e a consagrar as minissaias</h1>
<h2 class="c-content-head__subtitle">Escritora que dizia o que pensava, foi a musa de Ipanema e conheceu os intestinos do poder morreu, aos 88, no Rio</h2>
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<div class="c-signature"><strong class="c-signature__author">Ruy Castro</strong></div>
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<p>Há tempos, conversando com <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2022/06/morre-danuza-leao-modelo-e-colunista-influente-que-marcou-epoca-no-brasil.shtml" target="" rel="noopener">Danuza Leão</a>, eu lhe disse que ela era a única pessoa que me faria quebrar a cláusula pétrea de que não se deve biografar pessoas vivas —porque a história delas ainda não terminou.</p>
<p>Danuza já passara dos 80 e seguia na ativa. Todo dia saía de seu apartamento em Ipanema, atravessava a rua e ia tomar um coco no quiosque em frente. Às vezes, variava e tomava um avião —ia a Paris, cidade que fazia de varanda, para observar o mundo.</p>
<p>A ideia de a biografar e tentar extrair dela o que nunca contara a ninguém era irresistível. Danuza também achava. Mas, como outras ideias irresistíveis, esta ficou por ali. Não havia pressa, éramos imortais.</p>
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<p>Haveria também o desafio de definir Danuza sem os clichês de sempre. Uma mulher sempre à frente de seu tempo. A independência em pessoa. A verdadeira musa de Ipanema. Tudo isso era verdade, mas Danuza nunca se reconheceu nesses papéis. Sempre foi de uma implacável lucidez e portadora de uma bagagem que poucas mulheres reuniram numa encarnação. Certa vez, quando ofereceram a ela um programa de TV, alguém advertiu que era &#8220;um perigo deixar a Danuza dizer o que pensa&#8221;. &#8220;Porque ela diz mesmo.&#8221;</p>
<p>Danuza nasceu pronta, em 1933. A certidão diz que foi em Itaguaçu, no Espírito Santo, mas aos dez anos já morava em Copacabana. Aos 14, ainda de tranças, <a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2022/06/museu-afro-brasil-em-sp-restaura-obra-de-di-cavalcanti.shtml" target="" rel="noopener">seu melhor amigo era Di Cavalcanti</a>. Antes de completar 15, foi debutante da revista Sombra. Trocou o colégio por aulas particulares, livros impróprios para sua idade e viagens a Paris, Roma e Punta del Este. Sua turma era Di, Rubem Braga, Vinicius de Moraes.</p>
<p>Aos 18, foi convidada por <a href="https://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/bardi/bardi6.htm" target="" rel="noopener">Assis Chateaubriand</a> a um baile no castelo do barão de Coberville, nos arredores de Paris, para promover os tecidos brasileiros —Danuza desfilou a cavalo, vestida de Maria Bonita. Ali decidiu que seria modelo na capital francesa. Pediu emprego ao costureiro Jacques Fath e ganhou.</p>
<p>Seu cabelo quase louro foi cortado de todo jeito e pintado de verde, prata e cenoura. Com desfiles todos os dias, em Sevilha, Madri, Veneza, não havia tempo para almoçar ou jantar —passava a camembert engolido com beaujolais. Mesmo assim, posou para Richard Avedon e Robert Capa e namorou Daniel Gelin, galã do filme &#8220;La Ronde&#8221;, de Max Ophüls, e dependente de heroína.</p>
<p>Dois anos depois, Danuza decidiu voltar. Ao chegar, em 1953, achou o Brasil muito chato e começou sua longa missão civilizatória. Seu amigo Sergio Figueiredo a levou para visitar na prisão <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2021/07/ideias-de-samuel-wainer-pareciam-jazidas-de-ouro-para-o-jornalismo.shtml" target="" rel="noopener">o jornalista Samuel Wainer, proprietário do jornal Última Hora e protegido de Getúlio Vargas presidente</a>.</p>
<p>Quando Wainer saiu da grade, ela se casou com ele. Mas, em 1954, com o suicídio de Getúlio, Wainer se viu na baixa, com o Última Hora quebrado e 14 processos nas costas. Em 1956, com Juscelino Kubitschek no Catete, Wainer subiu de novo. Danuza se tornou a primeira-dama da imprensa e locomotiva social do Rio, indo ao Municipal com as estolas de visom que Wainer mandava vir de Paris.</p>
<p>Durante seus sete anos juntos, Danuza deu a ele três filhos –que seriam <a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2022/05/a-mulher-artista-depois-dos-40-vive-no-limbo-diz-pinky-wainer.shtml" target="" rel="noopener">a artista plástica </a><a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2022/05/a-mulher-artista-depois-dos-40-vive-no-limbo-diz-pinky-wainer.shtml" target="" rel="noopener">Pinky</a>, o jornalista Samuca e o produtor de cinema Bruno, todos Wainer– e conheceu os intestinos do poder. Foi à China e <a href="https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/mao-tse-tung" target="" rel="noopener">esteve com Mao </a><a href="https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/mao-tse-tung" target="" rel="noopener">Tsé-tung</a>, ia a Brasília visitar as obras e, em casa, servia canapés aos banqueiros, militares, políticos e pelegos que faziam rapapés a Samuel Wainer. Vivia tudo isso com a naturalidade com que entrava na fila do Moraes, sorveteria de Ipanema.</p>
