andy fraser

quer ver um monstrinho tocando baixo aos 18 anos?

mamãe… que coisa!

jamais houve (ou haverá) alguém como andy fraser.

na gravação dessas músicas, em manchester/1970, ele era um “veterano”…

afinal, com 15 anos, já havia passado pelas bandas de alexis korner e john mayall.

apesar de saudosista ao extremo, tem um comentário interessante lá no Utube que é maomé o que shogun diz há séculos (papo de saber tocar, na marra, a sangue frio)…

– “How did we ever survive those days?? No click tracks, no floor wedges, no in-ear monitors, no pedals, no synths, no sequencers. Just the beautiful howl of a 1959 Les Paul plugged straight into a Marshall Plexi, a Gibson EB3 bass plugged straight into a 100W Marshall Super Bass head. A guitarist that knew when to let it rip and when “less is more”. A bass player that could do more than take a pick and chug out eighth notes on the “E” string. A singer with both pipes and style, and a human metronome on drums. That’s the way we did it back in the day”

andy

saNta ivete…

ainda agora, é meio dia, na tracks, o beto (sumidade musical/vendedor da loja) mandou na minha lata:

– maurição, tá sabendo desse programa de bandas, na vênus, depois do fantástico?

– cacilds, betão… vi o primeiro e larguei, muita maldade com quem vai lá

– rapá, num desses últimos rolou um lance inacreditável com seu baixista favorito

– êita, calma betão… muita calma

– hahaha… depois de uma banda se apresentar, a ivete disse que o baixo do cara lembrava muito o de uma banda dos anos 70 chamada free

eu, que estava colocando o copo de mate no bico, quase morri afogado!

– PQParille, betão, que porra é essa, a sangalo?

– é verdade, ela citou o free no programa. imagina se ela fala andy fraser! mesmo assim, a existência da ivete já está justificada

– saNta ivete