Todos os posts de mauval

dulce, doce rosalina…

na boa, eu poderia – tranquilamente – transformar o poleiro num espaço falando de futebol & seus periféricos.

afinal, os assuntos são muitos… e, totalmente, entrelaçados, né?

no final das contas, ficaria quase como está… hahaha!

veja bem…

hoje, é niver – 77 velinhas – de uma das mais espetaculares mulheres que já conheci… e conheci mesmo, de perto… colado!

DULCE ROSALINA… LEEEEEEEEEEEEEEEEEENDA!

a fofa nos abandonou em 2004, deixando um buraco que Jamais será ocupado.

tenho vários clicks que fiz Dela… mas na pressa, não achei nenhum!

como o tico não poderia passar em branco…

deixo aqui um post de gatunei do blog torcidasdovasco.blogspot

e que mostra, muito bem, o verdadeiro espírito impregnado no futebol por Ela e outras figuraças.

aliás, um alô especial para o russão… ícone da torcida do botafogo que subiu recentemente.

DULCE, querida, que sodade de tu…

 

TOV 1967: ANIVERSÁRIO DA CHARANGA RUBRO NEGRA

 Em 1967 no aniversário de Jaime de Carvalho e de 25 anos da Charanga Rubro Negra, D. Dulce Rosalina comparecia em nome do Presidente do Clube rival.
Tarzã, durante dez anos à frente da Torcida Organizada do Botafogo, também se fazia presente à solenidade.
Em felicitação à Torcida co-irmã, o Chefe Botafoguense subia ao palco, tecia algumas considerações sobre a extraordinária data ali celebrada e por fim oferecia a Jaime de Carvalho uma estatueta que representava a figura de um pescador.
Em seu discurso, Tarzã justificava o troféu e explicava por que o pescador simbolizava para ele o papel exercido por Jaime de Carvalho.Fonte: Livro: O Clube Como Vontade e Representação: O Jornalismo Esportivo e a Formação das Torcidas Organizadas de  Futebol do Rio de Janeiro de Bernardo Borges Buarque de Hollanda, Editora 7 Letras.

Dulce Rosalina da TOV e a Charanga Rubro Negra 1967

HOJE…

a primeira terça feira, em seis anos, sem o jumboteKo fazendo gracinha… no ar!

sim, claro, é triste… mas, como já foi fartamente comentado, nadica de chorar sobre o milk derramado… pelo contrário!

afinal, o mundo gira & a lusitana roda… e, em breve, voltaremos a cruzar os bigodes!

para ocupar o espaço do poleiro, vamos recordar uma das edições do roNca roNca mais pedidas nos últimos tempos:

o especial john peel que foi ao ar em 25 de outubro de 2011… dia exato em que demos com os cornos em sete anos de sua subida!

mais uma vez, graças à dupla dinâmica d’aTRIPA – jeferson & charles – temos condições de compartilhar o áudio deste programa inesquecível!

segura…

http://dl.dropbox.com/u/32273454/Ronca%20Ronca%20-%2025%2010%20201%20John%20Peel%20Day.mp3

+ o tico que foi postado no dia 26 de outubro… com umas letrinhas de apresentação que muito bem se afinam à História… nossa!

já que não estarei com minha torcida favorita durante as “duas horas do roNca”…

flutuarei em são jujuba conferindo vasco X alianza pela libertadores… na companhia da outra!

mas a mente, sem dúvida, coladona com aTRIPA… na tentativa de encarar essa novidade das terças, às 22h… manja?

cheers!

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que momento MEGA especial para quem gosta de Rádio as duas horas de ontem com as “peel sessions”!

de novo, agradeço à Oi fm por possibilitar 120 minutos da mais profunda grosseria… 120 minutos da mais alta cabeleira!

na boa, ela – a Oi fm – não faz isso por mim ou pela História de john peel… ela – a Oi fm – faz isso por você.

como eu disse, ontem, a idéia original era misturar as “peel sessions” com alguns pedidos da torcida…

mas a audiência foi arrebatada, atropelada, violentada pela “música” de J.P!

e como o roNca, literalmente, é criado AO VIVO, a sangue frio, o vendaval de nossa torcida definiu a bula!

