tubaralho…

leu as letrinhas do “romário” ali embaixo, né?

pois é… aí, vem o meu camarada tunel e diz que elas são fake!

sim, que não foram proferidas pelo baixinho… que seriam mais uma “gracinha”, dessas da internet!

de repente, estas aqui – também – podem não ser minhas… procede?

ah, normal… pergunta lá pro veríssimo!

( :

não faltam situações que beiram a comédia.

focinho de porco? tomada?

ah, quem se importa?

e neguinho graúdo – que se acha muito mais que graúdo – “criticando” sobras de gravação como se fossem determinado disco recém vazado?

é o tal pântano infestado de tubarões… a web, manja?

 

diz aí, romário…

– Fizeram uma brutalidade, uma imbecilidade. O estádio vai ficar desfigurado. O Maracanã era o melhor palco do planeta e os políticos e dirigentes conseguiram destruir. Está totalmente diferente. Poderiam fazer uma reforma de uma maneira que o Maracanã não ficasse tão descaracterizado.  Podiam ter vendido ou alugado todo esse material que foi destruído. Gastar milhões para derrubar um anel foi um grande erro. O Maracanã hoje faz parte apenas da minha memória. Foi lá que conquistei títulos e glórias, mas esse Maracanã não existe mais!

voando…

recentemente, vários d’aTRIPA comentaram as imagens feitas por godard durante a gravação de “sympathy for the devil” com os stones.

assim, como sempre, tem gente escrevendo sobre os beatles no telhado da apple, lembra… né?

juntando as pontas dos dois acontecimentos – e preparando terreno para ambos – godard registrou o jefferson airplane da seguinte maneira, em 1968…

http://www.youtube.com/watch?v=XLRX7bZH41g

repito, isto foi em 1968… antes dos 4 de liverpool, ok?

o airplane havia lançado o espetacular álbum “crown of creation”, de onde saiu a pepita aqui de cima!

papo vai, papo vem…

dia desses, na pastelaria…

– viu a meryl streep como maggie?

– pô, não vi nem vou ver

– é mermo? tipo revoltadinho?

– pô, li as críticas no guardian, figaro, time out… todas detonaram o filme

– é mermo?

– é… filme feito só para ela ganhar o oscar… passou lonjão da história da thatcher

– então, você que é todo revoltadinho, não vai ver?

– nem que paguem meu ingresso e o lanche depois

– mas se não fosse a thatcher, não haveria “london calling” do clash e elvis costello não teria composto “shipbuilding”, eternizada por robert wyatt!

– hummmmm… qual a próxima sessão?

( :

ou…

1. Crass: How Does It Feel To Be The Mother Of A Thousand Dead?

Like countless others of my generation, much of my political education came from Crass and their record sleeves. Their relentless – and healthy – disdain for Thatcher reached a crescendo on Sheep Farming In The Falklands, from whence How Does It Feel came. It was castigated in Parliament and an attempt to prosecute the band for obscenity. The publicity only helped to ensure the EP’s massive underground success. There were plenty of other anti-Falklands songs, but this was the most brutally laid bare: “You smile in the face of the death cause you are so proud and vain/ Your inhumanity stops you from realising the pain/ That you inflicted, you determined, you created, you ordered/ It was your decision to have those young boys slaughtered.”

2. Robert Wyatt: Shipbuilding

Given the treatment by both Wyatt and Elvis Costello on a double A-sided single in 1982, Wyatt’s is the most heart-wrenching version. I can recall seeing the patriotic bunting up on the estate outside my window as the more fortunate local soldiers returned from Thatcher’s election-boosting war as this 45 was on the family turntable.

3. Billy Bragg: Between The Wars

In the halcyon years of Top Of The Pops, you had Steve Wright on primetime TV introducing this “evocative song” in the days when socialism was a credible opposition to the evils of Thatcherism. She put paid to that. “Sweet moderation, the heart of this nation, desert us not…” Bragg pleaded, but no answer came.

4. The The: Heartland

Sometimes the gentler songs are imbued with far more power than the shouty ones. Matt Johnson explored our “special relationship” as the “51st state” while lambasting Thatcher for presiding over the land where “pensioners are raped and their hearts are being cut from the welfare state”. He adds: “Let the poor drink their milk while the rich drink their honey/ Let the bums count their blessings, while they count their money”. We’re still waiting for Utopia and for Hell to freeze over.

