Arquivo da categoria: torcida

humberto na coréia (ou aTRIPA parasintando forte)…

Assunto: A tripa Na Coréia

Salve, Mauval!

Espero que esteja tudo bem por aí. Por aqui tudo certo, rodando pelo mundo e ouvindo o RoNca RoNca do lado reverso desta terra falsamente plana. Estive em uma trip asiática, na Coréia do Sul, onde cheguei depois de cumprir o trajeto entre Rio de Janeiro, Houston, São Francisco e Seul. Parecia um pau-de-arara.

A Coréia do Sul é uma loucura high tech, moderna, limpa e meio caótica. Wi-fi gratuito de 100 mega no meio da rua, robôs que mostram a direção, trens super velozes… e aquela infeliz névoa cinza, que nos faz lembrar que o progresso traz uma conta a pagar, e ela não é barata. Além de um povo cordial, mas arredio no trato com estrangeiros. Dentre aeroportos, hotéis, estradas, ruas, becos e esquinas, o RoNca esteve presente. Envio um registro, gangnam style, da tripa no metrô, penetrando nos olhos e na mente do povo sul-coreano.

Fotos e abraços para você,”

Humberto

P.S.: Em São Francisco, felling a little spaced out, comprei o livreto da última foto. Presente para compor o acervo lunático deste programa. Precisamos combinar a entrega.

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relembrando, humberto é este AQUI

frederico, mark, a amada & a expansão…

Assunto: RoncaRonca na viagem de aniversário…

“MauVal!

Janeiro de 2018 já estava acabando, e Mark E. Smith tinha acabado de subir… Pensei comigo, durante a semana, enquanto vasculhava uma lista grande de podcasts: “Não é possível que não tem nenhum programinha que vá fazer uma homenagem ao grande fio desencapado de Manchester. Não é possível! Nem os de “falation” não comentaram nada!” Criei uma conta em outro player mais poderoso (no Castbox, pois eu costumo usar o Pocket Casts – que é mais intuitivo) pra fazer uma pesquisa mais ampla. Daí, ali no meio da lista apareceu escrito: “#268, NOW, no colo de Mark E. Smith”, e nas duas horas seguintes eu chorei junto contigo.

De lá pra cá não deixo nunca de ouvir o Ronquinha. Não falha. Já tinham me indicado o programa anos, décadas atrás, mas eu preguiçosamente nunca fui conferir. QUE FALHA!

E minha audição tem sempre um ritual, MauVal: Ouço todo sábado quando encaro a Via Dutra de Resende – onde moro – até Volta Redonda pra encontrar minha companheira, que ouve a segunda metade do programa comigo quando chego lá. Ou seja, o querido Ronquinha faz parte do melhor momento da minha semana, quando vou matar saudades do meu amor – que trabalha no Rio de Janeura durante a semana.

Só que nesta específica próxima semana – mais propriamente na sexta dia 20, coincidentemente MEU ANIVERSÁRIO – depois de bastate tempo vou encarar sozinho a 040 na pilotagem até BH pra encontrar os amigos (o inoxidável Thiago Mamede, pai do Helinho, e o Mark Greathouse, inquilino por uma noite do Milton Nascimento estão entre eles) na nossa tradicional festa no Mercado Central de Beagá City, todos devidamente fantasiados com fantasias feitas do próprio punho – pede pro Mamede te contar essa, rs – e embriagados de cerveja e felicidade.

E vou levar o Ronquinha comigo nessa viagem daqui até lá, MauVal. Vou ouvir o que irá sair nesta próxima quinta-feira e os antigos de antes da subida do Mark E. Smith, que ainda não tinha ouvido. Enquanto durar a viagem (de ida e de volta).

É isso. Só queria contar um pouquinho – embora tenha me alongado – da minha história com o RoNca RoNca, que desde que “descobri” tem feito meu mundo se expandir musicalmente como antes jamais tinha acontecido. Mamede certa vez me falou: “o Ronquinha mudou minha vida!”. Agora posso falar que a minha também.

