
que exemplo, que força… fueda!

que exemplo, que força… fueda!
recebi a imagem abaixo do carlos eduardo, fotógrafo e ouvinte do roNca.
cacilds, há muito tempo eu não ficava tão abestalhado com uma fotografia… e nem precisamos mergulhar em todos os significados/simbolismos/referências dela para o coração disparar… basta olhar. sentir o cheiro. o calor. suor. pressão e a perfeição inoxidável desse momento pra lá de decisivo
não sei quando ela foi captada pelo ricardo stuckert, fotógrafo oficial de luiz inácio (não sei se ainda é). pode ter sido clicada ontem ou há anos… mas o fato é que estamos diante de uma obra prima do fotojornalismo planetário… PQParille!

reinaldo (casseta & planeta) informa:
Assunto: Ajuda urgente para Mauricio Einhorn“Alô, amigos da música…Mauricio Einhorn, o grande compositor e mestre da harmônica, está internado no Instituto Nacional de Cardiologia (INC) e vai fazer uma cirurgia. Mas o hospital precisa de doadores de sangue para repor o estoque…Se você é sangue bom (qualquer tipo) e pode doar, compareça ao hospital e dê a sua ajuda. O endereço é :R. das Laranjeiras, 374.A música brasileira agradece.”Reinaldo

semana passada, estava eu aguardando a chegada de um chapa quando a calçada começou a tremelicar (isso, tipo abalo sísmico)… imediatamente, avistei – descendo a ladeira – o monumental cafi, leNda da desorientação MEGA cabeleira altíssima que registrou alguns dos momentos sonoros mais inoxidáveis desse brasilzinho. ações do quilate de “clube da esquina”, tá bom?
xeretinha pirou…







isso mesmo, é dele este registro:

master!
márcia mandou esse link da matéria publicada pelo the guardian com vários bateristas… retratados pela fotógrafa irlandesa deirdre o callaghan :

Assunto: From Dave Grohl to Ringo Starr: the secrets of star drummers | Music | The GuardianMárcia
As part of the original team at Dazed & Confused magazine, Deirdre’s passion for music instinctively steered her career to shoot artwork and press for all the major record companies, including Warner Music, Beggars Group, Domino, Universal Music Group & Warp. Following this Deirdre began working with artists such as U2, The National, Laura Marling, Damon Albarn, De La Soul, Peaches, Gang Starr, Alex Turner, Josh Homme, Emeli Sande & Grinderman.

márcia, componente cascudérrima d’aTRIPA, mandou uma matéria espetacular sobre bateristas (com fotografias ainda mais estrogonóficas) que irá iluminar o poleiro amanhã.
entre os tocadores de tambor está stephen morris (joy division / new order) que utilizou as seguintes letrinhas:
In Manchester, in the early 1970s, there was very little to do; it was all grey. If you wanted to hear music, you had to go to concerts at the Free Trade Hall and the Stoneground to see bands like Genesis. Phil Collins was an interesting drummer, and probably still is. When punk came along, you pushed all those records under your bed and pretended you never liked them at all.

phil collins (genesis) / rio de janeiro / maio1977
os paralamas, ontem, apertando os parafusos para cair na estrada, em trio…


prestenção na música que, volta e meia, lee ranaldo interpreta em seus shows…
com a maravilha acima de sandy denny ele fechou a apresentação em são paulo, sábado passado.
conclusão, com mais essa demonstração de total afinação ao meu coraçãozinho, lee ranaldo tem lugar cativo na gaveta das leNdas… simples assim.
ontem, ele hipnotizou o lotado teatro ipanema com um punhado de canções desconhecidas. que sensação inoxidável não identificar nenhuma das músicas tocadas. parecia que a gente estava na casa dele ouvindo um som despreocupadão.
ao final do show, ranaldo foi ao encontro da rapeize.
claro, pedro blackhill chegou junto e a xeretinha também…






ian anderson (jethro tull) / royal albert hall (londres) / novembro1980
com direito a killing joke ao final do dia…

trafalgar square / londres / outubro1980

bahêa, bahêa, bahêa…
leNda
antes de colocar no ar essas letrinhas entorpecidas pela tristeza, dei uma olhada em algumas dezenas de fotografias que a xeretinha captou de amigos nas mais diversas situações… a idéia era encontrar algum retrato (sim, retratão) que estampasse, cristalinamente (que missão), a alma do fotografado… vários rostos foram observados, revistos, repensados, bateu sodade, provocaram risos… mas nenhum chegou perto dessa expressão que yuri nos deu de presente em são januário, no empate vasco 1 x 1 bahia, em 28julho2011. pra quem gozou com sua presença, é mole identificar na imagem todos os pontos que fizeram dele uma peça que será BEM lembrada pra sempre… clap clap clap… bahêa, bahêa, bahêa…

yuri almeida
(1974 – 2016)
PQParille
) :