(1948 – 2016)
Arquivo da categoria: tristeza
e quando você acha que tá tudo “tranquilo”…

(1953 – 2015)
na boa, com todo respeito possível, mas quando foi que você soube da subida de um FDP? e olha que esse tipo de gente tá mais na pista que tiririca na grama, procede? é uma rapaziada que se prolifera tal e qual camundongo. mas por qual razão esses vasos não quebram? tem nego deles que tá mijando pelas botas… mas segue firmão. tem nego deles que passa no meio de rajada de metralhadora… como se estivesse na praia, tranquilão.
já do outro lado…
JB forévis!
e lá se vai o planetinha cada vez mais www…
exatamente (ou quase) as mesmas cenas que meus zoinhos testemunharam aqui…

no mais descontrolado encontro de cabeleiras altíssimas que, infelizmente, a xeretinha foi impedida de registrar… mas as lembranças seguem vivas… amém!

(1945 – 2015)
? !
será que, em pouco tempo, não haverá mais ninguém para salvar nossas crianças do naufrágio?

bruno mandou pra gente…
Assunto: Fogo no acervo de Lee Perry…
allen “todos os saNtos”…

(1938 – 2015)
que tristeza a subida desse gigante da Música planetária… leNda, monstro absoluto gerado nos pântanos de nova orleans ao som dos mais descabelados batuques & grooves. felizmente, tivemos a benção de cruzar com Ele, ano passado, numa apresentação inesquecível no teatro casagrande. na saída, com todo o tempo disponível, sir toussaint, autografou-papeou-sorriu-posou (com pedro blackhill) e mostrou, sobetudo, com quantos paus se faz uma canoa… perdemos um mestre, a lanterna que insistia em guiar o rebanho… de lascar!
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mudando a prosa (ou o feitiço contra o feiticeiro)…
guardo na minha caixinha de ótimas lembranças dois jornalistas com quem tive encontros muito rápidos mas, totalmente, inoxidáveis: tite de lemos (1942-1989) e josé castello.
já falei e escrevi sobre o tempo em que tite foi editor do segundo caderno do globo e publicou minha resenha sobre os shows do zeppelin, em 1975… e que só fui conhecê-lo anos mais tarde. já castello, em 1988, me procurou por uma razão que não lembro mas, ao ver a série de fotos que eu havia feito com os fotógrafos, mudou o rumo da pauta e publicou o material na primeira página do caderno B (jornal do brasil).
josé castello foi defenestrado do jornal o globo e publicou, na quarta feira, o mais contundente / cristalino / desesperançoso texto de despedida que conheço…
Hora da despedida
new order (ou globinho)…
a recessão brazuka – somada à crise globalizada (plim plim) – está chegando ao pico da devastação… comércio, indústria e serviços agonizam frente à incerteza… e, agora, mais um degrau da calamidade atingiu o nosso já combalido jornalismo. o ex-poderoso jornal o globo funciona, na últimas horas, como uma inclemente máquina de moer carne. dezenas de profissionais – de todas as áreas – estão sendo colocados no olho da irineu marinho.
a internet que demoliu lojas de discos, rádios, revistas e jornais vem sendo apontada como a grande bandida nesse lacrimejante capítulo (acho que tem mais “bandido” aí). ôxente, logo ela que – até recentemente – era identificada como a mais generosa aliada na propagação da informação? o fato é que o jornal perdeu $$$ do governo / $$$ dos anunciantes / $$$ dos assinantes… e viu descer pelo ralo o mais certo, limpo e histórico $$$ – os cla$$ificados.
lembra como eram, até ontem, as edições do globo de sábado e domingo? pesavam algumas toneladas por contas dos infindáveis classificados… pulverizados pela web.
anyway, anyhow, anywhere… a potência do doutor roberto corre o risco de se transformar, exclusivamente, em uma única peça…

aliás, o pobre globinho ainda existe?
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acabou a baguNça…

desde a manhã de hoje circulavam informações sobre a subida de paulo bagunça… mas sabe como é, web/vendaval de zumzumzum/”acho que parece que não sei”/todo mundo acha/todo mundo fala… até que, infelizmente, foi confirmada a morte do criador do grupo paulo bagunça & a tropa maldita, leNda inoxidável do roNca… PQParille! em janeiro2013, coloquei aqui no tico a matéria que iluminou a edição número 9 da rolling stone brasileira, de 1972… paulo & a tropa maldita contaram como era viver na cruzada são sebastião (leblon-RJ) fazendo música. vale muito coferir aqui!
bagunça forévis!
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