5. Dub Syndicate: No Alternative But To Fight

When your cup of disgust runneth over and you run out of words, say it with dub… with a Dalek-ised Thatcher sample.

6. Anti-Pasti: No Government

They may not have been as articulate and eloquent as Crass, but Derbyshire’s finest anarcho-punk band had the same aims. “No Maggie Thatcher and no government!”

7. The Exploited: Maggie

Wattie Buchan’s mob were very much to the point, and I agree with every word.

8. Chumbawamba: Fitzwilliam

Included on the excellent miners’ strike album Dig This, the Chumbas established their folk-punk credentials on this, plus their first three albums before going all pop.

9. The Beat: Stand Down Margaret

One of the catchiest anti-Thatcher songs made, The Beat (or English Beat, for American readers) had about a decade to wait before their wish was fulfilled. The lesser-known dub version allows more time to skank.

10. The Specials: Maggie’s Farm


A percussive, updated and somewhat atonal version of Bob Dylan’s version, which made the B-side of Do Nothing. The Specials and the whole 2-Tone movement proved a much-needed antidote to Tory misery, while Ghost Town provided the sonic backdrop to the 1981 inner-city riots.

11. Dead Kennedys: Kinky Sex Makes The World Go Round

A Crass-concocted tape hoax dubbed Thatchergate fooled the secret services into thinking it was the work of the KGB. There’s little doubt that the “secretary of war at the state department of the United States” and Thatcher in this case aren’t genuine in this phone call – but Maggie probably had a few wargasms. And the rationale for war seems pretty genuine. “The companies want something done about this sluggish world economic situation… we need to stimulate some growth.” The conversation is prophetic at times: check the mentions of Afghanistan and Libya. One to clear everyone out of the house at the end of your Thatcher death disco.

12. Public Enemy: Prophets Of Rage

After a decade of often defeatist protest songs, Public Enemy’s militancy and call for revolution (albeit a Nation of Islam one) was a breath of fresh air at the end of the Eighties. New York’s black power evangelists – nor any rappers – didn’t focus their ire on an anti-Maggie song, but this bombastic masterpiece name-checks her for her Apartheid sympathies: “Mandela, cell dweller, Thatcher – you can tell her, clear the way for the prophets of rage/ Power to the people you say.”

13. Morrissey: Margaret On The Guillotine

Gordon Brown’s claim to be an Arctic Monkeys fan seemed a bit unlikely, but much of Dave’s electability seemed to rest on his passionate love for The Smiths and Morrissey. So does he sing this lilting ballad in the shower, reaching a climax on the refrain “when will you die”?

marcelão, on the road…

Subject: Pô…sic!!!!!!!!

“Fala Maurição….beleza?

Tava terça feira passada em Concórdia, SC; e mais uma vez a internet móvel me ferrou, e não ouvi o “programa anterior a pequena interrupção” que vamos ter que passar. Hoje estou em Araguaína, TO; e só agora encontrei tempo e tranquilidade para escrever essas bem traçadas linhas digitais. Na verdade para combinar com a melancolia reinante aqui na cabine do cargueiro tinha que ser com minha Sheaffer e papel, mas…fôda-se.
Mermão, to de rolé por aí. Agente se fala.”
Marcelo Dutra
Condutor de unidade móvel de logística

