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aTRIPA barbarizando no “fomeZERO”…

atripa.pb

MEGA estrogonófica participação da ouvintada, ontem, no #255, por conta da promoção “fomeZERO”.

as sequências enviadas (spinetta,nina simone,o peso,damned,miles,the boss,otto,rumo,dawn penn,boogarins,jethro,little feat,o terno,sun ra,egberto,fela,clara,coltrane,DUB,smiths,QOTSA,tulipa…) são pura inspiração para o roNca… D+D+D+D+D+

obrigadaço pelas mensagens.

o tripeiro sorteado é o rodrigo américo que deitará os cabelos em 100 reais de guloseimas no BiBi sucos de botafogo nesse fim de semana.

cheers

enfreNtaNdo momo…

atripa

Assunto: You make me feel
“Maurição, meu velho

Então, vai vendo. Hoje é sexta de carnaval. Passei uns dias fora do convívio com a patroa e o herdeiro. Chego em casa tarde, cansado, naquela de que meu Mengão vai finalmente vencer o Vasco esse fim de semana (vai?), o Brasil continua ridículo, e tal, e tal. Depois que tudo se acalma, que os entes queridos vão abraçar Morfeu, que mais eu posso fazer? O que mais me acalmaria pra enfrentar os dias de Momo? Ronca, óbvio. Óbvio!
Aquele um que eu muito humildemente pedi um Woodentops (porque botei teu livro na fotinha e tal, como se isso não fosse prazer e obrigação), e você teve a descabelada benção de mandar um 12 que eu nem sabia que existia (tenho cá um humildão vinil do Giant, mas que não tem You make feel, a pedida). Já poderia dormir feliz com esse prenúncio de carnaval maravilhoso, mas não. Não. Depois veio Pixies. Maurição, meu velho, você tem ideia que meu sonho é casar ao som dessa música? Imagina a inversão de papéis, a escolhida lá no altar, prostrada, quando de repente chega o noivo (eu), ao som desse petardo (pena que a letra não tem muito a ver);
Enfim, eu só ouvi 20 minutos desse Ronca, já arrastei o player pra trás umas dez vezes, estou feliz pra caralho, o Carná nem começou e eu nem sei o que o Luis Fabiano vai prontar. Só queria te dizer que you make me feel fuckin’ happy!!
Ronca eternamente”
Alexandre

cine roNca…

Assunto: A tripa ciNéfila !

“Salve Morrice, salve Shogum !

Ontem, em Dallas City, rolou o “Democracia Mate com Angú”, um evento organizado pelo “Cineclube Mate com Angú”, com várias atrações culturais e expositores, copiou ? Eis que avisto, uma integrante da TRIPA, devidamente trajada, apresentando seus “Caderninhos Bons Ventos”.
Segue então, direto de Dallas Nathalie e o maNto !
Que momeNto…” Bruno

Jpeg

diz pra gente zé emilio…

prince.tico

Em 1996, Prince havia rompido com a Warner Bros – onde gravara toda sua obra até então, mas de quem passou a se considerar “escravo” – e se preparava para lançar seu primeiro álbum como “homem livre”. O álbum triplo, apropriadamente chamado “Emacipation”, sairia em selo próprio, NPG (sigla para New Power Generation), distribuído pela EMI.

Para badalar essa nova fase, Prince – agora se apresentando ao mundo com um novo nome, um símbolo impronunciável – montou um mega-evento em Pasiley Park, seu estúdio em Mineápolis, reunindo a imprensa do mundo inteiro e diretores das representações internacionais da EMI.

Eu estava lá.

Na primeira parte do evento, o artista-previamente-conhecido-como-Prince montou uma audição do novo disco para o pessoal da EMI (dentre eles Aloysio Reis, do Brasil, e Camilo Lara, do México – então um meninote, mais tarde a alma e o cérebro do sensacional Mexican Institute Of Sound) e, em seguida, fez um show de QUATRO horas espetacular, cobrindo toda sua carreira e mostrando as músicas do novo disco.

Tudo regado a água, suco e refrigerante! Nada de álcool. Nem uma gota!

O que deu a todos energia para ficar alerta e ligado até o final do show – e para voltar na manhã seguinte, quando o artista daria entrevistas de divulgação.

Com um detalhe: era proibido gravar a entrevista. Tudo deveria ser anotado.

Não vou lembrar do conteúdo da entrevista nem do que foi feito dela (possívelmente saiu na revista Bizz, mas não tenho certeza). Mas a oportunidade de ver Prince quebrando tudo em situação tão íntima – numa espécie de galpão, num palco relativamente baixo, mas larguíssimo, sem cenário algum, apenas uma cortina no fundo – e especial (tinha visto o show da turnê de 1988, em Los Angeles, num ginásio, mas aquilo era outra coisa) tornou-se uma memória preciosa.

Que, ironicamente, tristemente, só voltou à tona quinta feira.