<p>Em 1961, Danuza deixou tudo ao trocar Samuel Wainer por <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2021/03/antonio-maria-cronista-maior-da-noite-carioca-tinha-labia-e-porrada.shtml" target="" rel="noopener">Antonio Maria, cronista, homem da noite, feio, com quase o triplo do seu peso e compositor de &#8220;Ninguém me Ama&#8221;</a>. Danuza ficou três anos com Maria, que escrevia, amava, comia, brigava e era ciumento na proporção de seu corpanzil —não deixava que ela andasse de calcinha em casa diante da TV porque, na tela do noticiário, o locutor Luiz Jatobá a poderia ver.</p>
<p>Mas Maria era também cardíaco e teve um infarto. Danuza emagreceu 15 quilos cuidando dele no hospital, de levantar e abaixar sua cama, dar banho nele e comida na boca e botar na vitrola os discos que ele recebia. Dois anos depois, se separaram. Maria teve novo infarto e, dali a meses, o infarto fatal. Mas, então, já era 1964 e ela nem estava mais no Brasil. Com o golpe militar, Wainer fora para o exílio em Paris. Danuza pegou os filhos e se juntou a ele.</p>
<p>Em 1966, quando Wainer se reequilibrou, Danuza voltou sozinha para Ipanema. <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/12/1941254-terra-em-transe-faz-50-anos-e-levanta-reflexoes-sobre-a-atualidade-do-roteiro.shtml" target="" rel="noopener">Fez uma ponta em &#8220;Terra em Transe&#8221;, de Glauber Rocha</a>, consagrou minissaias e namorou quem quis. Quando surgiram as primeiras feministas, que viam no homem um inimigo, Danuza fez do homem um aliado e inverteu um velho privilégio masculino –havia homens para casar e homens para namorar.</p>
<p>E, quando se casou de novo, entre 1971 e 1975, foi com outro jornalista, Renato Machado. &#8220;Jornalistas são divertidos&#8221;, ela dizia. &#8220;Chegam tarde em casa, têm certas vantagens do poder, mas não se deslumbram, e sabem de tudo antes dos outros.&#8221;</p>
<p>Os anos 1960 e 1970 foram de transformações –mulheres morando sozinhas, dizendo palavrão, trabalhando fora, trocando de marido. Nada disso era novidade para Danuza, muito menos o coquetel de sexo, drogas e rock and roll. Já os anos 1980 foram diferentes. Além de oito anos dormindo tarde, como &#8220;directrice&#8221; do Régine e do Hippopotamus, ela aprendeu o significado da dor —o suicídio de seu pai, o advogado Jairo Leão, e a morte do filho Samuca, ambos em 1984, e <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2021/01/nara-leao-era-mais-que-a-mocinha-fragil-de-joelho-bonitinho-diz-nova-biografia.shtml" target="" rel="noopener">a morte da irmã Nara Leão, em 1989</a>. Em todas essas desgraças, Danuza apenas se recolheu. <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2022/06/danuza-leao-ja-disse-que-toda-mulher-deveria-ser-assediada-veja-frases.shtml" target="" rel="noopener">Nunca dividiu sua dor.</a></p>
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<p>Nos anos 1990, ela não estava brincando quando disse que já tinha ido a todas as festas. Fora também a todos os golpes de Estado, exílios, comícios, passeatas, desfiles, decisões de campeonato, amores e desamores. Já era tempo que começasse a distribuir a &#8220;sagesse&#8221; que só reservava aos amigos.</p>
<p>Em 1991, a constatação de que o Brasil não sabia mais o que era ética nem etiqueta a levou a escrever &#8220;Na Sala com Danuza&#8221;, um manual de procedimento, uma tentativa de reeducação antes que chegássemos à barbárie. O livro só surpreendeu os que não a conheciam e vendeu 200 mil exemplares.</p>
<p><a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2022/06/danuza-leao-levou-colunas-sobre-comportamento-e-cultura-as-paginas-da-folha.shtml" target="" rel="noopener">Dali vieram centenas de crônicas na imprensa</a> e, durante anos, sua brilhante coluna diária no Jornal do Brasil, no lugar de <a href="https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1997/11/19/brasil/30.html" target="" rel="noopener">Zózimo Barrozo do Amaral</a>, que fora para O Globo. Danuza não precisava ser jornalista para chegar tarde em casa, ser íntima do poder e saber tudo antes dos outros. Ela sempre soube.</p>
