
fotografia de pedro castro

fotografia de pedro castro

The biggest-selling CD act of 2016 doesn’t sing. He doesn’t play guitar and he doesn’t tour. In fact, no one alive has ever seen him.
In a quirky result bound to appear as a question in pub quizzes for years to come, a massive boxed set of Wolfgang Amadeus Mozart’s recordings has emerged as the biggest-selling CD release of the year.
Mozart 225: The New Complete Edition has shifted 1.25 million total CDs in the five weeks since its Oct. 28 release, according to Universal Music Group. The collection is formidable in every sense. It comprises a whopping 200 CDs, presenting every work by the classical great; features the talents of 600 world-class soloists and 60 orchestras, and plays for a total of 240 hours (not to mention the many hours of additional reading materials bundled in). Crunch the numbers and that’s upwards of 6,250 sold box sets.
Universal unveiled the exhaustive project in late August after 18 months of curation and planning, with the music major declaring it the “most authoritative, complete and scholarly box set ever devoted to the work of a single composer.”
The release of Mozart 225 coincides with the 225th anniversary of the Classical-era genius’ death. “It is wonderful to see the reaction to this box set, which is the fruit of years of scholarship, planning and curation,” comments Paul Moseley, UMG’s director of Mozart 225. “Mozart’s immortal melodies, no less than The Beatles or Abba, are in some way part of all our lives – and this Edition is the perfect way to celebrate that on his 225th anniversary.”
Mozart 225 was produced by Decca and Deutsche Grammophon in collaboration with the Salzburg Mozarteum Foundation.
– enviado pela marcia e retirado DAQUI
reparou quem passou por aqui, ontem, na foto que o luiz mandou?

dessas coisas que acontecem no nosso poleiro.

Assunto: adeus, geral – Filme completo“Maurição, filme completo no youtube, canal oficial dos produtores, coisa linda
Não sei se já saiu no tico-tico, ou se já conhecia, mas acho que se encaixa na veia futebolistica .“Entendendo que o futebol é uma representação fiel de nossa realidade, surge o documentário “Adeus, Geral”, que teve seu início a partir de um trabalho escolar de Geografia sobre “muros sociais”. O filme busca explorar a elitização do futebol brasileiro, que exclui dos estádios as camadas mais pobres da população.
Produzido por 5 alunos do Ensino Médio, movidos pelo sentimento de expor as injustiças que esse muro social representa, deu voz a torcedores, jornalistas, técnicos e ex-jogadores para entender o que significa essa tendência.
Participam, com depoimentos, nomes como os jornalistas Juca Kfouri e Mauro Cezar Pereira, o ex-técnico do Corinthians, Tite, o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, o ex-jogador Alex e membros das principais torcidas organizadas de São Paulo.”
—
Tiago
em inoxidável matéria assinada por silvio essinger, o segundo caderno (o globo) abriu as porteiras para o “preto e branco”… basta clicar AQUI

e o globoesporte.com jah começa o massacre do vernáculo:
Cahê Mota@CAHEMOTAMesmo antes de qualquer resultado hoje, ainda é quase impensável VÊ o Vasco sem o acesso. Cenário, porém, deve ser levado em conta #trcolina


