lançamento

a bula do #343 com marcelo callado…

o homem na lua (7″)

alice coltrane – “i want to see you”

aldous harding – “fixture picture”

aldous harding – “designer”

lulu (c/ duane allman) – “marley purt drive’

lulu (c/ duane allman) – “dirty old man”

paulinho da viola & elton medeiros – “depois de tanto amor”

curtis mayfield – “future shock”

the beat – “dream home in new zealand”

evinha – “casaco marron”

marcelo callado – “hora grave”

do amor – “mindingo” (7″ / ao vivo no roNca, Oi fm, outubro2010)

marcelo callado – “nosso beijo”

lou reed & john cale – “small town”

marcelo callado – “demodé”

titãs – “saia de mim”

marcelo callado – “meio dia”

cream – “i’m so glad”

cream – “toad”

ouça AQUI o programa

por falar em jazz, segura o novo de chrissie…

Chrissie Hynde is set to release new album ‘Valve Bone Woe’ on September 6th.

The record was seemingly inspired by pre-war jazz sounds, and was recorded with the Valve Bone Woe Ensemble at London’s AIR Studios.

Out on September 6th, the album features reinterpretations of classic material penned by Brian Wilson, Frank Sinatra, Hoagy Carmichael, Charlie Mingus, John Coltrane, Nick Drake, Rodgers and Hammerstein, and Hynde’s former partner Ray Davies… (oxente, tô tascando aqui, na marra, jobim & de moraes na lista de compositores)

She comments:

I’m not hugely interested in branching out into other musical genres, being a devout rock singer as such, but jazz is something I grew up around (thanks to my bro) and I’ve always had a soft spot for it. I often bemoan what I regard as a decline in melody in popular music and I wanted to sing melodies.

Plus, I have a penchant for cover songs, it’s the surprise of singing something that I didn’t think of writing myself that turns me on. Jazz got side-lined by Rock & Roll in the 60’s, but now the demise of rock seems to be heralding in a newfound interest in it, the most creative and innovative musical forms of the 20th century. I’m happy to jump on the bandwagon.

‘Valve Bone Woe’ will be released on CD, double 180g vinyl and a limited edition 7” vinyl box set.

Tracklisting:
How Glad I Am [Jimmy Williams, Larry Harrison]
Caroline, No [Tony Asher, Brian Wilson]
I’m a Fool to Want You [Frank Sinatra, Joel Herron, Jack Wolf]
I Get Along Without You Very Well (Except Sometimes) [Hoagy Carmichael]
Meditation on a Pair of Wire Cutters [Charles Mingus]
Once I Loved [Norman Gimbel, Vinicius De Moraes, Antonio Jobim]
Wild Is the Wind [Ned Washington, Dimitri Tiomkin]
You Don’t Know What Love Is [Don Raye, Gene De Paul]
River Man [Nick Drake]
Absent Minded Me [Jule Styne, Bob Merrill]
Naima [John Coltrane]
Hello, Young Lovers [Richard Rogers, Oscar Hammerstein II]
No Return [Ray Davies]
Que Reste-T-il De Nos Amours [Charles Trenet]

o roNca no spotify…

a notícia circulou forte pelo fim de semana: o roNca roNca está no spotify… mais precisamente, na gaveta de podcasts do estabelecimento.

a maloca principal segue sendo nosso inoxidável poleiro (aqui mesmo) onde você encontra a bula do programa, registros marotos capturados no estúdio e a possibilidade de baixar o áudio… o spotify passa a remar com deezer, itunes, tune.in, mixcloud e muitos outros.

é o roNca juntando aTRIPA

cheers

severino em vinil (ou LKJ no brasa)…

linton de volta ao brasa… não ao vivo como nessa fotoca de QUATRO anos atrás, no rio de janeura… também não em disco Dele mas, simplesmente, na participação MEGA inoxidável na canção “navegar impreciso” (com tom zé) no álbum “severino” dos paralamas que completa 25 anos de lançamento em 2019… JISUS!

acabei de ligar pra maternidade e a criança está indo pro forninho (pelamordedeus, não confunda as coisas)… com nascimento previsto para… breve. YEAH

“severino” apresentou – em 1994 – um som muito fora da expectativa… com forte sotaque brazuka experimental “cabeleira altíssima” sob produção de phil mazanera (ex-guitarrista do roxy music) + participações de brian may, fito paez + LKJ e tom zé numa época onde os dois gozavam do mais completo anonimato (acredite!) + capa estonteante com a arte de bispo do rosário & gringo cardia!

todas essas rotas rumo ao desconhecido só poderiam resultar no disco de menor vendagem da banda… sinistróide. hahahaha… mas “severino” é o típico exemplo de como certos discos conseguem ultrapassar furacões e maremotos para chegar ao cais da modernidade com pouquíssimos arranhões no casco… fueda!

