a bula do SGR#22…

SGR.434

pj harvey – “the ministry of defence”

vitor ramil – “campos neutrais”

paul simon – “kodachrome”

carne doce – “sereno”

leonard cohen – “so long marianne” (ao vivo)

leonard cohen – “first we take manhattan” (ao vivo)

t.tex – “get it on”

gilberto gil & banda – “sai do sereno” (ao vivo)

soma – “treasures”

free_radio

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tatiana mandou pra gente…

A mural of musician Leonard Cohen is seen on a building on November 7, 2017 in downtown Montreal. Leonard Cohen's songs strived for the universal and his voice was often solemn, yet the courtly songwriter had plentiful moments of joy and deadpan humor. One year after Cohen died at age 82, an array of artists testified to his far-reaching impact with a concert the evening on November 6, 2017 whose somber yet graceful tone befitted the celebrated singer and poet. Before more than 21,000 people at the Bell Centre arena in Cohen's native Montreal, the tribute built around short videos of his well-traveled life which included years of artistic retreat on the Greek island of Hydra and a late-age stint as a Buddhist monk in California. / AFP PHOTO / Marc BRAIBANT
A mural of musician Leonard Cohen is seen on a building on November 7, 2017 in downtown Montreal.
Leonard Cohen’s songs strived for the universal and his voice was often solemn, yet the courtly songwriter had plentiful moments of joy and deadpan humor. One year after Cohen died at age 82, an array of artists testified to his far-reaching impact with a concert the evening on November 6, 2017 whose somber yet graceful tone befitted the celebrated singer and poet. Before more than 21,000 people at the Bell Centre arena in Cohen’s native Montreal, the tribute built around short videos of his well-traveled life which included years of artistic retreat on the Greek island of Hydra and a late-age stint as a Buddhist monk in California. / AFP PHOTO / Marc BRAIBANT

polly jean, ontem, em BsAs…

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tudo bem que a platéia de buenos aires anima qualquer alma cansada… mas PJ, nessas imagens, está pra lá de caliente se compararmos com outras interpretações recentes delazinha pelo velho continente… D+

segura o setlist hermano (que, provavelmente, será o mesmo daqui)…

cucuzão & cucuzinho…

ferrare

Governador Valladares, tendo em vista aquele mal estar em London Town (desabafo na íntegra no artigo anterior), fui demitido da desorganização, a bem do serviço público.​ Acharam que expus a desorganização ao esmolar fantasiado de Sininho em frente ao teatro Old Vic e que pegou mal eu ter atirado uma granada em Kevin. Ora, Gov. na reunião realizada clandestinamente num subúrbio de Cucuzão eu disse que expor a organização é fazer topless de burca nas montanhas do Afeganistão. Não prestou. Me deram 6 minutos para arrumar as coisas e sumir. E foi o que fiz.
Aí, Gov, minha nega, me veio a questão: onde iria viver com um currículo desses? O despachante da rodoviária de Cucuzinho (país vizinho) sugeriu que eu trabalhasse como porteiro do Vasco, na gestão de Euricão, já que perto dele me sentiria um porquinho da índia e que todos os holofotes da polícia (e da vigilância sanitária) estão apontados para aquele porco. Mas lembrei que a eleição está sub judici já que Euricão mandou Nacional Kid, Verdugo, Fantasma Voador e até Luluzinha votarem nele. Está dando a maior merda. Vai que eu chego lá e ganha o Fernando Brandt, célebre mentor do Clube da Esquina com Beto Fezes, Wagner Piço, Francisco Horta e os caralhos?
Foi quando um flanelinha de terno, mas sem calças, me disse: “Sou brasileiro, estatura mediana, e a Lava Jato me levou tudo. Nada disso teria acontecido se eu tivesse ido chafurdar em Brasília, terra onde Hitler seria considerado escoteiro mirim.
Foi o que fiz, Gov. my Gov. Via Venezuela (assaltei uma creche com anuência do companheiro Maduro), pisei em Brasilia há pouco tempo e a minha reação orgânica, coisa de pele, foi dar um peido musical que assobiou “meu Deus mas que cidade linda, no ano novo começo a estuprar”. Fui pra rodoviária pegar um bus para Taguatinga que me lembra muito os arredores de minha amada Aleppo, na doce Síria.
Na fila do ônibus eu, negro, homem e desfavelado chamei atenção por causa de minhas vestes, mas quem atraia toda a atenção do público era Neimarzão (FOTO), que abraçado a um poste, garrafa de jurubeba na mão, chorava tanto que o povo, solidário, gritava “corno, babaca, aquela vassourinha deu pra 27 seleções”, ou “até seu filho andou por dentro naquela picanha” e o suíno gritava”ele já me disse, ele já me disse!!! Chega de humilhação!!!
Bêbado, entrou no bus. Ajudei tirando a garrafa de jurubeba da mão dele que entornei num gole só. Ele sentou no banco ao lado do meu e disse que acha que a mulher é inocente. “É perseguição. Ela só estava tendo aulas de pilates com o Imperador. Ajudava o rapaz que está duro, desesperado, tentando fazer uma dupla de sertanojo com o goleiro Bruno. Quando ele ensinava decúbito ventral para Vassourinha, uma vizinha entrou na casa dela e, piranhofóbica, saiu xingando de puta, vadia, escrota e não deu outra opção a Imperador senão pegar um vibrador de aço inoxidável e  enterrar no peito da difamadora, que caiu morta no chão de ardósia. Foi quando ambos tacaram fogo na mulher, puseram as cinzas numa caixa de sapato e jogaram na Rocinha, perto do local.
A merda, Gov, é que Neimarzão cismou que virei seu melhor amigo, confidente e os caralhos a ponto de comprar um apartamento num prédio de 27 por andar em Taguatinga onde, ele disse: “vou trazer a mulher de volta”. E minha agenda amanhã está cheia: Aécio, Moreira, Padilha, Renan…..
Umagumma Ferrare, Brasília sul do mundo, UK, DF