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adelzon alves no SGR#12, hoje, às 23h, no dial e web…

o Rádio em sua forma mais verdadeira e inoxidável, logo mais, às 23h, na rua do russel 434… um programa que será cravado a fogo em nossos corações… e que, sem nenhuma dúvida, restará sobre o solo terrestre junto com as baratas e os discos de vinil depois do apocalipse… que, segundo adelzon, será mental (isso, o apô verdadeiro que vem aí fará a humanidade deixar de pensar. mamãe!). portanto, tudo faz mais sentido ainda.

são salvador…

adelzon.mv.corte

imperdível

rádio globo AM, FM e web

98.1FM rio, 94.1FM são paulo, 97.1FM recife, 102.1FM santos

cheers

(fotografia de carlos alberto)

lembrando (sempre) que adelzon alves é o responsável pela existência artística de paulinho da viola, martinho da vila, nelson cavaquinho, cartola, joão nogueira, dona ivone lara, djavan (ele mesmo), os tincoãs, clara nunes, jovelina perola negra, zeca pagodinho, bezerra da silva, candeia, roberto ribeiro e trocentros outros autores e intérpretes… além de ter aproximado – no programa – os gigantes jackson do pandeiro e luiz gonzaga!

reverberando o baú…

atripa

Assunto: SÃO MUITAS EMOÇÕES

“Ah lá! Rolou até um salve hein, valeu Mauval!

Muito bom ouvir Raul e suas ideias – coisas que não estão no youtube. E que raramente alguém aqui do interior conseguiu escutar quando foi ao ar. E a Angela Ro Ro, que figura! Esse baú aí tá responsa demais, pra variar! Usemos toda essa “cultura pra cuspir na estrutura”.

Abraço!”

Pedrinho (Poços de Caldas / MG)

o baú#12, hoje, às 23h, na rádio globo AM.FM.web, com raulzito e angela……

raul.tico

delirante edição do baú da globo, logo mais:

– bate papo estrogonófico de raul seixas com marcelo nova, em agosto1989, poucas semanas antes de raulzito subir pra encontrar com elvis presley

– apresentação de angela ro ro, no jazzmania/1992, acompanhada pela rio jazz orchestra e deitando os cabelos em pérolas como “i’ve got you under my skin” e “georgia on my mind”

casca

a piscina dos sonhos (ou é deus, mamãe)…

como se trata de algo totalmente inusitado e Histórico, vou começar a esquentar a fogueira antes da hora…

adelzon.tico

este é o mitológico radialista adelzon alves, citado – desde sempre – como uma das minhas três principais influências no rádio… junto com big boy e john peel.

pois bem, depois de anos e anos admirando – à distância  – a trajetória de adelzon, surgiu a oportunidade de fazer contato com a leNda… mês passado, estive duas vezes no programa dele (foto acima) e amarramos a visita do monumento ao meu programa na rádio globo… ou seja, acertamos o retorno dele à rua do russel 434 de onde saiu no final dos anos 90.

papo pra lá, papo pra cá (contando com a logística do chapa carlos alberto), conseguimos juntar as pontas e… terça que vem, dia 5etembro, às 23h, na rádio globo AM – FM – web, adelzon alves estará com a gente.

é a realização de um sonho pessoal… a parte mais profunda da piscina radiofônica onde ousei mergulhar, minha mais inoxidável ação sonora em todos os tempos… e, acima de tudo, algo que será lembrado – para sempre – por todos que tiverem seus sentidos atropelados pela magia de adelzon.

amém

free_radio

weapon_tico

“não há grita, desistimos” (de junho, mas serve para amanhã)…

brasil.500

“Moro em frente à lagoa Rodrigo de Freitas, no caminho do túnel Rebouças, principal via de ligação entre a zona sul, o centro e a zona norte do Rio de Janeiro.

Aprendi, com a vida, a lidar com o eterno engarrafamento das cercanias do meu prédio. Tracei estratégias para suportá-lo com resignação, e na época em que ainda existia a Árvore-de-natal da Lagoa, cheguei a abandonar o volante e ir a pé, devido à quantidade de curiosos em torno do espelho d’água.

De janeiro para cá, os congestionamentos desapareceram como que por milagre. Dei para ir e vir com uma rapidez espantosa, comemorei a melhoria do trânsito, até perceber que o fenômeno nada tinha a ver com mobilidade urbana. Era a crise. A crise e a depressão da cidade.

Os restaurantes e bares estão vazios, os teatros fecharam, as lojas se foram e os hotéis olímpicos acabaram às moscas. É como se estivéssemos vivendo sob um toque de recolher. Minha mãe comentou, outro dia, que sente o Rio envolto numa mortalha.

Os assaltos, as trocas de tiro que ecoam como na Síria, os arrastões continuam, mas a calmaria é assombrosa.

Não há dinheiro nem plano, não há futuro ou comando. É como estar num transatlântico à deriva, rezando para passar, você nem sabe o quê.

Pezão abriu mão de governar, declarou estar ciente de que não resistirá muito mais no cargo. Crivella honra compromissos na África, como pastor, e tem planos para fechar as torneiras da festa pagã do Carnaval.

No último dilúvio, a comitiva do prefeito colidiu com o carro de um cidadão e passou batida, sem prestar assistência. Crivella, suspeita-se, tinha pressa de chegar em casa, para ficar a salvo das corredeiras de esgoto e lixo em que se transformaram as ruas e avenidas sob sua responsabilidade.

Normal. Não se espera mesmo nada do andar de cima. Não há revolta, não há mais bombas na Primeiro de Março. Resta apenas a apatia, e uma falta de saída de arrepiar.

Os males que ameaçam o país parecem acontecer antes, e com mais intensidade, nessa vitrine chamada Rio de Janeiro. Carma de ex-capital. O PMDB de Cunha e Cabral levou a medalha de ouro em corrupção, o buraco da Previdência já mostra os dentes por aqui, e a falência é palpável.

Ninguém merece a Alerj, Picciani, ou a oposição de Garotinho. O Rio prima pelo horror, mas os eguns engravatados de Brasília não deixam nada a dever aos mortos-vivos da Guanabara.

Michel Temer sofreu bullying na Noruega, tem uma taxa de aversão de 93%, é investigado por formação de quadrilha. Ainda assim, não há grita.

O medo do colapso da economia, a tentativa de atravessar o lamaçal até 2018 sem fazer marola, o “Fora, Temer” tão colado ao “Volta, Lula”, o deserto de candidatos, tudo isso explica, em parte, o marasmo. Mas a paralisia do Rio diz mais.

Cansamos. Desistimos deles.

No temporal de 20 de junho, um mergulhador limpou os bueiros da praça da Bandeira por conta própria, enquanto Crivella fugia a caminho de sua casa.

Não há consenso ou energia que faça a indignação chegar às praças, mas um e-mail seguido de “send”, para pressionar os deputados da CCJ a levar a acusação de Janot a plenário, já seria um baita de um esforço cívico.

Temer é como Pezão. Já foi e sabe. É preciso impedir que ele estenda a mortalha.”

Fernanda Torres / daqui

claudia & os mitos…

atripa

Assunto: VAPODN#12 & ELE

“oi, kérido! tudo certinho?

só para dar um alô e dizer que estou conectada now no VAPODN

viva sir Van!

não vejo a hora do jumboteko decolar novamente com programas inéditos

tenho até uma sugestão para o primeiro convidado: Adelzon, o mito

mas acho que vc já pensou nisso, né mesmo?

( :

beijos”

Claudia