Todos os posts de mauval

igor soprando velinhas hoje (ou muita pressão no turbo)…

Assunto: parabéNs pra geNte! vamos soprar veliNhas!

“mauval, nandão!

como vcs estão? td bem?

faço aniversário, hoje, dia 27 de junho, mas comemorei ontem.

minha patroa, a bárbara, logicamente ta ciente da contagem progressiva pro quinhentola e dos 40 anos na pista e fez essa barbaridade aqui comigo. vejam as fotos!

obrigado por tudo e abraços,”

igor
####
D+D+D+D+D+D+
( :
cheers

aguirre…

WALTER SALLES

São Paulo, sábado, 11 de maio de 2002

Os fantasmas de Fitzcarraldo e Aguirre

Iquitos, Amazônia peruana. Antigos prédios coloniais caindo aos pedaços. Cidades-satélites construídas sobre palafitas, invadindo o rio. Dezenas e dezenas de mototáxis avançando nas ruas esburacadas com um zumbido metálico. Um suor constante nos corpos e nos rostos.
Como Manaus, Iquitos viveu o seu apogeu durante o ciclo da borracha. Depois veio o período da extração da madeira e, mais recentemente, o tráfico de drogas também passou por aqui. Não mais. Há dois anos, chegaram os norte americanos do D.E.A., departamento antidrogas. O tráfico emigrou para a cordilheira ou procurou refúgio na direção de Letícia, fronteira com a Venezuela e o Brasil.
Estou aqui para escolher locações para um filme, mas outros dois não me saem da cabeça: “Aguirre, a cólera dos deuses” e “Fitzcarraldo”, ambos dirigidos por Werner Herzog. Foi ao redor de Iquitos que o diretor alemão rodou esses filmes. Foi também por aqui que ele quase morreu antes das filmagens de “Aguirre”. Teve a intuição de não entrar em um avião que ia trazê-lo de Lima a Iquitos. O avião espatifou-se. Herzog salvou-se.
Esse acontecimento não é um fato isolado na vida de Herzog. Na época em que ele fez “Aguirre” e “Fitzcarraldo”, havia uma qualidade quase messiânica, uma fé inquebrantável a movê-lo, que podem agora ser conferidas por todos aqueles que se interessam pela sua obra. “Aguirre” e “Fitzcarraldo” saíram há pouco em DVD, com uma reveladora faixa de comentários do diretor. Um documentário sobre a relação fratricida entre ele e seu ator-fetiche Klaus Kinski, intitulado “Meu Melhor Inimigo”, completa o quadro.
Kinski está extraordinário em “Aguirre”. O filme narra o caos que se instala no seio de uma das primeiras expedições espanholas que partiram à procura do mito de Eldorado no Amazonas. Malgrado todas as dificuldades de um filme de época e os obstáculos logísticos que Herzog teve de enfrentar, “Aguirre” foi filmado em poucas semanas por uma equipe de nove pessoas… e 450 figurantes. Herzog conta que tudo que poderia fazer parar a filmagem, como a enchente que carregou as balsas cenográficas, era incorporado à matéria fílmica. O resultado é uma obra orgânica, essencial. Revisto hoje, “Aguirre” permanece radicalmente moderno.
A câmera urgente está quase sempre na mão, perto dos personagens, mas há também momentos voluntariamente estetizados. Essa escolha arriscada dá surpreendentemente certo, e a síntese entre o documental e o teatral tem uma força raramente vista no cinema. Poucos filmes falam da ganância e da loucura humana de forma tão arrebatadora e convincente.
A possibilidade de rever “Fitzcarraldo” também projeta luz sobre um filme que foi muitas vezes acusado de ser tão demente, na sua feitura, quanto o personagem que enfoca. Fitzcarraldo foi um aventureiro europeu que chegou à Amazônia à procura de borracha e de riqueza fácil. Autocrático, tido por muitos como escravagista, Fitzcarraldo também alimentava o sonho de trazer a ópera até aquela última fronteira.
“Fitzcarraldo”, o filme, foi uma experiência de rodagem tão traumática quanto “Apocalypse Now”, de Francis Ford Coppola. Um outro documentário, “Burden of Dreams”, revela a insanidade do projeto, que se prolongou durante quase um ano. Como tudo que acontece por trás das câmeras acaba permeando o negativo do filme, essa loucura acaba passando para a tela.
E ficando, mas não só no cinema. Subindo o rio Amazonas, entre Iquitos e a colônia Santa Izabel, encontramos os restos do barco no qual foi filmado “Fitzcarraldo”. O casco está adernado sobre uma das margens do rio, tomado pela ferrugem. O motor foi retirado ou roubado. Subimos a bordo. As cabines, o posto de comando, tudo decomposto pelo tempo.
No meio da abordagem, o tempo subitamente começou a virar. Um vento varreu o Amazonas, nuvens surgiram do nada, e uma tempestade se abateu sobre nós. Pulamos para o barco que havia nos trazido ali e, no meio de uma chuva torrencial, voltamos a Iquitos. Olhamos para trás e vimos a velha carcaça pela última vez, até que ela foi lentamente engolfada pela cortina de água. Ainda ouvimos durante algum tempo o ranger do velho barco, que ecoava como um grito agônico de Klaus Kinski.

