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jesus morreu (ou jesus vive)…

temos aqui em nossas fronteiras pedro “blackhill” como o maior frequentador de shows… de qualquer tipo de música (boa). procede?

oxente, PB costuma comparecer a cinco shows no mesmo dia. ainda mais em londres onde reside (pré mocorongo, claro)… i repeat: 5 shows no mesmo espaço de 24 horas… acontece que PB é do tipo imóvel, ele cola no palco e só pisca… style casca!

um outro protagonista nessa relação palco-platéia é aquele que não sossega um segundo, dança do início ao fim, loucamente… tipo: marcelão e magriça.

agora, faz um mix desses dois estilos (o sempre presente + o frenético), multiplica por 1000 e você chegará ao olimpo com JESUS…

caso você tenha passado por londres nos últimos 40 anos e conferido algum show de música (boa), certamente, esbarrou nesse monumento… cidadão onipresente que sempre se destacou por uma total entrega à música… cantando, pandeirando, falando com todo mundo, dominando a cena… a performance máxima acontecia, sobretudo, em shows realizados ao ar livre (como o da imagem acima) onde, invariavelmente, ele se sentia soltinho, à vontade e…

tranquilão, alto astral, “neguinho não tarra nem aí”, pura fissura sônica!

jesus, como era conhecido, circulou pelas mais cascudas situações musicais-culturais do UK. inspirou gerações e gerações a ponto de iluminar a capa do terceiro disco do chemical brothers com essa entrega cabeleira altíssima à direita…

The cover image was a treatment of a photograph called Jesus Amongst the Fans taken by Richard Young at The Great British Music Festival at the Kensington Olympia in 1976. The Jesus in question was a music fan called William Jellett who had adopted the divine moniker and was often seen dancing ecstatically at concerts across the UK from the 1960s to the 1990s, his miracles were to give dried fruit and nuts to strangers

jesus aparece lado a lado com john lennon numa passeata em londres nos anos 70 (a cena está num doc) e, durante décadas, reuniu toneladas de admiradores por sua missão peace, love & music… que respingava forte no speakers corner, onde ele subia no caixote e deitava a falation sobre… música!

no início do mês passado, aos 72, jesus partiu pra encontrar hendrix e cartola…

os fissurados em sons como marcelão, pedro “blackhill”, magriça e TODOS nós perdemos o maior de todos… em todos os tempos… THE ONE!

JESUS vive!

as fotos dele peladinho foram captadas pela xeretinha no crystal palace garden party de 1975… e essa aqui em cima foi no campo do queens park rangers no show do yes

pra fechar. olha a criança, aos 6:30, num show do traffic (que ainda teve hendrix e pink floyd no mesmo palco) em 1967…

AQUI, todas as infos possíveis sobre jesus

ivor & macca + ivor & cutler…

A 17 minute TV special from 1998 on Ivor Cutler – by Ivor Cutler. Directed by Ewan Morrison for STV’s weekly arts Programme Don’t Look Down.

Ivor Cutler (born Isadore Cutler,[1] 15 January 1923 – 3 March 2006) was a Scottish poet, singer, musician, songwriter and humorist. He became known for his regular performances on BBC radio, and in particular his numerous sessions recorded for John Peel’s influential eponymous late night radio programme (BBC Radio 1), and later for Andy Kershaw’s programme. He appeared in the Beatles’ Magical Mystery Tour film in 1967 and on Neil Innes’ television programmes. Cutler also wrote books for children and adults and was a teacher at A. S. Neill’s Summerhill School and for 30 years in inner-city schools in London. He told Andy Kershaw on his radio show that he also gave private poetry lessons to individuals. In live performances Cutler would often accompany himself on a harmonium. Phyllis King appears on several of his records, and for several years was a part of his concerts. She usually read small phrases but also read a few short stories. The two starred in a BBC radio series, King Cutler, in which they performed their material jointly and singly. Cutler also collaborated with pianist Neil Ardley and singer Robert Wyatt.

