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klebinho mandou pra gente…

klebinho, como sempre sagaz & cuspindo prego enferrujado, está injuriado com os novos rumos do maraca.

mas na boa, já era… perdemos! o maraca foi nosso!

lentamente ele agonizou até se transformar nessa nhaca “mauriçola” da atualidade.

toda essa “mobilização” deveria ter rolado lá atrás quando começou a detonação do estádio.

essas campanhas me lembram os abraços na lagoa e manifestações similares que já nascem mortas.

ou então, a mais recente, quando um grupo de meninos encarou a PM, na barra da tijuca, para protestar contra a construção de um resort em área preservada… aí, sim!

vamos juntar uma rapeize e protestar inteligentemente… agora, querer reverter, aos 44 do segundo tempo, uma partida em que estamos perdendo de 8 a 0… não dá!

maraca, quem viu… viu!

a xeretinha viu…

1000

– Em 19 de novembro de 1969, Pelé marcou, de pênalti, contra o Vasco, o milésimo gol de sua carreira. Logo após o tento histórico, o Rei do Futebol foi homenageado e vestiu a camisa cruzmaltina. Relembre essa história clicando aqui

confere a partir de 3:45…

“curioso” como ao longo desses 43 anos, a história fez questão de ocultar um fato tão especial:

“pelé (vascaíno) deu a volta olímpica, no maracanã, vestindo a camisa do vasco número 1000”

mas que cavadinha do negão no penalti, hein?

e o pela-saco do locutor ali de cima diz – “é penalti, não há dúvida”!

hahaha… como assim, bial?

mas é claro, tudo estava arranjado pro gol1000 sair no maraca… great!

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(netvasco.com.br)

recomendaNdo…

Subject: Mané

“Fala Mauricio…

Corra até a banca mais próxima e adquira já a sua. (Ouvi isso em algum lugar…)

No país dos malandros, espertos e oportunistas, só lendo a entrevista do cidadão pra depurar toda a sujeira.

Certamente o brasileiro mais puro (em todos os sentidos) a ser gerado em solo pátrio. Sem afetação, sem marra, sem bababquice. Chega a ser quase infantil. Claro que o cara tinha consciência de quem era, mas e daí ?  Pra ele isso não era justificativa pra ser arrogante.

Vamos generalizar: o maior jogador da história do futebol. Ponto. (Pelé é jogada de marketing)

Ano que vem a criança faz 80 aninhos. Desde já está proclamado: 2013, O Ano Garrincha.

Abraços”

Kleber

imagina na copa!

flavão (o professor selvagem), por conta do assunto celtic, enviou vários links de documentários sobre a rivalidade “futebolística”, em glasgow… e outros tantos sobre o hooliganismo na europa!

pensei eu com meus botões sobre o óbvio dos óbvios: “caramba, como essa questão de violência no futebol é tão diferente porraqui. no velho continente a bola é parcela mínima nos confrontos… no brasa, a falta de perspectiva justifica toda a creca.”

só estas duas diferenças bastam para definir os protagonistas: lá fora, todos são de meia idade pra idosos… enquanto por aqui, a molecada domina integralmente as sipitucas.

pra tchurma européia, ter o brasa como “octagon” de suas disputas será um sonho…  pode ter certeza: russos, poloneses, ingleses, ucranianos, alemães, holandeses & tchecos já estão agendando seus encontros milenares! eles não precisam estar classificados para a copa… basta dividirem o mesmo chão, manja? e, vamos combinar, copa do mundo no brasa, é desejo de todos!

pelo nosso lado, a criançada que move o terror em suas “torcidas organizadas”, na boa, não fede nem cheira… está anos luz de distância do problema cascudo… sequer farão cócegas, até porque sequer chegarão perto dos estádios. simples a$$im!

prestenção nas diferenças:

http://www.youtube.com/watch?v=QZkMU3CruFA

patéticos, os dois lados!

quanto vai custar o “camarote” na avenida atlântica para observar o embate dos súditos de beth com os seguidores de rasputim?

pode crer que a chapa vai esquentar!

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O aniversariante de hoje…

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No dia 28 de outubro de 1937, há exatos 75 anos, Almir Morais de Albuquerque, o atacante Almir Pernambuquinho, nascia em Recife. Considerado corajoso e destemido, Almir marcou a sua carreira pela polêmica. Chegou a ser comparado, na época, com Heleno de Freitas e, posteriormente, com Edmundo. Mas o que chamava atenção mesmo era sua habilidade com a bola nos pés, que até lhe rendeu o apelido de “Pelé Branco” em um período de sua carreira.