a bula do #498…

(adelzon alves sendo molestado por um bicão em fotoca de casalbert, na rádio nacional, em agosto2017)

alberto curi – “retrospectiva rádio jornal do brasil 1968”

waganda kenya – “tifit hayed”

neil young – “needle of death”

adelzon alves no programa “em cartaz”, rádio globo, agosto2017

(rádio globo, rua do russel 434, agosto2017)

roni size & reprazent – “who told you” (12″)

os kinkas – “two sisters”

akira s & as garotas que erraram + holger czukay – “sobre as pernas”

big thief – “forgotten eyes”

yende bongongo – “lourds”

joy division – “interzone”

joy division – “she’s lost control”

paul mccartney – “uncle albert / admiral halsey”

(by MAM)

ouça AQUI o programa

alexandre atropelando…

“MauVal véi e Lendário Nandão
Nos últimos tempos o Ronca, mais que em outros, foi meu companheiro. O motivo: meu pai estava internado em Petrópolis, uma hora e meia de onde moro. Muitas foram as vezes que encarei a estrada, sempre com o programa da gente a bordo. Triste com a situação do meu velho, mas sempre com a ótima companhia de vocês.
Enfim, como a vida atropela a gente, como não somos donos de nada, meu coroa não resistiu e agora tá lá, se não com Hendrix e Cartola, ouvindo seus boleros e sertanejos raiz.
Mas a vida segue e a arte salva. Agora mesmo terminei o filme sobre o Manguebeat, no In-Edit. Não percam.
Vamos em frente, progressivamente rumo ao Ronca 500, ao 1000 …”
Alexandre
JF
roncracudo

a leoa…

Danuza Leão ajudou a civilizar o Brasil e a consagrar as minissaias

Escritora que dizia o que pensava, foi a musa de Ipanema e conheceu os intestinos do poder morreu, aos 88, no Rio

Ruy Castro

Há tempos, conversando com Danuza Leão, eu lhe disse que ela era a única pessoa que me faria quebrar a cláusula pétrea de que não se deve biografar pessoas vivas —porque a história delas ainda não terminou.

Danuza já passara dos 80 e seguia na ativa. Todo dia saía de seu apartamento em Ipanema, atravessava a rua e ia tomar um coco no quiosque em frente. Às vezes, variava e tomava um avião —ia a Paris, cidade que fazia de varanda, para observar o mundo.

A ideia de a biografar e tentar extrair dela o que nunca contara a ninguém era irresistível. Danuza também achava. Mas, como outras ideias irresistíveis, esta ficou por ali. Não havia pressa, éramos imortais.

