MARZO 2013
06 MAR- PORTO ALEGRE, BRASIL – AUDITORIO ARAUJO VIANNA
07 MAR- RIO DE JANEIRO, BRASIL- CIRCO VOADOR
08 MAR – SAO PAULO, BRASIL – CINE JOIA
06 MAR- PORTO ALEGRE, BRASIL – AUDITORIO ARAUJO VIANNA
07 MAR- RIO DE JANEIRO, BRASIL- CIRCO VOADOR
08 MAR – SAO PAULO, BRASIL – CINE JOIA
http://www.youtube.com/watch?v=F37OK7Fg9Rw
http://www.youtube.com/watch?v=Fm6KGFcTrYg&feature=endscreen
Governador Valladares, sei que não adianta falar com vossa pessoa. Afinal, é carnaval e, pelo que te conheço, deve estar virando madrugadas e mais madrugadas paramentado de Colombino pelas rua de São Sebastião do Rio de Janeiro. Estou na cidade de Guilin no centro sul da China, onde o Boeing 787 Dream Liner bichado precisou pousar para fazer uma chupeta na bateria. Gov. my Gov., peguei minha anã Baldinha e saí pelos campos chineses, lamentavelmente levando muita, mas muita porrada bispo Valladares. Por que? Porque a região é primitiva, acho que nem luz elétrica tem, e the people aqui nunca viu um afro descendente como eu. Segundo um borracheiro que troca o pneu do 787, “sabe essa coisa de pele?”. Perguntou e saiu rebolando cantando “Catito, Catito, Catito meu”. Assim cavalga a humanidade, Gov. my Gov. Ainda assim, peguei aquele 38 Special que roubei de Keith Richards quando os Rolling Stones tocaram em Copacabana e Keith estava cheirando um quiosque na avenida Atlântica e atirei numa meia dúzia de chineses. Tiros de advertência, na testa. Comecei a ser respeitado e até cultuado pelo povo. Por que, Gov. my Gov? Por que precisamos matar, matar, matar para podermos ser livres? Como escreveu Olavo Bilac, poeta que deveria ser contratado pelo Ronca Ronca, “Joguei um limão nágua/ Pesado, foi ao fundo/ A água ficou turva/ Camarão não tem pescoço”. Governador, de tiro em tiro cheguei até uma Lan House em Botekin, bairro que fica na periferia de Guilin. Acessei o Ronca Ronca e ouvi a comovente história do seu amigo, músico e produtor Mulato Veloso (foto) sobre o Mali. Gov. my Gov. ele tem razão. Pronuncia-se Malí porque os franceses estupraram aquele país africano até o talo. Enquanto ouvia o programa em peidocast chorava como uma iguana, abraçado a Baldinha. Por que? porque foi no Mali que perdi a mulher de minha vida. Foi horrível, meu Governador. Eu e ela corríamos de mãos dadas entre as vans da estradinha de terra cheias de crianças com seus uniformes escolares e, num momento de volúpia apaixonada, Jandirá se jogou no rio e….Não consigo….as lágrimas me ardem os três olhos Gov. my Gov. Jandirá, que tinha sido miss Mali em 1974 foi devorada por 37 crocodilos e 14 hipopótamos. O último, covarde, canalha, que lambeu os ossos, xinguei de Ricardo Amaral. Cansado, ainda tive que copular 17 suecas que vão ao Mali só pra…dar, Gov. my Gov. E como sou crioulo, digo, afrodescendente tive que corresponder já que reza a lenda que nossos falos são astronômicos. Copulei na frente de Baldinha que, pra minha decepção, nada fez. Voltando ao linchamento, enfurecido, o hipopótamo, que como bem disse Mulato Veloso lá se chama hipopótamo mesmo, tentou me comer, mas, rápido, indignado, levantei a calça a tempo.//// Gov. my Gov. escrevo para desejar que o seu carnaval continue bom, quente, uma brasa mora, bispo Valladares. Que você continue se divertindo nos braços desses 6 milhões de foliões que fazem, do Rio de Janeiro a barbárie mais civilizada do mundo. O 787 com os kamikazes aposentados vai subir e não sei onde vai pousar. Sei lá, meu bem, sei lá. Ummagumma Ferrare de Guilin, China UK, RJ.
