“Outro dia você colocou uma notícia do Everton no tico-tico… o Everton hoje em dia é um dos clubes de futebol mais bacanas do planeta, se não for *o* mais bacana. O estádio é um dos pouquíssimos aqui na velha ilha que ainda têm aquela atmosfera de arrepiar, é carregado pelos fiéis e não por milionários nem políticos de passagem, o time tá sempre jogando com raça e com orgulho da camisa, tá sempre revelando bons jogadores, e a torcida é um show. Minha campanha aqui é pra que o segundo time do Tom (depois do Flamengo) seja o Everton. Isso pra não falar do Fellaini, o Valderrama do Maghreb!
lembra, durante a tour hermanos/roNca, quando apareceu – na fundição (RJ) – um ouvinte que disse ter perdido QUATRO quilos depois da derradeira edição do roNca?
olha a fotoca do cidadão, à direita, sendo consolado pelo professor selvagem (sim, a lenda da ilha do amor!)…
pois bem, a História do emagrecimento correu a galáxia… e o bernardo passou a anexar 4kg em seu próprio nome próprio!
hahaha… PQParille!
segura o pombo que chegou…
Subject: 4 kg voltando
“Fala Mauval! Aqui é o Bernardo, vulgo 4kg (tá lembrado né? do show dos hermanos)
Meu amigo, não sou de escrever muito mas tô sempre na moita, acompanhando o “Ronca Blog”. Aliás, lá no trabalho somos 2 integrantes da tripa te acompanhando. Eu e Fabiano (esse você conhece pois já citou num post: (http://www.roncaronca.com.br/2012/02/29/atripa-2/).
Escrevo para (novamente) lhe agradecer, mais especificamente o post sobre o Jards Macalé. Estou passando a madrugada trabalhando num relatório e esse post salvou minha noite! Trabalhei ouvindo todas as musicas do Jards com o Soma e a trilha sonora do Mailbag Blues! Valeu!
Por falar em trabalho, recentemente fui premiado com um show dos Paralamas em meu trabalho!!! Sente a pressão! Tem idéia do que é você abrir a porta da sua sala, dar 2 passos e estar num show dos caras?!?! Como você diz, cabeleira altissima!!!
Comentando alguns posts passados:
Historico o gol e a reverência da torcida ao Juninho no jogo do nosso Vascão contra o Botafogo! E de arrepiar a torcida invadindo o campo pra comemorar o gol do zagueirão do Everton! Relembrando outro post antigo em que você e meu amigo Barba (grande vascaino!) foram ao Beira Rio, percebo que muitos vascainos que conheço nutrem uma simpatia pelo Inter. As 2 vezes que estive em Porto Alegre fui com amigos vascainos ao Beira Rio. Os jogos foram bem mais ou menos (2×2 contra a Ponte em 2000, jogo assistido da geral, ou melhor da Coreia!!! E 1×0 de penalti contra o Paysandu em 2005), mas no primeiro resolvemos ir em um onibus da torcida do Inter que saia do centro da cidade. Chegando lá o único do ONIBUS INTEIRO a ser revistado pela policia fui eu!!! Cabeludo sempre se fode!
Sensacional esse relançamento em vinil da estréia do Jards
macalé…igualmente clássico é o posterior, “aprender a
nadar”…queria ambos em minha humilde coleção, mas infelizmente, como
disse, so tornaram raridades a muito tempo, só encontro em versões
piratex por aí.Recentemente saíu em cd o segundo e o terceiro discos
do Sergio sampaio, que comprarei em breve, antes que evaporem
também.Enfim, todos discos clássicos na minha opnião, que mereciam ter
entrado nessa listinha da rolling stone (ao menos nessa entrou o
primeiro da Angela ro rô, que nunca é lembrado nessas ocasiões, e que
gosto bastante, rs).Por acaso, arrumando um armário essa semana, achei
uma revista da mtv com uma lista semelhante, com os cem principais
discos da mpb (você inclusive aparece como um dos votantes), e ao
menos nessa lista o album do jards está.Mas sergio sampaio, walter
franco, entre outros, infelizmente são ainda menos conhecidos (ao
menos é a percepção que tenho…).Esse ano vi duas apresentações do
jards no ccbb (um show, e um debate com o capinam, em um ciclo mensal
chamado sarau de idéias, geralmente mediado pelo charles gavin, vale a
pena dar um confere) e foi bem bacana.
