vasco

a batalha de santiago…

sim, foi melancólica a presença vascaína na libertadores desse ano… mas conseguimos um vitória inoxidável, hoje, que nos colocou na sulamericana… afinal, vencer na capital chilena é uma especialidade do CRVG!

agora, caindo no submundo das redes sociais, qual a importância dessa postagem que meia dúzia de jogadores do vasco publicou (ontem) e ganhou uma importância descomunal na mídia sem assunto?

meia dúzia sem ter o que fazer resolve publicar uma gracinha sem graça, bocó, idiota… e que acaba gerando um terremoto sem proporções… com cobertura gigante de todos os veículos da “imprensa” sobre um assunto infantil e que até agora eu não entendi o “conteúdo” dela… PQP!

well, well, well… deixamos a maravilhosa santiago do chile de cabeça em pé, pelo menos!

descoberto arsenal de armas químicas em são januário…

toni platão (tricolor) me acordou hoje com a seguinte filosofia ao telefone:

– caramba, estão querendo fechar com são januário

todo amarrotado consegui balbuciar:

– mas isso eles tentam desde 1927

já pensou o estrago causado nos janotinhas da imprensa mauriçola da zona sul (claro, 120% torcedores de botafogo, fluminense e flamengo) ao terem que engolir  a dura realidade que o maior estádio de futebol da américa do sul havia sido inaugurado lááááááááá do outro lado da cidade (e da civilização) por um bando de desdentados, analfabetos, portugueses,  suburbanos, crioulos e operários, em 1927? tem noção?

a História é a História e segue igualzinha… portanto, a mídia “padrão FIFA” segue firme no objetivo de fechar são jujuba… e, nos últimos tempos, a missão está em sua logística máxima.

evidente que são januário é um poço de problemas… ainda mais hoje com três vertentes políticas corroendo a alma do torcedor vascaíno + um time horroroso e um estádio com toneladas de problemas estruturais.

não vou me arrastar na choradeira de anos e anos assistindo à tentativa de destruição de são jujuba mas vale exemplificar esse crime com a chamada de primeira página que o globo exibiu na quinta feira, após o jogo com o cruzeiro…

psiu, hey, alô… como assim, bial? “torcedores são detidos após confusões”? quantos torcedores do vasco? UM? UM?

e a outra besta humana sanguinária era do cruzeiro? HAHAHAHAHAHAHAHA…

como a possante jornalista investigativa carolina castro chegou a esse número dantesco digno da batalha de leningrado?

o fato é que, hoje em dia, se vaguinho e eu travarmos, na arquibancada de são jujuba, uma guerra de palavras por conta de bon jovi (ele é fissurado no mancebo), a cavalaria do batalhão de choque da PM invadirá nosso espaço fatiando os dois vândalos sob pesada descarga de gás de pimenta.

amigos que estavam no jogo de quarta feira informam que NADA aconteceu para justificar a ação da PM daquele jeito… conclusão, a porra do gás se alastrou e o juiz interrompeu o jogo devido aos “tumultos” na arquibancada. que comédia!

aguarde para breve, a descoberta de um arsenal de armas químicas em são januário… afinal, já “aconteceram” (recentemente) casos de racismo, homofobia, violência extrema e, hoje, PATETICAMENTE, chegamos ao assédio sexual (que eu me nego a saber qual foi)… PQP!

como estamos rachadíssimos, sem reação, a janotada da ZS sabe que agora é hora para se livrar, definitivamente, da única resistência ao futebol gourmetizado (“meu barça”, “meu real”).

haja força, inteligência, união e paixão na colina!!!

amém

os veNtos da mudança (ou bem-vindo bruno)…

em qual período da centenária História do vasco poderia haver um gerente de marketing como essa peça acima?

pois acredite… bruno maia (nosso queridíssimo chapa e componente descabelado d’aTRIPA) é o novo responsável pela comunicação do CRVG.

fiquei muito injuriado com a trairagem do campello (o novo presidente) ao julio brant (candidato que venceu as eleições tendo o campello como vice) que, na votação do conselho – pra sacramentar as urnas – se aliou ao demônio miranda e acabou sendo eleito presidente pelos “velhinhos” (de espírito e idade) conselheiros… DOSE!

uma jogada sórdida igual à podridão que acompanhamos, diariamente, em brasília.

mas o fato é que, com tudo isso de abominável, o campello é oposição ao demônio miranda e defende idéias radicalmente diferentes… sendo assim, junto com muitas outras que está colocando em prática, convidou o bruno para ser o vice-presidente de marketing do vasco.

eu jamais imaginei testemunhar alguém tão próximo ser o responsável por colocar as mãos numa área tão fundamental (ao mesmo tempo tão esquecida, mal tratada e sucateada) do vasco.

espero que o bruno tenha inspirações divinas e realize um trabalho tão vibrante quanto o registro acima que ele me enviou tempos atrás.

cheers

p.s: roNca roNca, a festa, em são jujuba?

