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julio, mark e como (tentar) “compreender” o the fall em 20 músicas…

Assunto: roncaRonca forever !!! Time travel, amphetamines and Virgin Trains: the story of the Fall in 20 songs

“Valeu Mauval pelas sementes que dão frutos , saudade do Shogun e do Nandão , fica aí um setlist p algum programa quem sabe ?

Time travel, amphetamines and Virgin Trains: the story of the Fall in 20 songs… AQUI

Do The Guardian

Pô Mauval como não te agradecer e muito por todos esses músicos e momentos maravilhosos que você e sua equipe colocaram em minha vida .
O que seria de mim sem FallNickCaveFelaKutiArticMonkeysColtranePattySmithDylanLeonardCoehnPJHBarnettTRexRoryPrk30JeneciMMetaAssumpçaoTomWaitsKingCrimsonUndertonesCanInstigadoCash e tantos outros que vim ter a felicidade de ouvir propriamente e com a devida atenção no seu programa .
Muito show !!
Uma vez comentei que não tinha conseguido fazer meus filhos ouvirem o Programa e você falou no ar q eles talvez ouvissem R1 mas era justamente o contrário através dos artistas q você me apresentou meus filhos são fissurados em música boa Bowie Cash Kinks Fab4 BigStar Creedence BeachBoys e não parador aí ….
Então esse agradecimento sincero tem que realmente “galgar todos os parâmetros “ e te encontrar para aquele abraço do fundo do coração !

roncaRonca 4 ever !!!”

Julio

(Cambridge / UK)

skylabinho & mark e. smith (IMPERDÍVEL)…

rogerio skylab, nosso mestre, circula pelas redes com uma inoxidável e imperdível lembrança  de mark e. smith. segura as letrinhas da leNda…

– Em plena confusão do julgamento do Lula, passou meio em branco o falecimento do líder do The Fall, Mark E Smith. Aqui vai um texto, que traduzi alguns anos atrás, escrito pelo jornalista Ben Granger, do Spike Magazine:

 
Ben Granger analisa duas tentativas para explicar o mundo maravilhoso e assustador do The Fall
 –
 (SPIKE MAGAZINE – 2003)
The Fall: Mick Middles e Mark E Smith – London Omnibus Press / 2003
The Story of Mark E. Smith and The Fall: Simon Ford – London: Quartet Books / 2003
Esses dois livros são uma oportuna lembrança de uma banda cuja chocante individualidade tem sido obscurecida por força de sua longevidade. Uma lembrança dessa banda não é o termo “instituição”, mas a força de distensão dos limites que a música pop pode atingir. The Fall é uma banda que oscila entre o ruído branco
e o pop insanamente acolhedor, assentado por desafinações, vocais sedutores e ainda vanguardistas para o mundo, elementos de realismo atravessados pelo mais incoerente surrealismo, e imagens de ficção científica. Eles cantam sobre o desemprego, remédios, viagem no tempo, cinzas (do mal, dos laços adulterados e das ruas), drogas, papas assassinados, apartamentos afastados,úmidos e encardidos, possessão demoníaca, duendes sob o assoalho e futebol. Eles passaram por mais de setenta músicos durante o percurso, ridicularizando e sobrevivendo ao punk, ao indie dos anos 80,
 ao Madchester e ao Britpop. Eles previram o seqüestro de Terry Waite
e o atentado do IRA em Manchester no álbum liberado duas semanas antes dos eventos. Mark Eduard Smith é bem original. O livro de Middles, aparentemente bem considerado, é definitivamente seu livro, ainda que escrito com a cooperação de Smith. É digno de nota o fato de que, entre os jornalistas, Middles ser um verdadeiro amigo de Smith, que, em perpétua competição com os entrevistadores, vem tentando colocar frescurisses em sua cara de homem carregado.
Esse é o trabalho mais personalizado e mais subjetivo, carregado de memórias evocativas, por parte de Middles, da cena punk de Manchester e observações perspicazes do contraste entre a cidade atual e a passada, em vez de descrever minúcias dos antigos integrantes da banda (embora não seja listado todos os sessenta membros). As próprias contribuições de Smith (assim como as de sua mãe, carinhosamente) significa que, inquestionavelmente, a voz de Smith está no centro da história.
O livro de Simon Ford é diferente, da mesma forma que um desenho técnico difere de uma pintura impressionista. É uma narrativa muito mais linear, preenchido com muito mais fatos em geral. Sem Smith para entrevistar, é dando voz às velhas avaliações e frequentemente descontentes de antigos integrantes do The Fall. Mark Smith aparece aqui como uma sinistra e enigmática presença de fundo o autor tem um grande respeito pelo seu talento, mas é claramente desdenhoso de seus excessos.  
A mesma história, porém, é contada em ambos. Smith, filho de um torneiro mecânico de Prestwich, em Manchester (não de Salford como Smith reivindica para si mesmo), mostrou sinais precoces que marcariam sua liderança no The Fall: feroz individualismo; mente cruel e obstinada; briguento; uma poderosa curiosidade intelectual; fascínio por filosofia e literatura; forte interesse no psíquico e no oculto; e observação irônica misturada de orgulho e desprezo pelas pessoas ao redor.
Um aluno brilhante na escola primária (abandonou a faculdade por falta de interesse e grana), ele viu a emergência do punk se articular com desiludidos como ele, inspirando jovens da classe trabalhadora a formar o The Fall. Seu hábito de despedir membros da banda que não se adequassem, começou antes mesmo do seu primeiro disco de 1979, Live At The Witch Trials.
Ganhando uma legião de fãs de moderado tamanho, mas fervorosa ao longo dos últimos vinte anos, The Fall transcendeu a fusão Velvets-Can-Rockabilly-Punk do seu início para um som levemente mais comunicativo, com a incongruente adição do baixo glamuroso e californiano rickenbacker de sua esposa Brix nos anos 80. Nos anos 90 e além, eles passaram a aceitar os elementos do techno.
Há alguns depoimentos bem humorados em ambos os livros. Eles giram em torno principalmente da personalidade mordaz e pesada de Mark Smith, começando com as fezes de gato espalhadas por todo o apartamento, pensando que fosse razoável para a sua bem nascida esposa, recém-casada, Brix. Mark enfrenta as incontáveis multidões indiferentes e hostis, a má acústica dos teatros e a baixa audiência em
sua fase bizarra de músicas como “Hey Luciani” e “I am Kurious Oranj”; briga com Marc Riley num nightclub em New Zeland; intimida Morrisey nos escritórios da Rough Trade; produz longos silêncios às perguntas de Michael Bracewell numa entrevista pública; e manda a NME e Jô Wiley se fuderem quando eles lhe dão o prêmio Godlike Genius. O aumento das grosserias, cometidas à sua banda, que acabou levando-o preso em Nova York por agressão no palco, pode ter-lhe feito a perda da simpatia de muitas pessoas. Mas apesar do seu comportamento às vezes chocante (mais parecido com o mijo-arte da WMC Winter Music Conference do que excesso de estrelismo do rock), avaliações de ex-integrantes da banda são unânimes na admiração pela poesia de Mark, na sua habilidade em encher de macabro o mundano. Com Mark, você tem o melhor dos mundos. É divertido ouvir as palhaçadas de um cara urbano suportando a dor com trejeitos selvagens e bagunceiros, mas sentindo também a influência de Blake, Dostoievsky, Lovercraft , Camus e Liam Gallagher. Tanto na gravação quanto no palco, mesmo quando ele está mais perverso, há uma estranha sabedoria nas declarações de Mark que te deixa tonto.

Onde ambos os livros, em última análise, falham, é em capturar a essência de Mark ou o real encanto do The Fall. As caracterizações de Ford à respeito de Mark em relação a sua desilusão com o socialismo e suas visões de direita sobre as Malvinas, CND, Europa e o terceiro mundo, como sendo de classe trabalhadora conservadora, é uma grosseira simplificação. Esse tipo de avaliação é de um estranho conservadorismo que detesta tudo da classe média e suporta de todo coração os desordeiros de Moss Side.