Abraços também ao bem vestido Nandão (listradinho feliz e satisfeito como eu), e se houver espaço ainda pra algum pedido de aniversário manda aí alguma versão matadora do Fall ao vivo, pra eu dar aquela piration na viagem, se possível…”

Frederico

raul, lucas e os favoritos…

Assunto: Patti, KC e Spotify

“Salve Mauricio,

Não acredito em inferno mas acredito em inferno astral. De forma que enquanto vivia o meu ficou difícil escrever. Acabei nem contando o espetáculo que foi o show da Patti Smith no Popload. Espetacular, um setlist dos sonhos e controle total da plateia. Ah, sim uma banda afinadíssima e empolgada. Apesar do vigor e juventude dos meninos do Jack White, a noite foi da Patrícia.
Mas estou aqui pq o Spotify começou a retrospectiva de 2019 e não houve surpresa. RoncaRonca e King Crimson.

Grande abraço”

Raul

+

Assunto: Retrospectiva Spotify

“Fala Mauval e A LENDA!

Saiu hoje a restrospec do Spotify 2019. Mesmo com algumas sipitucas (?) o Ronca foi o podcast mais ouvido. Isso sem contar os programa que ouvi pelo site e pelo castbox.

Valeu demais por todas essas horas de companhia, música boa e conteúdo de primeira.

Que venham muito mais!

Queria fazer um pedido de um artista conheci esse ano enquanto lia as quatro estações de Havana – Leonardo Padura. Se puder tocar Drume Negrita com Bola de Nieve ou qualquer outra música dele. (Além dos livros do Padura, recomendo a série As quatro estações de Havana, disponível no Netflix.)

Abss”

Lucas

aTRIPA tocando bola…

Assunto: Meu Amigo Fela

“Fala MauVal tudo bem?
Em um ano dificil no futebol pro Coringão jogando mais feio que no ano do rebaixamento, desisti dos estadios para fazer eventos culturais, como a Curadoria do Ronca nos passa uma vasta agenda cultural, ja estava atras de ver Meu amigo Fela a tempos, mas ele começou a passar apenas no final de novembro em pouquíssimos cinemas de SP e eu por morar na Zona Leste de SP praticamente não tinha horário viável de ir ver, porem o BELÍSSIMO Instituto Moreira Salles no coração de SP colocou nessa primeira semana de dezembro a sessão do filme as 21:45, consegui ir ver na terça 03/12, atravessei a cidade para ver, cheguei la so tinha eu minha esposa e mais uma pessoa na sala de espera a 10 minutos do filme começar, o filme começou com 4 pessoas na sala e terminou com 7, que tristeza mauval, um BAITA filme baseado na obra do Genial Professor Carlos Moore e 7 pessoas pra assistir, retrato desses tempos que vivemos onde a cultura não importa a historia não importa, so essa sandice importa ainda mais essa semana aqui em SP onde se percebe ainda mais que o pobre não tem vez.
Tempos dificies MauVal, mas falando sobre o filme, ele e genial deveria passar no horário nobre da TV, ser mostrado em escola e todo dia da consciência negra em 20/11 deveria ter uma sessão dele, A dica do Ronca foi um primor o melhor documentario q vi em 2019, Espero que o Nandão a Lenda ja tenha ido assistir, a Curadoria Artista do Ronca sempre fazendo nossa cabeça, muito obrigado MauVal e Nandão.
Se eu puder fazer um pedido de protesto de uma musica de 1997 que principalmente o começo dela mostra oq aconteceu nesse final de semana em SP – Racionais Mc’s Capitulo 4, Versiculo 3
Grande Abraço”
Tiago

+

Assunto: Futebol

de: josé luiz

“Este texto é de um atleticano que percebe que o problema dos clubes (e isso vale pra todos) não são os treinadores nem os jogadores. O problema está na administração.

– CRETINOS, RESPEITEM O CRUZEIRO!!!
RESPEITEM O CRUZEIRO, CRETINOS!!!
(é o que eu diria se fosse cruzeirense)

Dinheiristas, demagogos, ególatras, incompetentes, salafrários, filhos da puta, de dentro e fora do campo, respeitem o Cruzeiro!!! Respeitem o Cruzeiro, pulhas, patifes, bandalhos, calhordas, moleques!!!

Cretinos, respeitem o maior campeão da Copa do Brasil, com seis conquistas, feito inalcançado até pelos clubes cariocas e paulistas, que contam com apoio histórico da TV Globo, da CBF e do apito.

Respeitem, cretinos, o clube onde jogaram Tostão, Dirceu Lopes, Piazza, Perfumo, Nelinho, Ronaldo Fenômeno, Elivélton, Fábio, Marcelo Ramos, Natal, Evaldo, Geovanni, Aristizábal, Alex, Dida, Palhinha, Ricardinho, Sorín, Raul, Joãozinho, Palhinha, Zé Carlos, Arrascaeta, Éverton Ribeiro e tantos outros bons e ótimos.