Brasil registrou 160 assassinatos por dia em 2015, diz anuário
SÃO PAULO E BRASÍLIA — As mortes violentas fizeram 58 mil vítimas no Brasil em 2015. Desdobrados, os números parecem mostrar de forma ainda mais enfática o tamanho da violência no país: foram 160 pessoas assassinadas por dia, ou uma a cada 9 minutos. A taxa nacional de mortes chega a 28,6 para cada grupo de 100 mil habitantes, segundo análise do 10º Anuário Brasileiro de Segurança. Os dados, divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança, tratam da contabilidade de casos de homicídios dolosos (intencionais), latrocínios, lesões corporais seguidas de morte, assassinatos causados por confrontos com a polícia e policiais assassinados, no trabalho ou fora dele.
Considerando apenas as mortes de policiais e as mortes provocadas por eles, o documento revela um retrato que mais parece o de um faroeste, segundo o diretor nacional do Fórum, Renato Sérgio de Lima. No país, 3.345 pessoas — 9 por dia — foram mortas por policiais em 2015, 6,3% mais que no ano anterior. Os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo concentram quase 45% dessas mortes. São 645 e 848 casos, respectivamente, segundo o anuário.
O embate também resultou no assassinato de 393 policiais, 16 a menos em 2014. Se o recorte for no número de policiais mortos em serviço (103), porém, em 2015 houve um aumento de 30,4% de casos. Outro dado revelado pelo anuário é que, proporcionalmente, os policiais são três vezes mais assassinados fora do horário do expediente do que durante o trabalho. Os estados onde a quantidade de policiais mortos mais cresceu em números absolutos foram Maranhão, que teve 44 policiais mortos em 2015 ante 13 em 2014; e Pernambuco, que viu o número de policiais mortos subir de 17, em 2014, para 27, em 2015.
No outro sentido, o estado de São Paulo registrou a maior redução de mortes de policiais no período, 24 a menos do que em 2014. No Rio, em números absolutos, a vitimização de policiais é a maior do Brasil. No estado, 98 policiais foram mortos no ano passado. São Paulo ficou em segundo lugar, com 60 casos.
— É um enorme mata-mata — disse Lima.
O filho da operadora de caixa Fátima, de 33 anos, morreu no contexto que os números da pesquisa descrevem. Anderson Bento da Silva, de 17 anos, dirigia um carro roubado em São Bernardo do Campo (SP), quando foi abordado pela polícia, segundo a mãe, que não quer ser identificada.
— Ele não estava armado e saiu do carro implorando para não ser morto. Eu vi tudo. A polícia deu três tiros tiros nele, um deles na cabeça.
DISCRETA RETRAÇÃO
Embora o total de assassinatos de 2015 tenha registrado uma queda de 1,2% em relação a 2014, o cenário no país é trágico, avalia o diretor do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
— O número de mortes, nos dois últimos anos, se manteve estável, mas ele vem em um movimento ascendente. Ainda assim, os números pouco sensibilizam as pessoas. É uma tragédia pelo volume. Já supera a guerra da Síria.
As mortes violentas passaram de 278 mil casos no Brasil, entre 2011 e 2015. Mais ou menos no mesmo período, 256 mil pessoas foram mortas na guerra da Síria, de acordo com o Observatório de Direitos Humanos do país. A questão, porém, é que a mobilização e comoção em torno da Síria não se repete nem mesmo entre os brasileiros quando o assunto são os assassinatos no país.
Detalhadas por estado, as mortes violentas a cada 100 mil brasileiros ganham contornos ainda piores. Sergipe, por exemplo, assumiu no ano passado o primeiro lugar do ranking das mortes violentas com uma taxa de 57,3 assassinatos a cada 100 mil habitantes, um aumento de 18,2% em relação a 2014. Na sequência, vem Alagoas (50,8), que conseguiu a maior redução de mortes violentas de 2015 (20,8%). No terceiro lugar, ficou o Rio Grande do Norte (48,6).
Na outra ponta, entre os estados com o menor número de mortes violentas, estão São Paulo (11,7), Santa Catarina (14,3) e Roraima (18,2). No Rio de Janeiro, a taxa caiu 12,9% em 2015 e ficou em 30,3, contra 34,7 de 2014. No estado, ocorreram 5.719 mortes violentas em 2014 e 5.010, no ano passado. No ranking, 16 unidades da Federação estão acima da média nacional de 28,6 assassinatos a cada 100 mil habitantes, mais da metade dos 27 estados.


e olha que tem muuuuuuito tempo que essas letrinhas foram escritas

idealizado e roteirizado por luiz antonio mello

Perhaps the most mythical of all Dylan’s unreleased gems, “I’m Not There” is an absolute mystery. A long, extended meditation built around a four-chord acoustic-guitar strum, it was recorded only once by Dylan and never finished or revisited. Lyrics and lines float by, some discernible, others elusive. Among Dylan fanatics, it’s a kind of Rosetta stone because it seems to capture the artist in the midst of his creative process. The magic of “I’m Not There” is its lack of definition. Critic Greil Marcus devotes five pages of The Old, Weird America to the song, writing that “?‘I’m Not There’ is barely written at all. Words are floated together in a dyslexia that is music itself, a dyslexia that seems meant to prove the claims of music over words, to see just how little words can do.”
True, but what’s most engaging about the song is the revelation it provides about Dylan’s creative process. Unlike many outtakes and bootlegged tracks, “I’m Not There” feels like someone channeling, speaking in tongues, handling snakes, conjuring out of the mist the blueprint of a song. In The Old, Weird America, Marcus quotes Band guitarist Robbie Robertson’s wonder at Dylan’s method: “He would pull these songs out of nowhere. We didn’t know if he wrote them or if he remembered them. When he sang them, you couldn’t tell.” No recording better illustrates Robertson’s point than “I’m Not There.” There’s something going on inside the song, but you’re not sure what it is. The narrator might be dead, and contemplating his relationship with an unnamed lover. He might have abandoned her. He seems sorry for something. Or angry.
Bootleg copies of the song have long been available, but until the arrival of the soundtrack to I’m Not There this month, it had remained undergound. For that reason alone, Dylan fans have reason to applaud Haynes and his music supervisors, Jim Dunbar and Randall Poster. With the release, a better picture of the circuitous route the song took from basement to film title is revealing itself. The widely bootlegged version has been tainted by engineers attempting — and failing — to liven the song. The true recording has been buried. “So it’s never been heard — except by a rarefied few folks, obviously — in its pure form, as it was straight to tape,” says Dunbar. “It’s like a field recording, almost.”
Among those rarefied few who heard the original recording was Neil Young, who, it turns out, possessed the most pristine and unadulterated copy of the so-called Basement Tapes, which he received from his longtime engineer Elliot Mazur. Mazur was assigned by Dylan’s manager, Albert Grossman, to transfer the original tapes for storage, and ended up dubbing a copy for himself. A few years later, Mazur duplicated them again with the intention of giving Young a copy, but accidentally gave him the original transfers, which sat in Young’s archives until they were unearthed a few years ago. With the song’s release on the fantastic I’m Not There soundtrack, those not exposed to the bootleg can finally attempt to discern meaning for themselves — if they dare.
Randall Poster would rather not. “I don’t approach it that literally, really,” he says. “To me it’s about a kinetic feeling, a song that brings me into the realm of ‘Positively Fourth Street.’ As a kid, the first time I heard that song, it taught me that there’s something that goes on between men and women that I hadn’t experienced yet, but that I was so hungry to experience. I sort of get that same feeling from ‘I’m Not There.’ In a sense, it speaks to a potential intimacy between people — it clearly exists in a sort of divine realm.”
“The song subtly builds,” adds Dunbar. “For me, it’s very intense. It starts off and you think, ‘Aw, there’s not much going on here.’ But by the end of it, it feels like an epic.” Asked what he thinks the song means, Dunbar pauses. “Uh, I don’t know. It’s, uh, definitely someone with . . . uh . . . uh . . . great regret.” Exactly.
o cartaz de banca ficou bonitão.
esse um aqui já foi, devidamente, afanado…

