Subject: CRIMES NO SHOW DO RINGO NO RIOOlá, Maurício. Segue, abaixo, artigo denunciando os crimes dos quais fui vítima, como cidadão e cadeirante, no show do Ringo, no último dia 15, aqui no Rio. Antecipadamente, agradeço-lhe o apoio, solidariedade e divulgação. Abraço do João Paulo Petersen.CIDADANIA ESMAGADAJoão Paulo Petersen *Pesquisador musical, especializado em Beatles, com muitas realizações no Brasil e trabalhos publicados em vários países, tenho 37 anos, sou portador de tetraplegia, nunca caminhei, sou cadeirante. Dedico-me ao estudo do universo dos Beatles e à produção de textos históricos e críticos sobre temas deste universo estético e sócio-antropológico desde 1989. Em maio último, realizei um sonho de criança: assisti no Estádio do Engenhão, no Rio, onde vivo, o show de Paul McCartney, da turnê Up And Coming. Foi um belo espetáculo, que marcou a minha memória e o meu coração.Em julho último, um novo sol no horizonte: Ringo Starr e sua All Starr Band viriam ao Brasil em novembro para apresentações em seis capitais brasileiras, inclusive o Rio, na sua primeira passagem pela América do Sul. Imediatamente, adquiri ingressos no Portal Tickets for Fun, para mim e um amigo que me acompanharia. Durante a compra de ingressos pela Internet, recebi da empresa e da administração do City Bank Hall, local do show, no Shopping Via Park, a garantia de que a casa dispunha de acesso, área para cadeirantes e outros espaços e equipamentos apropriados aos deficientes físicos. Esperei, ansiosamente, por mais de três meses a chegada do dia especial em que o meu ídolo, o baterista do maior grupo de rock de todos os tempos se apresentaria na minha cidade.Desgraçadamente, no último dia 15 de novembro, eu e o meu amigo que fomos ao show do Ringo Starr vivemos uma verdadeira noite de horror, uma sessão de torturas, no City Bank Hall. Contrariando tudo o que divulgou, informou e comigo contratou, a Time for Fun, empresa da qual faz parte a Tickets for Fun, e que produziu o evento e “administra” o City Bank Hall – eu e meu amigo tivemos de vencer, com grandes dificuldades, obstáculos de uma casa sem acessibilidade, sem equipamentos nem espaços para o cadeirante se locomover e assistir o espetáculo.Depois de ser proibido pela segurança do Shopping Via Park de nos abrigarmos, sob uma marquise, da ventania e temporal que surpreenderam o Rio naquele fim de tarde, e ficar totalmente encharcado; depois de, perigosamente e sob constrangimento, ser carregado em escadarias, num vai-e-vem sem fim; de ser desconsiderado e desrespeitado por funcionários; de ser, enfim, criminosamente humilhado de todas as formas – deixaram-me num lugar improvisado, cercado por uma grade, onde, sem alternativas, fui obrigado a assistir ao show parcialmente, com visão de apenas um terço do palco. Para arrematar a tragédia, por uma incrível, terrorista e sádica “ordem da administração” da casa, o amigo que me acompanhava para empurrar a cadeira e me dar segurança, e que pagou uma entrada inteira, não poderia ficar ao meu lado, como era a sua função, mas distante de mim.Este é mais um intolerável e criminoso episódio de tantos que vitimam a mim e a todos os portadores de necessidades especiais na Cidade do Rio de Janeiro, onde os nossos direitos de cidadão são, rotineira e impunemente, ignorados ou esmagados, com a conivência das autoridades. À direção da Time for Fun em São Paulo, comuniquei detalhadamente as barbaridades, o que serviu apenas para a promessa de um estudo futuro sobre a possibilidade de devolução do valor dos ingressos e um registro seco, inócuo e inconsequente de desculpas. Por outro lado, o único telefone da “administração” do Shopping Via Park, empregador do guarda que alegou não ter ordem para permitir que um cadeirante ficasse sob uma marquise numa