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3.0

para nós (todos), a mais cascuda comemoração pelos 30 anos do roNca no rádio foi…

voltarmos ao ar, exatamente, em 2012!

afinal, a trajetória começou em 1982, na fluminense fm!

mas sempre pensei em fazer algo festivo para marcar a conquista.

até que…

captou? imaginou?

os paralamas, também, iniciaram sua História em 1982!

você sabe que a primeira demo da banda foi tocada no rock alive, o “ground zero” do roNca, né?

ou seja, literalmente, nossos primeiros passos foram together… e assim seguimos!

sendo assim, o roNca roNca irá sonorizar alguns shows dos paralamas na turnê de 30 anos.

o trelelê começará daqui a 30 dias, na fundição!

e como o clima é de festa, adivinha a peça que está no forninho…

sim, o maNto… em mais uma brutal/sagaz/leal ação de…

nossos amigos do BiBi sucos!

até o dia 4 e maio, vamos colocar muitos ingressos nas mãos de nossa torcida.

a camiseta será distribuída, exclusivamente, nos embalos, ok?

e, tão logo sejam confirmadas outras datas com a presença do roNca, a gente grita aqui!

vai preparando o vendaval para apagar as veliNhas…

cheers!

( :

mas, hein? e os empolgados cariocas?

programação
NUBLU JAZZ FESTIVAL 2013
Roy Ayers EUA / Love Trio EUASESC Belenzinho
Dia(s) 21/03
Quinta, às 21h30
Com abertura do DJ Modest P. a partir das 20h30. A noite inicia-se com o Love Trio. Formado por Ilhan Earsahin (saxofone e teclado), Jesse Murphy (baixo), Kenny Wollesen (bateria). A sonoridade mistura jazz e hip hop. Neste show contam com as participações especiais dos brasileiros Lanny Gordin (guitarra) e João Parahyba (percussão). Em seguida, Roy Ayers, considerados um dos precursores do fusion e do “neo soul”, entra no palco. Ayers é compositor e vibrafonista de jazz, soul, fusion e R&B com 72 anos de idade e quase de 50 de carreira, tendo lançado 55 álbuns. Comedoria. Duração: 2h. Ingressos à venda pela rede INGRESSOSESC a partir de 01/03, às 14h.
Proibido para menores de 18 anos: venda de bebida alcoólica no local.
R$ 32,00 [inteira]
R$ 16,00 [usuário matriculado no Sesc e dependentes, aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovante]
R$ 8,00 [trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes]
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agenda…

MOSTRA DE CINEMA FRANCÊS – ESPECIAL MÚSICA

Além dos variados estilos musicais, o público poderá conferir, também, a diversidade cultural entre os inúmeros países

O Oi Futuro, em parceria com a Cinemateca da França, apresenta a Mostra, constituída exclusivamente de documentários relacionados à Música. Blues, Soul e Rap são alguns dos ritmos que permeiam os filmes. Além dos variados estilos musicais, o público poderá conferir, também, a diversidade cultural entre os inúmeros países, como Mali, Madagascar e Senegal e, até mesmo, uma nova expressão artística, o Slam.

 

Dia 6, quarta-feira:

20h – “Xalima, a Pena” (“Xalima la plume”) – França/Senegal (2003) – Direção: Ousmane William M´Baye –  Documentário – 51`

Precursor da música folk senegalesa, Seydina Insa Wade ficou famoso nos anos 70 e depois mudou-se para a França, mas acabou sendo esquecido por seus conterrâneos. Retornou a Dakar para gravar seus últimos trabalhos. Ousmane William M´Baye acompanhou esta volta ao lar e a amizade que surgiu entre os dois mostra um retrato sensível e pessoal do músico.

 

Dia 7, quinta-feira:

20h – “Vibração na Nossa Cabeça” (“Ça vibre dans nos têtes”) – França/Togo (2009) – Direção: Kassim Sanogo –  Documentário – 52`

Em Karofina, o bairro underground de Bamako, os jovens cantam rap, fazem penteados e vendem roupas. Alguns vendem o que nem conhecem, mas uma coisa é certa: é no underground que existe a criação. As crianças comem, fumam e dança rap de manhã até à tarde, sem parar.

 

Dia 8, sexta-feira:

14h – “Manu Chao, Giramundo Tour” – França (2000) – Direção: François Bergeron – Documentário – 52`

Manu Chao, equipado com uma pequena câmera, uma guitarra e um computador, compõe, escreve e procura sua inspiração no que se impõe como atitude: a viagem.

 

Dia 9, sábado:

14h – “Desert Blues” – França/Mali ( 2006) – Direção: Michel Jaffrennou – Documentário – 60`

Uma viagem musical guiada pelo mestre das marionetes Yaya Coulibaly no coração do Mali. Entre o real e o imaginário, Jaffrennou coloca em cena um conto musical com três dos grandes artistas malis, vindos de diferentes grupos étnicos: Habib Koité, Afel Bocoun e o grupo de mulheres touaregues Tartit.

16h – “Ray Lema, dividir tudo em todos os lugares” (“Ray Lema, tout partout partager”) – França (1997) – Direção: Dom Pedro e Jean-Henry Meunier Documentário – 52`

Ray Lema é uma das figuras mais emblemáticas da música africana no mundo inteiro. Aberto a todos os gêneros, dominando todos os estilos, pianista e compositor genial, antigo seminarista de Kinshasa, percorre o mundo relendo a tradição musical do seu continente.

18h – “Slam, aquilo que arde” (“Slam, ce qui nous brûle”) – França (2007) – Direção: Pascal Tessaud – Documentário – 52`

Através de um retrato cruzado de quatro slameurs, o documentário intercepta os diferentes lugares de difusão dessa nova expressão artística e apresenta as correntes do Slam. Uma geração heterogênica e espontânea de poetas se reúne para declamar em público textos que expressam, com inventividade, humor e energia, suas cicratizes íntimas, sociais ou seus sonhos.

 

Dia 10, domingo:

16h – “Mahaleo” – França (2005) – Direção: César Paes e Raymond Rajaonarivelo 100`

Mahaleo é a formação musical mais popular de Madagascar. Os sete músicos do grupo sempre rejeitam o show business, apesar dos 30 anos de sucesso. Estes precursores de blues malgache são também médicos, cirurgiões, agricultores, sociólogos ou deputados. Guiado pela força de suas canções, o filme é um retrato de Madagascar nos dias de hoje.

18h – “Glenn Gould – Além do Tempo” – (“Glenn Gould – Au-delà du temps”) França (2004) – Direção: Bruno Monsaingeon –  Documentário – 106`

O filme tenta entender a essência da genialidade do pianista e sua relação passional com seu público no mundo inteiro, muito mais amplo que a noção restrita do público musical. Baseado num conjunto de documentários sobre Gould, trata da questão da maestria do artista que, 20 anos após sua morte, ainda é celebrado no mundo da música clássica.

20h – “Uma Visita a Ali Farka Touré” (“Une visite à Ali Farka Touré”) – França (2000) – Direção: Marc Huraux – Documentário – 52`

Niafunké, no norte de Mali, entre a curva do deserto e do rio do Níger, onde sopra o vento “harmattan”. É neste universo mestiço e mágico, onde povos e culturas sempre estiveram próximos, em que “Ali Farka Touré – O bluesman do deserto” extrai sua inspiração musical. Fontes tradicionais se agregam ao soul e ao blues americano, propocionando o nascimento de uma grande música internacional.

 

De 6 a 10 de março | Teatro

Entrada franca | Classificação etária: livre

Distribuição de senhas meia hora antes

Mais informações: www.cinefrance.com.br