Cutler was a noted eccentric, dressing in a distinctive style including plus-fours and hats adorned with many badges, travelling mainly by bicycle and often communicating by means of sticky labels printed with “Cutlerisms”, one of which, “never knowingly understood” came to be applied by supporters and detractors alike (the latter phrase is a play on ‘never knowingly undersold’, the slogan of the John Lewis Partnership). Others included “Kindly disregard”, reserved for official correspondence, and “to remove this label take it off”.[16] The reception room of his home contained some pieces of ivory cutlery, intended as a pun on his name.[17] The hallmarks of Cutler’s work are surreal, bizarre juxtapositions and close attention to small details of existence, all described in seemingly naive language. In performance his delivery was frail, halting and minimally inflected. His writing sometimes edged into whimsy or the macabre. Many of his poems and songs are in the form of conversations delivered as a monologue. In these, one party is often Cutler as a child, a poetic voice which he adopted in order to bypass the intellect. Cutler describes the poverty of his early life and the neglect he experienced from his parents with great stoicism. He expresses acceptance of his lot and gratitude for the basic elements of life, for nature, and for parental love, even though that love might bear the marks of strain. In these works the humour arises from the child’s curiosity and the playful or self-serving lies the parent tells him in instructing him to do a chore or in order to stop the incessant questions.

ele estará, logo mais, no #429…

tudo bem sequinho aí depois dessa experiência (hahaha)…

“Biko”, a música que Peter Gabriel lançou em 1980, homenageando o ativista anti-Apartheid Steve Biko, morto enquanto estava sob custódia policial, em 1977 – um dos alicerces do repertório dos shows do artista –ganhou nova versão, com Peter liderando um elenco multi-cultural e multinacional de 25 músicos (espalhados por diferentes países e fusos horários) que inclui o cellista Yo-Yo Ma, a cantora Angélique Kidjo, Meshell Ndegeocello (aqui apenas tocando baixo elétrico), o Taiko Project (grupo nipo-americano de percussão), as vozes do Cape Town Ensemble, indígenas da tribo paiute (dos Estados Unidos), a gaita de fole da espanhola Cristina Pato e a voz e o violão de Sebastian Robertson, filho de Robbie (co-fundador da The Band) e força-motriz por trás do vídeo.

A renda gerada pela nova versão de “Biko” reverterá para causas como o projeto Song Around the World (cujos vídeos mostram músicos tocando “juntos” uma mesma música, embora cada um esteja num lugar diferente do mundo, exatamente como é feito aqui) e as Nações Unidas, assim como as fundações Bob Marley e Rock and Roll Hall of Fame.

leo & jack…

Assunto: Playboy das Caralhas

Leo

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This session is from Series 1, Episode 1 of From The Basement… Premiered on 17 Feb 2021

00:30 – Blue Orchid

03:06 – Party of Special Things To Do

05:27 – Forever For Her (Is Over For Me)

09:22 – As Ugly As I Seem

14:11 – Little Ghost

16:31 – Red Rain

Connect with From The Basement: https://ffm.to/fromthebasement From The Basement features exclusive live music performances with some of the finest A list and emerging talent. Including The White Stripes, Radiohead, Albert Hammond Jr., Beck, Jarvis Cocker, Sonic Youth, PJ Harvey, Mark E Smith, Red Hot Chill Peppers, Feist, Thundercat, José González, Gnarls Barkley, Iggy Pop and The Stooges, Fleet Foxes, The Raconteurs, Band of Horses, Queens of the Stone Age, and many many more.

samuel e damon…

“Fala, MauVal!

Está lindo o RoncaRonca, como sempre, estou chegando no ponto de repetir alguns programas.

Posso falar do Damon mais uma vez? hahaha

Não sei se tu viu, mas saiu o documentário do último trabalho do Africa Express, que aborda a criação de cada música feita pelos artistas envolvidos no projeto.

Tem nomes conhecidos como o Gruff Rhys, do Super Furry Animals, o Nick Zinner do Yeah Yeah Yeahs, etc.

Mas o que queria compartilhar com você é um momento especial (22:40) do doc, em que o Damon e o resto do estúdio começam a chorar ao escutar a gravação da música See The World, carregada pela voz espiritual Hilda Tloubatla do grupo Mahotella Queens.

Uma experiência incrível ver essa cena, mostra a magia e o encanto do som africano.

Grande abraço”
Samuel