<p>E, como sempre soube também se comportar, <a href="https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1911200506.htm" target="" rel="noopener">só contou o que quis no livro de memórias que publicou em 2005</a>. Daí ele ter se chamado &#8220;Quase Tudo&#8221;.</p>
<h6 style="text-align: center;">####</h6>
<p style="text-align: center;">e para a personalidade da leoa ser ainda mais inoxidável, você consegue adivinhar o time que morava no coraçãozinho dela? isso, o clube de futiba pelo qual ela torcia e que batia de frente com todo o glamour/ostentação/zonasulismo carioca que a rodiava&#8230; sendo, por essas razões (e muitas outras), o único clube capaz de seduzir nossa felina&#8230; tens idéia?</p>
<p style="text-align: center;">segura&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-71781" src="https://www.roncaronca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/danuza.sjujuba87.jpg" alt="" width="458" height="514" srcset="/wp-content/uploads/2022/06/danuza.sjujuba87.jpg 458w, /wp-content/uploads/2022/06/danuza.sjujuba87-267x300.jpg 267w" sizes="(max-width: 458px) 100vw, 458px" /></p>
<p style="text-align: center;">danuza na rave, em são jujuba, pelo carioca de 1987!</p>
<p style="text-align: center;">sodade</p>
<p style="text-align: center;">(pena que o possante listradaço ruy castro &#8220;não se lembrou&#8221; desse detalhe)</p>
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		<title>a leoa&#8230;</title>
		<link>https://www.roncaronca.com.br/a-leoa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[mauval]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 19:08:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[historinhas]]></category>
		<category><![CDATA[danuza leão]]></category>
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					<description><![CDATA[vinha eu fritando, ainda agora (são 15h), na visconde de pirajá&#8230; maçarico na escala 40! sinister! de repente, uma pessoa cruza meu caminho&#8230; acerta o rumo&#8230;  e seguimos na mesma direção! vi as costas, o cabelo, a roupitcha&#8230; o encanto! pensei eu com meus botões: &#8211; mamãe, será Ela? acelerei&#8230; e, lado a lado com &#8230; <a href="https://www.roncaronca.com.br/a-leoa/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">a leoa&#8230;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="min-height:33px;" class="really_simple_share really_simple_share_button robots-nocontent snap_nopreview"><div class="really_simple_share_facebook_like" style="width:100px;"><iframe src="//www.facebook.com/plugins/like.php?href=https%3A%2F%2Fwww.roncaronca.com.br%2Fa-leoa%2F&amp;layout=button_count&amp;width=100&amp;height=27&amp;locale=pt_BR" 
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		<div class="really_simple_share_clearfix"></div><p style="text-align: center;">vinha eu fritando, ainda agora (são 15h), na visconde de pirajá&#8230; maçarico na escala 40!</p>
<p style="text-align: center;">sinister!</p>
<p style="text-align: center;">de repente, uma pessoa cruza meu caminho&#8230; acerta o rumo&#8230;  e seguimos na mesma direção!</p>
<p style="text-align: center;">vi as costas, o cabelo, a roupitcha&#8230; o encanto!</p>
<p style="text-align: center;">pensei eu com meus botões:</p>
<p style="text-align: center;">&#8211; mamãe, será Ela?</p>
<p style="text-align: center;">acelerei&#8230; e, lado a lado com o monumento, tive certeza!</p>
<p style="text-align: center;">para não atrapalhar, sussurrei:</p>
<p style="text-align: center;">&#8211; danuza!</p>
<p style="text-align: center;">Ela parou e cantou:</p>
<p style="text-align: center;">&#8211; sim!</p>
<p style="text-align: center;">mamãe, o dia que já estava MEGA iluminado&#8230; estremeceu de tanta luz!</p>
<p style="text-align: center;">tive forças para, ainda, sussurrar:</p>
<p style="text-align: center;">&#8211; só para te dizer que sou muito muito fã&#8230; seu</p>
<p style="text-align: center;">Ela, como uma bailarina, ecoou pela ipanema dela:</p>
<p style="text-align: center;">&#8211; muito obrigada</p>
<p style="text-align: center;">eu? comecei a voar!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.roncaronca.com.br/wp-content/uploads/2013/02/d.leao_.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-21380" title="d.leao" src="http://www.roncaronca.com.br/wp-content/uploads/2013/02/d.leao_.jpg" alt="" width="300" height="449" srcset="/wp-content/uploads/2013/02/d.leao_.jpg 300w, /wp-content/uploads/2013/02/d.leao_-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
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