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diz aí, péter…

toni platão já havia dito que os acessos da UERJ e belini não serão mais usados para “arquibancada”.

eles estarão, exclusivamente, por conta de sete (i repeat, SETE) mil pessoas que irão para os camarotes!

o fato é que o presidente do flu, peter (fala-se péter) siemsen acabou de informar ao globoesporte.com:

– Nossa polícia está mais do que aparelhada para fazer a segurança. Em logistica é até pior, porque a organizada do Vasco vem de São Cristóvão e desce perto do Museu do Índio, e a organizada do Fluminense vem do Méier. Do ponto de vista logístico, tentamos atender ao que mantivesse as organizadas dos dois times sem nenhum cruzamento.

na boa, acho que o presidente do fluminense está confundindo focinho de porco com tomada!

a conferir!

#32

após seis semanas sob furioso vendaval, o roNca retornou à costumeira brisola!

lembra, né? foram seis programas quase que temáticos…

– caixa do family

– do amor

– edição roto-rooter, o levante!

– wado & momo

– luiz valente (vinyl land)

– bernardão bnegão

UFA!

pois bem, o #32 retorna ao que existe de mais importante a bordo: os pedidos d’aTRIPA!

segura, “janeliNha + bula”…

bnegão & os seletores de frequência – “na tranquila”

sam rivers – “streams” (ao vivo)

jessie ed davis – “tulsa county”

eddie – “pode me chamar”

primal scream – “motorhead”

digital amerindio – “theophilus carter”

tono – “como vês” (inédita)

josé silva & suas baianas – “chegou a hora do pau comer”

the james hunter six – “it won’t be long”

syl johnson – “come on and sock it to me”

orchestre poly rythmo – “egni miton”

led zeppelin – “nobody’s fault but mine”

big gilson & bnegão – “tormenta”

michael stipe & courtney love – “rio grande”

marc almond – “ship in the distress”

cris braun – “e o amor calou”

cris braun – “cidade grande”

tinariwen – “imidiwan ma tenam” (portugal the man mix)

morbo y mambo – “colon y jara”

morbo y mambo – “kerosenne”

morbo y mambo – “antena comunitaria”

bobby bland – “driftin’ blues”

karen dalton – “same old man”

metá metá – “orunmila”

linton kwesi johnson – “di great insohreckshan” (ao vivo)

lee ranaldo – “lost”

lee ranaldo – “shouts”

festão…

captou os cornos dos convidados?

certamente, depois desta recepção, a tchurma da “briocolândia” já está procurando outros países para festejar suas “conquistas”… já que, pelas bandas de são paulo / rio / BH / PoA / salvador / petrópolis / uberlândia / porto velho / campinas / curitiba / são carlos / goiânia / niterói / victoria / recife / brumadinho / manaus / joinville / floripa… a chapa estará, sempre, quente!

registrado pelo lacumbuca!

chegaNdo, às 21h…

já começo dizendo o seguinte, na boa:

– pode botar a mão no K7

sério… afinal, logo logo, o áudio do roNca #32 estará guardado, sobretudo, em seu coraçãozinho.

e, segundo relatos, o som do jumboteKo tem sido companhia permanente d’aTRIPA!

dá uma sacada em quem estará forévis ao seu ladiNho…

michael stipe & courtney love, LKJ, cris braun, sam rivers, syl johnson, digital ameríndio, big gilson & bnegão, marc almond, morbo y mambo…

+  “chegou a hora do pau comer”… e o diabo aquático!

casca… dura!

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chorinho?

um dos ótimos programas na cidade de são sebastião é conhecer o botto bar!

inaugurado esse ano, na praça da bandeira, o estabelecimento vai contra todos as modinhas xarope que

determinam o entretenimento carioca.

detalhes tipo: não tem televisão, enche mas não lota (fica gente de fora), só toca música boa (pra gente, claro), a oferta de cervejas (na pressão, não tem garrafa) importadas e nacionais é avassaladora, o banheiro é impecável, abre cedo e fecha cedo (para os padrões da cidade), ar condicionado climão petrópolis (no inverno), não tem tiração de onda, é frequentado por shogun… e preços razoáveis para a qualidade do serviço!