shogun garante que, em dois anos, valerá um dindim no ebay!
a conferir
( :

RIO — O Brasil é o pior país da América do Sul em termos de oportunidades ao desenvolvimento de meninas, de acordo com um relatório divulgado nesta terça-feira pela ONG Save the Children, baseada nos EUA. Entre 144 nações avaliadas, o Brasil ocupa a 102ª posição do Índice de Oportunidades para Garotas. Em todo o continente americano, o país fica a frente apenas de Guatemala e Honduras no ranking que considera dados sobre o casamento infantil, gravidez na adolescência, mortalidade materna, representação das mulheres no Parlamento e conclusão do estudo secundário.
O documento dá destaque à posição do Brasil no ranking, “país de renda média superior, que está apenas ligeiramente acima no índice que o pobre e frágil Estado do Haiti”, listado em 105º. O relatório não divulgou tabelas, mas o gráfico deixa claro que o principal problema do país é a falta de representação parlamentar. Os dados utilizados pela pesquisa são os compilados pela União Interparlamentar, de acordo com os quais o Brasil ocupa a 155ª posição no mundo, com apenas 51 deputadas federais, entre os 513 parlamentares eleitos no pleito de 2014.
Além disso, segundo a ONG, o Brasil apresenta números elevados de gravidez na adolescência e casamento infantil. Em conjunto, os dados colocam o país como um dos que mais impõem barreiras ao empoderamento feminino, privando as mulheres de oportunidades.
“Alguns países na América Latina têm performances piores nesses indicadores do que para educação e mortalidade materna”, pontua o relatório. “A República Dominicana e o Brasil são os casos em questão, ambos de renda média superior, que ocupam a 92ª e 102ª posição respectivamente, ligeiramente superiores ao Haiti. Ambos possuem altas taxas de gravidez na adolescência e casamento infantil”.
Esta última, aliás, é a principal preocupação da ONG. No mundo, uma garota com menos de 15 anos se casa, na maioria das vezes forçadamente, a cada sete segundos. Em casos extremos, identificados em países como Afeganistão, Iêmen, Índia e Somália, crianças com menos de 10 anos são forçadas a se casar.
— O casamento infantil começa um ciclo de desvantagens e nega às garotas oportunidades de aprendizado, desenvolvimento e de serem crianças — critica a ativista Carolyn Miles, presidente da ONG Save the Children. — Garotas que casam muito cedo muitas vezes não vão à escola e estão mais vulneráveis à violência doméstica, ao abuso e ao estupro. Elas ficam grávidas e têm filhos antes de estarem fisicamente e emocionalmente prontas, o que pode gerar consequências devastadoras para a saúde delas e dos bebês.
O Brasil contribui, e muito, para essa estatística. Estudo publicado ano passado pelo Instituto Promundo afirma que existem no país 877 mil mulheres, com idades entre 20 e 24 anos, que se casaram antes dos 15 anos de idade, colocando o país como o quarto do mundo em números absolutos. No total, cerca de 3 milhões de mulheres, entre 20 e 24 anos, relataram ter casado antes dos 18 anos. Na América Latina, apenas República Dominicana e Nicarágua possuem taxas superiores.
No mundo, a Índia apresenta o maior número de casamentos infantis, até pelo tamanho da população. Lá, 47% das garotas — cerca de 24,6 milhões — se casam antes dos 18 anos.
Acabar com o casamento infantil até 2030 está entre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, acordados pelas Nações Unidas. Porém, diz a ONG, se a tendência continuar, o número de casamentos infantis vai crescer dos atuais 700 milhões no mundo para 950 milhões até 2030 e 1,2 bilhão em 2050.