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roger, toni & ferrare…

rh+tp.tico

roger hodgson e toni platão, semana passada, logo após a apresentação do primeiro no que poderá ser o apocalíptico “km de vantagens hall”… ainda metropolitan, felizmente.

roger passou pelo brasa carregado por seus hits “supertampianos” e por um som que jogou a todos lááááááá pelos lados de 73/74… tudo afinadaço, mixadaço e mega bem executado… pra confirmar a vibe, antes do show, ficou tocando nick drake no PA mas acho que poucos perceberam.

super simpático, roger tem uma agenda internacional impressionante e sold-out na maioria das vezes.

como havia a possibilidade dessa foto ser usada (como inédita) em prestigioso veículo de comunicação, não rolou dela iluminar o poleiro antes.

confira AQUI a inesquecível tabelinha supertramp-ferrare

D+

history channel (ou andy no brasa)…

andy+2

semana passada, um chapa me perguntou qual público irá aos shows do call the police… respondi que, basicamente, deverá ser a tchurma que quer cantar junto músicas como “message in a bottle”, “roxanne”, “walking on the moon”, “so lonely” e trocentos outros clássicos do police… + uma pontinha de admiradores do barão e dos paralamas… procede?

ah, o repertório do show será, inteiramente, com músicas do police.

ontem, no terceiro ensaio dos três aqui acima, fiquei delirando na entidade que estava bem diante dos meu olhos… quem acompanha o roNca sabe, exatamente, da minha MEGA admiração por andy summers desde muuuuuuuito tempo… oxente, pertinho de mim estava o sujeito que gravou três discos com kevin coyne (ídolo eterNo), em meados dos anos 70…

kevin+andy

ao meu ladinho estava o guitarrista que fez parte do the animals, em 1968… i repeat: MILNOVECENTOSESSENTAEOITO… e que gravou o descabelado “love is” numa formação de banda que faz a terra estremecer até hoje…

animals+andy2

animals+andy

(lembrando que eric burdon era o melhor amigo de hendrix)

andy gravou com ROBERT FRIPP o disco “i advance masked”, em 1982… recentemente, andy passou pelo #199 tocando para JOAN ARMATRADING… lá pelos lados de 1967 esteve com o soft machine (isso!) numa turnê americana com direito a pouso na espanha onde (segundo o próprio) realizaram as maiores barbaridades psicodélicas que a terra de salvador dali jah testemunhou!

tudo isso pra dizer que andy summers é o único terráqueo (que conheço) que já tocou com JIMI HENDRIX… e não foi apenas uma vez, foram várias jam sessions em estúdios, malocas, bares, terreiros e outras localidades descabeladas… andy e hendrix nasceram em 1942… hahaha, captou?

enfim, se você gosta ou não do police… se você gosta ou não dos paralamas / barão, você terá a chance única de ficar “olho no olho” com um legítimo representante do tempo em que os dinossauros circulavam pelas esquinas… e que, sobretudo, utiliza a guitarra de um jeito muuuuuuuuuuuito especial… com a brutal carga de experiência-maestria-autenticidade que fez de andy summers a personificação da História… simples assim!!!

aproveite a oportunidade… ou como diria o tal do elvis: “it’s now or never”

call7

  • 31/03

    Tom Brasil, SP

  • 06/04

    Ciudad del Leste

  • 07/04

    Hangar 677, BH

  • 08/04

    A. Vianna, POA

  • 12/04

    T. Positivo, CTB

  • 13/04

    Vivo Rio, RJ

catherine leroy…

 The Greatest War Photographer You’ve Never Heard Of

leroy

Very few women went to Vietnam as journalists, and even fewer as dedicated war photojournalists. In fact, for most of the 1960s, there were only two: Dickie Chapelle, who was killed by a grenade in 1965, and Catherine Leroy.

Leroy was widely considered the most daring photographer in Vietnam. She almost certainly spent the most time in combat — in part because she had no money, having traveled from her native France to Vietnam as a freelancer in 1966 with no contracts and a short list of published work. Living with soldiers meant that she could eat rations and sleep in the countryside.