Haveria também o desafio de definir Danuza sem os clichês de sempre. Uma mulher sempre à frente de seu tempo. A independência em pessoa. A verdadeira musa de Ipanema. Tudo isso era verdade, mas Danuza nunca se reconheceu nesses papéis. Sempre foi de uma implacável lucidez e portadora de uma bagagem que poucas mulheres reuniram numa encarnação. Certa vez, quando ofereceram a ela um programa de TV, alguém advertiu que era “um perigo deixar a Danuza dizer o que pensa”. “Porque ela diz mesmo.”

Danuza nasceu pronta, em 1933. A certidão diz que foi em Itaguaçu, no Espírito Santo, mas aos dez anos já morava em Copacabana. Aos 14, ainda de tranças, seu melhor amigo era Di Cavalcanti. Antes de completar 15, foi debutante da revista Sombra. Trocou o colégio por aulas particulares, livros impróprios para sua idade e viagens a Paris, Roma e Punta del Este. Sua turma era Di, Rubem Braga, Vinicius de Moraes.

Aos 18, foi convidada por Assis Chateaubriand a um baile no castelo do barão de Coberville, nos arredores de Paris, para promover os tecidos brasileiros —Danuza desfilou a cavalo, vestida de Maria Bonita. Ali decidiu que seria modelo na capital francesa. Pediu emprego ao costureiro Jacques Fath e ganhou.

Seu cabelo quase louro foi cortado de todo jeito e pintado de verde, prata e cenoura. Com desfiles todos os dias, em Sevilha, Madri, Veneza, não havia tempo para almoçar ou jantar —passava a camembert engolido com beaujolais. Mesmo assim, posou para Richard Avedon e Robert Capa e namorou Daniel Gelin, galã do filme “La Ronde”, de Max Ophüls, e dependente de heroína.

Dois anos depois, Danuza decidiu voltar. Ao chegar, em 1953, achou o Brasil muito chato e começou sua longa missão civilizatória. Seu amigo Sergio Figueiredo a levou para visitar na prisão o jornalista Samuel Wainer, proprietário do jornal Última Hora e protegido de Getúlio Vargas presidente.

Quando Wainer saiu da grade, ela se casou com ele. Mas, em 1954, com o suicídio de Getúlio, Wainer se viu na baixa, com o Última Hora quebrado e 14 processos nas costas. Em 1956, com Juscelino Kubitschek no Catete, Wainer subiu de novo. Danuza se tornou a primeira-dama da imprensa e locomotiva social do Rio, indo ao Municipal com as estolas de visom que Wainer mandava vir de Paris.

Durante seus sete anos juntos, Danuza deu a ele três filhos –que seriam a artista plástica Pinky, o jornalista Samuca e o produtor de cinema Bruno, todos Wainer– e conheceu os intestinos do poder. Foi à China e esteve com Mao Tsé-tung, ia a Brasília visitar as obras e, em casa, servia canapés aos banqueiros, militares, políticos e pelegos que faziam rapapés a Samuel Wainer. Vivia tudo isso com a naturalidade com que entrava na fila do Moraes, sorveteria de Ipanema.

Em 1961, Danuza deixou tudo ao trocar Samuel Wainer por Antonio Maria, cronista, homem da noite, feio, com quase o triplo do seu peso e compositor de “Ninguém me Ama”. Danuza ficou três anos com Maria, que escrevia, amava, comia, brigava e era ciumento na proporção de seu corpanzil —não deixava que ela andasse de calcinha em casa diante da TV porque, na tela do noticiário, o locutor Luiz Jatobá a poderia ver.

Mas Maria era também cardíaco e teve um infarto. Danuza emagreceu 15 quilos cuidando dele no hospital, de levantar e abaixar sua cama, dar banho nele e comida na boca e botar na vitrola os discos que ele recebia. Dois anos depois, se separaram. Maria teve novo infarto e, dali a meses, o infarto fatal. Mas, então, já era 1964 e ela nem estava mais no Brasil. Com o golpe militar, Wainer fora para o exílio em Paris. Danuza pegou os filhos e se juntou a ele.