Outro dia você falou sobre os discos de 1972…e um desse ano que
merecia estar lá no top five, do lado de ziggy stardust e exile on, é
o “dança da solidão”, do paulinho da viola…fazia tempo que não o
escutava, e to viciado nele (e no posterior, “Nervos de aço”) por
esses dias.
Aguardo por ler seu relato do show do Ron carter…acabei indo pro
festival de jazz que está tendo na praça dos correios, e , meio
cansado, acabei vindo pra casa.Espero que ele volte em breve.
Esta notícia também me pegou de surpresa e me deixou muito triste.
Tinha uma relação especial com o Celso Blues Boy. Além de ter ouvido muito suas músicas, principalmente na Rádio Fluminense, eu fotografei a lendária apresentação de B.B.King no Brasil, quando Celso BB foi chamado ao palco e mal conseguiu tocar, de tamanha emoção.
Este foi meu primeiro trabalho profissional como fotógrafo e foi muito emocionante estar diante de dois caras que eu admirava muito.
Seguem umas imagens em anexo.
01 – Celso Blues Boy e as locutoras da Rádio Fluminense, Mylena Ciribelli e Verônica Dobal durante entrevista coletiva para promoção de show do “Rei do Blues” no Brasil. 09.07.86
02 – Celso Blues Boy e B.B.King durante entrevista coletiva para promoção de show do “Rei do Blues” no Brasil.09.07.86
03 – Durante o show, B.B.King, chama Celso Blues Boy no palco e empresta a lendária “Lucille” 12.07.86
Mania de adolescente. Mania que se perdeu com o tempo. Ou melhor, com as previsíveis evoluções. Se com 16 anos eu tinha que ouvir apenas o que tocava na rádio e na MTV, com 26 eu descubro e reencontro bandas e músicas no iTunes ou Youtube. Ficou mais fácil? Sim. A variedade aumentou? Claro. Mas também mudaram as percepções.
Parece tudo meio descartável.
A gente não ouve mais a música com outras pessoas.
Eu explico.
Minha coleção de fitas era interessante. Ela permitia que eu ouvisse qualquer música a qualquer hora do dia. Era muito fácil. Bastava abrir a velha caixa daquele All Star vermelho e tec, tec, tec, tec, ir jogando as fitas com o dedo indicador em direção a parede do papelão até achar uma banda ou o nome de alguém.
A ação de colocar a fita no walkman ou no toca fitas do carro do pai já superar a vontade de ouvir algo. Ao mesmo tempo, batia uma certa solidão. A sensação que eu tinha era de não compartilhar a música. Era eu, fones e a música. Eu podia recomeçr quando quisesse, parar ou correr até o meu solo favorito. Sem dramas, sem expectativas e, principalmente, sem surpresas. Essa comodidade era algo deprimente que escondia-se atrás da agradável sensação de prazer com o som.
Pois, no final das contas, era uma fita gravada. Não era algo no rádio.
E no rádio era diferente.
.
Qual foi a última vez que você parou pra ouvir música?
Quando a música toca no rádio, por mais que você tenha uma dezena de fitas com várias versões da mesma canção, você para e ouve. Você pede silêncio, sintoniza melhor a estação e curte. A música que você gosta. A música que você tem. A súa música. E no rádio. Ou seja: compartilhando o momento com outras milhares de pessoas.
A sensação de ouvir uma música no rádio ou ver um clipe na TV, por mais randômica que seja, jamais será comparada com uma aba do navegador com o Youtube em execução. A graça está sempre na imaginação que a fantasia proporciona. E em como ela, mesmo que por três minutos e meio, transformar a solidão de uma tarde vazia em um sorriso correspondido por outras centenas de ouvintes.
Não gosto dessa música que você ouve enquanto faz planilhas em todos os lugares e meios. Essa música do Play/Pause é mecânica. Uma presença compulsiva e compulsória de qualquer forma de som, o tempo todo, de todas as fontes em todos os volumes.
É por gostar de música que eu tenho buscado o silêncio, disse o Laerte.
