“O #200tão roda na ovalidade da minha caixa preta: cabeça.
Coisa passada futura nina, a simone wild is the wind
e o parnaso derretido em pianos pingos de uma chuva senão mitológica,
[desconhecida na posteridade.
Que objetos são esses que encontro nesses escombros?
Vinis espatifados? Pó preto? CDs?
Mas o que vejo? HDs empoeirados? Um?
Apanho-o do pó e descubro a fonte cristalina do que foi,
nesse útimo sambaqui encontrado na posteridade, a descoberta dos homens RoncaRonca,
que naquele período desastroso de psdbs e pmdbs,
autodenominaram-se mauricio valladares e Shoguns.
E ainda me lembro da deusa molhada
sem arroubos de ventos ou trovões,
mas pairando como um garoa fina e fria,
tocada por uma brisa gélida,
a afinadíssima e inoxidável memória:
[simone wild is the wind que encerra certo percurso.
Eis parte desse material tão desesperadamente encontrado.
Sambaqui explicando às gerações futuras e presentes,
solos de agulhas…
Mas, se der, põe aí, e fale um pouco para as novas gerações, do “Before bach”, disco de Érik Marchand vs Rodolphe Burger (são duas: “Enez vaz (totem & tabou)” e/ou “Phobic Flights”], um bardo e um roqueiro da Bretanha francesa. Fique a vontade! Pena não ter a bolacha para mandar procês.
Eu tô e continuo aqui, orelhudo pra caramba em vocês.
Bjus pra essa dupla duca!
E continuem vivos, apesar das guloseimas vencidas (rsrsrsrs)”
Oswaldo