Em 1966, quando Wainer se reequilibrou, Danuza voltou sozinha para Ipanema. Fez uma ponta em “Terra em Transe”, de Glauber Rocha, consagrou minissaias e namorou quem quis. Quando surgiram as primeiras feministas, que viam no homem um inimigo, Danuza fez do homem um aliado e inverteu um velho privilégio masculino –havia homens para casar e homens para namorar.

E, quando se casou de novo, entre 1971 e 1975, foi com outro jornalista, Renato Machado. “Jornalistas são divertidos”, ela dizia. “Chegam tarde em casa, têm certas vantagens do poder, mas não se deslumbram, e sabem de tudo antes dos outros.”

Os anos 1960 e 1970 foram de transformações –mulheres morando sozinhas, dizendo palavrão, trabalhando fora, trocando de marido. Nada disso era novidade para Danuza, muito menos o coquetel de sexo, drogas e rock and roll. Já os anos 1980 foram diferentes. Além de oito anos dormindo tarde, como “directrice” do Régine e do Hippopotamus, ela aprendeu o significado da dor —o suicídio de seu pai, o advogado Jairo Leão, e a morte do filho Samuca, ambos em 1984, e a morte da irmã Nara Leão, em 1989. Em todas essas desgraças, Danuza apenas se recolheu. Nunca dividiu sua dor.

o #498, hoje, às 22h, escancarando o radiojornalismo…

jumboteKo circulando de cabeça pra baixo com nandão teorizando sobre a vida (?!), nivers cabeludérrimos, momentos radiofônicos inesquecíveis, lorotinhas cinematográficas + yende bongongo, joy division, adelzon alves (UAU), os kinkas, neil young, roni size, akira s & as garotas que erraram e muito mais!

#498, hoje, às 22h, aqui no poleiro

(+ mixcloud, deezer, amazon, itunes, google, spotify, tune in, castbox…)

aTRIPA lá fora…

Assunto: John Peel em Oslo

“Fala, MauVal e Nandão!

Em trabalho por Oslo, sobrou um tempinho livre e fui logo dar uma bisbilhotada em lojas de discos. Acabei caindo na Big Dipper, uma baita loja. Aí não tem como não lembrar do Roncaço.
Aí passeando pela cidade com a sacola na mão, dei mais uma conferida no material e eis que me deparo com a frase d’Ele na embalagem. Já sabe quem, né!?Saudações…”

Luiz Gustavo, de Chalé / Lajinha mas hoje em Oslo com John Peel

+
Assunto: Casa do jack white
“Mauval,
Você comentou no programa sobre a iniciativa do Jack White de recuperar um equipamento/cabine de gravação de vinis em sua loja de discos, a Third Man records.
Pois bem, por acaso estou em Nashville a trabalho e fui conferir a loja do boneco. A cabine está lá e funciona mesmo, enquanto estava na loja um sujeito entrou com um violão na cabine e gravou um vinilote de uma música dele na hora!
Comprei alguns compactos bacanas, alguns exclusivos da Third Man records, com gravações dirigidas pelo Mr. White. Em breve algumas dessas pepitas chegarão na caixa postal do Ronca Ronca.
Abração”
Helcio
+
Assunto: tanto a contar sobre santorini…

“…mas o paraíba já disse tudo:

Quem não tem amor no mundo
Não vem neste lugar
Quem não vê azul profundo
Não tem mais pra onde olhar
Quem tem medo
Traz no peito o óbolo da precaução
Eu trago um anjo nos braços
E ouro no coração”

Kelvin

aTRIPA desorientando o jumboteKo…

Assunto: Momento Batatada forte
“Meus queriiiidos Mauvall e Nandão!

