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o jogo inglês = o jogo brasileiro…

essa rapeize (toda) saiu da indústria do algodão láááááá do norte da inglaterra, de blackburn… gente feia, iletrada, pobre, grosseira que para o sul playba só tinha valor pela mão de obra barata e, consequentemente, para encher os cofres da aristocracia.

lá pelos idos de 1880 o blackburn rovers resolveu encarar os almofadinhas que reinavam absolutos no futiba da ilha… claro, os endinheirados criaram o jogo da bola, eles inventaram as regras, eles faziam os campeonatos para eles ganharem, tudo à sombra do cavalheirismo, do bom mocismo… tá captando?

mas aí, os pobretões-operários-favelados (com apoio financeiro dos capitalistas de blackburn) foram encorpando o time e começaram a ameaçar o reinado sulista (londres e periferia) na F.A cup, o mais importante torneio na época.

resultado? a elite expulsou o blackburn e o darwen (vizinho) da competição por conta de pancadaria selvagem, vandalismo e risco de jogar no lixo a finesse do english football.

hahahahahaha…

todas as ações que tão bem conhecemos (a politicalha nojenta) são mostradas cristalinamente na série “the english game”… repito, que acontece por volta de 1880 mas retrata a situação atual do futebol mundial.

não vou seguir a narrativa para não dar spo… como é nandão? ahhhhhh, spoiler… que não tem mais importância atualmente mas ficarei quietinho.

enfim, vale muita dar uma conferida… e ter noção de como foi a barra de certo clube em são cristóvão (rio), por volta de 1920, ao enfrentar o sistemão que queria manter o futiba, exclusivamente, para as classes abastadas.

vento que bateu lá fora bateu igualzinho por aqui. impressive…

muito prazer (ou it’s a family affair)…

(lucy & luca, rio, 1993)

psicólogos, entendidos, palpiteiros, sociólogos, jornaleiros, jornalistas, antropólogos, djs, modelos, manequins & manicures estão com um prataço diante de suas respectivas antenas: “que mundo é esse que estamos vivendo?”

pensa a seguinte situation aqui no nosso cantinho: mãe, pai (ambos trabalham fora), um filho de 18 anos, uma de 15, outra de 6 e outro de 3… há muitas famílias no planetinha com essa configuração, procede?

quantas vezes você acha que essa tchurma se encontra all together por ano?

posso chutar? nenhuma… nem no natal. nem no niver da mãe.

pois bem, nesse exato instante, estão todos amontoados… em mood almôndega total… se conhecendo, falando coisas jamais faladas, sabendo de detalhes amoitados, se beijando todos ao mesmo tempo, sendo apresentados uns aos outros. “mamãe, não sabia que eu tenho um irmãozinho. qual o nome dele?”… hahahaha!

ah, e com um detalhe: as duas avós que moram sozinhas, travadonas, se acomodaram na casa dos filhotes… JISUS!

ok, podemos matutar, simplesmente, um casal já separado / sem nenhum tipo de connection mas que habita a mesma maloca e que está coladinho right now. até quem sabe “matando a sodade” pra engrenar de novo… pensou?

delirante? provavelmente sim mas você pode imaginar trocentas outras situações familiares inéditas que estão acontecendo no planeta nesses dias de março2020.

tomara que existam documentaristas captando em imagens essas realidades cascudas… os teóricos, certamente, encherão páginas e páginas analisando essas e muitas outras preciosidades dos humanos.

enola gay (ou OMD em 1980)…

The Enola Gay (/ɪˈnlə/) is a Boeing B-29 Superfortress bomber, named after Enola Gay Tibbets, the mother of the pilot, Colonel Paul Tibbets. On 6 August 1945, during the final stages of World War II, piloted by Tibbets and Robert A. Lewis it became the first aircraft to drop an atomic bomb. The bomb, code-named “Little Boy“, was targeted at the city of Hiroshima, Japan, and caused the near-complete destruction of the city. Enola Gay participated in the second atomic attack as the weather reconnaissance aircraft for the primary target of Kokura. Clouds and drifting smoke resulted in a secondary target, Nagasaki, being bombed instead.