Cretinos, respeitem o clube da camisa mais bonita do futebol mundial, que espelha o céu em noites iluminadas.

Respeitem, cretinos, o clube que enfiou o maior público na história do Mineirão, em simples decisão regional contra o pequeno Vila Nova, em 1997.

Cretinos, respeitem o clube que ajudou o Brasil a formar a maior Seleção Brasileira de todos os tempos, campeã da Copa do Mundo de 1970, no México, cedendo-lhe Tostão, Piazza e Fontana.

Respeitem, cretinos, o clube que derrotou o Santos de Pelé duas vezes na final da Taça Brasil de 1966, incluindo uma balaiada de 6 a 2, considerada por muitos a maior derrota imposta àquele histórico time paulista.

Cretinos, respeitem o clube que tem sete conquistas sul-americanas e é o primeiro fora do estado de São Paulo a vencer uma Copa Libertadores, em 1976.

Respeitem, cretinos, o único clube fora do estado de São Paulo que tem 10 títulos de competições nacionais: seis conquistas da Copa dos Brasil e quatro do Campeonato Brasileiro.

Cretinos, respeitem o único clube que ganhou duas vezes em sequência a Copa do Brasil.

Respeitem, cretinos, o clube que conquistou duas edições do Campeonato Mineiro vencendo todos os jogos, em 1929 e 1930; sequer empatou.

Cretinos, respeitem o clube que conquistou duas das três edições da Copa Sul-Minas, em 2001 e 2002.

Respeitem, cretinos, o clube que é um dos quatro grandes do país que jamais foram rebaixados para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro.

Cretinos, respeitem, o único grande clube fora do Rio de Janeiro e São Paulo que jamais foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro.

Respeitem, cretinos, o clube que derrotou tanto e de forma tão brilhante clubes argentinos e uruguaios que ganhou de comunicadores sul-americanos o apelido de A Fera Negra (La Bestia Negra).

Cretinos, respeitem o primeiro clube brasileiro a conquistar a Tríplice Coroa: Campeonato Mineiro, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro no mesmo ano, 2003.

Respeitem, cretinos, o clube que tem como freguês o Flamengo, clube mais ajudado pelo apito, clube que tem mais apoio de empresários e clube mais popular do Brasil por contar com o apoio da TV Globo, emissora que (ainda) manda no país.

Cretinos, respeitem o clube para o qual torcia o maior poeta da língua portuguesa em todos os tempos: Carlos Drummond de Andrade.

É o que eu diria se fosse cruzeirense.

O TREM ITABIRANO”

Marcos Caldeira

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como assim, marcos?

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gleison, thiago & helinho…

Assunto: No Saruê: Thiago (ou Pai do Helinho)

“Salve, MauVall

E lá do meio da escuridão, vejo surgindo uma camisa familiar… As luzes dos postes vão iluminando aquele tom de azul inconfundível e aquela tipografia ímpar. Era um maNto brotando do além numa noite de sábado entre stouts e IPAs.

Resultado está na fotografia. Um abraço sincero de um irmão d’A Tripa que agora avança pelos bits do correio eletrônico e chega em vossa pessoa.

This is Religion
Cheers”
Gleison e Thiago
De BH

samuel, FWF, mark e. smith & uberlândia…

Subject: #364
“Oi, Mauricio.
Eu só queria dizer nesse email o quanto me identifico com seu programa e seu site.
Essa semana escutei bastante  Strange  Town do groundhouds, conheci pelo programa do Gideon Coe na BBC 6. Hoje fui ver o que tinha no programa dessa semana do ronca ronca E JUSTAMENTE ESSA MÚSICA.  DEMAIS!!!!
Adorei ver a história sobre o álbum  Music From Saharan Cellphones. Tinha conhecido pelo o Lias do Fat White family. Antes de gravar novo álbum deles (pra mim o melhor de 2019 e está em 14 na lista Mojo top75) ele se isolou na Armênia e conheceu esse álbum.  Aliás, Fat White Family é uma das melhores bandas dos últimos anos de UK, pra quem gosta de The Fall, é a principal inspiração deles.
 
