Mestre…


toots thielemans / são paulo / abril1980
UAU, negativos & positivos (400)… QUATROCENTÃO, quem diria, hein?
para celebrar, aqui está um gigante da guitarra que passou por soft machine, kevin coyne, the animals, kevin ayers, zoot money, robert fripp… e dizem: foi dele a primeira guitarra que jimi hendrix usou quando chegou na capital inglesa, em 1966.
segura o colega fotógrafo (ótimo) quando veio ao brasa com o the police…

andy summers / rio de janeiro / fevereiro1982
não sei qual é a turma no apoio vocal (na fotografia) mas juntinho a paul estão steve gadd (bateria), tony levin (baixo) e eric gale (guitarra)… no teclado, deveria ser richard tee mas não o reconheço carequinha e branquelo assim. alguém aí identifica o boneco? pra facilitar, essa é a turnê de lançamento do disco “one trick pony”…

paul simon & banda / odeon hammersmith (londres) / novembro1980
e aí, shogun, vamos agitar as passagens pra copa do putin?

londres / outubro1980
o proprietário do mercadinho e super helio. que tempos, que elementos, hahaha…

londres / março1981

mark & brix smith (the fall) / croydon (londres) / setembro1986

roger chapman (streetwalkers) / roundhouse (londres) / maio1975
chappo fez uma participação descabelada no show do tecladista tim hinkley que também contou com as presenças de mith mitchell, henry mcculough, mel collins, bobby tench…

roger “chappo” chapman / londres / dezembro1980

londres / novembro1980

paris / abril1981
duas leNdas, bebel & paiva + o braço do tricolor toni platoni, a terceira catedral…

rio de janeiro / novembro1993
passei, ainda agora (são 12:45), pela pastelaria e encontrei julinha, completamente, chamberlain / desorientada / desconectada do solo terrestre… tudinho por conta da abertura da olimpíada.
a felicidade dela era refletida em todos os outros presentes no estabelecimento. sabe quando as pessoas se sentem representadas por algo ultra distante onde elas não têm nenhuma conexão ou interferência? acho que foi por aí que a abertura de ontem circulou.
não vi a primeira parte do espetáculo… peguei na entrada das delegações mas julinha não parava de brandir o bagulhete tecnológico dela com as imagens de TUDO… hahaha!
poucas foram as vezes onde algo tão grandioso tenha sido apresentado, em nossas fronteiras, na medida exata. com ótimo gosto. mega criativo (quase transgressor) e simples. com o timing beirando a perfeição… e, acima de tudo, exibindo ao planetinha como a gente deve se portar diante dos novos velhos tempos… prestando atenção ao básico do básico de nossas relações… no óbvio.
julinha urrava: “meu deus, que felicidade não ter aparecido um presidente, um prefeito, um governador, um desgraçado desses para estragar tudo. falando um monte de merda”… hahaha, quanta sabedoria da menina!
enfim, acho que o brasileiro acordou com uma emoção inédita que passa pela (nossa) capacidade de fazer muito bem um treco tão complicado.
aliás, “complicação” é uma palavrinha xexelenta que nos acompanha há séculos mas que se borra toda diante dos gigantes paulinho, vanderlei e o lindão zé da toca, aqui…

rio de janeiro / dezembro1976