O silêncio que me faz ter uma relação nova com a arte: o do prazer da divisão. Afinal, poucas sensações são melhores que a de apresentar algo que a pessoa goste. É como se a gente tivesse revelando um segredo. Um segredo bom, que o receptor sente-se orgulhoso e, ao final do processo, satisfeito com a indicação.
Assim resume-se a música: entregar algo que te emocione. E que me faça emocionar outras pessoas.
Hoje, se eu pudesse, pediria pra você parar. Parar agora. Colocaria fones de ouvido em ti e daria play na fita. Ficaria olhando sua reação ao mesmo tempo que você se espantaria com a minha ansiedade pelo veredicto. Aí você entenderia tudo o que estou tentando dizer: é bom se sentir acompanhado enquanto ouvimos algo.
Seria essa música. Igual ao filme que nunca assisti.
Nem preciso dizer a falta que RoNcaRoNca faz e como as terças-feiras estão chatas!! Seria chover no molhado…
Para amenizar a saudade tenho baixado alguns programas, porém esse aqui eu não acho em lugar nenhum: Bnegão, taylor mcferrin e llhan ersahin em 2 de novembro de 2010!
Me ajuda ai: como acho essa pepita para baixar?
Abraços saudosos”
Clarice
sentiu?
no que chegou a “solicitação” da clarice, entrei em contato com jefo, d’aTRIPA…
conclusão…
.
segura o áudio e a bula daquela terça feira onde tudo – pra variar – aconteceu de improviso, ao vivo:
Viu onde estão sendo disputados os jogos dos Bernadinho-Boys In London ?
Imagem em anexo.
Profanação ? Heresia ? Crime contra o patromônio musical planetário ?
Abraços
Kleber
PS. Em 2016 pode ser no Barra Music.
hahaha…
klebinho deve estar lembrando, por exemplo, deste outro uso para earls court:
Primeiramente, gostaria de informar que cedo ao Ronca Ronca, em
caráter vitalício, os direitos do meu endereço de e-mail, com intuito
que o mesmo continue recebendo sua dose diária de desorientação, ok?
Prosseguindo! Rapaz, eu já estava com vontade de lhe escrever faz um
tempinho mas recentemente um fato catalisou o preparo deste e-mail…
É a tal história que a roda não pode parar de girar, tão bem propagada
por você! E por também entender que simplesmente armazenando o
conhecimento, não fechamos o ciclo, tudo que capto no seu site,
divulgo na medida do possível! Pois bem, determinei a um grande
camarada meu a audição do Big Star (tudo) e do Roxy Music (o
primeirão). Passaram alguns dias, nada de retorno sobre os discos,
abro o site do Ronquinha e… uma postagem com uma lista de discos de
1972, entre eles o #1 Record do Big Star e o primeiro do Roxy Music.
Não perdi tempo e encaminhei o link da postagem pro meu camarada. Como
resultado da postagem, o cara me envia pouco depois um e-mail
relatando toda sua desorientação com o Big Star e que já estava
colocando na agulha o Roxy Music! Mauval, meu caro… fui inundado por
uma sensação de “missão cumprida”, saca? Sensação que imagino que você
já tenha sentido inúmeras vezes e que continua lhe emocionando até
hoje… E só pra fechar: eu conheci o Big Star através do Ronca Ronca!
Então, antes tarde do que nunca, muito obrigado por essa e pela
tonelada de outras dicas musicais!
Abraços!
P.S: Hoje cedo, o disco novo do Curumin estava “arrochando” meu ipod e
eu já estava fazendo as continhas pra saber se dava pra comprar o
belíssimo album (em todos os quesitos, bicho, que capa!)… Acabei de
visitar o site do ronquinha e…. lá está o desejado, com direito a
foto da arte interna e tudo! hahaha”
há tempos eu não entrava em contato com uma boa parte de nossa torcida.
ao longo dos últimos tempos, a comunicação das coisas roNca aconteceu, apenas, via a tchurma cadastrada aqui no site.
sendo assim, muita gente ficou foreta de nosso bate-bola… normal, falta de tempo, falta de vontade… opção!
hoje, ao refazer algumas listas de ouvintes, enviei um “pombo sem asa” para a tchurma que estava “adormecida”…
já que espero informar, em breve, algumas novidades envolvendo o roNca… take it easy, nadica de dial ou programa!
enfim, o projétil alcançou todos os tipos de ronqueiros… mas a grande maioria estava “off”, à vera!
conclusão: recebi uma avalanche de mensagens solicitando inclusão…
e acabei fatiado, despedaçado, esquartejado pelo carinho, sem igual, de nossa tossida… aTRIPA!
muuuitos ouvintes, que estavam sumidos, apareceram gloriosamente… outros tantos se manifestaram pela primeira vez.