Sou um ouvinte assíduo do Ronquinha desde 2010, já ganhei até ingresso de vocês pra ver o Skatalites no circo <3
Morava no Rio, mas há três anos estou em BH, e já encontrei integrantes da Tripa por aqui 🙂
Devo ao Letuce ter encontrado vocês (tava buscando entrevistas da Letícia e Lucas na internet), e quando ouvi Orchestra Baobab no programa falei ‘peraí, bicho!’, essa parada aqui é forte. E nunca mais deixei de ouvir. Sou infinitamente grato por ter conhecido tanto som maravilhoso – Doris Troy, Jefferson Airplane, Terry Callier, Karen Dalton, Jon Lucien, Billy Preston, Benjamin Clementine…
Daí num dia de faxina tava escutando uns programas antigos baixados no meu tocadorzinho, e no programa 310 na UEBI, escuto a seguinte batatada: Mauricio mandando que em 2020 talvez nem tivesse mais o Ronca Ronca. Rá! De lá pra cá a nação ronqueira chegou junto e o Jumboteco tá voando alto e forte rumo ao quinhentola. Vida longa ao Ronca Ronca!
Amo vocês, seus lindos.”
Juliano – vulgo juju
D+ o pombo do juju… o detalhe é: a tristeza em 2020 foi uma projeção do que seria fazer o roNca num país sem ouvintes curiosos, com tsunamis de informações apalermadas, onde a porradaria entre alunos X professores está no nível mais sinistro e etc & tal… e aí, quase aos prantos, expressei minha preocupação apocalíptica com o futuro do roNca… UFA!
+
Assunto: 1972 / Ucrânia
“Fala Mauricio e Nandão, tudo bem com vocês? Espero que sim.

Tanta coisa que lembro de comentar ouvindo o programa e vou esquecendo. Mas aproveitando a recente lista dos discos de 72. Sou um desses também que considero o ano um guia. Isso começou há um tempão, quando atentei que o Exile on Main St, Ziggy Stardust e Transa eram do mesmo ano. E senti falta dele na lista. Não sei como é a paciência de vocês com Caetano, mas considero o Transa um monumento. Na minha vitrola ele tá quase ganhando a etiqueta Stairway to Heaven.
Fica minha cota de dedo no olho e cadeira voando nessa lista.
Grande abraço.”
Omar
+
Assunto: 496 & Manu primeiro disco.
“Salve Nação ronqueira!
Como estamos daqui do lado do mundo, já bloqueei meu calendário do trabalho para daqui duas sextas e vou ter conversar com meu chefe essa semana para trabalhar de casa para poder escutar AO VIVO o ronca #500!
Não poderia estar mais empolgado para a grande festa!
Então semana retrasado aconteceu algo q muitos roncracudos já haviam descrito antes. Escutei o #496 durante o fim de semana e adorei as músicas do Bert Jansch e do erasto, durante a semana fui no spotify e escutei as músicas, mas fiquei com a pulga atrás da orelha pois não tinha sido tao bom quanto no programa, aí aproveitei que estava fazendo uma viagem semana passada e escutei o #496 novamente durante o voo de avião, tirei a prova durante o programa tem uma mágica que faz as músicas ficaram ainda melhores!
Outra fato que queria devidir com vocês foi que a Manu (minha filha mais velha 10anos) começou a escutar uma cantora, Olívia Rodrigo. Aí perguntei ela, manu vc já começou a escutar a discografia dela? Primeiro ela nem sabia oque era discografia, infelizmente não temos LP ou tocador de CD, mas abri o spotify no IPad dela e ensinei ela como escutar o CD inteiro. Para que que fiz isso, ela ficou vibrada no CD da Olívia Rodrigo – Sour. Muita legal ver ela se apegando a música (mesmo que não boa hehe). Me lembrou minha primeira fita do Guns N Roses – Use your illusion I.
E isso, muito feliz por poder escutar toda semana esse programa maravilhoso!
Cheers,”
Leo
+
¡Hola Amigos! ¿Qué tal?

Estive uma temporada na Espanha, por isso estava na moita, mas sempre estou na escuta. Não deixei de ouvir nenhum programa.
Me senti literalmente como a “Tripa de Fora”
Para registrar esse momento, levei o “manto sagrado” para passear no Park Guell em Barcelona.
PS: por favor retomar aquele quadro com as 3 músicas dos Roncrakudos.
Um grande abraço.”
Fábio de SP