com o próprio lindsay sentadinho curtindo a sonoridade LIVE
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DJ Dolores, cantor, compositor e DJ:
“Há uns sete anos, Nana parou o copo de cerveja no ar e disse, com semblante muito sério, que ia morrer em agosto do ano seguinte.
– Que besteira, rapaz, você tem uma filha para criar.
– Você é ateu, não entende. Eu sou espiritualizado, sinto coisas que ninguém sabe.
– Ha ha ha, você vai é enterrar um monte de gente com essa conversinha mole…
De fato, ele não morreu. E continuou a ligar para minha casa em horários inesperados para contar piada e desligar o telefone quando terminava, assim mesmo, sem se despedir. Também tivemos tempo para montar uma banda, Blind Date, gravarmos uma trilha e, há dois anos, fizemos um show – apenas nós dois no palco – inspirados por Reich, Varesse, Satie e Villa Lobos.
Foi Nana que numa manhã de domingo me fez gostar de Villa Lobos. Cantou as letras, me fez prestar atenção às variações rítmicas, abriu uma dessas janelas que a gente pode passar a vida inteira sem perceber que existem.
Agora, ele foi embora. De novo, nem me deu a chance da despedida, deixou apenas uma enorme tristeza.
Sou ateu, não sei rezar, mas alguém disse que a música é uma forma de oração. Que meus sentimentos sejam representados nessa música, uma das primeiras que fizemos juntos.
Adeus, meu amigo.”

é isso mesmo, promo com o maNto, logo mais durante o #170… LIVE, exclusivamente, para quem estiver a bordo do jumboteKo, HOJE.
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“cine shogun” deitando os cabelos em “o urso”, “a bruxa”, oscar (sim, ainda), “vinyl”
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céu (estréia), “the message”, white noise, the temptations, orlando silva, second come, the dictators, novos baianos, thomas mapfumo, trilha “o lucky man”, the fugs… e o diabo aquático.
luizão & banda com a inoxidável presença de J.T meirelles (Aos 23 anos, Meirelles foi o arranjador de canções do disco “Samba Esquema Novo” (1963), do então estreante Jorge Ben), na flauta, tio de bnegão… o fofo engraçadinho sequer percebeu e ainda mandou um “muito prazer seu meirelles”… mamãe!


Thomas Tafirenyika Mapfumo (born July 3, 1945)[1] is a Zimbabwean musician known as “The Lion of Zimbabwe” and “Mukanya” (the praise name of his clan in the Shona language) for his immense popularity and for the political influence he wields through his music, including his sharp criticism of the government of President Robert Mugabe. He both created and made popular Chimurenga music and his slow-moving style and distinctive voice is instantly recognisable to Zimbabweans.
como doses estrogonóficas de tequila no estúdio… “pobre” alejandro… mamãe!

vai encarar, shogun? atividade que a “apache” é tão autêntica quanto o biscoitinho ostentation “suiço” que a gente traça no estúdio!
( :
com direção de pedro rajão, wagner novais e micael hocherman…

que coisa, hein? bem mais aqui!