Why don’t you get back into bed
Reasons to be cheerful part 3
1 2 3
Summer, Buddy Holly, the working folly
Good golly Miss Molly and boats
Hammersmith Palais, the Bolshoi Ballet
Jump back in the alley and nanny goats
18-wheeler Scammels, Domenecker camels
All other mammals plus equal votes
Seeing Piccadilly, Fanny Smith and Willy
Being rather silly, and porridge oats
A bit of grin and bear it, a bit of come and share it
You’re welcome, we can spare it – yellow socks
Too short to be haughty, too nutty to be naughty
Going on 40 – no electric shocks
The juice of the carrot, the smile of the parrot
A little drop of claret – anything that rocks
Elvis and Scotty, days when I ain’t spotty,
Sitting on the potty – curing smallpox
Reasons to be cheerful part 3
Reasons to be cheerful part 3
Reasons to be cheerful part 3
Reasons to be cheerful part 3
1 2 3
Reasons to be cheerful part 3
Health service glasses
Gigolos and brasses
round or skinny bottoms
Take your mum to Paris
lighting up the chalice
Wee Willy Harris
Bantu Stephen Biko, listening to Rico
Harpo, Groucho, Chico
Cheddar cheese and pickle, the Vincent motorsickle
Slap and tickle
Woody Allen, Dali, Dimitri and Pasquale
balabalabala and Volare
Something nice to study, phoning up a buddy
Being in my nuddy
Saying hokey-dokey, Sing Along With Smokey
Coming out of chokey
John Coltrane’s soprano, Adi Celentano
Bonar Colleano
Reasons to be cheerful part 3
Reasons to be cheerful part 3
Reasons to be cheerful part 3
Reasons to be cheerful part 3
1 2 3
Yes yes
dear dear
perhaps next year
or maybe even never
in which case
Reasons to be cheerful part 3
Reasons to be cheerful part 3
Reasons to be cheerful part 3
Reasons to be cheerful part 3
Reasons to be cheerful part 3
Reasons to be cheerful part 3
Reasons to be cheerful part 3
Reasons to be cheerful part 3
Reasons to be cheerful part 3
( :
três titulares do henry cow!
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PQParille!
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acredite, eu não conhecia esta maravilha!!!
( :
“Prezado Mauriço,Sou paulistano, já atuei muito como DJ e hoje sou fotógrafo, atuando profissionalmente há bastante tempo. Mas uma paixão tão grande como a fotografia, só a música mesmo. Já discotequei nas pistas do Aeroanta e do Dama Xoc nos 90, entre outros locais menos transitados mas tão alternativos quanto.Seu desabafo e relato (dia 2), no ticotico, me deixaram um pouco deprê, por conta do que já perdemos e da perspectiva sobre o que vamos ter que aguentar no futuro, mas existe sempre um outro lado, o lado B…
É curioso como as coisas acontecem, e nos vemos às voltas com algumas coisas
que temos em comum. Soube que trabalhou com a gabaritada Ana Maria Bahiana
(quem descobri sendo uma das primeiras pessoas a publicar ensinamentos e
impressões sobre rock, MPB e afins)… …vivi no Rio de Janeiro no início
dos 90, onde tinha a oportunidade de desfrutar das bases que você incorporou
à Fluminesne FM e claro na Globo FM. Radios com programação bacana,
inovadora e descolada, dava de 10 nas outras rádios do Rio de Janeiro e de
São Paulo, pra onde voltei e por onde eu sempre permaneci rodando mesmo
morando no Rio, raras as exceções das USP fm, Brasil 2000 (onde também
botava o bedelho para fazer sessions de Zappa, Reggae e lados B de bandas as
quais a audiência conhecia apenas o superficial e mais vendido, claro que
por conta das programaçõe$) e uma 89 mezzo mussarela mezzo jabá.A rádio me lembrava a Nova Excelsior do início dos 80 (com o Kubrusly), com
uma programação que não permitia a repetição da mesma música num prazo de
vinte dias. Os caras tocavam um disco do Frank Zappa inteiro por programa,
no Prisma, baita programão… …conversei com o Kubrusly no ano passado,
mas notei que o cara adquiriu uma característica “global” que desmontou dele
aquele ar inovador e bacana praca, infelizmente. Era também um professor…Por tudo o que sempre ouvi, por tudo o que aprendemos a ouvir, pelas dicas e
pelas valiosas informações das entrelinhas, só posse te agradecer e
estimular a continuar na pista, saindo do tráfego constante e repetitivo.Outra coisa bacana, que me foi forte referência, foi ter podido frequentar
quase todos os programas “Fabrica do Som”, transmitido pela TV Cultura nos
80’s, e poder transitar com toda esse gente que algum dia fez musica boa,
com independência, aprender com aqueles que tocam e compõe sobre suas
fontes, driblando os produtores, subvertendo, enfim, a industria fonográfica
sanguessunga, mas conhecer e seguir trabalhos de músicos foi o que sempre me
orientou para saber como pesquisar outros bons músicos e assim por diante.