Inclusive eles tem uma incrível  música “I am Mark Smith”, fazendo alusão a música do The Fall “I am Damo Suzuki”. Talvez esteja falando isso e você já sabe hehe.
Enfim, esse email é mais pra me expressar de como gosto de ouvir seu programa e que me identifico muito com os sons que você coloca.
 
Um grande abraço.”

Samuel

Uberlândia MG.

mark, a epopeia de chris & o hendrix tuareg…

Assunto: O Hendrix Tuareg

“Mauval e Jovem Nandão…

Saudações de Belo Horizonte!

Mauval… tô passando pra te contar mais uma história surreal (mas real!).

Estive de volta recentemente à belíssima cidade de Portland, no estado americano do Oregon, terra natal de meu querido pai, Mr. Gordon. Passei uma semana por lá para fotografar o casamento da minha prima mais nova.

Nessa viagem, reencontrei um grande amigo meu da minha época de faculdade (estudei por um período na Oregon State University) e conheci o Chris Kirkley, que na época era colega de quarto do meu irmão mais velho por lá (isso nos idos de 2002 ou 2003). Mas esse cara tem uma história que vale a pena eu te contar (vou tentar ser sucinto):

O Chris, nessa época, era um americano branco padrão, estudante de farmacologia. Até que eu e meu irmão o convencemos de passar umas férias no Brasil. Na primeira vinda, o cara já pirou por aqui. Se encantou com nosso país e com nossa cachaça mineira. No ano seguinte, o convencemos a vir passar o carnaval com a gente na pequena Pompéu, no interior aqui de MG. Foi aí que a coisa “desandou” de vez: um ano depois, o Chris vendeu tudo que tinha em Portland e veio para o Brasil. Em três meses morando num “puxadinho” em um dos projetos sociais que meus pais coordenam aqui na periferia de BH, ele já estava fluente em português, fã de Raulzito, e pronto para novas aventuras.

Passou os próximos 12 meses pegando carona e viajando para cada canto desse nosso Brasilzão, até que foi deportado pela Polícia Federal (com seu visto de turista vencido) em Manaus.

Aí que começa a parte da história que eu acho que vocês vão curtir. Depois de mais um ano juntando dinheiro nos EUA, ele compra um vôo só de ida para Paris, pega carona até Gibraltar de onde ele atravessa para o norte da África, onde ele passaria os próximo dois anos. Desses dois anos, nasceu um projeto musical FODA.

Vivendo entre os nômades no Saara, ele se encanta com a música da região (que sei que você também é um grande apreciador).

Ele me contou, que aparentemente o Spotify não havia chegado ainda à região do deserto (quem diria, né?), e que o método mais usado para compartilhamento de música eram os celulares (que todo mundo tinha, mesmo sem haver sinal na região). Música por lá, aparentemente é compartilhada pro cartões SD e de celular pra celular via bluetooth.

Após meses de curadoria, escambo de cartões micro-SD e troca de músicas do Raul por canções dos músicos da região e gravações feitas com o microfone do próprio celular, ele volta pra Portland para fazer a curadoria do primeiro vinil que lançaria seu selo e sua gravadora nos EUA, a Sahel Sounds (https://sahelsounds.com/about/). O disco era um compilado de várias de suas gravações da época, chamado Music from Saharan Cellphones (obviamente adquirido e já guardadinho aqui na minha coleção).

De lá pra cá, nos últimos dez anos, ele gravou dezenas de outros discos e revelou e promoveu turnês de vários artistas tuareg ao mundo. Dentre eles está Mdou Moctar, o Jimi Hendrix Tuareg.

Pira nessa onda, Mauval! (de preferência sob o efeito de uns 2-3 caramelos)

Enfim… foi mal mais um email gigante. Mas uma história dessa não dá pra resumir muito, né? Espero que curtam!

Ah, segue o link da gravadora dele ai nos streaming também:

Um abraço!”

Mark

alexandre, michael, casa amarela & as vozes…

Subject: Michael Stipe
” Ola meus grandes amigos tudo beleza?

 O Michael Stipe está de carreira solo? Sabem algo a respeito?
 Até porque ouvi esse som chamado de “ Your Capricious Soul´´ e não me lembro dela ser  do R.E.M, pois acompanho os velhos discos deles, á propósito toquem ela no programa se possível.
 E o som das suas vozes melhorou bastante nas últimas edições, caprichem, pois aqui em Recife , Casa Amarela, ouvir bem vocês dois, é essencial pra minha felicidade.
 Abraços meus caros.”
 Alexandre.