Pernambuquinho começou a carreira no Sport Recife, em 56. No ano seguinte foi transferido ao Vasco da Gama, onde fez história entre 57 e 59, sagrando-se campeão do SuperSuperCampeonato Carioca e da Taça Rio-São Paulo, ambas em 1958. Sua atuação na final do Rio-São Paulo o levou à seleção. Entretanto, ficou marcado ao preferir excursionar com o Vasco, ao invés de jogar a Copa do Mundo da Suécia. Em 1963, foi Bi-Campeão Mundial de Clubes com o Santos. Almir encerrou sua carreira em 1968, aos 31 anos.

Polêmico dentro e fora de campo, Almir foi assassinado em fevereiro de 1973, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Na época com 36 anos, envolveu-se numa discussão e acabou morto com um tiro.

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 Lenda! Ídolo!

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voltando…

o glorioso sampaio corrêa está de volta à série c do brasileirão!

e mais – INVICTO!

são luís está frenética e orgulhosa… e tome reggae!

gigi, ex-miss da torcida “tresloucaças da radiola”, promete embalo forte para comemorar o título, no rio de janeura!

a conferir!

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klebinho mandou pra gente…

Subject: Maraca+COB

“Fala Mauricio…

Exclusivo: Divulgado o mascote das Olimpíadas Rio-2016.
Na verdade, foi vazado por Nuzminha e seus Blue Caps.
(Até agora só pegaram os Blue Caps…)

Segue imagem sobre evento hoje na Uerj. Imperdível o debate.

Abraços”
Kleber

PS1. Ninguém lembra, mas hoje é o Dia do Rádio. Tristeza.

(MAM lenbrou!!!)

PS2. Hoje, 31 anos sem a presença física e barulhenta de John Henry Bonham. Pau tá quebrando lá em cima…

já era (2)!

A morte do Maracanã 

por Carlos Tautz

É estranha a apatia que toma conta da sociedade brasileira em torno da verdadeira destruição a que o governo do Estado do Rio de Janeiro submeteu o Maracanã. Não fossem por algumas ongs e associações de torcedores, que lançaram a campanha O Maraca é Nosso, mas que ainda não obteve o apoio popular que merece, teria passado em branco, com senões isolados de alguns colunistas da imprensa desportiva, o assassinato tanto físico quanto simbólico que sofreu o Maracanã, ícone do esporte mais praticado no mundo, elemento de identidade cultural brasileira quase tão importante quanto a própria língua portuguesa e o samba.

E o que talvez seja ainda pior nessa estória é o que pode vir no lugar do Maracanã. Em uma estratégia de obscurantismo sobre o futuro do estádio, todas as (poucas) declarações oficiais a respeito do seu destino indicam que seus administradores querem transformá-lo em arena de megaeventos. Note-se, aí, uma extrema perversidade oculta.

O conceito de arena implica a elitização do acesso ao monumento e encerra o plano de transformar o que sobrou do Maracanã (apenas a fachada está em pé) em qualquer coisa que dê muito dinheiro para poucos, mas que em nada lembrará o estádio popular que se caracterizava por ser o espaço de todos, de pobres e de ricos, de negros e de brancos.

O governador Cabral não foi pioneiro neste tipo de barbaridade. A dupla Garotinho&Rosinha, que controla Campos e levou a cidade a ter um dos piores índices de educação básica, também já havia feito das suas com o Maraca, quando se sucederam no Palácio Guanabara.

Pouco antes do Pan de 2007, destruíram a geral para atender a supostas exigência da Fifa, que proíbe o público de assistir os jogos de pé.

Vertebraram gostosamente a coluna com tal serviçalidade aos Havelange&Teixeira&Blatter, que àquela altura nem se deram ao trabalho de procurar saber como a Alemanha disse um não rotundo à pretensão que a Fifa tinha de, também lá, acabar com a tradição de os torcedores verem o jogo de pé.

Pois, aqui, Cabral superou o limite das gangues de garotinhos e da Fifa, a lavanderia sediada – emblematicamente – na Suíça.

Pegou 500 milhões de dólares com o BNDES (mais tarde, o TCU apontou sobrepreço na obra e incapacidade técnica de o Banco acompanhar a sua execução), repassou a dinheirama a um consórcio em que despontava a sua velha conhecida Delta e pronto: pôs abaixo o mais importante estádio da história do futebol mundial.

Agora, o boato é que o onipresente Eike, outro dileto do governador, teria interesse na “arena”. Mas, seja lá quem assuma o estádio, que já terá sido transformado em qualquer coisa que não um templo do futebol, carregará para sempre o pior dos títulos: o de cúmplice da morte do Maracanã.

Carlos Tautz , jornalista, é coordenador do Instituto Mais Democracia – Transparência e Controle Cidadão de Governos e Empresas

(sim, o click é de autoria da xeretinha!)