tempestade, não funciona.Apesar de toda a violência que sofri, o show do Ringo no Rio de Janeiro foi excelente, como esperava. É certo que fiquei abalado, me senti esbofeteado e ainda estou muito triste, decepcionado com a violência e a fraude, com o tratamento criminoso que recebi da Time for Fun e da Administração do Via Park. Nunca passei por uma situação tão vexatória, ignominiosa, tão ofensiva e humilhante em toda a minha vida.A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro expede normalmente alvarás de funcionamento para casas de espetáculos, restaurantes, lojas, cinemas e outros estabelecimentos, onde são proibidos o acesso, movimentação e fruição de cadeirantes, onde eles são impedidos de ingressar e se movimentar, onde eles não são bem vindos, pois não são considerados cidadãos. Esses estabelecimentos tem as suas atividades “legalizadas”, estão “autorizados a funcionar” e a “legalmente” discriminar e punir os deficientes físicos em suas cadeiras de rodas. Na verdade, “deficientes humanos” são os proprietários dessas empresas e as autoridades que legalizam esses estabelecimentos, autorizam o seu funcionamento defeituoso, canhestro e ilegal.Tais fatos, criminosos, como este que me agrediram e negam a liberdade de ir e vir e os mais singelos e básicos direitos de cidadania aos cadeirantes, como o ocorrido no City Bank Hall, de responsabilidade da Time for Fun, os tenho denunciado sempre aos órgãos municipais e estaduais responsáveis pelo cumprimento das leis de garantia dos direitos dos deficientes e sua fiscalização, bem como a entidades privadas que se interessam e cuidam do assunto, sem nenhum efeito, sem qualquer consequência.Tudo isto é deplorável, inimaginável, quando, já no Século XXI, a Organização das Nações Unidas celebra trinta e seis anos da Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes, da qual o Brasil é signatário. E anunciamos que nosso País possui uma Constituição denominada “Cidadã” e tantas leis que proclamam e “garantem” os direitos de milhares de deficientes físicos, cadeirantes, cujos preceitos e ordens são cotidianamente ignorados e não cumpridos, numa vergonhosa demonstração de cidadania esmagada.
(*) Pesquisador e crítico musical
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lembra deste assunto, aqui no poleiro, em 6novembro?
embarcando…
fogão pisou na bola e são paulo derrapou no acarajé, ontem.
vasco e coringão respiraram com mais calma… mas ainda tem muita gente no cangote!
aí, você pensa no que tem de lambança pairando sobre o brasil… e nas coisas do futebol tupiniquim.
ainda se lembra do fim do ministro do esporte, né? ou caiu no esquecimento?
enfim, aí, você lembra do itaquerão (?! ARGH!)… de tudo que está envolvido nessa con$trução… do lula metido!
o maraca que só terá os canarinhos… se a seleção fizer a final!
nas ALTA$ mutretas em TODA$ as jogadinha$!!!
afinal, corrupção & seus bluecaps fazem parte de nosso minuto a minuto, procede?
aí, voltando ao campeonato brasileiro… podem restar coringão e vasco como possíveis campeões!
hein?
pois bem, essa semana pintou a ameaça de diego souza pegar 12 (DOZE) jogos de suspensão por conta sei lá do quê!
DOZE!
hein?
anyway… do jeitinho que as coisas vão indo…
ITAQUERÃO, ninguém consegue um nome melhor?
estádio são jorge, por exemplo, não seria melhor?
ou então, em tempos de globalização, LULA stadium!!!
( :
hahaha…
O presidente do Corinthians, Andrés Sanches, é o novo diretor de Seleções da CBF. O site oficial da entidade confirmou a informação na tarde desta sexta-feira. O dirigente, porém, só vai assumir o cargo em janeiro de 2012 logo após deixar o comando do clube paulista.
A escolha foi selada nesta sexta-feira em reunião na CBF. Sanches esteve na entidade e conversou com o presidente Ricardo Teixeira antes de aceitar o cargo.
