Assunto: A bordo
“quinta a noite não tem Netflix.. nem pra personagem de série original… é hora do pau comer no Jumboteco…
Abraços de BH,”
Thales.
Assunto: A bordo
“quinta a noite não tem Netflix.. nem pra personagem de série original… é hora do pau comer no Jumboteco…
Abraços de BH,”
Thales.

osvaldo nunes – “voltei” (7″)
thin lizzy – “the boys are back in town”
os brazões – “volkswagen blues”
youssou n’dour – “n’bodine”
madness – “johnny the horse” (7″)
madness & ian dury – “dip fed fred” (7″)
courtney barnett & kurt vile – “over everything”
idris muhammad – “could heaven ever be like this” (12″)
domenico lancellotti – “aracne”
robbie robertson – “somewhere down the crazy river”
peter tosh – “stteppin’ razor”
steely dan – “night by night”
steely dan – “rikki don’t lose that number”
ed motta – “doi it again” (ao vivo no roNca, 31maio2016)
terry riley – “embroidery”
candeia – “maria madalena da portela”
dirty three – “to aster!”
dirty three – “mihelkos arm”
etta james – “my dearest darling”



um tombinho aqui, outro ali, climão chamberlain total… enfim, aprendendo (ou não) como pilotar um programa de rádio na edição #249 do roNca (na web)
vem tombar com a geNte…
confira AQUI a relação das músicas tocadas no programa
PQParille, a primeira tijolada do dia chegou pelo chapa rodrigo dizendo:
“grant hart morreu”
e a foto dos dois (grant à direita)…

) :
(1961 – 2017)
: (

jah começando a degelar… é verdade, o jumboteKo apertando os parafusos, configurando as carrapetas, voltando à tona… hoje, às 23h, com nandão + domenico, robbie robertson, idris muhammad, madness & ian dury, dirty three, candeia, terry riley, os brazões, osvaldo nunes, courtney barnett & kurt vile… e muuuito mais!
às 23h… aqui mesmo, no poleiro
o chapa vascão (sim, o nome dele é vasco e – claro – é um apaixonado pelo clube homônimo) está em lisboa nesse exato instante… antes de cruzar as tormentas, perguntou se eu queria alguma coisa de lá… HAHAHAHA… é o mesmo que indagar se o deputado aceita uma propininha.
enfim, jah que ele estava indo para lisboa, nada melhor que tentar (mais uma vez) conseguir o disco (em vinil original) “amigos em portugal”, gravado pelo durutti column e lançado – exclusivamente – pelo selo fundação atlântida, em 1983.
há no mercado algumas edições recentes tanto em cd quanto em vinil.
well, well, well… leia-se vini reilly onde você encontrar escrito durutti column… o gênio de manchester que segue, há anos, como a reserva moral da humanidade…
Reilly was born in Heaton Park, Higher Blackley, Manchester,[3] and raised in Withington, Wythenshawe[4] and Didsbury, all also areas of Manchester. His father was an engineer who did not allow his five children to watch television.[4] His death saddened Vini, who was 16 at the time, and laments it today because he didn’t admire[5] or know him enough.[6] As a child, he played a lot of football, and was even offered a trial for Manchester City F.C., but he declined, opting to concentrate on music.[4][6]
His first recorded work was Ed Banger & The Nosebleeds‘ “Ain’t Bin To No Music School”.[5]
Reilly was Tony Wilson‘s first signing to Manchester’s iconic label, Factory Records. Reilly’s music is respected by fellow musicians and those in the music industry, with Brian Eno citing Reilly’s album LC as his all-time favourite album[4] and former Red Hot Chili Peppers‘ John Frusciante stating that Vini Reilly is “the best guitarist in the world”.[7]
Reilly arranged music and played guitar on fellow Manchester artist Morrissey‘s first post-Smiths album Viva Hate in 1988. Reilly has also recorded with artists including John Cooper Clarke, Pauline Murray, Anne Clark, The Wake, Richard Jobson, Quando Quango, Craig Davies, Swing Out Sister and Holly Johnson (on his 2014 album Europa). He also attempted to produce the Happy Mondays‘ debut Forty Five E.P., but found that he simply could not work with the band.
In September 2010, Reilly suffered a “minor” stroke which made him lose “some feeling in his left hand”.[8][9] Despite this, in February 2011 it was reported that he is working on a new album.[10] The new tracks are slower because after the stroke he cannot play as fast as he used to.[11] In January 2013, Reilly’s nephew made an Internet appeal on his behalf for donations because the guitarist had debts for unpaid rent from the time between his strokes and his assessment for disability benefit. Fans sent £3,000 within a day and Reilly was reported to feel that their generosity had “lifted the weight of the world off his shoulders”.
para fechar o assunto, a fotoca de vascão (ainda na terrinha) com a criança…

