a lista de 2017…

  1. Chino Amobi – Paradiso
  2. Richard Dawson – Peasant
  3. Klein – Tommy
  4. Jlin – Black Origami
  5. Kaitlyn Aurelia Smith – The Kid
  6. Jana Rush – Pariah
  7. Joshua Abrams – Simultonality
  8. Pan Daijing – Lack
  9. Jaimie Branch – Fly or Die
  10. Circuit Des Yeux – Reaching For Indigo
  11. Actress – AZD
  12. Nadah El Shazly – Ahwar
  13. Ryuichi Sakamoto – async
  14. Felicia Atkinson – Hand In Hand
  15. Bill Orcutt – Bill Orcutt
  16. Irreversible Entanglements – Irreversible Entanglements
  17. Ellen Arkbro – For Organ and Brass
  18. Tyler, The Creator – Flower Boy
  19. Diamanda Galás – All the Way
  20. Mhysa – Fantasii
  21. Children Of Alice – Children of Alice
  22. Strange U – #LP4080
  23. Phew – Voice Hardcore
  24. The Bug & Earth – Concrete Desert
  25. Áine O’Dwyer – Gallarais
  26. Juana Molina – Halo
  27. SAICOBAB – Sab Se Purani Bab
  28. Golden Teacher – No Luscious Life
  29. Brooklyn Raga Massive – Terry Riley in C
  30. Sote – Sacred Horror in Design
  31. Laurel Halo – Dust
  32. Sarah Davachi – All My Circles Run
  33. Akio Suzuki & John Butcher – Immediate Landscapes
  34. Circle – Terminal
  35. Nicole Mitchell – Mandorla Awakening II: Emerging Worlds
  36. Caterina Barbieri – Patterns of Consciousness
  37. SADAF – SHELL
  38. Lee Gamble – Mnestic Pressure
  39. Aaron Dilloway – The Gag File
  40. Karen Gwyer – Rembo
  41. Kendrick Lamar – DAMN.
  42. Once and Future Band – Once and Future Band
  43. Gnod – Just Say No to the Psycho Right-Wing Capitalist Fascist Industrial Death Machine
  44. Pancrace – Pancrace
  45. Lil B – Black Ken
  46. John Maus – Screen Memories
  47. Roscoe Mitchell – Bells For the South Side
  48. Carla dal Forno – The Garden
  49. Maalem Mahmoud Gania – Colours of the Night
  50. Gosheven – Leape

que tal um “crowd-fraNgo” pra trazer o quarteto de FF?

lembrando quem é o moNstro:

Bands

Henry Cow

Henry Cow / Slapp Happy

Art Bears

Aksak Maboul

Material

Massacre

Skeleton Crew

Duck and Cover

French Frith Kaiser Thompson

Naked City

Death Ambient

  • Death Ambient (1995, CD, Tzadik, US)
  • Synaesthesia (1999, CD, Tzadik, US)
  • Drunken Forest (2007, CD, Tzadik, US)

Fred Frith Guitar Quartet

Maybe Monday

Keep the Dog

Cosa Brava

Fred Frith Trio

Solo

+ trocentas participações

 

nathalie, crucis, spinetta, king gizzard & baiana…

Assunto: oi 🙂

“oi, Mauricio. Como vamos?
feliz ano novo 🙂

o que foi esse ultimo programa da radio globo, hein?! sinister!

Rapaz, to mergulhada aqui no rock argentino dos anos 70.
muito coisa boa os caras tavam fazendo por lá
Conhece essa banda?

e o Invisible, um projeto do Spinetta, não me lembro de ter ouvido no ronca…

lembro de ter conhecido o Pescado Rabioso há muitos anos atrás no programa. E volta e meia, cê toca alguma coisa da carreira solo dele e tal…

Mas só agora to explorando a fundo o Spinetta. Um vasto mundo né? Muita coisa pra descobrir ainda, mas já tô na parte funda da piscina. haha O cara era muito genial!
E de uma sensibilidade… Toca pra nós “Cantata de puentes amarillos”, do Pescado. Essa é tão poética que fica até difícil de entender onde ele quis chegar. E é uma das músicas que me emocionam demais. <3

outra coisa, é essa banda King Gizzard and the Lizard Wizard (quase não dá pra falar, rs)

Parece que os caras são os queridinhos atualmente.
Só fui conhecer ontem… e agora, acabei de assistir essa performance deles no KEXP:

bom demais!

Eu li que eles se comprometeram em lançar 5 discos ano passado…
E o fizeram! Lançaram o 5º disco no dia 30 de dezembro. ufa! haha
Doidera!

