Queria destacar aqui q o episódio #444 me deixou doido com a trinca do Robert Palmer logo no início do programa, que eu só conhecia dos anos 80 e ao saber que era ele fiquei embasbacado! Que qualidade de som! Obrigado por essas pérola que só no ronquinha encontramos!
PS: Adoraria ouvir um dia aí alguma preciosidade do Free com o subestimado Paul Rodgers!
Muito bom ouvir você falando de toda a história do RoNca e ainda saber que nós ouvintes poderemos apoiar nosso amado programa.
Como a vinheta diz, a gente paga as anuidades com antecedência, kkkkk.
Mas pô, tenho que falar de uma batatada também, rsrsrs….Gamarra é ídolo do Coringão, não tem nada de “listradinhos” não, kkkkkkk.
Como corinthiano, acho que a fase mais foda dele foi na época do Corinthians. Foi nessa época que ele foi considerado o melhor zagueiro da copa de 98, terminando a copa sem ter feito uma única falta. Foi fazer só depois de 4 jogos desde a volta da copa, num jogo do Corinthians.
O cara jogou muito!!!! É ídolo incondicional da corinthianada.
Fico por aqui no aguardo de maiores informações do clube do RoNquinha!!!
“Salve, Mauval!
Como vai?
Tô saindo aqui de trás da moita, pra te escrever sobre o #444.
Rapaz… fiquei emocionada com seu relato sobre a trajetória do Ronca! Me lembrei de quando conheci o programa em 2005 e como isso impactou a minha existência. Eu, uma menina aqui nos fundos de Duque de Caxias, pirando com as descobertas sonoras…
agradeço sempre por vocês e a deusa Música estarem presentes na minha vida. Sou muito grata mesmo! E compartilho das palavras do Benjão: quando rolar o Clube, já quero pagar antecipado!
E uma outra coisa que me trouxe boas lembranças, foi o Café Tacvba. Me recordei daquele show no Circo Voador em 2013, que tive a oportunidade de assistir, graças a um ingresso que ganhei numa promoção do roNquinha. Vocês sempre me proporcionando graNdes momeNtos.
Tomara passe logo esse fim do mundo e a gente possa se encontrar por aí!
Terry Reid performs Superlungs at the Olympia in Paris, January 1970. Accompanying him are Lee Miles on bass, Peter Solley on organ, and Keith Webb on drums.
já tem um tempo que tô pra dar um alô por aqui. eu (re)assisti por acaso, ou não, o doc. sobre a rádio fluminense e entendi definitivamente a incompatibilidade de ideias quando, no filme, eles falam em tirar um reggae do ar “porque não era rock”. que tristeza!
o que me deixa feliz é saber que o clube do roNca vai ganhar vida! eu levei uns discos naquela última vez que a gente se encontrou e lembro de você sem graça recebendo eles “é presente mesmo? pô, obrigado!”. e cara, não tem presente que demonstre a gratidão por poder acompanhar o roNquiNha desde os tempos da imprensa.
existem coisas que a gente compra porque precisa. um kg de arroz, um sapato, papel higiênico… mas tem coisas que a gente adquire numa outra relação que não pode ser medida da mesma forma. eu quando compro um disco não me sinto gastando dinheiro, não me sinto nem comprando algo. é outra coisa. é outra relação. e justamente por isso aqui que a tRipa vai chegar junto forte nessa nova fase.
vamo que vamo. com saúde e conectados nessa nossa religião.
“Ahhh, que festa no meu coração!
Como pode a gente gostar tanto de quem não conhece pessoalmente? É Deus, mamãe! Só pode.
Esse programa comemorativo, festivo, celebrativo e já guardado na suíte master do meu coração, foi sintonia pura. Quando Gonzagão entrou e eu estava com a boca na canjica (olha a foto), já que o menu da festa era junino, tive uma sensação mágica de felicidade que nem a meditação mais profunda jamais me proporcionou.
Que preseNte vocês me deram! rolou lágrimas de alegria e satisfação em fazer parte desta tripa.
Amo vocês demais! Viver é bom, com siNtonia, melhor ainda. #444 em looping aqui, rsrs
Besos!”