seguem as “peel sessions”…

new order – “turn the heather on” (12″)

led zeppelin – “i can’t quit you baby”

the smiths – “what difference does it make”

syd barrett – “baby lemonade”

culture – “lion rock”

cop koir – “you’ll never walk alone”

the undertones – “teenage kicks” (versão original)

the specials – “gangsters” (12″)

p.j harvey – “oh my lover”

p.j harvey – “sheela-na-gig”

royal trux – “fé cega, faca amolada” (7″)

queen – “doin’ alright”

echo & the bunnymen – “read it in books” (12″)

cop koir – “you’ll never walk alone”

the strokes – “modern age” (gravação do programa de john peel em 8junho2001)

tim buckley – “once i was”

os paralamas do sucesso – “marujo dub” (parte)

nelson cavaquinho – “juízo final”

gang of four – “paralysed”

blur – “popscene”

blur – “song 2″

jimi hendrix – “radio one”

jimi hendrix – “little miss lover”

free – “sad song”

amassando…

dia 16 – rio de janeiro

dia 17 – são paulo

bem que o guitalita marc ribot poderia vir!

mas quem está confirmadão é o ultra grosseiro baixista greg cohen… que já gravou trocentos discos com tom waits!

segura a rapeize que está chegando…

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John Zorn was born September 2, 1953 in NYC and has been in touch with the creative environment of downtown New York most of his life. Drawing on his experience in a variety of genres including jazz, rock, hardcore punk, classical, klezmer, film, cartoon, popular and improvised music, John Zorn has created an influential body of work that defies academic categories.

He has been a central figure in the dowtown scene since 1975, incorporating a wide range of musicians in various compositional formats, his experimental work in rock and jazz with the bands NAKED CITY, PAINKILLER and MASADA earning him a large cult following.

His early inspirations include American innovators [Ives, Varèse, Cage, Carter and Partch], the European tradition of [Berg, Stravinsky, Ligeti, Boulez and Kagel], soundtrack composers [Bernard Herrmann, Ennio Morricone and Carl Stalling], avant-garde filmmakers such as [Harry Smith, Jack Smith, Kennet Anger, Stan Brakhage and Jean-Luc Godard], Ontological-Hysteric Theater director [Richard Foreman], experimental rock and jazz as well as avant garde theater, film, art and literature.

He established the Tzadik label in 1995, opened The Stone performance space in 2005 and has published and edited five volumes of musicians’ writings under the title Arcana.

He tours extensively with his various ensembles, playing a great variety of music and his works are performed worldwide by rock bands, improvisers, jazz musicians and classical ensembles.
He has received numerous commissions from among others, the Kronos Quartet, the New York Philharmonic, EOS Orchestra, Netherlands Wind Ensemble, Brooklyn Philharmonic, Bayerischer Staatsoper, WDR Orchestra Koln and American pianist Stephen Drury.

He has been awarded the William Schuman Award for composition from Columbia University, the Cultural Archievement Award from the Foundation for Jewish Culture and is a MacArthur Fellow.

“My musical world is like a little prism. You look through it and it goes off in a million different directions. Since every genre is the same, all musicians should be equally respected. It doesn’t matter if it’s jazz, blues, or classical.

They’re all the same.”

olha quem, volta e meia, aparece…

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IKE

tá sabendo que sou taradão pelo ike turner, né?

na boa, acho que nem a tina é (ou foi) páreo pra mim!

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pois bem, recentemente, soube de um lançamento Dele que balançou o coreto!

um 10″ (meu formato predileto) com duas raridades do tempo do 78 r.p.m… e a pepita ainda vinha acompanhada por um cd entupido de preciosidades gravadas – por Ele e outros artistas – entre  1958 e 1960!!!

lascou… perdi  sono, o apetite (emagreci 6 quilos em duas semanas), o humor… a vontade de acompanhar o vasco!

enfim, depressão aguda!

até que entrei numas de apurar como trazer o 10″.

logo de cara, o site da honest jon’s records (damon albarn é um dos sócios) oferecia a jóia a ótimo preço!

e segui assuntando outros discos por lá… mamãe, apareceram muitos, desejáveis!

há um tempão eu não me enveredava pela web numas de gastar uns pirulito$!!!

quando finalizei a intenção de compra, percebi que o montante não era tããããããããão a$$ustador… pelo contrário!

click, comprei!

o pacotinho chegou ontem… que alegria!

olha a carinha de “serial killer” da peça…

o mais recente achado de karen dalton com gravações de 1966…

songs de tim hardin, fred neil, billie holiday…

o 12″ de tony allen com regravações do hypnotic brass ensemble…

e o MEGA clássico jamaicano (duplo)…

todos zerados, espetacularmente embalados e enviados pelo correio da rainha…

a preço, daqui, de um vinil duplo!

tá bão?

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