Arquivo da categoria: fotografia

negativos & positivos (5) [nick cave]…

12abril1989!

mamãe!

certamente, um dos dias onde a cabeleira mais subiu, no século passado!

afinal, nick cave & the bad seeds estiveram, LIVE, no rio de janeura…

mais precisamente, no finado scala.

inúmeros momentos inesquecíveis foram processados nesse dia.

como por exemplo, a célebre frase da cidadã – made in UK – indagando, na platéia, pelo cantor underground carioca:

– where is the asshole?

PQParille… lembro da voz dela com perfeição! e os olhos fulminantes? e a postura corporal ameaçadora?

enfim… xeretinha e eu estávamos numa péssima noite (era de se esperar) e as fotocas ficaram pra lá de horríveis.

sem foco, estouradaças, tremidas… tudinho por conta das cabeleiras, manja?

olha esta aqui que acabou de nascer:

show inoxidável… nick largou sangue naquele palco!

e o repertório?

  1. (Lead Belly cover)
  2. ah, o cantor do underground carioca – claro – não foi encontrado pela súdita da rainha!
    ( :

#300…

tenho muito prazer em fazer o programa… prazer – também – no sentido de diversão, gargalhada!

me divirto bastante com shogun, com as visitas, com as abobrinhas que vão ao ar… tudo ali, nas duas horas do roNca!

se contar láááááá de trás, caramba, são toneladas de satisfação… mas, certamente, a edição do roNca onde meu

coração quase explodiu de tanto rir, foi aqui…

lembra?

o exato dia do roNca300, 20dezembro2011, com 300 minutos no ar… cinco horas seguidas, non stop!

com bnegão, ed motta e kassin no estúdio!

quer dizer, todos os presentes quase enfartaram, sobretudo, com a performance de eduardo motta.

naquele tempo de oi fm, no dial, eu não colocava o áudio do programa aqui no tico.

a audição, pós-programa, era resumida ao site da oi fm… a tecnologia não facilitava muito as coisas em 2011.

enfim, aTRIPA está resgatando esses 300 minutos para que eles, finalmente, pousem aqui no poleiro…

e você fique com a barriga doendo de tanto rir!

( :

eduardo & roNca…


mas que felicidade a nossa, hein?

é sempre assim… com  a presença de eduardo motta do brasil no roNca!

mas à vibe gargalhada/galhofa está ligado um chivo borraro, um miles, uma lindsay cooper…

não tem jeito, os dentes pra fora são, meramente, pano de fundo de um treco muuuuuuuito maior, procede?

anyway, anyhow, anywhere… mais uma visita de ed para guardar no coração!!!

segura, “janeliNha & bula”…

family – “holding the compass” (ao vivo)

family & ed motta – “bolero babe”

family – “in my own time” (ao vivo)

ed motta – “my brother jake” (ao vivo no roNca)

ed motta – “episódio”

king krule – “easy easy”

placebo (banda belga dos anos 70) – “balek”

ed motta – “twisted blue” (ao vivo no roNca)

(o piano foi testado… mas acabou não sendo usado)

joan baez – “blessed are”

rory gallagher – “going to my home town” (ao vivo)

rory gallagher – “messin’ with the kid” (ao vivo)

peter gallway – “harmony grits”

boz scaggs – “miss sun” (7″)

chivo borraro – “charlie’s blues”

miles davis – “bitches brew” (ao vivo)

george kawaguchi – “invader” (7″)

ed motta & scarlet moon – “tema roNca roNca”

ed motta – “marta”

congo natty – “revolution”

ed motta – “a engrenagem”

ed motta, hoje, às 21h…

no roNca roNca / oi fm web

eduardo motta do brasil ilumina nossos caminhos com muuuita informação,

discos especiais da coleçãozinha dele, muita risada, interpretações “cabeleira altíssima” ao violão…

recomenda cerveja e vinho, explica o disco AOR, canta junto com roger chapman e lindsay cooper…

+ family, king krule, joan baez, miles davis & o diabo aquático!

como sempre, pode pegar o K7.

IMPERDÍVEL!

( :

negativos & positivos (2) [the triffids]…

em 1986, a gente cruzou os bigodes, em londres… e a xeretinha chegou junto:

volta e meia, o triffids passa pelo roNca… lembrado pel’aTRIPA!

a banda australiana, na realidade, sempre foi o bonitão aqui acima – david mccomb (1962-1999)…

numa fotoca cujo negativo jamais foi ampliado.

portanto, essa é a primeira vez que é mostrada!

pode preparar o K7 para terça que vem, ok?

( :

negativos & positivos (1) [renato russo]…

desde o filme de ben stiller que estou grudado às fotografias captadas pela xeretinha.

não as digitais… mas negativos & positivos (slides) clicados séculos atrás.

deu uma sodade arretada das imagens, cheiros, sensações… fueda.

muitos negativos jamais foram ampliados… portanto, nunca foram vistos como deveriam.

não resisti à pressão e corri para casa de duduca, meu chapa, que tem um scanner.

levei quatro imagens que nunca viram a luz do dia.

entre elas, esta de renato russo, em sua casa (ipanema)… quando fui chamado, por ele, para fotografar a capa

do “the stonewall celebration concert”, seu primeiro disco solo e que está prestes

a completar – em março – vinte anos de lançado.

este slide jamais foi publicado…

reparou nos cds de james taylor e captain beefheart (“safe as milk”)?

é bom lembrar que renato, nesse disco, apresentou nick drake à nação brasileira.

( :

a volta…

marcelo “caipirinha” & family já estão no fresquinho de leeds.

no click da xeretinha, a leNda contendo o filhote tom para não mergulhar no chopex…

sairam daqui no dia 3… mas a volta pra casa foi casca por conta de turbulências sinistras…

mas nada que se compare ao calvário pré embarque.

já pode ir pensando “imagina na copa”.

segura:

“E quase que a gente perde o avião também. Saímos de Ipanema com tempo, mas pegamos engarrafamento na Lagoa, na Linha Vermelha, e também na entrada da Ilha do Governador. Mas o que atrapalhou mesmo foi ter que devolver o carro que a gente alugou enquanto estava aí. Não havia indicação em lugar nenhum sobre onde a gente tinha que ir devolver o carro. Duas vezes fomos parar em lugar errado, por indicações de gente do aeroporto ou de outras locadoras que dizia “pode ser ali”. As outras pessoas a quem perguntamos – gente do aeroporto nos estacionamentos, gente de outras locadoras – dizia: “Carrro da Thrifty? Ih, não faço a menor idéia”. Finalmente, fomos mandados pra um dos estacionamentos do aeroporto, onde na entrada ninguém sabia que era ali que a gente tinha que devolver o carro, e nos diziam “se entrar, vai ter que pagar o estacionamento”. A sorte foi que um policial sabia que era ali, e disse “é aqui sim, entra e estaciona na vaga pra deficiente físico”. Entramos… paramos o carro na vaga de deficientes… fomos ao guichê da companhia… onde não havia ninguém, só um bilhete de “volto já”. Como a gente já tava em cima da hora, deixei um bilhete dizendo “o carro tá na vaga do cadeirante” e me mandei pro check-in… sem deixar a chave do carro, que depois do check-in corri pra devolver.”