Assunto: Nico? É DEUS, MAMÃE!“Fala, Mauricio.Coloquei o Ronca 128 para ouvir no carro e estava na estrada bem tarde da noite dirigindo de volta para casa sozinho
numa escuridão sinistra quando tocou a Nico, aí eu pensei: É DEUS, MAMÃE!
O RoNca é sempre meu companheiro na estrada.Mauricio já que estão valendo os pedidos, quando der toca aí A Barca do Sol (Durante o verão) ou o Cineplexx (Perfume).
O RoNca está inoxidável!”
Leonardo de São João de Meriti.
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luiz mandou pra gente…
e garante que há muito tempo não temos uma fornada tão boa de bandas aparecendo na vênus platinada… isso, na TV globo.
será?
scalene, direto do DF…

marcelo mandou pra gente (ou o colosso nascendo)…

a construção começou em junho1926… e a inauguração foi em abril1927.
nem um ano para erguer o colosso de são jujuba… na marra,
contra tudo e contra todos…como sempre… e com dinheiro (só) nosso.
orgulho!
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primeira copa cariri (ou paulo mandou pra gente)…
e com grama sintética natural… que momentos!
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N.Y.C calling…
Assunto: Clique em NYC“Mauval,Tudo bem?Segue um cliquesinho, assim meio paparazzi, do Kyp Malone (TV On The Radio) no Chelsea Market em NYC.As coisas lá, para variar, continuam demais. Onde mais encontrar uma edição 61 do Genius Sings The Blues, zeradinha, e por 14 dinheiros? Na Music Matters, no Brooklyn, claro.A Rough Trade NY ficou bem legal, ainda que os preços sejam meio salgados.No Webster Hall, enquanto uma tal de Jessie Jay deixava uma fila imensa na calçada, no porão rolou a banda do guitarrista do Weezer (The Relationship) e uma outra que achei bem bacana (Gringo Star). O Blur tocou em Williamsburg, de grátis, para umas 500 pessoas, mas claro que os ingressos acabaram em 30 segs. e fiquei chupando o dedo (e que disco legal essa Magic Whip, não achou?).Muito jazz bom, nos bares e na ruas.Fora isso, uma Slavic Soul Party no Barbès, Brooklyn, banda bem boa, um papo com o trombonista e uma indicação para ele ouvir o Ao Vivo em Montreux do Hermeto (sim, o cara curtia Hermeto).Para finalizar, Father John Misty foi a trilha sonora perfeita da viagem.Grande abraço,”Leonardo

olhar43…
professor vidigas aprontaNdo no fim de semana candango…

leNda!
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menos uma…

Assunto: o sinal está fechado pra nós
“E aí Mauval, quais as novas na capital da Guanabara?!!!
Lembra que nos anos 90, vez por outra acordávamos no domingo com uma noticia ruim? Parecia que as coisas ruins esperavam sempre para acontecer no domingo.
Pois nesse domingo acordei com uma noticia que por algum motivo me deixou triste, fiquei sabendo que a radio Ipanema FM de Porto Alegre, não será mais transmitida em seu dial 94,9 passando a sua programação somente a ser transmitida pela web.
A rádio Ipanema está para nós aqui do sul, como a Fluminense está para vocês ai no Rio, isso por diversos motivos, por falarem a mesma linguagem, por serem alternativas e tocarem o que outras nunca tocariam. Eram tão identificadas que os locutores aqui até chamavam a Fluminense de coirmã.
Para nós que não tivemos as mesmas possibilidades tecnológicas de hoje, a Ipanema foi nos anos 80, a janela que tínhamos para o mundo, nós que vivemos “longe de mais das capitais” tínhamos nela a janela pela qual olhávamos para o mundo, e podíamos saber o que nele se passava.
Por ela chegou aos nossos ouvidos as sonoridades de bandas como The Cure, The Smith, PIL, Bauhaus, Trio, Television e uma infinidade de outras. Por ela até conhecemos nossa própria província com Jemi Joe, Júlio Reni, Nei Lisboa e tantos outros que talvez nunca conheceríamos não fosse a sua ideologia de não andar pelos caminhos onde todas andavam.
Sei que as mídias atuais têm trazido novas possibilidades e se não fossem elas, quem sabe não teríamos nem a continuação da Ipanema pela web, mas de alguma maneira, olhando pra tantas rádios sem história e sem identidade alguma, continuarem firmes em seus diais, sinto que alguém saiu derrotado, e temo que o poeta estava mesmo certo; “eles venceram e o sinal está fechado pra nós”.
—
Gil Brito
aTRIPA… ahhhhhhhhhhhhhhh, aTRIPA…



PQParille… D+D+D+D+!!!
( :
leoNardo mandou pra gente…
o maNto, tranquilão, em inhotim…

juventude sônica (ou o leão esfomeado)…

igor & túlio… dois monumentos d’aTRIPA, ontem, no baixo méier.
estar com essa rapeize sempre foi – e sempre será – o melhor… de tudo.
durante a projeção do doc aTRIPA, em plena praça agripino grieco, meu esforço foi gigante para conter o blu blu sinistróide no zôio… testemunhar, mais uma vez, a conexão inoxidável do roNca com essa tchurma quase arrancou meu coraçãozinho pela boca… casca!
para a noitada galgar parâmetros, comemoramos dois nivers, na redondeza:
z´da mar´, leNda cabriocárica…

e… e… e… SHOGUN…

o mito do “cadê shogun? cadê shogun?”, finalmente, desceu pelo ralo… D+!
marcaram presença strogonóficamente:
gabizinha, imperador carlos magno, aline palavrão, magriça, craudinha, MAM, calvin, dine, sgt pimenta, leandrão, professora, JR, pedro “the lonely”…
& dezenas de outras figuraças que fazem d’aTRIPA uma nação cabeleira altíssima.
mas nem tudo foram flores no méier.
quando cheguei à praça (19:30), vi a “produção etíope” ultimar os preparativos para a projeção… fiquei papeando com igor (autor do doc junto com polly) e aguardei para saber
do equipamento de som que eu usaria.
me apresentei e perguntei à simpática/eficiente produtora:
– “onde você vai colocar os aparelhos de cd?”
com a expressão congelada pelo inusitado da indagação ela respondeu:
– “cd? aparelho de cd? não, não tem nada programado”
quando a ficha caiu pros etíopes, o corre corre foi forte para conseguir o tal equipamento…
que, óbvio, já estava acertado, confirmado, “garantido” há muito tempo.
depois da projeção, eles informaram que a busca estava finalizada…
e não haveria som na praça.
muita gente chegava embrasada para balançar o esqueleto por volta das 22:30…
e recebia um balde de água fria por dentro dos cornos… frustração total.
como não cabia encontrar as razões pro brutal silêncio, adivinha pra quem sobrou a creca?
“o leão comeu os aparelhos de cd”… bradou sorin, alucicrazy frequentador do pedaço.
mamãe!!!
mas como o melhor sempre é o corpo-a-corpo (ou melhor, o copo–a–copo) a noite foi memorável… com direito à saideira na vila mimosa…

ah, já ia esquecendo,
a xeretinha, também, quase foi comida pelo leão!
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