cinema

o autor da biografia do imperial informa…

“O Mário fez um filme com o Imperial e impediu o lançamento. O Gordo pediu para ele voltar atrás, mas ele foi irredutível. Aí, Imperial esperou o cara fazer bastante sucesso e soltou a nota no jornal A Luta Democrática. Nessa época, Mário fazia a novela Duas Vidas com a Betty Faria e os dois tiveram um romance. Ela era casada com o Daniel Filho, também diretor da atração. Ele me contou que o Imperial foi muito solidário com ele. Diz que não teve participação na história da cenoura, mas que ao saber do que aconteceu, falou: “Essa cenoura vai acabar parando é no meu cu. Eu sou o principal suspeito.”

Isso tem no documentário ‘Eu sou Carlos Imperial”.

Abs.

Denilson Monteiro

(estrogonófico componente d’aTRIPA desde o século retrasado)

nick, warren & jesse…

curioso como até lá fora esse filme (de 2007) é pouco conhecido e tido como “underrated”… como exemplo da desorientation, nandão achou que ele estava em exibição nas telonas (hoje)…

This is the most underrated movie ever made period. It is downright baffling how no one ever talks about it and it was not at all successful, It has an amazing A-list cast, masterful directing,cinematography, musical score, and of course performances. I guess its just a prime example of being ahead of its time and poor marketing, especially since just this last year saw a huge trend in gritty auteur westerns(hateful 8, revenant, bone tomahawk) I have been obsessed with this film since it came out and am glad its recently starting to gain a well deserved cult following. Related side note: How the hell is Casey Affleck not a huge movie star???!!!!??

bruuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuce…

O roteirista/diretor/produtor Gurinder Chadha (“Driblando o Destino”) apresenta o inspirador drama A Música da Minha Vida (Blinded by the Light), embalado pela melodia e letras das canções atemporais de Bruce Springsteen. A Música da Minha Vida conta a história de Javed (Viveik Kalra), um adolescente britânico filho de paquistaneses, crescendo na cidade de Luton, Inglaterra, em 1987. Em meio às turbulências econômicas e raciais da época, ele escreve poesia como uma forma de escapar da intolerância de sua cidade natal e da inflexibilidade de seu pai tradicional. Porém, quando um de seus colegas lhe apresenta a música do “Chefe”, Javed vê paralelos entre sua vida simples e as letras marcantes de Springsteen. À medida que Javed descobre um escape catártico para seus próprios sonhos reprimidos, ele também começa a encontrar coragem para se expressar com sua própria voz. Baseado no aclamado livro de memórias de Sarfraz Manzoor Greetings from Bury Park, A Música da Minha Vida é uma história contagiante sobre coragem, amor, esperança, família e a capacidade única que a música tem de elevar o espírito humano. Chadha dirigiu e produziu o filme, que foi escrito por Manzoor, Chadha e Paul Mayeda Berges. A história é realçada pela música e letras poéticas de Springsteen, que deu a Chadha sua benção desde a origem do filme. A Música da Minha Vida é estrelado por Viveik Kalra, Hayley Atwell, Rob Brydon, Kulvinder Ghir, Nell Williams, Dean-Charles Chapman e Aaron Phagura. O filme foi dirigido por Gurinder Chadha a partir de um roteiro de Sarfraz Manzoor, Chadha e Paul Mayeda Berges. Jane Barclay, Chadha e Jamal Daniel produziram o filme, com produção executiva de Paul Mayeda Berges, Hannah Leader, Tory Metzger, Tracy Nurse, Stephen Spence, Peter Touche e Renee Witt. A equipe de Chadha nos bastidores incluiu o diretor de fotografia Ben Smithard, o desenhista de produção Nick Ellis, o editor Justin Krish e a figurinista Annie Hardinge. A música original foi composta por A.R. Rahman. Uma apresentação da New Line Cinema, A Música da Minha Vida tem estreia marcada para 19 de setembro de 2019 e será distribuído internacionalmente pela Warner Bros. Pictures.

a soundtrack do soundtrack…

charles (de maceió) fez barba-cabelo-bigode e mandou a relação das músicas tocadas no filme “soundrack”, de selton mello… além da citação do responsável pela dita cuja: o estrogonófico dudu marote… D+

ainda não cruzei com o filme mas, ao final, nos créditos, sobe a ficha de todas as músicas “cabeleira altíssima”… segura o tranco:

Hilliard Emsemble and The Western Wind Choice – Miserere

Kristina Blaumane and The Lithuanian Chamber Oschestra – Concerto For Violoncello and Strings II: Longing

Stephen Clark – Primary Balloon Landing

Eluvium – The Motion Makes Me Last (four tet remix)

Nande Reko Arandu – Xondaru’ I

Polmo Polpo – Like Hearts Swelling

A Winged Victory For The Sullen – Atomos VII (Greenhouse re-interpretation)