Claro que entrar na galeria do Rock e arredores, visitando Baratos Afins,
Wop Bop, London Calling e a Modern Sound, do Rio, trazia um frio na espinha
ao ver o que existia e acontecia fora da Brasa, o que rolava pelo mundo.Mas como dizia Fiori Gigliotti, o temmmmpo passa, things change, e o mundo
tem uma nova ordem e a ordem, infelizmente, é consumir por consumir, vender
barato e sem consequências. O que não nos pode abalar (*), sei que exitem os
locais específicos para esse prosopopéia toda, e tem gente que pode sim
bancar essas idéias. Este ano, tive a oportunidade de ver Bootsy Collins com
sua banda completa, equipamentos e engenheiros de som todos “importados”,
tocando no meu vizinho Sesc Pompéia, às custas de módicos dezrreal. Também
levei a patota toda (a mulher e os três filhos) pra ver Uakti na mesma
unidade por R$ 5,00. Ontem, dia 6, a dose foi cavalar… …assisti a um show do Nuno Mindelis e banda por R$ 3,00 !!! Ao dizer isso para o Nuno, ele confirmou: “Impressionante, é um milagre, pois nos pagam bem esses caras !”Claro, aqui em casa somos comerciários e pagamos uma
merreca pra ver o que tem de bom e muita qualidade, e a rede Sesc ajuda. Mas
ao observar esta benevolência criticamente, sabemos que as coisas ali
funcionam por um motivo bem positivo, pois os artistas comentam que são bem
pagos, e a audiência sorri com os preços praticados lá. Funciona porque a
finalidade do Sesc não é criar demanda, atingir metas ou simplesmente vender
produtos em escala chinesa, vendem cultura para atender a pouca demanda
existente, raramente não consigo comprar o ingresso que quero, sempre tem
disponível apesar de ter que “ficar esperto” pra não acabar…Conversando com o Danilo Miranda – Diretor Regional do Sesc SP –
pessoalmente, parece que atingir a utopia é algo comum naquele local. E não é só com a música, também ocorre com artes, cursos, atividades esportivas… Melhor
pra nós !!Musica para mim é tão importante e vital quanto o ar que respiro, não rotulo
musica por estilo ou músico ou banda ou regionalismo ou nacionalidade,
costumo dizer para os que gostam de minhas dicas de bons sons (confesso que
muitas vezes elas vem de seus sopros fabulosos, mas sempre concedo os
créditos desta origem preciosa, indicando o Ronca pros desatentos, como as
demais fontes) que classifico as musicas em dois quesitos apenas: as musicas
boas e as musicas ruins. E é estranhamente ridículo saber diferenciar uma da
outra, o que parece impossível para a maioria das pessoas ao redor… …mas o que parece querer nos tirar do prumo é que os produtores, a mídias e os programadores das radios que estão aí sabem disso muito bem, mas trabalham com o inverso de nossas necessidades: optam pelo ruim, pelo mau gosto, pelo grotesco, porque é o que vende.Mas sei que vai acalmar essa baderna toda, e nós temos que fugir do banal, sim. E ter essa coragem sua, muitas vezes, beliscando o próprio torso, o que não podemos abrir mão das convicções e principalmente, do que é verdadeiro.
