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this is religion…

Assunto: MAIS 300

“O ano era 2009, em uma certa noite, em uma casa da zona sul do Recife, eu sintonizava em uma rádio. Era a oi fm, (rádio que servia de ponto fora da curva, em meio as outras que sempre tocavam a mesma música), o programa era o Ronca Ronca, muito pouco conhecido por mim, que de início não havia entendido a proposta do programa. Naquela noite ouvi uma musica tocando e gostei. Tratava-se de uma apresentação ao vivo, do B. Negão, que já conhecia do Planet, mas não sua nova banda, os Seletores de Frequencia. Resultado: paixão a primeira escuta, ao longo de todo ano ouvi bastante o álbum Enxugando Gelo.
Logo de início o programa me apresentou uma banda nova, aliás, uma boa parte das bandas que passava pelo programa era meio underground e eu não conhecia, gostei da proposta e segui ouvindo o programa.
No Ronca também há essa troca, nós também podemos fazer pedidos musicais e assim naquele mesmo ano, por volta de meu aniversário, pude fazer o pedido de uma do The Smiths e ouvir no ronca.
A partir de 2010 inicío a faculdade e o Ronca me acompanhava na volta pra casa, as terças a noite, dividindo a atenção com o meu Náutico que jogava as terças de vez em quando. Sempre me proporcionando um bom som misturado com muita informação em meio a um bus lotado.
Após isso, continuei sempre ouvindo ou no celular ou no computador. Depois de um tempo, houve a saída da Oi e migração para Web. Fiquei um tempo meio desnorteado, infelizmente, sem voar no Jumboteko, tanto pela mudança como também pelo trabalho desgastante.
Há mais de um ano, redescubro o programa na Web e não sou volto a acompanhar sempre no horário as 22h, como baixo os programas antigos. Aqui em casa todos os dias é dia de Ronca.
Ao longo desse tempo, como não lembrar de tantas indicações maravilhosas que me foi dada pelo Ronquinha? Conheci Shilpa Ray, Curumin, e tantos outros que vão desde Daminhão Esperiença a King Crimson, passando por Cesária Évora, ou uma música linda do Neil Young que não conhecia ou também um marco na nossa cultura de comunicação que é o PRK30. Pois, como bônus, o programa ainda nos convida a refletir pelo cinema, pelo esporte e pela cultura em geral.
É cabeleira altissima! O linguajar próprio do ronca, faz nos sentirmos pertencentes a um verdadeiro grupo social, uma verdadeira torcida.
Seguindo a cartilha do Peel, agradeço por me estimular a buscar o som que ainda não foi ouvido e por me fazer entender que eu posso curtir muito o Led Zeppelin, mas também posso curtir de igual modo, Cartola, posso reverenciar o The Bends do Radiohead junto com o Clube da Esquina do Milton e Lô.
Para mim, como sei que para tantos outros que inclusive acompanham ha muito mais tempo que eu, o Ronca é muito mais que um programa de rádio. Sei que está atrasado pelo #300, mas quero agradecer a Mauricio, Nandão e todos outros que fazem e fizeram parte do projeto ao longo do tempo. Que venha mais e mais e mais 300 Roncas pela frente! Saibam que vocês são muito importantes para minha formação cultural. Por toda desorientação que orienta, muito obrigado!”

Cleiton
De Recife.

a bula do SGR#66 com samuel & henrique + link para ouvir o programa……

keith hudson – “black heart”

skank – “salto no asfalto”

pouso alto – “manha e malícia”

the beatles – “a day in the life”

giovani cidreira – “movimento da espada”

bob dylan – “i want you”

os mutantes & jorge ben – “minha menina”

milton nascimento & lô borges – “tudo o que você queria ser”

milton nascimento & lô borges – “um girassol da cor do seu cabelo”

milton nascimento & lô borges – “san vicente”

skank – “indignação”

ouça AQUI o programa

aiNda #300 e #301 (ou a contramão direto de oliNda)…

Assunto: #300 e #301 (ou pela contramão)

“Alô, alô, como vai?

Nada a dizer depois do #300 – até porque seria extremamente cabotino da minha parte – somente hoNra total e absoluta.

“Wllana de Olinda. Esse é o nome dela”. Rararara… Nandão é muito maravilhoso. Mesmo!

Que começo foi esse do #301, hein? Que enternecimento. Quem não flutuou ao ouvir “Harvest Moon” não ouviu direito.

Bizarro o cover de “É Proibido Proibir”. A prova cabal de que não estavam entendendo realmente nada.

Coisa mais fofa a nova cidadã francesa fornecendo vinheta nova. Deu pra imaginar até os bicos nas e das pronuncias ( :

Momento coisa fofa [2] foi o menino Caipirinha. Encantador. Me fez lembrar a criança que eu fui. Que não achava graça na música dita “de criança” e a curiosidade me fazia fuçar os discos dos meus primos mais velhos até eu conseguir ter os meus próprios discos. Confesso que fiquei comovida por esse momento espetacular e – coincidência da coincidência – por “Domingo no Parque”.

“Domingo no Parque” foi a primeira canção que “entendi”. Tinha uns sete anos de idade e fiquei abobada comigo mesma porque, mesmo muito criança, sabia que o espinho que tinha ferido Zé era o ciúme e o gelado do sorvete era a traição em si e conseguia externar isso.

