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klebinho mandou pra gente…

Subject: Blacks
 “Fala Mauricio…

Dia da Consciência Negra. Falando em consciência…
Que tal um pouquinho de Black Panthers ?

Cadê as dancinhas ? Cadê os coraçõezinhos ? Cade o “Eu te amo” pras câmeras ?
Se nossos atletas, negros ou não, tivessem um pouquinho de consciência de seu poder e de sua influência, a situação poderia ser diferente hoje. Isso pra não falar da Mí(r)dia…
Pelé, citado por você no Tico, ao fazer o milésimo gol disse aos microfones presentes: “Vamos olhar para as crianças, elas são o futuro.” Foi ridicularizado. 43 anos depois…
Detalhe no vídeo: o branco no pódio é Peter Norman, australiano que ganhou a medalha de prata. Tommie Smith e John Carlos, os Panteras Negras, já haviam combinado de levar dois pares de luvas pretas. No vestiário, após a prova, se deram conta que só haviam trazido um par. Norman então deu a “grande” ideia: cada um veste uma luva em cada mão. Involuntariamente, se tornou o autor da maior imagem esportiva de todos os tempos. Pelo menos pra mim.
Abraços
Kleber

Smith e Carlos no funeral de Norman, em 2006…

1000

– Em 19 de novembro de 1969, Pelé marcou, de pênalti, contra o Vasco, o milésimo gol de sua carreira. Logo após o tento histórico, o Rei do Futebol foi homenageado e vestiu a camisa cruzmaltina. Relembre essa história clicando aqui

confere a partir de 3:45…

“curioso” como ao longo desses 43 anos, a história fez questão de ocultar um fato tão especial:

“pelé (vascaíno) deu a volta olímpica, no maracanã, vestindo a camisa do vasco número 1000”

mas que cavadinha do negão no penalti, hein?

e o pela-saco do locutor ali de cima diz – “é penalti, não há dúvida”!

hahaha… como assim, bial?

mas é claro, tudo estava arranjado pro gol1000 sair no maraca… great!

( :

(netvasco.com.br)

deliraNdo…

Subject: The Who
“Caro Maurício

Fui ontem à noite no recém inaugurado Barclay’s Center no Brooklin para assistir ao show do The Who executando o Quadrophenia + alguns hits. Tremenda tranquilidade para chegar, fui de metrô. O local é fantástico, muito espaço, comida e boa cerveja vendendo dentro da arena, além de uísque, vodka…
Agora o show… Foi além do que eu esperava amigo. Quase 3h de puro delírio. Local sold out, não cabia mais ninguém. Os 50% sobrevivente do Who + Zak Starkey + Pino Palladino + Simon Townsend fizeram um showzaço. No fundo do palco imagens ilustrando o início o anos 60, passando pelo início dos 70’s, Heath era o PM eu acho, com a crise econômica devido à alta do petróleo, Thatcher etc.
Mas, o mais emocionante foram as imagens de Keith Moon e John Entwistle, por vezes superpostas, com o som, ao que era executado no palco. Há uma performance solo de Entwistle em 5:15 que é inacreditável… Outra é de Moon em Bell Boy… Indescritível.
Pena que as quase 3h passaram rápidas. Foi emocianante ver as pessoas cantando, se abraçando, se divertindo…deu para sentir que os caras da banda estavam se sentindo bem ali, acima de qualquer compromisso profissional.
Fantástico cara.

Nesse mesmo local, daqui a alguns dias: Dylan com Mark Knopfler, Leonard Cohen e Neil Young. Um dia a gente chega lá…
Forte abraço de seu fan”

Gerson