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o especial “dylan / basement tapes” com eduardo bueno está de volta…

o programa foi ao ar nos derradeiros momentos de 2014 (30dezembro) e chega hoje para celebrar os 8.0 de dylan… D+

lembrando que esse áudio estava “deletado” por falta de espaço no servidor e ressuscitou graças ao empenho cascudérrimo da curadoria do roNca… palmas que Ela merece!

cheers

( :

bob dylan & the hawks – “leopard skin” (ao vivo – 1966)

basement tapes – “low & behold” (take1)

basement tapes – “quinn the eskimo” (take1)

basement tapes – “bourbon street”

basement tapes – “please, mr. henry”

basement tapes – “people get ready”

basement tapes – “this wheel’s on fire”

basement tapes – “ain’t no more cane” (take1)

basement tapes – “going to acapulco”

basement tapes – “i shall be released” (take1)

basement tapes – “too much of nothing” (take1)

basement tapes – “i’m not there”

sonic youth – “i’m not there”

basement tapes – “crash on the levee” (take2)

george harrison – “if not for you”

elvis presley – “tomorrow is a long time”

basement tapes – “sign on the cross”

ernani pires ferreira – “narração do páreo melhores1985” (rock alive-fluminense fm-dezembro85)

basement tapes – “you ain’t going nowhere”

oitentinha Dele, hoje (ou respira fuNdo)…

8 X 10, oito décadas, oitenta velinhas, quase um século… já pensou?

é isso, little bob desafiando todas as barreiras do tempo (nandão, afinal, do que se trata essa régua?). portanto, hoje é dia de matutar:

– jisus, estou respirando o mesmo ar Dele, acompanhando a vida de um dos maiores terráqueos que jah passaram pelas galáxias. UAU… é festa!

é rave, celebration, aglomeração com as fitas K7. corpo a corpo com livros, cds, VHS… com tudo que tenha o nome BOB DYLAN!

para cravar a data no poleiro, aqui está – pela milionésima vez em seus sentidos – uma das páginas mais definitivas da História humana: o “vídeo”, de 1965, que criou 98% da comunicação visual que conhecemos. o ground zero do pacote “som-imagem-poesia-cabeleira alta”. segura de novo…

cheers

( :

gabi e as letrinhas do pacaembu…

Assunto: Pacaembu Tipográfico

“Oi MauVal!

Queria compartilhar contigo esse projeto, que… bem, talvez seja algo que só mesmo quem é designer gráfico vá se interessar, mas como também envolve o tema futebol e o site é super interessante, acho que vc e boa parte da tripa vão gostar.

Essa é a fonte Pacaembu, criada pelos designers brazucas Álvaro Franca e Felipe Casaprima.
Eles inicialmente foram chamados pra desenvolver uma nova fonte pra sinalização interna do estádio, mas o projeto foi pra gaveta, e anos depois eles resolveram renovar o projeto e criaram essa família tipográfica baseada
no estádio. Ficou mt boa, e o site tb, mesmo para quem não é designer, vale a pena conferir… AQUI

Abraços pra toda a tripa!”

Gabi

o século retrasado…

só tem um jeito de começar essas letrinhas boquiabertas pela qualidade da imagem acima: – ahhhhhhhhh os franceses, ahhhh os fanceses!

volta e meia o tico-tico comenta que, se não fossem os conterrâneos de platini, os terráqueos desconheceriam milhares de informações preciosas em som e imagem. procede?

essa apresentação do genesis no bataclan (paris), em 10janeiro1973, é uma joia da humanidade… em todos os sentidos.

é primoroso o registro da banda à beira de ingressar na seleta gaveta dos importantaços nomes naqueles anos 70… talvez ali já estivessem às voltas com a criação do álbum “selling england by the pound”… e todos os “genésios” por volta de 22 aninhos!

as cenas da platéia no bataclan são inacreditáveis. caramba, ninguém mexe um fio de cabelo. os únicos movimentos são da fumaça no contra luz. de novo: caramba, ninguém se mexe! neguinho tá imóvel colado no palco e a banda deitando os cabelos brutalmente… mas era pra ser exatamente assim. atenção total, conexão absoluta, “silêncio”.

não conheço o bataclan mas parece ser um espaço com dimensões modestas… tipo, talvez, abaixo do circo voador no rio. eita, acabei de dar uma consultada nos estagiários: capacidade – 1.500, inaugurado em 1864… oxente, mínimo! mas é um dos mais clássicos teatros on earth!

e a entrevista ao final do vídeo? hahahaha… que diferença para um tipo de cena como essa na atualidade que, certamente, seria entupida de gracinhas abobalhadas, inutilidades ao extremo, exibicionismo, demonstração cristalina de desconhecimento, blá blá blá.

mas o que ficará forévis (graças aos franceses) é o retrato incomum desse instante da civilização, eternizado em imagem e som inoxidáveis… D+!