onaicram & o tio + paulo silvino & o pai…

Assunto: Silvino Neto

“Salve a todos.

Cara, assim o meu cardiologista vai acabar me proibindo o Ronca. Volta e meia tem uma memória bacana que me pega lá na emoção. Neste sábado, após o tropeço do Mengão e num esquenta etílico para ver o Weezer na telinha, ouvi no programa a esquete do Silvino Neto. Além de ter sido do cacete, me levou a refletir sobre esse tipo de humor da linhagem dele, do filho Paulo Silvino, Zé Trindade, Costinha etc. impossível hj em dia esses tipos mulherengos, galhofeiros, meio boêmios e um tanto fora do padrão pasteurizado global. Batatada à parte, foi pela esquete que lembrei ter sido apresentado ao Paulo Silvino quando criança, por um tio estilo bonachão que hj padece de Alzheimer numa casa de repouso. Como era o meu tio mais querido e o homem do “vou às mulheres”, “ai como era grande” e outras pérolas o meu comediante favorito, nem precisa dizer que fiquei mais uma vez com olhos mareados e voz embargada, graças a esse Ronquinha.
Desse jeito, um dia o doutor me põe de castigo.

Um abraço a todos.”

Onaicram

emerson, letícia e a (única) solução…

Assunto: Letícia e o Som Imaginário

“Olá amigos do Ronca Ronca, venho por este e-mail manifestar meu apreço por este nobre programa, já de longa data, quando ainda transmitido pela Oi FM, através do radio dial aqui em Belo Horizonte.
Abraço nos amigos MauVal e Nandão!
PS: anexo a próxima geração, Letícia no caso, em franco processo de formação musical… ”
Emerson

professor selvagem, ataulfo e david…

professor selvagem, embasbacado pela presença de elizeth cardoso cantando “mulata assanhada”, composta em 1956 pelo mitológico ataulfo alves

“Ai, meu Deus, que bom seria
Se voltasse a escravidão
Eu pegava a escurinha
E prendia no meu coração!…
E depois a pretoria
Resolvia aquestão!”

enviou este registro fotográfico de ataulfão clicado pelo gigantesco david drew zingg, no centro do rio de janeura, em 1967…

D+

a bula do #355…

elizeth cardoso & jacob do bandolim – “mulata assanhada” (ao vivo. 1968)

mestre cupijó & seu ritmo – “despedida”

the raconteurs – “bored and razed”

trilha apocalypse now

bruce springsteen – “born to run”

marcos valle – “lá eu não vou”

tom waits – “singapore”

ride – “kaleidoscope”

leonard cohen – “el guerrillero / the partisan” (7″)

silvino neto – “pensão da pimpinela”

the modern jazz quartet – “bags’ groove” (ao vivo, 1960)

daniel johnston – “devil town”

daniel johnston – “my life is starting over again”

teenage fanclub & jad fair – “my life is starting over again”

beck – “true love will find you in the end”

jr black & mombojó – “batida de mocotó” (roNca, Oi fm/SP, abril2011)

ouça AQUI o programa

andré & tia alda…

Assunto: É Deus! É Deusa! São Deuses!

“Mauricio!

O #354 foi estrambólico, cabriocárico, inoxidável e hélpis como sempre! Mas esse final com Elizeth Cardoso, Jacob do Bandolim e Zimbo Trio fez escorrer lágrimas aqui.

Minha avó, Tia Alda, que partiu pra tomar uma com Cartola e Hendrix ano passado, trabalhou na gravadora Copacabana e era amiga da Elizeth e foi quem me apresentou esta que, pra mim, é a maior voz brasileira de todos os tempos (Tia Alda preferia a Dalva de Oliveira).

Eu tenho os três vinis desse show e, se um dia minha casa pegar fogo, a única coisa que eu vou tentar salvar são esses discos.

Saudade da minha velhota!

Obrigado, Mauricio! Obrigado mesmo!
Abração,”
André