raphael, luiza e heitor com o roNca cravado na alma…

Subject: abridor rústico + saída da moita

“Salve! Cravo sem medo de errar que o setecentola será baseado em músicas feitas para cineminha, com versões exclusivas de bandas roncracudas.

Aproveitando pra sair da moita, mergulhei no multiverso trazido pelo gigante Romulo Tesi no turbilhão do reinado do mocorongo. Fiquei triste por ter submergido só então. Ronquinha desde então virou um xodó meu e dos meus filhos Luiza e Heitor que tem MauVal e Nandovski como amigos próximos. Me ajudaram também a aumentar a percepção musical da garotada com as doiderinhas apresentadas de forma absolutamente tranquila. Meu sonho era portar um manto ronquísitico, quem sabe um dia realizo 🙂
Falo agora há 200 km do oceano atlântico, no campo de Búzios, onde o Ronquinha ajuda demais a passar pelo confinamento de 14 dias. Vida longa ao RoNca RoNca, cravado na alma pra sempre!
Saudações corintianas”
Raphael

a bula do #698…

shirley bassey – “goldfinger” (7″)

david byrne – “everybody laughs”

fábio – “stela”

B52’s – “quiche lorraine”

tony williams lifetime – “emergency”

smack – “16 horas e pouco”

jorge veiga – “bigorrilho” (7″)

lulu santos – “bigorrilho”

terry callier – “dancing girl”

grateful dead – “mr. charlie” (ao vivo, 1972)

jingles antigos (cd da ESPM)

roberto carlos – “detalhes” (7″)

ted hawkins – “there stands the glass”

public image limited – “fishing”

ouça AQUI o programa

é aTRIPA na pista…

Subject: É nois que tá!

“Nos últimos dias, surgiram algumas pichações no meu bairro, na possante Bragança Paulista.

A vizinhança ficou intrigada com o fato. Já eu, intrigado com o conteúdo. Decidi registrá-lo e encaminhar a dúvida.”
Rafael
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Subject: Crônicas Carlescas em Paraty
“Salve, Mauval e Nandão.
Me permitam contar sobre a minha mais recente aventura:

Lá estou eu em Paraty para o festival Perequê que aconteceu nos últimos 17,18 e 19 de Abril, quando, procurando por um lugar pra levar um rango que não me custasse o rim esquerdo e direito, escuto uma música que se difere totalmente do costumeiro mpb voz e violão que existe em 99% dos bares paratianos.

Seguindo aquele som, eu e minha digníssima, Mariana, fomos levados para o lado de fora daquela linda armadilha para turistas chamada centro histórico. Perto de uma praça, avisto um carrinho de comida adaptado de onde pude ouvir um jazzinho (daquele que Nandowisky adora). Chegando perto conhecemos o Wagner que trouxe seus sanduíches Po’Boy, típicos da culinária da Louisiana – EUA e colocou pra tocar a música de New Orleans para embalar aquela (perdão da palavra maldita) experiência.

Wagner nos contou sobre sua ideia de misturar a culinária caiçara com a gastronomia de New Orleans, também contou muitas histórias sobre Paraty, algumas inusitadas fofocas sobre a vidas dos políticos locais, sobre como algumas casas do centro histórico foram fabricadas e não eram originais e muito muito mais.

Depois dessa refeição e papo super cultural, ele dispara: “Essa camisa que você está usando não é daquele programa de rádio que tinha na OI FM?”. É claro que eu estava trajando o manto do Ronquinha. Eu contei como o Ronca seguia firme e forte através da Uébi e começamos uma nova conversa sobre a relação dele com o programa. Ele contou como conheceu muita coisa através de vocês. Lembrou de uma época que tocava muito Roberto Carlos (me perguntei se ele não estava se confundindo a esse respeito). Fato foi que ali tudo se alinhou. Tudo fez sentido naquela noite. Como diria a vinheta “Ronca Ronca para mim é cultura”.

Ah, o festival foi bem legal também, mas essa é outra história.
Grande abraço! Cheers!”
Carlos Felipe