Mo Kolours – Biddies

Goldmund – Turncoat

Caspian – High Lonesome

Hammock – Dark Beyond The Blue

Johann Johannsson – De Luce et Umbra

Near The Parenthesis – Reunion

Grey Reverend – Little Eli

Thomas Köner – Nunatak

Thomas Köner – Ilira

Moondog – Up Broadway

Wiener Philharmoniker, Sir Georg Solti – Das Rheingold: Vorspiel

The Eye of Time – A Perfect World

Mathew and Toby – Rocketnumbernine

leandro, lennon & yoko (ou “above us only sky”)…

Assunto: Documentário John e Yoko

“Mauricião!! Nandão!!
Que documentário no Netflix… o coração tá quebradaço… reouvindo o Imagine…
Nome do diretor: Michael Epstein (mas nada de parentesco com o Brian)
Quem aparece: Klaus Voormann (baixo), Alan White (batera), David Bailey !!!!! e Kieron Murphy. O sempre bacana Julian Lennon. In memorian George Harrison e Nicky Hopkins (e ausência forçada de Phil Spector)… e mais uma galera cabeleira altíssima…
E é claro Yoko Ono… como bem disse o Gilvan, o carequinha do canal Beatles School: ela entra no meio do filme, como uma rainha. E ela é mesmo!
Galera pintou e pinta o capeta dessa mulher. Pera lá, né. O próprio Lennon reconhece isso em 1980: a japa é a co-autora da canção. e do disco. e praticamente de boa parte daquilo que o Lennon produziu. Ela não é perfeita. Na verdade é meio louca, etc,etc,etc. Como se o John Lennon fosse muito são. Como se fosse possível manter a sanidade vivendo aquela loucura chamada Beatles.
A monarquia não precisa ser modelo de nada. Rei é rei. Rainha é rainha. Cada um na sua loucura. Somos meros plebeus. A cena (já manjada mas sempre tocante) do ex soldado que lutou no Vietnã batendo na porta do Lennon pedindo respostas. É isso tudo…
Cara, poderia ficar horas falando do filme (a criação da música Imagine, a Yoko e seu irmão na época da guerra imaginando comida pra tapear a fome, a insegurança do garoto Julian em perder o pai, as questões políticas, etc,etc,etc)

Esse filme é f&*%$…

Toca God, pelo amor de Lennon e Yoko.
um abraço e um sempre, muito, muito, muito, muito obrigado…”
Leandro

trilha (ou não-trilha)…

o estrogonófico charles (de maceió), componente milenar d’aTRIPA, enviou (durante o #334) um pombo informando que determinado filme brasileiro já havia utilizado o moondog em sua respectiva trilha sonora.

voltando a fita: no #334, ao comentar o filme argentino “o anjo”, do alto de minha empolgação com a produção musical do dito cujo, eu disse que essa era uma das prováveis diferenças entre o cinema hermano e o nosso: usar um músico obscuro (e genial) como o moondog na trilha… lembra?

enfim, charles lembrou que o filme “soundtrack” (2017) de selton mello…

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Fala, Mauval!

Olha aí, já teve Moondog sim no cinema nacional.
No “longinquo 2018”, logo depois de assistí-lo, escrevi um textinho lá no instagrão.
O filme é Soundtrack, com Selton Melo, que vive um fotógrafo que passa um tempo numa estação de pesquisa na Antártida, pesquisando novos sons e imagens para uma exposição e lá em determinado momento ele é apresentado ao nosso herói.
Segue aí o trecho do filme com a cena (tá lá embaixo)…

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infelizmente, não cruzei com esse filme do selton… portanto, não sei em qual situação a monumental cena apresentando o moondog foi incluída mas respondi ao charles dizendo que, nos meus versos, essa apresentação ao som dele não significa usá-lo na trilha sonora do filme como foi feito no “o anjo” onde várias músicas servem de base para a narrativa do filme… inclusive, sem nenhuma info de quem as interpreta.

enfim, catei informações na web na expectativa de encontrar algo que confirmasse a utilização da música de moondog no filme… e, como uma anta cibernética que sou, não achei nada… pode até ser que a Música de moondog tenha sido usada como trilha. amém

mas na cata pela informação, também não encontrei a relação das músicas tocadas no filme e sequer fiquei sabendo se existe um disco com elas… caramba, no roteiro do filme, o personagem do selton vai para uma base polar de cientistas para fazer selfies enquanto ouve músicas “cabeleira altíssima”… jisus, não seria importante anunciar a soundtrack para tanta entrega e determinacão? well, well, well… não achei nada.

restou dar uma busca na produção musical do filme… de repente, através do responsável por algo tão importante na estória, eu chegaria a tão sonhada lista de músicas inspiradoras ao personagem do selton… foi quando ao me deparar com o cartaz do soundtrack, em meio a um desfile de produtores & caciques, não pipocou UM nome sequer ligado à música do filme…

na boa, fica difícil entender o descaso (lembrando, sou uma anta cibernética) com algo tão importante num filme que se chama SOUNDTRACK… claro, já estou na missão de assistir ao filme, torcendo para ouvir  – no mínimo – uma criação de moondog e outras tantas pepitas inoxidáveis.

depois de toda essa ladainha, mantenho a idéia de nossa diferença cinematográfica com os hermanos… papo de 3 a 0 pra eles