🙂

e o Baiana System sexta-feira, vamos?
bem que podia rolar uma promoção do roNca, hein???? 😀

beijos, beijos”

Nathalie

o #266, ébaNo & willaNa…

Assunto: Ébano no #266

“Alou alou

RoNquinha sempre inoxidável. Como sempre tem e terá gente falando bem mais e melhor do que eu sobre qualquer edição do jumboteco, vou pular essa parte e dar meus pitacos acerca da canção “Ébano”.
Por causa do vídeo ali embaixo a gente sabe que o arranjo é do Oberdan Magalhães. O grupo intitulado como Solando no Tempo (ao menos foi o que deu pra supunhetar mesmo com a imagem não tão boa) – olha o momento batatada – é que é uma pré Black Rio (se a gente partir do princípio que a de rocha, à vera, seria a que gravou o Maria Fumaça e os demais discos) com um ou outro integrante que se perdeu no meio do caminho.
Agora vamos para o achômetro ou momento batatada real oficial: Acreito que no piano elétrico seja o Marcos Resende. Barrosinho no trompete e Oberdan no sax. No trombone não consigo identificar quem seja (Zeca do Trombone, Serginho Trobome?). Só sei que não é o Lucio que foi quem gravou os discos da Banda Black Rio. Na bateria possivelmente é o Luiz Carlos. A guitarra pouco aparece, ou seja; sem chance de chutar o nome do caboclo. E na percussão, pelo amor do guarda, me apareça alguém pra dizer quem é porque eu não consigo lembrar o nome desse sujeito nem se me oferecerem um bilhete premiado da mega. Perdoe a senilidade e me ajude a confirmar os achismos.

Beijo, abraço, aperto de mão”
W.

Ps: se você não conhece o disco do Marcos Resende & Index, corra, Lola, corra. E se você conhece, mande o povo conhecer.

Ps. 2: bem-vindo de volta, Nandão.

evilasio e o #266…

Assunto: Black Rio? Azymuth? Os dois? Nenhum?

“Salve!

Meu Rei, vou arriscar um palpite me baseando na ficha técnica do disco que ele gravou pela mesma Som Livre um ano depois desse festival, o Maravilhas Contemporâneas. Nesse disco, consta a participação dos seguintes músicos, além do Melodia, claro: Luiz Carlos (bateria, percussão), Jamil Joanes (baixo), Oberdan (sax alto, sax tenor, flauta) entre outros bambas como Marcio Montarroyos, Fredera, Mauricio Einhorn e um etc. que não cabe no espaço desse e-mail. Enfim, repare que a “cozinha” e parte da metaleira da Black Rio está aí. Partindo daí, acho bem provável que os músicos da Black Rio tenham tocado com o Melô no Abertura, antes mesmo da fundação da Banda Black Rio,

Ah, e concordo contigo quanto a qualidade do som desse disco, também tenho ele aqui. A RCA, que prensava os discos da Som Livre nessa época, caprichava na prensagem, mesmo com aquele disco dynaflex fino como papel, hehehe.

É isso, MauVal, programa inoxidável, cabriocárico e rélpis, como sempre. LoNg live RoNquinha!! 😀

Abração.”

Evilasio

a bula do #266…

dexy’s midnight runners – “burn it down”

dexy’s midnight runners – “geno”

dexy’s midnught runners – “there there my dear”

dave edmunds – “deborah”

tema roNca roNca

joão brasil – “pau molão blues” (ao vivo no roNca, em maio2007)

darondo – “didn’t i”

tim maia – “energia racional”

ian dury – “common as muck”

los fabulosos cadillacs – “revolution rock”

hüsker dü – “ticket to ride” (7″)

tom waits – “downtown train” (7″)

metá metá – “tristeza não” (ao vivo no roNca, em outubro2013)

glenn branca – “lesson nº1”

eddie harris & les mccann – “shorty rides again”

chief commander obanezer obey – “ija pari” (7″)

joni mitchell – “carey”

jennifer jason & kurt russel – “jim jones at botany bay” (trilha hateful eight)

luiz melodia – “ébano”

david bowie – “wild is the wind”

ouça AQUI o programa

deborah…

I named my daughter after this song. I really did. 1983, Manchester: it was playing on the radio in some café on Oxford Road, because it was Dave Edmunds’ birthday. I was on my way to an ante-natal check at St Mary’s Hospital. Very young, very confused. Hadn’t even dared to think about names. Song stuck in my head. April 15th has been known as Dave Edmunds Day in our family ever since. Happy birthday Dave Edmunds! (aged 69, April 15th 2013) Happy birthday Deborah! (aged 30, April 18th, 2013) xx