Andrés tem boa relação na entidade e, inclusive, foi o chefe da delegação canarinho na África do Sul durante a disputa da Copa do Mundo de 2010.
As eleições presidenciais no Corinthians estão marcadas para fevereiro de 2012. Porém, a expectativa é que o pleito seja realizado em dezembro. Tudo depende da mudança no estatuto do clube alvinegro.

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lollando…
o lollapalooza acontecerá em abril/2012, são paulo.
acho que até para um caboclo de 20 anos estas atrações não empolgam!
afinal, ele – o caboclo – já terá visto 98% delas… e circulado, várias vezes, por festivais semelhantes.
e para quem tiver acima de trinta aninhos… já deu, né?
o mais bacana de tudo é a certeza de que, nessa área do entretenimento, não temos nada a dever… pra ninguém!
agora, quer ver/ouvir alguma coisa diferente? quer?
pois bem, procure em alguma gaveta que não seja a do “pop/rock”, caso contrário… mais do mesmo, porraqui!
lolla X lola?
sou mais esta…
http://www.youtube.com/watch?v=Ixqbc7X2NQY
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mardita manguaça…
PQParille… que tal levar as peças pro grupo corpo?
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dingobéu, HO HO HO HO…
já que estamos perto do natal, as presepadas começam a abundar!
esta aqui, por decisão do STJD, logo pro jogo final… “estranho”, né?
comédia!!!
“A última rodada do Campeonato Brasileiro, que terá o clássico entre Vasco e Flamengo, ganhou mais um novo capítulo nesta sexta-feira, dia 18 de novembro, em relação ao local do jogo, ainda indefinido. O clube cruzmaltino, mandante da partida, ainda sonhava com o clássico no Engenhão ou até em São Januário. Mas depois da decisão unânime da Quarta Comissão Disciplinar em julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o duelo pode mesmo acontecer longe da capital carioca. O Vasco foi punido com perda de um mando de campo e multado em R$ 10 mil.
O Vasco faz partida contra o Avaí em casa neste próximo domingo, dia 20, mas a decisão do tribunal não afeta este compromisso, já que, com base no Estatuto do Torcedor, não há tempo hábil para mudança de local a esta altura. Assim, a punição teria que ser cumprida no próximo jogo como mandante, que será justamente contra o Flamengo, na última rodada do Brasileirão, que pode dar o título ao Gigante da Colina.
E como determina o regulamento, em caso de punição com perda de mando de campo, o clube precisa jogar a uma distância mínima de 100 quilômetros da cidade onde ocorreu o fato que gerou a punição. A confusão com o árbitro do jogo contra o São Paulo aconteceu em São Januário.”
será que tudo está amarradinho a este clique de hoje?
sentiu o “listradinho”, né?
mamãe!
barco furado!
Subject: Fonte Panfleto“Salve MauVal,
Obrigado pela citação, mas o panfleto do bundamolismo não foi nossa criação.Segue fonte:Abraço,”Leonardo
festival “vaso ruim”…
ainda bem que estarei a bordo do jumboteKo na hora exata desta desgraceira…
mas é bom mostrar que eles não quebram mesmo!
fueda!
léo (pai de larinha) mandou pra gente…
Somos todos bregas
O antigo mau gosto musical virou convicção no Brasil
Luíz Antômio Giron
Discos sempre foram para mim fontes de descoberta. Talvez o hábito de ouvi-los tenha ficadp fora de moda por causa da internet e da pirataria, mas nada se compara em nitidez sonora a um CD feito com plástico, alumínio e bits sonoros. Pois ontem escutei dois discos de duas cantoras representantes de faixas de público aparentemente diversas que me ajudaram a refletir sobre a atual situação da música popular brasileira: O que você quer saber de verdade (EMI), da cult MPB carioca Marisa Monte, e Ao Vivo(Universal), da mineira e sertaneja Paula Fernandes.