Mesmo as freqüentes entrevistas de Middles não dão uma imagem muito clara do personagem e, portanto, ninguém poderia concordar com seu fascínio enigmático. Em relação ao conjunto dos discos, Ford especificamente cita Hex Eduction Hour como superior à Grotesque”,  Infotainment Scanacima de Middle-Class Revolte Unutterableà frente de The Marshall Suíte – com raiva eu digo que não, não, não.
Ler ambos os livros é agradável e acrescenta conhecimento sobre a banda, mas, apenas dando ouvido a eles, proporcionam uma menor compreensão. Conhecimento e compreensão são naturalmente coisas muito diferentes.
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NOTAS:
Ruído branco – combinação simultânea de sons de todas as freqüências (1000 pessoas falando ao mesmo tempo)
Terry Waite  – arcebispo de Canterbury, anglicano, promovedor da ações humanitárias
Marc Riley integrou o The Fall entre 1978 e 1982, tocando guitarra e baixo. No primeiro disco da banda LIVE AT WITCH TRIALS
Michael Bracewell – romancista britânico 
Moss Side cidade do interior da área de Manchester, lar de muitos imigrantes e minorias étnicas


(Postado em 17dezembro2010)

 

a lista de 2017…

  1. Chino Amobi – Paradiso
  2. Richard Dawson – Peasant
  3. Klein – Tommy
  4. Jlin – Black Origami
  5. Kaitlyn Aurelia Smith – The Kid
  6. Jana Rush – Pariah
  7. Joshua Abrams – Simultonality
  8. Pan Daijing – Lack
  9. Jaimie Branch – Fly or Die
  10. Circuit Des Yeux – Reaching For Indigo
  11. Actress – AZD
  12. Nadah El Shazly – Ahwar
  13. Ryuichi Sakamoto – async
  14. Felicia Atkinson – Hand In Hand
  15. Bill Orcutt – Bill Orcutt
  16. Irreversible Entanglements – Irreversible Entanglements
  17. Ellen Arkbro – For Organ and Brass
  18. Tyler, The Creator – Flower Boy
  19. Diamanda Galás – All the Way
  20. Mhysa – Fantasii
  21. Children Of Alice – Children of Alice
  22. Strange U – #LP4080
  23. Phew – Voice Hardcore
  24. The Bug & Earth – Concrete Desert
  25. Áine O’Dwyer – Gallarais
  26. Juana Molina – Halo
  27. SAICOBAB – Sab Se Purani Bab
  28. Golden Teacher – No Luscious Life
  29. Brooklyn Raga Massive – Terry Riley in C
  30. Sote – Sacred Horror in Design
  31. Laurel Halo – Dust
  32. Sarah Davachi – All My Circles Run
  33. Akio Suzuki & John Butcher – Immediate Landscapes
  34. Circle – Terminal
  35. Nicole Mitchell – Mandorla Awakening II: Emerging Worlds
  36. Caterina Barbieri – Patterns of Consciousness
  37. SADAF – SHELL
  38. Lee Gamble – Mnestic Pressure
  39. Aaron Dilloway – The Gag File
  40. Karen Gwyer – Rembo
  41. Kendrick Lamar – DAMN.
  42. Once and Future Band – Once and Future Band
  43. Gnod – Just Say No to the Psycho Right-Wing Capitalist Fascist Industrial Death Machine
  44. Pancrace – Pancrace
  45. Lil B – Black Ken
  46. John Maus – Screen Memories
  47. Roscoe Mitchell – Bells For the South Side
  48. Carla dal Forno – The Garden
  49. Maalem Mahmoud Gania – Colours of the Night
  50. Gosheven – Leape

do iNgá…

Após sucesso de ‘Choque de cultura’, Caito Mainier estará em três filmes em 2018
Humorista também quer rodar longa do ‘Falha de cobertura’

RIO — Até 2016, Caito Mainier acreditava que escrever e atuar eram atividades paralelas ao seu trabalho como educador. A repercussão de “Lady night” e de “Choque de cultura” transformou essa realidade. O roteirista de Niterói parou de dar aulas em cursos técnicos, mudou-se para São Paulo para ser um dos redatores-chefes do premiado programa de Tatá Werneck no Multishow e viu o motorista de van Rogerinho do Ingá, personagem que interpreta na atração no YouTube, transformar-se em uma sensação da internet. A ótima fase rendeu convites para participar de três filmes, todos com estreia marcada para 2018.