( :

traíras, ratazanas, oportunistas FDP…

vermes que fazem qualquer negócio para se agarrar ao poder… destruiram o sonho de uma torcida que não vê a hora de entrar nos anos 70 (isso mesmo, tamanho é o atraso mental dessa corja que “gerencia” o vasco há décadas). armaram um golpe dos infernos para manter tudo como sempre esteve… beneficiando o pior tipo de gente que há no planeta.

cambada de FDP jogando no ralo uma História como poucas…

a cara do brasil

) :

vergonha, farsa, escrotidão…

o demônio salazarista segue emporcalhando a História do C.R.V.G!

tudo normal num país onde, exatamente, essas práticas são diárias nos troninhos do poder em todos os níveis… cambada de FDP.

que a justiça (?!) consiga limpar a comédia de ontem, em são jujuba… caso contrário, serão mais três anos dormindo nas trevas…

vasco2017

PQP

) :

é hoje, ACORDA…

se liga, dorminhoco, o tempo tá passando e você aí de bobeira, apagadão… porra, hoje é o dia de começar tudo de novo. honrar nossa História. entrar no novo século. jogar no ralo a nhaca salazarista, passar o rodo, olhar pra frente. trazer a criançada de volta… ACORDA, pelamordedeus…

vasco2017

PSSSSSSSSSSSSIU, levanta desse bode vergonhoso, balança a poeira e prestenção em quem você representa…

vasco.realidade.jul69

vasco_gemeos

s.jujuba

/ + /

a mesma piada de sempre…

s.jujuba3

normal, esse tipo de “tratamento” já é conhecido há mais de cem anos…

Ministério Público do Rio interdita São Januário por 180 dias; clube vai recorrer

Estádio do Vasco é fechado após o conflito ocorrido no clássico com o Flamengo, dia 8 de julho, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro

vou ali na esquina dar umas gargalhadas por conta do MP… de onde ele é mermo?

ahhhhh, tá… MP do estado do rio de janeiro

comédia!

são jujuba, meu amor…

geral

por Luiz Antonio Simas

Não é apenas sobre futebol. É sobre a cidade. A tragédia de ontem em São Januário é derivada de inúmeros fatores, tais como o despreparo da PM, a crise política do Vasco, a cultura da violência como elemento de sociabilidade entre membros de torcida, a construção de pertencimento a um grupo a partir do ódio ao outro (elemento marcante da relação entre Vasco e Flamengo nas últimas décadas), o esfacelamento da autoridade pública no Rio de Janeiro, etc.

Ela tem como pano de fundo, todavia, o assassinato do Maracanã. Morte matada, cruel, pensada nos gabinetes mais sórdidos do poder. Como um sujeito que tenta participar minimamente do debate público sobre a cidade, escrevi sobre isso em O Globo (Santuário Profanado, 26/12/2011) e em O Dia (A cidade era o Maracanã, 27/04/2016). Retomo aqui algumas ideias daqueles artigos.

O Maracanã talvez tenha sido a maior encarnação, ao lado das praias, de certo mito de convívio cordial, ao mesmo tempo sórdido e afetuoso, da cidade do Rio de Janeiro. O estádio foi pensado, em 1950, para ser frequentado por torcedores de todas as classes sociais, mas não de forma igualitária. Ele foi espacialmente dividido, como se cada torcedor tivesse que saber qual é a sua posição na sociedade: os mais pobres na geral, a classe média nas arquibancadas, os mais remediados nas cadeiras azuis e os mais remediados ainda em suas cadeiras cativas.

Esta fabulação de espaço democrático que era o antigo Maracanã, todavia, ainda permitia duas coisas que nos faziam acreditar em uma cidade menos injusta: a crença num modelo de coesão cordato, em que as diferenças se evidenciavam no espaço, mas se diluíam em certo imaginário de amor pelo futebol; e a possibilidade de invenção de afetos e sociabilidades dentro do que havia de mais precário. A geral – o precário provisório – acabava sendo o local em que as soluções mais inusitadas e originais sobre como torcer surgiam.