na época do lançamento, 1994, o cd dominava geral e foi feita uma prensagem muito pequena em vinil que, diante da pouca venda, por ali ficou.

duas décadas e 1/2 depois, “severino” reaparecerá – gloriosamente – com tudo que temos direito… D+D+D+D+D+D+D+D+

( :

bruuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuce…

O roteirista/diretor/produtor Gurinder Chadha (“Driblando o Destino”) apresenta o inspirador drama A Música da Minha Vida (Blinded by the Light), embalado pela melodia e letras das canções atemporais de Bruce Springsteen. A Música da Minha Vida conta a história de Javed (Viveik Kalra), um adolescente britânico filho de paquistaneses, crescendo na cidade de Luton, Inglaterra, em 1987. Em meio às turbulências econômicas e raciais da época, ele escreve poesia como uma forma de escapar da intolerância de sua cidade natal e da inflexibilidade de seu pai tradicional. Porém, quando um de seus colegas lhe apresenta a música do “Chefe”, Javed vê paralelos entre sua vida simples e as letras marcantes de Springsteen. À medida que Javed descobre um escape catártico para seus próprios sonhos reprimidos, ele também começa a encontrar coragem para se expressar com sua própria voz. Baseado no aclamado livro de memórias de Sarfraz Manzoor Greetings from Bury Park, A Música da Minha Vida é uma história contagiante sobre coragem, amor, esperança, família e a capacidade única que a música tem de elevar o espírito humano. Chadha dirigiu e produziu o filme, que foi escrito por Manzoor, Chadha e Paul Mayeda Berges. A história é realçada pela música e letras poéticas de Springsteen, que deu a Chadha sua benção desde a origem do filme. A Música da Minha Vida é estrelado por Viveik Kalra, Hayley Atwell, Rob Brydon, Kulvinder Ghir, Nell Williams, Dean-Charles Chapman e Aaron Phagura. O filme foi dirigido por Gurinder Chadha a partir de um roteiro de Sarfraz Manzoor, Chadha e Paul Mayeda Berges. Jane Barclay, Chadha e Jamal Daniel produziram o filme, com produção executiva de Paul Mayeda Berges, Hannah Leader, Tory Metzger, Tracy Nurse, Stephen Spence, Peter Touche e Renee Witt. A equipe de Chadha nos bastidores incluiu o diretor de fotografia Ben Smithard, o desenhista de produção Nick Ellis, o editor Justin Krish e a figurinista Annie Hardinge. A música original foi composta por A.R. Rahman. Uma apresentação da New Line Cinema, A Música da Minha Vida tem estreia marcada para 19 de setembro de 2019 e será distribuído internacionalmente pela Warner Bros. Pictures.

leandro, lennon & yoko (ou “above us only sky”)…

Assunto: Documentário John e Yoko

“Mauricião!! Nandão!!
Que documentário no Netflix… o coração tá quebradaço… reouvindo o Imagine…
Nome do diretor: Michael Epstein (mas nada de parentesco com o Brian)
Quem aparece: Klaus Voormann (baixo), Alan White (batera), David Bailey !!!!! e Kieron Murphy. O sempre bacana Julian Lennon. In memorian George Harrison e Nicky Hopkins (e ausência forçada de Phil Spector)… e mais uma galera cabeleira altíssima…
E é claro Yoko Ono… como bem disse o Gilvan, o carequinha do canal Beatles School: ela entra no meio do filme, como uma rainha. E ela é mesmo!
Galera pintou e pinta o capeta dessa mulher. Pera lá, né. O próprio Lennon reconhece isso em 1980: a japa é a co-autora da canção. e do disco. e praticamente de boa parte daquilo que o Lennon produziu. Ela não é perfeita. Na verdade é meio louca, etc,etc,etc. Como se o John Lennon fosse muito são. Como se fosse possível manter a sanidade vivendo aquela loucura chamada Beatles.
A monarquia não precisa ser modelo de nada. Rei é rei. Rainha é rainha. Cada um na sua loucura. Somos meros plebeus. A cena (já manjada mas sempre tocante) do ex soldado que lutou no Vietnã batendo na porta do Lennon pedindo respostas. É isso tudo…
Cara, poderia ficar horas falando do filme (a criação da música Imagine, a Yoko e seu irmão na época da guerra imaginando comida pra tapear a fome, a insegurança do garoto Julian em perder o pai, as questões políticas, etc,etc,etc)

Esse filme é f&*%$…

Toca God, pelo amor de Lennon e Yoko.
um abraço e um sempre, muito, muito, muito, muito obrigado…”
Leandro