Que volta violenta no tempo. Até aí, segurei a onda pra não molhar a bochecha. Mas Tom, com seu ingênuo ‘puta suínga’ me derrubou.

No #300 você falou sobre estar na contramão da coisas. Eu só tenho a agradecer por fazer parte dos que andam no sentido contrário.

Beijo, abraço, aperto de mão”
W. (Olinda)

e o raio caiu duas vezes no mesmo lugar…

nota publicada hoje na coluna do ancelmo (o globo)… hello crazy people total!

acabei de falar com o de la peña para saber como essa coincidência teria acontecido… e ele disse que o click dele não foi feito ontem mas há vários dias.

a xereta registrou as placas, ontem, exatamente, às 16h… e coloquei o assunto aqui no poleiro nos primeiros minutos de hoje… ah, tá, alguém do ancelmo poderia ter visto o post se lembrado da imagem do de la peña e subido o assunto na coluna… só que é industrialmente impossível (será?) um jornal não estar fechado na madrugada em que vai pra banca. captou a logística?

conclusão, foi uma MEGA coincidência a nhaca com as placas de dorival pipocar tanto aqui quando na coluna do ancelmo no mesmo dia… UAU!

a menos que chegue alguém dizendo ser possível neguinho da coluna ter visto o post à meia noite e 10 minutos, montado a nota e enviado pra gráfica a tempo de imprimir o jornal no mesmo dia…. “acho que parece que não sei” (paiva)

dórival…

estou na pista tentando levar bernardão bnegão para fazer umas fotocas nesse “logradouro”…

manja?

pois é, a via acima tem nome… melhor dizendo, NOME… mas, infelizmente, não há um cidadão brasileiro que resida nela… caramba!

é isso mesmo, as calçadas são – simplesmente – as laterais dos edifícios que se encostam nela… e, ao fundo, existe um portão de acesso… de acesso restrito (talvez sem uso) ao 23º batalhão da PM. mamãe!

ou seja, a rua não existe para a população carioca.

ah, tá… você está pensando que a História acabou por aqui, né?

mas ela está começando… afinal, a referida via “pública” tem dois nomes… não, não é piada, é fato. segura a vibe em suas esquinas com a avenida visconde de albuquerque…

captou? tá crendo? que momento!

as placas estão ali (aqui), lado a lado, com pouquíssimos metros de separação… e as nossas possantes prefeituras insistem em manter a grosseria ativa.

mas tem o mais sinistro de tudo, como DORIVAL CAYMMI pode dar nome a uma “rua” onde não há ninguém para encher o peito e dizer: “eu moro na rua dorival caymmi”.

mamãe, que lamentável, que dó!

qual a razão para arrancarem de nós esse prazer com gosto de acarajé mixado à maresia do leblon ou dos ventos de itapoã refrescando a cachaça da rua júlio de castilhos (posto6)?

jisus, não faltam ruas na cidade de são sebastião para (re)nomeá-las decentemente… por exemplo, a montenegro (i repeat a MONTENEGRO de ipanema) virou vinícius de moraes.

que tal começarmos JAH um movimento forte com bernardão à frente?

oxente, especialidade dele… especialidade nossa.

em 2016 o globo publicou (AQUI) uma matéria sobre a “rua”.

enquanto isso, a prefeitura pode arrumar a placa do cayme… sem esquecer as irmãzinhas da tonelero (toneleros / toneleiro), barão de jaguaripe (jaguaribe) e outras tantas.

acredite…

hoje, em brasília, durante vasco 1 X 1 flamengo… imagina a quantidade de gracinhas que brotará dessa imagem, talvez, inédita no mundo do esporte profissional.

e o milagroso resultado que sirva como uma empurrada para novos ares em são jujuba já que estamos no CTI… amém

só mesmo aTRIPA para me socorrer…

Assunto: o #301 e o tempo

“oi, kérido!

e o tom, hein? ainda estou me recuperando do impacto.

sergio sampaio deve estar dando cambalhotas de alegria lá em cima.

a próxima empreitada será um dueto com a carmela…

vamos derrubar o mercado fonográfico!

hahaha…

jumboteco com três horas ??

sei não… acho pouco.

que tal cinco , hein?

( :

beijos”

claudia

a evolução…

e o roNca pensando em colocar três horas no ar!

HAHAHAHAHA… que momento!

sempre achei muito curioso como boa parte dos entendidos (daqui) mergulha de cabeça em situações que, claramente, levam ao fim dos tempos só para estar conectadinha à “modernidade”.

caramba, recentemente, o mesmo globo exibiu uma matéria (que colocamos aqui) onde todos os responsáveis (lá de fora) pela criação da web (em todos os níveis) recomendam que as pessoas se desconectem para salvar o que restou da humanidade.

enfim, estou aguardando (muito curioso) uma nova matéria com essa geração onde será publicado o jeito dela saborear uma iguaria, apreciar uma paisagem, fazer sexo, observar um pint de guinness ser servido, preparar o churrasco, admirar a prorrogação de um clássico do futiba, curtir a praia, rezar pela encomenda do correio chegar logo, dar boas vindas ao irmãozinho na barriga da mãe há um mês, surfar uma boa onda…

e o roNca pensando em colocar três horas no ar… JISUS