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a tempestade…

Unholy Elixir
I touch the beginning
Animating animals and tree Gods
Scratching out legends in cave walls
The days pour down into nights, we watched
We mapped stars with peaks
We fought beasts
We caught food for the feast
And we walked two abreast to receive the bound wheat
The grass was
Black and strange
As we razed plains to ash
We laid claims
We exchanged grains
And we made pacts
And we clashed
And we strained
And the rains lashed
The young maids were brave but they were made to lay flat
The old ways were too ingrained to make the reins snap
So we laid traps
We gave our names back to the Saints
We sang out thanks and complaints
We burned fat
Arranged bones in the flames
Each bird a great catch
Our songs were spells
And our spells were plain facts
She laid down in the road, where the people go by
And she declared herself willing to try
I laid down beside her
But all I could see were the feet as they walked over me
That’s when she told me “I was holy elixir”
She said “I thought I knew the world but it was only a picture”
She said “We’re all written in the holiest scripture
It’s just we’re living in this time that says no inhibitions
Get yours, keep going, the distance, no limits
And don’t bother protesting because nobody listens
Besides
All your solutions dissolve under scrutiny
And you can’t stand a note of derision
Instead, seek approval to justify your existence
Have opinions but have no resolve or conviction
Just keep your head down
Breathe the fumes and indulge your addictions
Routine is healthy
Ignore the affliction
The cost to the soul
And the constant constriction
Don’t consider too closely
Have no intermission
Keep throwing your fists in slow repetition
Most of us manage
What makes you so different?
What makes you so different?
What makes you so?
Now, you seem a bright spark
Take the road with the pilgrims
Head for the temples of democracy
Freedom, growth, reason, liberty, hope
But don’t pay attention to what’s hanging from the rope
Decode the language
Unfold the symbols
I’m told disciples got lost in the hillside
Following intellect, they let go of wisdom
And now they’ll tell you the soul’s a closed system
They sacrificed instinct to phony ambition
And now what they hold in their fist has become all that there is
But total existence needs meaning and myth
Many misjudged the way and got lost in the mist
She said “Your loneliness is the symptom, not the sickness”
And the moment her lips said “Peace”
My peace melted
I became a memory
I felt myself peel
I was atoms
I was magnesium
I was calcium
I was real
She said “We are born of collision
We are divisions of a bigger vision
And yet we run around like hamsters
Spinning the wheel
Spinning the wheel
Spinning the wheel
Spinning the wheel
Spinning the wheel
Spinning the wheel
Spinning the wheel
Spinning the wheel”
I was on my knees then
I was begging for pardon
I was old and I was clothed in white garments
In a vast red desert
Where the rocks were dark blue and varnished
That’s when the voice said
“This is the garden
Now you better start sowing
Or there won’t be a harvest

adelzon, leNda (ou a rádio nacional é do povo)…

Assunto: A triste demissão de Adelzon Alves

“Salve, Mauricio Valladares!
Você foi direto ao ponto sobre a demissão do Adelzon: foi uma questão política. Uma tragédia para a cultura brasileira, principalmente para o mundo do samba.E que foi orquestrada por pessoas imbecis sem a menor noção do tamanho e da importância do Adelzon Alves. Mas também é triste de ver o descaso da mídia em geral sobre a saída dessa lenda do rádio brasileiro. E é ainda mais triste notar a pouca mobilização do próprio mundo do samba. “Os sambistas não são unidos”. Era o que o Adelzon sempre falava no seu programa. Fui na manifestação na EBC no dia 10 e presenciei isso. Inclusive alguns leais amigos do Adelzon que falaram ao microfone reclamaram disso também. Rolou até uma certa indignação do pessoal que lá estava pela falta de mais sambistas e compositores conhecidos que foram muito ajudados e até lançados pelo Adelzon.
O ódio corrosivo que esse governo tem por tudo que é cultura, tudo que é arte, mais ainda a popular, é de uma estupidez bizarra! Puta que parile!!! Como você bem falou, Adelzon é o radialista mais importante que estava em atividade. É um verdadeiro mestre da comunicação e um profundo conhecedor da cultura popular. O cara sabe tudo! O Brasil fica muito pior sem o Amigo da Madrugada. Lamentável. Revoltante.
Também achei muito foda a participação dele no seu programa. O Ronca Ronca também é resistência da boa música e da boa informação!
Vou te mandar alguns trechos pra você sentir o clima da manifestação.
Sou um grande fã do programa.
Abraço pro Nandão.
Valeu!”
Chico

maria antonia, rafael & as porcelaNas…

Assunto: Caneca e Jards!

“Fala MauVal, tudo certo?

Porra meu, demorei pra caramba pra tirar uma foto da gente com as canecas do ronquiNha.

Demorou mais foi em grande estilo!

Maria Antonia e eu adoramos as canecas!!!! Valeu muito MauVal!!! Eu achava que não conseguiria uma caneca e qual não foi minha alegria quando vi que você mandou DUAS!!

Elas são sucesso aqui em casa. De café a caipirinha, tudo combina com a porcelana!

E cara, no #373 você falou da importância da gente aproveitar os ícones (é Deus mamãe) que ainda tão aí na atividade, citando o Jards.

Cara, há duas semana atrás fui no show do Rômulo Fróes em que ele toca o disco “Transa” do Caetano na íntegra.

Já tinha assistido o show, mas esse foi especial. Jards participou e tocou guitarra em “Nine of Ten”. Ele falou que nunca mais tinha tocado guitarra desde a gravação do disco. Foi foda!!!!

Registrei o momento!

To mandado o link do vídeo e a foto com a Maria Antonia e as canecas!!!

Valeu mesmo MauVal!!! Já sou sócio do RoncaClube antes dele existir!!!

Grande abraço!!!”

Rafael e Maria Antonia