fazendo arte

veNto fresco inc. (ou pau na coisa)…

Assunto: The Fresh Breeze Corporation
“Salve Mauval, curti demais esse #223 especialmente a interpretação de Pop Star da Carmela. Imaginei um brinquedo pra ela, educativo, que representasse materialmente as reflexões do RoNca RoNca. Taí o projeto: PLAYBA ND para montar desmontar e jogar na parede extravassando a  emoção do roquenrou. Criança curte quebrar brinquedos. Pelo menos eu gostava!

E que peso pesado o Fever Ray!
Abração!”
Rodrigo
playba

jaco-punk…

Assunto: Jaco, o fio desencapado.
“Mauval, ando mergulhado no Jaco desde que vi o documentário sobre a sua vida. E agora pouco ouvindo o Parquet Courts no 222 tive um insight: a influência do Jaco  vai além da música. É a atitude de uma vida em alta voltagem, expressiva e autêntica, percorrendo pelo canal da sua existência. O arriscado caminho da arte que não está à serviço nem sob controle da razão. Emoção e pressão pura, Jaco.
E que coisa mais linda o Gaz Coombes, Petra Haden e o Jongo da Serrinha.
Abração,”
Rodrigo
jaco.punk

kurt & bezerrão…

kurt+bezerra

Assunto: O encontro inoxidável de Kurt com Bezerrão
“Caro Mauval, nunca ouvi Nirvana como no #220, ao lado do Bezerra. Entendi o parentesco entre eles e minhas sinápses sonoras aumentaram, além da esperança de encontrar sentido naquilo que aparentemente não tem relações.
São essas pontes que o RoNca RoNca ergue e ninguém destrói.
Mais uma vez, muito obrigado!
Aproveito pra pedir Leadbelly, base da árvore genealógica.
Abração,”
Rodrigo

andré mandou pra gente (ou “o maior de todos”)…

atripa

Assunto: Se foi o maior de todos
“Salve, MauVal,

2016, não satisfeito em sapecar Bowie, nos devolver ares de 1964, meter na “capital do mundo” um palhaço conservador e nos entregar um prefeito que tem a pachorra de fazer parte do clube dos atuais donos do Rainbow Theatre, agora nos leva ele, o maior de todos. Sim, digo isso sem medo de ser hiperbólico quando me refiro aquele senhor canadense cuja obra chegou aos meus ouvidos há mais ou menos 20 anos e se tornou parte de mim. Leonard Cohen, talvez o único artista até há pouco vivo que me fazia lamentar profundamente nunca ter visto ao vivo, subiu a serra.
Fica aqui meu pedido encarecido para o #206. Poderia sugerir qualquer canção dele. No entanto, deixo apenas esse videozinho animado que fiz em 2001 em cima de de “one of us cannot be wrong”, quando engatinhava na minha vida como animador. O videoclipe é bem tosquinho, mas qualquer homenagem agora é válida.
Forte abraço,”
André