celso e a moita…

Subject: Para quer serve a moita? rsrsrs

“Salve MauVal Nandão!

Sai de traz da moita para reverberar a questão do programa ao vivo ou gravado.
Esse tema entra no rol das grandes questões como Beatles ou Stones, Caetano ou Chico, doce ou salgado e por aí vai rsrsrs
O lance do ao vivo que mais me faz vibrar é o inesperado, é não saber onde estarei quando determinado programa ou música tocar, fui fisgado pelo Ronca trocando de estação no rádio na época da Oi FM, e olha só a vinheta me chamou atenção e aqui estou intermitente ora moita ora ouvindo 3 de enfiada, mas firme e forte sempre na sintonia .
Lembro de um ter ouvido um programa que foi o Marcelo Jeneci, estava chovendo o mundo e eu estava no metrô Santana aqui em SP, e olha só depois disso nos dias do Ronca sempre ia de ônibus porque de metrô quando entrava no túnel zereta de sinal rsrsrs. Várias lembranças de outros programas e várias situações diferentes…
Saudosismos à parte vida longa ao Ronca na FM no Streaming e em outras plataformas que ainda nem existem
Abraço forte”
Celso (SP)

a bula do #464…

etta james – “i just want to make love to you”

jackie wilson – “higher and higher” (12″)

flea & john frusciante – “not great man”

the velvet underground – chamada de rádio

martinho da vila – “madalena do jucu”

the sutherland brothers band – “the pie”

letieres leite – “balendoah”

prince far I – “jah do that”

itamar assumpção – “apaixonite aguda”

gong – “tried so hard”

magma – “mekanik kommandoah”

michel polnareff – “tout tout pour ma cherie” (7″)

LCD soundsystem – “daft punk is playing in my house” (london sessions)

ouça AQUI o programa

o #464, hoje, às 22h, com forte sabor de camembert…

peraí, bicho… jumboteKo de barriga pra cima com nandão teorizando sobre a globalização (é?), nivers cabriocáricos, novas vinhetas, chegada forte n’aTRIPINHA (JISUS), disco favorito da vida de billy bragg, blogueirinha do vinil + LCD soundsystem, martinho da vila, etta james, prince far I, michel polnareff, jackie wilson, flea & john frusciante e muito mais!

#464, hoje, às 22h, aqui no poleiro

(+ itunes, spotify, mixcloud, deezer, amazon, tunein…)

giuliano & hidra…

Assunto: Hidra
“Salve, Mauricio,

Com minha cópia do Preto e Branco devidamente encomendada na Argumento e a caminho de Brasília, tenho um breve comentário a respeito do #463.

Tive a felicidade de visitar Hidra três anos atrás e guardei uma impressão um pouco diferente da expressada por ti no programa. Concordo plenamente com teu comentário de como quase todos os pontos dos malucos dos anos 1960 e 1970 na Europa tristemente hoje viraram pontos de encontro da playboyzada.

Hidra certamente não é mais a vila de pescadores que Leonard Cohen encontrou nos anos 1950, mas me pareceu poupada do turismo predatório e fora do circuito dos ricaços e seus filhotes “baladeiros” na Grécia. Talvez porque esteja localizada bem perto da costa do Peloponeso, relativamente longe do arquipélago das Cíclades, no qual algumas ilhas disputam com Ibiza o título de “Camboriú do Mediterrâneo”.

Os carros ainda são proibidos em Hidra e o transporte é feito por simpáticos burrinhos, que levam as mercadorias dos locais e as bagagens dos turistas (predominantemente de classe média europeia, ao menos na aparência) pelas vielas calçadas com pedra. Os restaurantes são simples e os hotéis estão mais para pousadas.

Aqueles visitantes que se aventuram morro acima, longe do circuito turístico principal e das lojas de souvenires do porto, podem até serem recompensados com a chegada à modestíssima “Rua Leonard Cohen”, onde está a casa na qual ele morou com Marianne Ihlen e que — dizem os locais — ainda pertence à família.

Flores na maçaneta da porta principal e pequenas pedras colocadas na soleira recordam aos mais atentos que ali viveu um grande poeta.

Um abraço — sempre ligado no Ronca,

Giuliano

P.S.: duas fotografias de minha passagem por Hidra para ilustrar a história

.