Mainier estará em cartaz com as comédias “Quase uma dupla”, “Chorar de rir” e “Os salafrários” nas quais dividirá a tela com Cauã Reymond, Leandro Hassum e Marcus Majella, respectivamente. Além disso, quer rodar em 2018 “Passaporte para a Ucrânia”, projeto que divide com Daniel Furlan e se baseia no programa de humor esportivo “Falha de cobertura”, sucesso no YouTube desde 2014.

Foi Furlan quem o convenceu a sair dos bastidores e ir para a frente da câmera. Até interpretar o Cerginho da Pereira Nunes, comentarista de alfabetização incompleta que se consagrou no “Falha”, Mainier era conhecido só como roteirista e montador.

— Em 2013, me botaram para apresentar o último ano do “Rockgol” na MTV e perguntaram se eu conhecia alguém pra comentar futebol de uma maneira engraçada. Disse que conhecia a única pessoa possível, mas que ia dar um certo trabalho para ela aceitar — lembra Furlan. — Ele acabou concordando, com a ressalva de que não fosse com o próprio nome.

Antes de Furlan, Terêncio Porto e Adriana Nolasco já haviam tentado. Eles queriam que Mainier fosse o apresentador de “Larica total”, mas ele não concordou de jeito algum. No fim, ficou responsável, junto com Leandro Ramos e Felipe Abrahão, por roteiro e direção da atração que oferecia receitas gastronômicas inusitadas.

— Pensei que eles estavam doidos — conta Mainier. — Tanto que logo fomos procurar atores. Ainda bem, porque achamos o Paulo Tiefenthaler, que deu vida ao “Larica”.

Tiefenthaler, por sua vez, avalia a contribuição de Mainier para o sucesso de “Larica”, cujos 74 episódios foram exibidos pelo Canal Brasil até 2012 (com direito a um prêmio APCA de melhor humorístico, em 2009):

— Além do texto, ele era a figura central na parte da direção. Ele é naturalmente engraçado e agora está se soltando.

Quando completou 40 anos, Mainier recebeu uma lisonjeira homenagem de Tatá Werneck no Instagram, que contou como o conheceu: “Hoje é aniversário do meu amigo que é gênio. Me apaixonei por ele por um áudio. Passei mal de rir”, escreveu ela.

Além dos convites para outros trabalhos, a transição para as telas trouxe outra mudança palpável para a carreira de Mainier. No início deste mês, encarou um auditório lotado na Comic Con Experience ao lado de Furlan, Ramos e Raul Chequer. Eles são companheiros na concepção de “Choque de cultura”, que vai ao ar toda quinta no YouTube. Os quatro vivem motoristas de transporte alternativo do Rio. Com a malandragem peculiar da categoria, são responsáveis por comentar novidades da cultura pop. “Animais Fantásticos e onde habitam” vira “Harry Potter sem Harry Potter” e “Stranger things” é “novela de criança”.

— Acho que os fãs se identificam com as máximas dos personagens. A repercussão tem um pouco a ver com a cultura do meme. Logo depois dos episódios, eles já pegam as frases para produzir montagens que viralizam tanto quanto o programa.

Só os dois episódios da segunda temporada da série foram assistidos por 420 mil pessoas. O grupo está envolvido em outros projetos elogiados pela crítica, como “Irmão do Jorel”, animação do Cartoon dirigida por Juliano Enrico, “Décimo andar”, do Canal Brasil, e o “Último programa do mundo”, que passou por MTV e FX e estreia na web em 10 de janeiro.

Mainier tem expertise em fazer os internautas rirem. Em uma época anterior às redes sociais, o “Baralhinho do momento”, jogo criado por ele, fez sucesso com cartas de indicações irreverentes (“Calma”, “Chora”, “Não mete essa”) para serem usadas em momentos-chave da vida real.