louvado seja vini reilly… e o vasco
cheers
( :

programa em climão AM total… muito papo e algumas músicas:
baiana system & titica – “capim guiné”
baiana system – “lucro (descomprimindo)”
trio elétrico dodô e osmar – “cochabamba”
baiana system – “azul”
richard thompson – “main title”
ouça AQUI o programa



fernandinho & joãozinho… tão comportadinhos
( :

Assunto: fantasmas
“caro mauvall,
já estou feliz pacas por conta deste inédito título do fantasma, e aí vejo a homenagem espontânea do ronquinha… meu amigo, fico sem saber onde colocar meu coração.
MUITO obrigado, vc e o RoNca sempre foram legais conosco: desde aquela vez do título de 2015, sempre dando espaço ao fantasma com o devido respeito que merecemos!
pouca gente na imprensa nacional (e entre os torcedores de “times grandes”) deu o devido e merecido destaque para essa conquista. muita gente foi até jocoso e irônico – “campeão da série D?”, com um risinho meio complacente… pobres mortais… – mas o RoNca é parceiro, e sabe compreender a grandeza e a importância dessa conquista.
ouso dizer, do alto de meu orgulho e felicidade de torcedor que cresceu vendo o fantasma levar porrada, ser humilhado, passar por décadas de complexo de vira-latas, que essa conquista não foi apenas do operário ferroviário, mas sim, do futebol nacional.
é engraçado – eu vi alguns jornalistas da grande imprensa falando de sua surpresa por Ponta Grossa estar toda tomada de paixão e alegria, contaminada com essa conquista inédita e cabriocárica, mas pensei comigo: o espanto é deles, porque pra mim, não tem nada de espantoso. eu nasci vivenciando essa loucura.
a torcida operariana é e sempre foi apaixonada, fanática e que se dane o mundo. e quem não entende isso, bem, “perdoai-os, eles não sabem o que fazem”, nem o que estão perdendo.
somos um time pequeno (nem tanto, a partir desta conquista nacional), mas temos orgulho de nossa história, da história do operário ferroviário e até mesmo das presepadas que marcaram nossa trajetória – dá pra fazer uma lista, mas acredito, de verdade, que tenham ficado no passado e que o clube assuma uma posição mais profissional e comprometida, a partir de agora.
com todo o respeito por todas as outras apaixonadas torcidas, penso, sinceramente, guardadas as devidas proporções, que nossa torcida não deixa nada a dever às grandes torcidas dos clubes do brasil.
no paraná, podem me crucificar, mas não há torcida mais apaixonada. a dupla atletiba tem grana, destaque, mídia, badalação, mas não tem a paixão que só torcer por um clube como o fantasma pode exemplificar.
não querendo ser jocoso nem nada, mas o fantasma era até 2015, junto da ponte preta, o último dos centenários tradicionais ainda sem títulos expressivos.
espero e torço para que a o clube de campinas ganhe um título, porque eles merecem, sem dúvidas, pela história, pela torcida, pela tradição, e eles precisam disso, tanto quanto nós precisávamos.
entretanto, por essas contingências que só os deuses de pernas tortas do futebol poderiam explicar, a macaca ficou com o a última virgem centenária do futebol brasileiro. fazer o quê… dessa pecha, pelo menos, o fantasma se livrou.
finalizando, saiba que eu considero você um operariano honorário, um amigo simpático à causa, mesmo sabendo que você é vascaíno de coração, e que isso não precisa mudar.
um dia, espero ter o prazer de ser seu cicerone em PG, onde será uma honra guiá-lo pelos caminhos e histórias da antiga rede ferroviária e seus operários, que se confundem com a história da minha família, do meu avô (que se tornou um legítimo “operário ferroviário”, ao iniciar sua vida de trabalhador nas oficinas da rede, em 1914, dois anos depois do fantasma ser fundado oficialmente), quem sabe te convidar para um almoço na casa da minha tia aninha, que ainda vive na casa que ele construiu nos anos 1920, e que fica literalmente ao lado do estádio – lugar místico, onde eu passei bons momentos e de onde tenho deliciosas lembranças.
e a gente terminaria esse tour princesino e operariano com um belo chope na choperia do tito.
pode parecer um sonho ou uma ideia vaga – mas até um ou dois anos, eu pensava que era um sonho, uma utopia, poder dizer “OPERÁRIO FERROVIÁRIO CAMPEÃO BRASILEIRO”.
se isso aconteceu, qualquer coisa pode acontecer.
(pra falar a verdade, acho que estou sonhando acordado).
um abraço,”
andré
(foto de luiz estacheski)