(*) sofro com esse probelma já a alguns anos, existem hoje uma legião de
“fotógrafos” que foram pra Disney e trouxeram uma Rebel na bagagem, que
moram com o papai e estão com as contas pagas e responsa zero. Desembarcam
aqui já com o título de Fotógrafo Profissional, e se admiram de fazer
trabalhos “bacanas” como cobrir uma festa de gente “popular”, cobrando
aqueles valores que cobrem a conta do buteco. Canso de ouvir que “tem um
cara fazendo um preço muito melhor” dos clientes, que hora ou outra acabam
por me ligar novamente, porque o sujeito fez uma baita M*&%@ que não serve
nem pra usar como textura de cesto de lixo. Portanto confio que ainda vai
assentar uma certa poeira, a verdade deve prevalecer, e o que é bom, tem que
durar. Pelo menos, um pouco mais…(**) vai um plesentinho do Mr. Bootsy pra ti. Feita com uma compacta pra
furar os severos seguranças da choperia do Sesc, portanto, fotinhaz com
menos pixels e mais intenção.Abração forte, fica na ativa e vamos seguindo onde for, bro ! Só não nos
abandone sem avisar.
Mais uma vez, meu muito obrigado !”Simão
segue forte a reverberação das presenças de alexandre & moreno, terça passada, no jumboteKo.
o especial MALI tocou fundo na alma d”aTRIPA!
Subject: Hipopótamo“O 310 foi massa, fez bater com mais força o coraçãozinho. Música simples e riquíssima, que emociona pela sinceridade. A essência é essa, né, som que liberta a alma. satisfy my soul, como diria Bob Nesta, aniversariante da semana. O voo me lembrou o “quero ser negro, pai” rsrsrsE nesta bula está faltando ele – Al Green. Adorei o “take me to the river”, ainda mais tocando no contexto dos rios africanos, onde tudo brota.
Valeu, Mauval.”
beijão Sissi
Subject: afrika é aqui!Fala Maurição!
Cara, o programa de 3a.feira foi fantástico, antológico, uma aula não só sobre a grandeza das Áfricas, mas sobre a vida… Estou, neste momento, acabando de fazer a janta aqui em casa e, graças a versao podástica do roNquitcha, podendo ouvir noutro dia. Na 3a.feira mesmo, ouvi um pouco e vibrei na comuna do feicebuque. Mas agora é que fiz a audicao na íntegra.Então, campanha nacional para irmos pra Bamako!Há alguns anos, venho conhecendo e me encantando pela diversidade das Áfricas: na música (ouvindo Tinawiren), nas artes (trampei em uma exposição sobre tapeçaria e ornamentos no Centro Hélio Oiticica), ensinando o pouco que aprendi em escolas… por aí!E o programa foi ótimo para ensinar e cativar mais gente pra causa! Moreno e Alex fizeram a diferença. Falando no Moreno, fiquei instigado em ver o símbolo nacional de Mali… a do hipopótamos quebrando a canoa, manja? Será q ele nao tem nenhuma fotito? Coloque la no tico-tico!Te mando em anexo o que achei na net: um selo da republica, com o dito cujo posando!Pra fechar o email, o mais chocante do programa foi quando Moreno falou da falta de comida, causando cegueira geral… cara, tem muuuuita coisa pra gente fazer nesse mundo mesmo… É arregaçar as mangas e entrar nas (micro)lutas!!! Da minha parte, fico feliz em dizer que hoje foi meu primeiro dia de volta à Maré: ministrarei oficinas de Rádio pra molecada, dentro de duas escolas (quase prisoes)… vamos ver qual vai ser!abracos,”marcelo
Subject: RE: tuaregues & cia…“Que aula, e que felling cara! Absurdo……a história das crianças contadas pelo Moreno fez meu chão dar uma balançada ( em pleno metro, a caminho pro trabalho), um tipo de vivencia desse tipo faz no minimo a pessoa enxergar o seu cotidiano de forma diferente, as musicas como sempre redondas, acho que não teve nenhuma meia-boca nesse programa cara, programa redondinho! Tenho que conferir ainda, mas acho que essa aqui que teve um destaque especial pra mim “joe cocker mad dogs & englishmen – “feelin’ alright” (ao vivo)”….
Obs: Contei a história pro povo do escritório, a reação foi a mesma que a minha, olhos de geral brilhando.”
Valeu Mau Val.
segunda feira passada, dia 4, o eixo da terra foi abalado pela subida de três leNdárias peças…
http://www.youtube.com/watch?v=ulvauWJxaV4
http://www.youtube.com/watch?v=icAOfeNsatc
cacilds, cada um na sua gaveta… e todos embolados no jumboteKo, sempre!
cecil womack, reg presley & donald byrd!
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