— O maior elogio que o “Choque” já recebeu foi o de um cara indignado que comentou “claramente são atores” no vídeo. Quer aplauso melhor?

a falência do morto…

texto de léo jaime publicado hoje, no globo…

barra pesadíssima para quem frequentou o maraca (isso, maraca lá atrás) durante anos e leva o filho para testemunhar um apocalipse dessa dimensão.

ainda bem que léo não descarrega a responsa da “quarta negra” sobre as torcidas organizadas como a maioria da mídia está fazendo. claro que elas têm participação em boa parte da desgraceira mas o desequilíbrio da sociedade está conectado a outro universo… o buraco negro é muito maior.

por exemplo, onde entram as organizadas nas duas imagens mais brutais que engolimos na final da sulamericana? onde elas participam na cena do atropelado sendo roubado e do atropelador sendo estuprado a céu aberto?

caraca, resolver a nhaca das torcidas organizadas é um casinho mequetrefe de polícia (tipo ladrãozinho de galinha) perto da bandidagem graúda… basta querer.

invadir o maracanã é uma prática comum desde 1950… ok, hoje em dia, as organizadas definem a invasão com hora marcada e local estabelecido… todo mundo sabe menos a polícia… normal!

na boa, acho que desde 11setembro2001, não fico tão impactado com a realidade nos meus cornos… para mim, essas imagens de quarta feira representam a cara do brasil. qual a diferença do FDP que roubou o “morto” com os FDP do congresso que arrancam (há séculos) comida-saúde-moradia-educação-segurança-trabalho de um povo aniquilado?

o pior é saber que todos esses FDP são eleitos pelo “morto”… e assim segue a nossa saga, tranquilona, carná chegando…

mamãe

tudo normal com a alma caridosa do brasileiro…

já disseram que as imagens da selvageria de ontem têm que ser mostradas repetidamente para que encham o saco e se tornem mais e mais repugnantes… de que nada adianta ficar jogando esse lixo pra baixo do tapete e mostrar, por exemplo, as cenas da festa do nacional de medellin, ano passado, no jogo que seria com a chapecoense… ok, uma coisa é uma coisa, outra coisa…

mas só hoje à noite que percebi a barbárie total do torcedor que foi atropelado e ROUBADO por outro listradinho… caraca, o cidadão estava “morto” no asfalto e o único que chegou perto meteu a mão e vazou… PQParille, mamãe!

volta e meia e conto a cena que vi na avenida rio branco, há muitos anos, quando um senhor levou um tombo sozinho ao cruzar a faixa de pedestre e o PM (i repeat: PM) ao socorrer, enfiou a mão no bolso da vítima e arrancou um paco de dinheiro… e tem nego que até hoje duvida dessa desgraça.

pois bem, tão degradante quanto é a imagem que vem a seguir aos 2:44…

) :

 

maciel…

luiz carlos maciel

(1938 – 2017)

) :

putz, que tristeza saber da subida dele… acho que já comentei aqui as vezes que nos encontramos nos últimos anos. cheguei a fazer uns dois convites para ele participar do programa… mas sabe quando as coisas já não tinham mais muita importância pra ele? eu dizia: vamos ficar falando duas horas de coleman, shepp, coltrane, miles, hermeto e muitos outros… ele ria, concordava… mas a roda não girava, manja? PQParille, maciel foi o google antes da web. era ele quem dizia as letras que valiam a pena. fez de tudo, impregnou ao máximo ouvidos-corações-alma de quem o seguia… que buraco saber que ele não está mais aqui na terrinha com a gente… foda!

) :

rolling stone / 1972

se você clicar no nome dele aqui embaixo, há outras interferências de LCM no tico, inclusive, o texto completo sobre o show gal fatal que foi editado na primeira edição da rolling stone brasileira, em 1972.

é barra…

lanus

o club atlético lanús fica na grande buenos aires, no município lanús… tipo nilópolis para quem reside na cidade do rio de janeura.

tenho amigos que já estiveram no la fortaleza, estádio do clube, acompanhando o vascão, em 2012… e os relatos não são muito amigáveis. claro, a polícia local meteu a borracha na brazukada só para “educadamente” mostrar o caminho da saída (hahahaha…). a rivalidade com o river é de meter medo… parece que a torcida da capital sequer colocou os pés, ontem, na fortaleza… casca!

na boa, sou MEGA fissurado pelo futebol argentino e por seus periféricos… pô, meu papai sempre disse que o mais cascudo jogador de bola no planeta – em todos os tempos – é o argentino… e levo adiante essa idéia dele.

os acontecimentos de ontem na fortaleza são, em todos os sentidos, a manutenção do futebol VIVO contra todos os demônios que querem transformá-lo num joguinho bunda mole à la wimbledon…