arcade fire

performance!

papai do céu é testemunha que tenho me esforçado bastante para entender como negozim consegue babar tanto pelo arcade fire.

vou guardar para sempre a sensação dos primeiros segundos do show deles no TIM festival em 2005.

cacilda, no que explodiram os acordes de “wake up”, eu me senti em vancouver, montreal, quebec…

ou, no mínimo, na praça paris, aqui no rio!

doideirinha forte… a cantoria foi chose de lóki!

de lá para cá, claro, acompanho, gosto e mostro a produça do arcade fire.

agora, elevar “the suburbs” ao patamar de masterpiece… está foreta das minhas possibilidades, por enquanto.

até compreendo que com a ausência quase total de uma GRANDE novidade pop/rock (caraca, até lady gaga está se dando bem nessa seca), as metralhadoiras da mídia têm de encontrar um alvo… com o mínimo de qualidade.

e no caso do arcade fire, esta capacidade está aliada à inteligência deles em tocar a vida da banda.

depois do sumiço, o AF reapareceu com tudo (e muuuuito mais) que pode ser oferecido no novo mercado musical.

não tenho nenhuma dúvida que eles possuem a mais eficiente máquina de marketing da atualidade.

tanto que ela é capaz de transformar um disco bom (nota 6,5) em algo arrebatador, transgressor, fenomenal, salvador…

e colocá-lo, de estalo, em primeiro lugar na parada americana!!!

como eu disse, tenho me esforçado mesmo… já ouvi “the suburbs”, de enfiada, várias vezes.

acho que ele seria um disco nota 8 se fosse mais curto… caramba, ele tem 16 músicas, mais de uma hora de som… é muito!

com 10 faixas estaria ótimo.

(peraí, neste instante a gente deve galgar alguns parâmetros e estabelecer os mesmos, certo? tipo, qual seria um disco NOTA 10? pois é, temos essa referência, ok?)

voltando… duvideodóro se a tchurma da baba (a admiração) ouviu MESMO tantas vezes.

além de todas essas audições (com encarte na mão), tenho lido e me informado sobre a banda…

ôpa, calma, eu já disse que gosto dela… só quero captar algo que tenha passado longe de mim, normal.

a vibe deles sempre foi bacana… é quase uma onda “vagarosa” mas muito conectada ao presente/futuro, em tudo.

na pegada de conhecer mais, comprei uma edição do new musical express com o win butler na capa…

é uma matéria durante a gravação do disco com o pessoal comparando as sonoridades a elton john, fleetwood mac, LCD e new order… e de como a banda ainda usa automóveis fora de moda, velhos… como eles fazem questão de ser. de não se dobrarem aos convite$ sem sentido e porraí vai… ainda estou lendo a bagaça, com calma.

aliás, há tempos eu não era fisgado por um NME.

e foi ótimo porque começaram a aparecer as surpresas!

a primeira é que o jornal (hoje revista) deixou de ser uma publicação essencialmente teen.

até recentemente, eles não dariam espaço para checar a memória do lemmy (motorhead)…

como não destacariam a volta do pop group…

como não publicariam duas páginas sobre os quarenta anos do filme performance!!!

ôpa, aí a chapa ferveu brutalmente!!!

mãezinha, eu estava ouvindo a trilha do filme quando abri o NME!!!

PQParille, fala sério…

mas o arcade fire…

depois a gente volta a ele, ok?