semana passada, juntamos uma tchurma e partimos para o reconhecimento do terreno…

 logo no dia em que a casa mergulha fundo no blues…

jam session pesada com a cozinha do blues etíicos (claudio “bass” bedran & pedro “drums” strasser) +

otavio rocha (MEGA guitarra do blues etílicos) recebendo big gilson (big allanbik)!!!

desorientação total… de toda terça feira… com a cozinha do BE + convidados!

soubemos que, na quinta, haveria tributo a the clash, sex pistols & ramones!

ao deixarmos o recinto, um frequentador – depois de umas doze cervejas e uns dez jack daniels – indagou ao barman:

– pode dar um chorinho?

e o funcionário proferiu a mais certeira resposta que se tem notícia na redondeza:

– chorinho é na lapa… aqui é blues & rock

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a jornada…

Governador Valladares, estávamos eu e Baldinha Ferrare, minha wife, curtindo a noite romana (eu bebendo esmalte Colorama ela boquetando os cães), quando, de repente, um argentino com passaporte italiano nos chamou. Ele disse “ei! ei! ei, hermanos!!!”. Doidaralhaço como Joe Strummer gravando Sandinista, olhei para aquele sujeito de batina, cara de pica-pau e rosnei algo incompreensível já que Colorama, além da onda, dá uma dor na genitália inigualável. Com um labrador (raça preferida de todas as zoófilas do mundo, principalmente de Ipanema, UK, RJ) entre as pernas, Baldinha surgiu e berrou “é o Chico, Umma!!!” (diminutivo de Ummagumma, meu nome). Olhos vermelhos, ardendo, vomitando, defecando e urinando, tudo ao mesmo tempo, balbuciei “porra, Baldinha, até de Chico tu pega cachorro”. Levemente constrangida, a anã que me fez sair dos trilhos desta vida detonou “é o Chico, Papa Francisco, Umma”. Sim bispo Valladares, era o papa em pessoa durante suas incursões noturnas pelo mundo dos miseráveis, decrépitos, pansexuais, lesbians, queers, Jeff Becks e Wilsons Simonais. Rastejando, fui aos pés do papa e uivei “o que é que manda, santidade?”. O papa, falando castelhano como Maradona, Kempes e Neymarketing, foi curto e grosso: “vocês vão representar a escória humana em minha viagem para a Jornada Mundial da Juventude, vulgo JMJ, Grajaú-Leblon”. Baldinha, cerimoniosa como sempre, perguntou “é surubão, meu papa?”. Mal estar, dor de cabeça, cheiro de motel e ficou combinado que Baldinha e eu iremos no avião dos animais (seguranças, sacristões, Esquenta e baba-ovos em geral). É aí que a mensagem de Z´ (da mar´) que você cuspiu no Tico-Tico faz sentido. Se eu tivesse raízes seria um pé de jacarandá, mas Paquetá não sai de mim. Baldinha Ferrare não conhece e acha que quando bebo Colorama com Oncinha (vejam no Google que cachaça é) e fico falando da ilha, da ilha, da ilha, acha que é a Grã Bretanha, onde aluguei my body por uns tempos em troca de pratos de comida e ingressos para ver Yardbirds, Kinks e andar de roda gigante. Quando fui o prefeito pirata de Paquetá, os cavalos  eram robustos (foto), as bicicletas pintadinhas, lubrificadas e as mulheres muito bem tratadas por meu semen com Omega 3, já testado pela Fundação Oswaldo Cruz em Bonsucesso, UK, RJ. Agora, leio que tem cavalo morrendo a serviço, que um dia desses 287 crianças numa charrete choraram copiosamente quando o cavalo, um ex-alazão e marido de chacrete de 54 anos tombou morto, no meio da rua. O secretario dos animais do Rio, Agnaldo Rayol, decretou a proibição dos cavalos, mas o estafeta que levava a mensagem para o Diário Oficial passou mal (caganeira) atrás da Candelária e teve que limpar com o decreto. Falsificou outro e entregou errado. Escreveu bicicletas no lugar de cavalos e deu no que deu. Sim, Gov. my Gov. o aroma de que estou voltando faz algum sentido. A princípio como assessor junior de exorcismo do Papa, depois….como bem escreveu The Beatles, Are You Experieced??? hein??? hein??? Ummagumma Ferrare (O Vândalo de Estimação) do galpão de achados e perdidos da Alitália, Roma, UK, RJ.