Há dez anos, para não ir muito longe, minha experiência sonora seria considerada abstrusa, pois obviamente duas artistas de registros tão diferentes iriam apenas mostrar a multiplicidade da música brasileira – e reafirmariam minhas convicções em relação àquilo que é refinamento e singeleza. Marisa, representante da alta cultura; Paula, das camadas populares. Mas minha experiência não se deu assim. Antes pelo contrário: o que eu ouvi nos dois discos são cantoras quase idênticas, entoando baladas românticas muito simples, acompanhadas por instrumentos acústicos, repletas de uma versalhada tida antes por piegas, tresmolhados de bons sentimentos e mensagens de amor nada discretas. Ambas seriam chamadas de bregas no Brasil Velho. Nos anos 60 e 70, a música romântica influenciada pelo bolero, a modinha e a toada caipira era considerada um produto barato, para uso do povão. Nos 80, bandas da vanguarda paulistana e cantores como Eduardo Dussek exploraram a verve paródica, meio que esnobando o brega, mas lucrando com o gênero. Depois da apreensão ingênua e da paródica, as pessoas assumiram o gênero com pungente fé. Hoje o brega é a convicção de um povo. Ele se consagrou. Marisa e Paula, duas grandes artistas vocais brasileiras, assumem com serenidade o novo bom gosto. Uma prova de que o brega se converteu em cult –e vice-versa.
O cult está brega. Isso quer dizer que o cidadão brasileiro cool e descolado se vale de todo tipo de referências para compor a sua roupa, seu modo de agir e seu imaginário. Esse novo comportamento reflete a mudança demográfica do país, com a ascensão das classes C e D. Essas camadas se tornaram importantes e terminam por impor seu gosto, seus hábitos e costumes ao restante da sociedade de consumo. A gente vê isso na novela Fina Estampa, da TV Globo, de Aguinaldo Silva. Ela relata a ascensão social da pobretona Griselda (Lília Cabral), que de quebra-galho se torna empresária. A novela não maquia a luta de classes, e mostra o conflito entre a emergente Griselda e a socialite Maria Teresa (Cristiane Torloni). Baseado em pesquisas, o autor faz um retrato realista de como a mulher brasileira se tornou chefe de família, está galgando posições – e, no universo da cultura, obriga a turma do narizinho empinado a prestar atenção no que ela gosta, no que ela sente, pensa e consome. Esse “ovo Brasil” é uma realidade insofismável. É preciso considerá-la e respeitá-la. Os novos-ricos e os novos-classe-média vieram para ficar e se mostrar, para horror das marias-teresas da vida.
Além da novela, o cinema brasileiro tem explorado, de uns cinco aos para cá, o universo da nova classe média: são favelas que enriquecem com o tráfico e o tráfico que domina os “bem-nascidos”(Tropa de Elite 1 e 2, Meu nome não é Johhny), mulheres que lutam para sobreviver sem preconceito (O céu de Suely,Bruna Surfistinha, De pernas para o ar), formas de arte em extinção que insistem em se manter vivas (O palhaço, Suprema Felicidade), personagens que questionam a identidade e os tabus sexuais (Se eu fosse você 1 e 2). É um novo mundo que se descortina, e talvez não se coadune com aquela ilha da fantasia sonhada pelos estetas, que hoje só sabem admirar o cinema classe-média-bonitinha da Argentina. Infelizmente (eu diria felizmente), o Brasil não é a Argentina. O Brasil se mostra muito mais rico e variado em termos demográficos e, por isso, culturais. Se é cultura “inferior” nos padrões europeus, paciência.
Os gostos, os hábitos, os amores e os ventos mudam, já dizia o poeta seiscentista Luís de Camões. Até a novidade sofre tantas e tamanhas metamorfoses em sua estrutura que chega o dia em que as coisas mais antigas, descartáveis e antes desprezíveis viram artigo de luxo. Experimentamos hoje o choque do velho, em contraposição ao que preconizavam as vanguardas artísticas até os anos 1920. No terreno da música cultura de massa, o processo se acelera ainda mais. Não apenas velhos paradigmas voltam à tona – trata-se de uma forma de reciclagem rápida dos produtos culturais – como também os usos e costumes de classes sociais antes antagônicas começam a interagir e a se fundir de forma irreversível, alterando o que se pensa sobre o mundo e como se consome arte, entre outras coisas.