programa inteiro com beto barreto, guitarrista (e fundador) do baiana system, a mais apimentada banda on earth!
muita História, conexões, festival em xangai, guitarra baiana, jeff beck, bnegão, titica, “capim guiné”, richard thompson… & o diabo A4.
D+
hoje, às 23h, na rádio globo AM, FM e web

Assunto: roNca+SGR
“É isso, Mauricio!
Acabo de ler seu post no site.
Concordo com você e desejo força para manter os 2.
Um abraço e vida longa ao roNca e ao SGR!!!
O SGR é uma oportunidade de educação dos ouvidos das massas.”
Victor (Brasília)

.
as estrogonóficas letrinhas do murilo (no post anterior) me empurraram a dividir com você uma inédita experiência radiofônica.
murilo disse que o programa da globo tem uma vibe menos relaxada que o roNca mas que cumpre a função dele (programa) por estar em sua plataforma de origem: o rádio.
como já mencionei antes, o convite de voltar à rua do russel 434 trouxe uma felicidade gigante ao meu coraçãozinho e – acima de tudo – a certeza de me comunicar com uma audiência com outra afinação da que habitualmente está a bordo do roNca.
a diferença básica entre os dois programas é que o roNca é o nosso programa… e o “em cartaz” é o programa que faço para o sistema globo de rádio… simples assim.
uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa… mas acho muito viável que, um dia, as duas poNtas cheguem a ficar bem próximas.
atualmente, os maiores obstáculos para essa total parceria são: o tempo do programa (uma hora) e os intervalos “comerciais”… se essas barreiras não existissem, roNca e “em cartaz” ficariam olho no olho… mas, sempre, com a certidão de nascimento do segundo estampando SGR… hahaha!
o mais importante de tudo – e aqui vai o fato da desconhecida experiência radiofônica – é o corpo a corpo que tenho travado, via SGR, com uma audiência que está COMPLETAMENTE distante da web… isso, uma enorme quantidade de pessoas que não utiliza as ferramentas do novo mundo para ouvir música.
resumindo, em junho, quando – coincidentemente – o roNca foi para o freezer e comecei o programa na globo, passei a ser ouvido por uma frenética torcida que nunca soube da existência de roNca roNca ou de qualquer outra ilha de informação musical nas “nuvens”.
acredite, fora desse nosso universo digital existe uma galáxia de interessados em sons que se deixa seduzir por novidades de uma forma muito mais direta, pura… de coração aberto.
desde os mais remotos tempos no dial, antes mesmo da Oi FM, que não tenho ecos da audiência sendo ejetados de açougues, táxis, bancas de jornal, botequins, das ruas…
– maurição, chorei com adelzon… foda o fleet foxes. bnegão é nosso rei
D+D+D+D+D+D+D+D+
acredite, o Rádio está vivo… e manter essas duas linhas de atuação, para mim, é uma experiência inédita e cabriocárica!
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