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marcelão, ontem, no terezão…

marcelo jeneci & banda trouxeram de volta, ontem, a magia que habitou – por muitos anos – no teatro tereza raquel… atualmente, preservadíssimo, como theatro NET rio. sem nenhuma dúvida, um dos mais strogonóficos palcos da cidade… e com a tal História pairando no ar. ali, simplesmente, foi gravado “gal fatal”, em 1971… tão logo o espaço foi inaugurado.

marcelão desfilou seus clássicos (sim, ele já tem clássicos) devidamente costurados ao disco “de graça”, lançado em 2013… e a xeretinha pirou no sound & vision …

jeneci2

jeneci1

depois da apresentação, sabe como é que é, né?

jeneBI

a dupla jeneBi fechou o estabelecimento manguacento e levou parte do movimento “ocupa siqueira” pro meio da referida artéria carioca pra fazer um teste (?!)… e a xereta xeretando…

siqueira.tchurma

que situação!

cheers

o sun ra do abaeté (ou letieres leite & orkestra rumpillez)…

rumpilezz

com este strogonófico click da colega dine, o tico bota a tampa no domingão recomendando, aos berros, o show “rumpillez visita caymmi” que entortou a sala cecília meireles, ontem, no rio de janeura.

não deixe de catar as próximas apresentações do maestro letieres leite com a orkestra rumpillez deitando os cabelos na Música de dorival caymmi… eles estão na pista.

a orkestra rumpillez é uma experiência sonora totalmente única… e IMPERDÍVEL!

ao final da instalação, do lado de fora da sala, alguém proferiu a devastadora análise sobre o maestro: “é o sun ra do abaté”!

simples assim

motokaNdo na céu, ontem…

como sempre, céu & banda entupiram o circo voador, ontem.

passearam pelo repertório dos três discos (originais) e esbanjaram a velha sedução sônica… D+!

antes & depois, a motoka (calbuque-da lua-eu) circulou livre, leve, solta & cheia de graça pelos

ouvidinhos de quem estava na lona cabriocárica.

com o som do circo tinindo nos graves, o desfile chegou aos mais elevados

índices de grosseria com dillinger, steel pulse, U.roy, lee perry, black uhuru, LKJ,

shinehead, half pint, marley, sugar minott, gregory & muitos outros.

calbuque abriu os trabalhos, papo de 22h…

ceu.calbuque

prestes ao palco receber a atração da noite, mikey dread balançou os esqueletos animadões…

ceu.plateia

segura o repertório do show…

lista

virando a página…

ed.ronca1

SÃO PAULO — Longe de parecer abalado psicologicamente ou arrependido de ter protestado no Facebook contra o que classificou de “turma simplória” (os brasileiros que vão vê-lo no exterior), Ed Motta exibiu um surpreendente bom humor durante o show desta sexta-feira (17) no Terra da Garoa, na região central de São Paulo.

Com meia hora de atraso, ele apareceu no palco usando boné, camiseta e um enorme relógio branco e, contra seu próprio planejamento, abriu a apresentação tocando “Manuel” acompanhado apenas da sua guitarra. Antes de começar, pediu à plateia para gravá-lo tocando com os seus celulares e, durante a música, convidou o público a acompanhá-lo.

Depois do show, Ed foi ao Facebook, onde toda a polêmica se originou, para agradecer ao público que esteve presente: “São Paulo meu maior público no Brasil, cidade que me sustenta substancialmente desde 1988! A atenção, educação, e respeito de sempre com minha arte”, escreveu o músico. “Foi emocionante pra mim, numa semana difícil por conta de minhas declarações, São Paulo vem e me abraça como um parente amado. Sempre amei SP, e condutas como essa só colocam minha admiração em estado de graça. Agradeço a Deus por me permitir fazer música, e poder honrar isso a cada dia da minha vida!”

APLAUSOS APÓS TODAS AS MÚSICAS E COVER DE TIM MAIA

Muito aplaudido após todas as músicas, Motta fez piadas, contou histórias sobre as canções, dialogou com o público, atendeu a pedidos e até falou do episódio ocorrido no dia 9, que o abalou psicologicamente e levou a cancelar um show que faria neste sábado na casa Opinião de Porto Alegre. Disse ainda que sua publicação no Facebook lhe valeu uma bronca da mulher, Edna, que ficou sem falar com ele: “Eu me arrependi de algumas coisas, mas de outras não”.

Originalmente, “Manuel” estava programada para o meio do show. Como uma espécie de provocação, Motta passou-a para o início da apresentação. Outra surpresa, incluída no calor da hora, foi “Azul da Cor do Mar”, de Tim Maia. Antes de tocá-la, ele disse que não costuma cantar músicas do tio em seus shows, mas que abriria uma exceção porque “hoje é dia de festa”.

De Rita Lee, que classificou como uma de suas melhores parceiras, o cantor e compositor levou duas músicas: Fora da Lei e Caso Sério. Do seu álbum “AOR”, selecionou “Flores da Vida Real”, “SOS Amor” e “Ondas Sonoras”. Incluiu standards da música romântica, como “My Cherie Amour”, de Stevie Wonder; “The Look of Love”, de Diana Krall; “The Closer I Get to You”, de Roberta Flack e Donny Hathaway; “Do it Again”, de Steely Dan, e “Harvest For The World”, dos Isley Brothers. Sem falar em alguns de seus sucessos mais populares, como “Vamos Dançar”, “Compromisso” e “Colombina”.

A assessoria do Terra da Garoa informou que o show de Ed Motta estava marcado há muito tempo e a venda de ingressos praticamente dobrou após a polêmica envolvendo o cantor. Com capacidade para 380 pessoas sentadas na configuração dessa apresentação, a casa não lotou e havia muitas mesas praticamente vazias tanto no mezzanino quanto na parte de baixo, próxima ao palco.

Os ingressos, que variavam de R$ 140 a R$ 270, davam direito a jantar, com um cardápio sugerido pelo artista em que figuravam um ceviche de entrada, mix de pato como prato principal e, para encerrar, sorvete de panetone gratinado.

(oglobo.com)

SS3, ontem…

SS3

grande parte do show foi deste jeitinho aqui acima…

munha (baixista, maestro) articulando com os outros quatro músicos do satanique samba trio

como trincar as sensibilidades da platéia na áudio rebel, ontem.

além da regência, a postura tem outra razão como ele informou:

– “fico de costas também pra tirar onda”

mas aí, você pensa: “PQParille, o caboclo ficou esnobando a rapeize o show inteiro?”

resposta: sim, ficou… mas o show durou menos que trinta minutos… nem deu tempo

pros incomodadinhos se incomodarem… hahaha.

enfim, finalmente, o king crimson de ceilândia baixou na cidade maravilhosa

e pedro blachill, claro, surrupiou o setlist onde a música mais longa teve uns 2:30 de duração

e todas foram antecedidas por introduções cabriocáricas de nosso regente…

satanic.lista

jack jack jack jack…

jack

como era previsto, JW entortou os pilares do autódromo paulistano, ontem.

o grosso do material apresentado foi criado ali no palco, a sangue quente… jam total!

nem parece existir setlist… um, dois, três e já.

tanto que do show de PoA pro de ontem, as músicas foram bastante alteradas… D+!

pelo menos pela TV, a platéia ficou meio desligadona do som vinha caliente da banda…

talvez à espera, apenas, de “seven nation army”… estranho.

segura as pepitas…