Mas voltemos à música, que sempre foi a antena das tendências por aqui, e, apesar de viver momentos não muito brilhantes, continua a ser uma arena de mudanças. O que tem acontecido na música brasileira é uma quebra de paradigma. Caiu a hegemonia do eixo Rio-São Paulo. A música axé da Bahia tomou conta do país inteiro, e gerou estrelas como Ivete Sangalo, Claudia Leitte e Carlinhos Brown. O interior invadiu as capitais, e surgiu o forró universitário e, mais recentemente, o sertanejo universitário. O funk se fundiu com o samba e a MPB. E vieram para baixo os sons amazônicos. ÉPOCA publicou recentemente uma reportagem intitulada “E o brega virou cult”, de Mariana Shirai, sobre o gênero tecnobrega paraense e sua influência no movimento Avalanche Tropical, que congrega bandas e DJs bregas do país inteiro. Dessa enxurrada fazem parte a cantora Gaby Amarantos, Garotas Suecas e a Banda Uó.
O que as vertentes do pós-bom gosto ensinam? Em primeiro lugar, que é inútil ter preconceitos musicais, porque ela é invasiva mesmo, capaz que é de se apossar de sua alma. Em segundo, que aquilo que é considerado de mau-gosto na verdade ajuda a enriquecer a imaginação. Em terceiro, que nada é fixo no mundo, e nada mais dinâmico e pervasivo que o som. Quarto, torna-se urgente reavaliar nossas próprias crenças artísticas.
Por isso, finalmente o “populacho” e os “caipiras” invadiram os salões. Na nova geopolítica sonora do Brasil, podemos ouvir os ecos do brega na voz de Marisa Monte, e traços de erudição na de Paula Fernandes. Junte as duas e o resultado será parecido com Vanessa da Mata, uma acoplagem do sertanejo e do alto pop dançante. Junte a duas e você ouve a volta ainda não anunciada de Zezé di Camargo & Luciano. Você vai entender nas entrelinhas o tecnobrega, a axé. Junte-as em uma audição e você comporá o seu rosto. O Brasil joga na nossa cara quem e como somos de fato. Querendo ou não, se fazendo de culto ou nem tanto, você é brega, meu velho.
(Luís Antônio Giron escreve às terças-feiras.)
retirado do revistaepoca.globo.com
meu pai!!!
ok, ninguém precisa saber – aos 20 anos – quem foi pai santana…
agora, imaginar que o luan santana ficou órfão, hoje, é de chorar lágrimas de sangue!!!
é…
) :
SUPERsábado!
não, não é todo dia que podemos comemorar os 100 anos de uma leNda… aliás, de uma LENDA!
hoje à tarde, participando do clube Oi – horário conduzido, LIVE, por nandão na rádio – tive a oportunidade de dizer que nelson cavaquinho é, com certeza absoluta, um dos 100 brasileiros que deram cara ao nosso povo… manja?
imagino alguns outros que também podem estar nessa lista… mas nelsão é o único com lugar garantido… na minha!
que a gente consiga manter por outros tantos séculos a presença Dele… na nossa alma!
( :
e para tudo ser muito festivo, a partir das 22h, estarei sonorizando o antes & depois da apresentação dos paralamas no circo voador!
25 anos do disco selvagem? com a banda deitando os cabelos na íntegra do míssil!
MEGA momento espetacular que passou por este click que cliquei no saudoso bar memória (YEAH!), há 25 aninhos…
cacilds… que pressão!
cheers!
lascou!
Subject: Retrato do Brasil“Comentei com um colega de trabalho bem mais jovem do que eu, papo de 19 anos a menos, sobre a morte do Luiz Mendes e qual foi a minha “surpresa” – quem foi Luiz Mendes?
Encerrei a tentativa de dialogo imediatamente. Falta-me paciência didática.”Oswaldo








