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o #210, hoje, às 22h, “experienced”…

exp-ronca

quando os ventos da tristeza (+uma) bateram em nossos tímpanos, o jumboteKo já havia decolado… ou seja, singramos os ares sem saber da subida Dele.

mesmo assim, o #210 estará para sempre tatuado pela sodade do mito, da leNda!

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“cine shogun”, “mesa quadrada” e a derradeira chamada para a promo com o “preto e branco”

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os tincoãs, patti smith, skylab, the cure, buena vista social club, gogol bordello (c/ novíssima vinheta de eugene), toots & the maytals, fino coletivo, céu, king crimson, hierofante, laura nyro & labelle, ian campbell… & o diabo A4

é aqui mermo, às 22h

daminhão forévis

daminhao-tico

are you experienced?

daminhao-pb

quando hendrix apareceu, em 1967, com o disco de estréia batizado “are you experienced”, ninguém percebeu que se tratava de uma reverência ao colega daminhão experiença… brasileiro, amoitado, transgressor, pura elegância que balançaria, anos mais tarde, o coreto de muitos e muitos fissurados… nele, daminhão.

de alguns anos pra cá não houve um dia que eu passasse de busão pela esquina de teixeira de melo com visconde de pirajá sem dar uma panorâmica de 360º catando por ele. afinal, daminhão já vinha dando sinais de cansaço. quando as semanas sem avistá-lo chegavam a um número angustiante, eu descia e perguntava aos porteiros ou caixas do supermercado da esquina: “você viu o daminhão por esses dias?”

ou “are you experienced?”

) :

prova8

margiNal…

camillo-tico

(camillo, londres87)

camillo é queridísimo amigo de longa data. nos conhecemos sob o teto do town & country, londres/1985. aliás, esse detalhe de como cruzamos os bigodes faz parte do inoxidável texto que ele criou para o livro “preto e branco”.

camillo-pb

o mundo girou e camillo mergulhou na parte mais funda das expressões artísticas. segurou na marra, por anos, a curadoria do MAM e é mestre da PUC-RJ… entre muitas outras estrelinhas.

pois bem, a constelação está recebendo mais uma presença…

camillo-livro

prestenção nas letrinhas que ele enviou especialmente para nós:

– Olhar à Margem é uma coletânea de ensaios sobre arte brasileira, misturando uma discussão mais histórica/teórica sobre a singularidade da cultura brasileira, com textos monográficos sobre artistas – uma espécie de genealogia pessoal da arte contemporânea brasileira, do Flavio de Carvalho até a Laura Lima, passando por Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape, Tunga e mais uma dezena deles. Por fim, há uma série de conversas que fiz com artistas e críticos. O olhar à margem é também um olhar a margem (arte brasileira) que está sempre reinventando-se como centro, em um mundo onde tudo é margem…

guerra diária + a cura + niver…

allan-press
Assunto: Preto e branco (ou guerra, mesmo)
“Bom dia, Mauricio.

Tristes tempos esses em que vivemos…
Tirei essa foto, ontem, na Rua São José, Centro do Rio.
Vivemos uma guerra diária, sem tirar nem pôr.
Não tá fácil viver em nossa cidade…
A propósito!
Amanhã, dia 08, faço aniversário.
Será que rola ‘A Forest’, do Cure, no Ronca da semana que vem? Tenho direito a um som, procede produção? rs
Abraços.”
Allan