A geral era, em suma, a fresta pela qual a festa do jogo se potencializava da forma mais vigorosa: como catarse, espírito criativo, performance dramática e sociabilização no perrengue.O fim da geral, a rigor, poderia ser defensável, considerando-se a precariedade do espaço. O problema é que ele veio acompanhado de um projeto muito mais perverso: não era a geral que precisava sumir; eram os geraldinos. Na arena multiuso, interessa um público restrito, selecionado pelo potencial de consumo dentro dos estádios e pelos programas de sócios torcedores. Facilita-se assim a massificação das transmissões televisivas por canais a cabo.

O fim da geral foi, simbolicamente, o esfacelamento de um pacto de cordialidade que usou o manto do consenso para desenhar simulacros de democracia na cidade. Mas até isso já era. Prevalece agora a lógica da exclusão explícita.

Noves fora isso, a destruição do Maracanã fez parte do projeto mais amplo de assalto ao Rio de Janeiro promovido pela organização criminosa de Sérgio Cabral / Pezão e comparsas.

Eu não acredito em qualquer pacto ou em qualquer reconstrução da cidade do Rio de Janeiro – esfacelada, aniquilada, assaltada , extorquida, mediocrizada – que não passe pela devolução do Maracanã aos cariocas.

Um efeito perverso, dentre vários, que vai ser gerado pela noite triste em São Januário é o reforço do discurso dos que acham que o futebol tem que ser mesmo elitizado. Outro efeito deletério é a desqualificação de São Januário, um templo da cultura carioca e um patrimônio do Brasil que, todavia, não pode comportar clássicos.

Desculpem-me os que acham que estamos discutindo futebol ao debater o que aconteceu em São Januário e o crime cometido contra o Maracanã. Não é isso. Nós estamos discutindo a cidade e o Brasil como mínimas possibilidades de convívio digno, fraterno e inventivo entre nossas gentes.

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infelizmente, não conheço o luiz antonio.

assim como ele aponta a morte do maracanã como causa do esfacelamento democrático no mundo da bola, ele anexa o desejo gigantesco da mídia gourmetizada, padrão FIFA, “meu barça” de implodir o estádio do CRVG.

não vou entrar aqui, evidente, em disputas clubísticas mas para entender o que estou tentando dizer, basta alargar ainda mais o texto do luiz na direção de são januário, símbolo máximo da zona norte carioca / centro da extrema democracia racial / exemplo inoxidável de convívio pacífico com os desprovidos de tudo / templo eterno da força do povo.

sempre foi muuuuito duro para a zona sul aceitar essa distância “filosófica”. imagina agora, onde  o preconceito assume proporções medievais.

ontem mesmo, ao final do jogo (num pé sujo da ZS frequentado por porteiros-flanelinhas-desempregados-traficantes de vinil), um desses signatários do desconhecimento globalizado gritava: “a culpa é da barreira do vasco” (a barreira é a favela colada a são januário).

olhei pros cornos dele e disse: “oh maluco, você já foi lá pra dizer essa merda?”

o fato é que quanto mais a sociedade (via mídia) se mostra includente, a realidade deságua em um pântano habitado pela mais fina flor da intolerância… e da barbárie.

simples assim

territorio

direto de manchester pra fechar a celebration de roupa nova…

# Fundada em 1924, a Umbro é a autêntica marca do futebol, pois se dedica a este esporte há mais de 90 anos. Nascida em Manchester, Inglaterra, a Umbro tem seus produtos usados dentro e fora de campo em mais de 100 países por todo o mundo. Hoje, a companhia soma sua herança na alfaiataria esportiva com uma moderna visão do futebol para criar roupas, calçados e acessórios que combinam desempenho e estilo #

é isso, a UMBRO mirou nos 90 anos de são jujuba pra lançar os novos modelos do manto vascaíno e até diegão, palmeirense de dublin, acabou de encomendar esta peça pra tirar onda pela cidade…

vasco.umbro

caramba… que lindeza, mamãe!

evidente que xeretinha ficou toda serelepe para dar um chego, hoje, em são cri cri… ok, não fizemos todo aquele roteiro recomendado ali embaixo mas…

s.jujuba3

s.jujuba1

s.jujuba2

e esbarramos com fernanda, a rainha do hip hop na CADEG…

fernanda

UAU

( :

as piranhas…

bloco

bloco das piranhas (criação do moisés), no carná de madureira.

essa fotoca dever ser papo de 74-75 e mostra (da esp pra dir): joel santana (leNda), brito (campeão do mundo em 1970), moisés (de preto) e alcir (de branco, capião do vasco campeão brasileiro em 1974)… aliás, todos passaram – fabulosamente – por são jujuba!

alcir