PQParille, minha tarde foi “cabeleira altíssima” graças ao mais poderoso dos aditivos: a emoção!
eu só posso tentar retribuir na mesma moeda… com vibe do mesmo quilate, com o mesmo respeito, carinho…
e pra segurar esta onda, vou mostrar uma das mais espetaculares demonstrações disto tudo que já recebi:
a edição feita pelo MAM, em 2011, com algumas fotografias minhas que ele catou aqui e “ali”.
para contextualizar, tudo ao som de gil scott heron com “pieces of a man”…
( :
botando a tampa, três exemplos dos “pombos sem asa” de ontem…
“Salve Maurício,
Demorou mas chegou, conforme prometido.
Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, não é não?
Bom, ainda que essas imagens valham mais que qualquer palavra (fé no futuro, sempre!!!), não custa nada dizer um sonoro MUITO OBRIGADO, pelo ingresso, pela sonorização, pela simpatia, especialmente pelo momento transcendental ao som Dele, Coltrane, e também pelo Gainsbourg do final no show dos Hermanos, aqui em São Paulo.
Grande abraço e muitas saudades daquelas terças espetaculares.
Ps. Esse objetozinho metálico é uma réplica em CD do Metal Box, porque o original só passa pela minha mão.
Leonardo
+
“Oi Maurício eu quero continuar recebendo as notícias no Ronca sim!
Aliás,sabe que certa vez estava voltando da casa da minha ex-sogra e resolvi chamar um taxi pois já estava tarde e as minha bebês estavam dormindo. Meu ex-marido(o Alex) e eu entramos no carro e fomos curtindo as músicas que o taxista ouvia no rádio, não lembro o que tocava, mas era agradável. Em um determinado momento tocou a vinheta da rádio, ele estava ouvindo a Jovem Pan.
Nessa hora eu comentei que achava uma pena o Ronquinha ter saído do ar pois era o único programa que me fazia ligar o rádio,foi quando para a nossa surpresa o motorista falou ” Desculpa me meter na conversa de vocês eu adorava esse programa. É uma pena mesmo ter saído do ar.”ele também era um orfão do programa! Aí ele falou para o Alex ” Pô, essa tua camisa é muito maneira, eu tenho uma que é edição da copa”.aí o alex disse ” cara, não fala que a camisa é minha que dá até briga…”
E dava briga mesmo! porque desde quando nos conhecemos ele ia na minha gaveta e roubava a minha camisa do ronquinha!Logo a camisa que eu mais gostava e que me traz lembranças tão boas! Por quatro anos eu não pude usar a camisa porque o sr. Alex ia na minha gaveta e pegava antes que eu pudesse pensar em vestir! e eu sempre falei para ele que se um dia a gente se separasse ele poderia leval tudo, menos a minha camisa!
E de fato nos separamos! foi uma separação tranquila, sem maiores problemas. Na semana passada ele veio buscar algumas coisas que ainda estavam por aqui e teve a cara de pau de perguntar ” Michelle, cadê a minha camisa do Ronca Ronca?”
Michelle
+
Subject: Ronca em São Luís…
“Aí, Maurição…belesma?
Pra não chover no molhado, nem vou falar sobre a falta de opção nas noites de terça… Em todo caso, estamos na expectativa, sempre de olho no Site Roncador!
Segue uma “fotoca” recém retratada em São Luís do Maconhão…onde, pasmem, numa tarde conhecendo o Centro Histórico, eu e minha namorada só ouvimos Legião! Pelo menos em três momentos diferentes, na mesma tarde, a trilha captada no ar era essa…mto lôco! Cadê o reggae?