Leroy faced no shortage of sexism. After she parachuted into combat during Operation Junction City, in early 1967, rumors circulated that she had slept with a colonel in exchange for permission. In fact, she had earned her parachutist license as a teenager, and had already jumped 84 times. Still, she developed a reputation as a photographer quickly, selling photos to The Associated Press and U.P.I.

At one point during the Tet offensive, in early 1968, she was captured by the North Vietnamese Army while with the French journalist Francois Mazure. There was a young lieutenant that they could converse with in French. They explained that they were journalists and would do no harm, so the soldiers decided to let them go. But first she persuaded them to let her take photos, saying that it was important because only one side of the story was being seen. The photos ran as a cover story in Life magazine, which she wrote herself.

Leroy never promoted herself or her work, which is one reason she remains largely unknown among the war photographers of the day (though not forgotten: In 2015 the writer and filmmaker Jacques Menasche completed a documentary about her career, “Cathy at War”; a clip from the film is available here). But she was one of the Vietnam War’s most lauded photojournalists, winning Picture of the Year from the George Polk Awards and, for her later work in Lebanon, the Robert Capa Gold Medal.

Later in life, Leroy ran a vintage clothing website. She died in Santa Monica, Calif., in 2006.

DAQUI

https://vimeo.com/201391788

sir elton (ou the rolling stones X rolling stone)…

gosto pra meirelles de elton… os discos “tumbleweed connection” e “madman across the water” estão na minha prateleira de favoritos de todos os tempos… e, felizmente, já tive a sorte de cruzar com ele em algumas oportunidades… no palco.

pela proximidade de mais uma visita de sir reginald ao brasa, o globo se empolgou e tascou no ar o maior textão sobre o cidadão, assinado por duas responsáveis… UAU.

só que, aos primeiros segundos de leitura, pipocaram informações que comprometeram muito a continuação da mesma… ôxente, nem vou empacar no tal show do wembley empire pool (?????!!!!!!), em 1975… mas, pelamordedeus, a essa altura do championship, uma matéria musical no GLOBO (assinada por duas jornalistas) chamar a publicação ROLLING STONE de ROLLING STONES é dose pra mamute enfurecido em décimo mês de gestação:

– Em 1975, o artista vendeu cerca de dois milhões de álbuns e reuniu mais de 60 mil pessoas no Wembley Empire Pool, em Londres, como O GLOBO publicou em 24 de julho de 1975.

– Entre os seus mais de 30 álbuns, ”Goodbye yellow brick road” (1973) e ”Captain Fantastic and the brown dirt cowboy” (1975) estão incluídos no ranking de melhores discos do século XX, elaborado pela revista “Rolling Stones”.

– Sem (?!) nunca tinha aparecido com uma namorada em público, em 1976, numa entrevista à “Rolling Stones”, admitiu ser bissexual

sinistróide… ah, e pra fechar, meteram eltinho no rock in rio desse ano (será?):

–  Por duas vezes, participou do Rock in Rio, abrindo o evento no Palco Mundo em 23 de novembro de 2011 e 20 de setembro de 2015. O músico já confirmou mais um espetáculo no festival em 2017.

e o textão ficará no ar, eternamente. afinal, pertence ao acervo do jornal.

triste, muito triste

) :

elton.tico_

(wembley stadium, 1975)

o carne na toca…

o aderson, baixista do carne doce, mandou o seguinte relato:

Assunto: Carne Doce no RJ
“Olá, Mauricio! Tudo ótimo e você?
Foi ótimo o show, sempre rola uma baita energia no “Rio de Janeura” rsrs.
Sim, estaremos de volta em julho, dia 28, para uma apresentação no Museu de Arte do Rio.
Por hora, ontem vi um adesivo do RoNca aqui em Porto Alegre, na Toca do Disco, foto em anexo.
=)
Abraço!”
Aderson
ronca.toca