ainda o ruivo…

“Fala Mauval, Mantendo contato com a Nave Mãe. Que cascudo deve ser esse filme do Ginger Baker!!! A abertura do trailer com o John Lydon em dois ângulos distintos é, desde logo, antológica. Como diz o Keith Richards, nunca queira levar um soco de baterista, e aí digo eu, muito menos uma bengalada, há há há há!!!!!!!!!! Falando no Ginger Baker, uma vez li uma entrevista do Lulu Santos em que ele falava que estava cheio de ouvir blues de branco, sem swing, e citava o ruivão em pessoa. Logo pensei, o Lulu é um gênio da música pop (o maior do Brasil?), mas quando abre a boca para falar é uma tristeza (uma vez disse que não gostou de um disco do Radiohead – até aí tudo bem -, pois colocou para ouvir enquanto estava na esteira e não bateu! P…, na esteira???). Enfim, o cara, branco do jeito que era, tocou com o Fela Kuti, que reconhecidamente desprezava músicos brancos (o Macca que o diga), e o Lulu ainda vem falar que o homi não tem swing!!! Mudando um pouco de assunto, mas sem descer da bateria, muito bacana o post da filha do Paul Cook, mais uma prova da abençoada relação entre o punk e a música jamaicana. Você sabia que a menina tocou teclado e fez backing vocals para as Slits (pode procurar na internê que tem umas imagens muito legais)!!! Outra coisa, esse domingo a revista da Folha de São Paulo publicou uma matéria sobre a atual situação do dial paulistano, com enfoque no encerramento de atividades de rádios voltadas para uma programação “menos” comercial. É de chorar, especialmente para quem passou os anos mais importantes da formação do gosto musical ouvindo as antigas 97 e 89, e posteriormente achou na Oi um espaço aberto à vida inteligente – e sagrado às terças de noite. Bom, a tal matéria falava também sobre o crescimento das rádios de internet, e aí vai uma pergunta/apelo, apesar de saber que você, com razão, não vê sentido no programa totalmente fora do rádio: enquanto não se chega a uma solução para voltar às ondas de frequência modulada, não vale a pena pensar em abrigar o programa exclusivamente na grande rede? Bom, fica apenas o tema para reflexão. Grande abraço, Leonardo (S.P)

dulce, doce rosalina…

na boa, eu poderia – tranquilamente – transformar o poleiro num espaço falando de futebol & seus periféricos.

afinal, os assuntos são muitos… e, totalmente, entrelaçados, né?

no final das contas, ficaria quase como está… hahaha!

veja bem…

hoje, é niver – 77 velinhas – de uma das mais espetaculares mulheres que já conheci… e conheci mesmo, de perto… colado!

DULCE ROSALINA… LEEEEEEEEEEEEEEEEEENDA!

a fofa nos abandonou em 2004, deixando um buraco que Jamais será ocupado.

tenho vários clicks que fiz Dela… mas na pressa, não achei nenhum!

como o tico não poderia passar em branco…

deixo aqui um post de gatunei do blog torcidasdovasco.blogspot

e que mostra, muito bem, o verdadeiro espírito impregnado no futebol por Ela e outras figuraças.

aliás, um alô especial para o russão… ícone da torcida do botafogo que subiu recentemente.

DULCE, querida, que sodade de tu…

 

TOV 1967: ANIVERSÁRIO DA CHARANGA RUBRO NEGRA

 Em 1967 no aniversário de Jaime de Carvalho e de 25 anos da Charanga Rubro Negra, D. Dulce Rosalina comparecia em nome do Presidente do Clube rival.
Tarzã, durante dez anos à frente da Torcida Organizada do Botafogo, também se fazia presente à solenidade.
Em felicitação à Torcida co-irmã, o Chefe Botafoguense subia ao palco, tecia algumas considerações sobre a extraordinária data ali celebrada e por fim oferecia a Jaime de Carvalho uma estatueta que representava a figura de um pescador.
Em seu discurso, Tarzã justificava o troféu e explicava por que o pescador simbolizava para ele o papel exercido por Jaime de Carvalho.Fonte: Livro: O Clube Como Vontade e Representação: O Jornalismo Esportivo e a Formação das Torcidas Organizadas de  Futebol do Rio de Janeiro de Bernardo Borges Buarque de Hollanda, Editora 7 Letras.

Dulce Rosalina da TOV e a Charanga Rubro Negra 1967

HOJE…

a primeira terça feira, em seis anos, sem o jumboteKo fazendo gracinha… no ar!

sim, claro, é triste… mas, como já foi fartamente comentado, nadica de chorar sobre o milk derramado… pelo contrário!

afinal, o mundo gira & a lusitana roda… e, em breve, voltaremos a cruzar os bigodes!

para ocupar o espaço do poleiro, vamos recordar uma das edições do roNca roNca mais pedidas nos últimos tempos:

o especial john peel que foi ao ar em 25 de outubro de 2011… dia exato em que demos com os cornos em sete anos de sua subida!

mais uma vez, graças à dupla dinâmica d’aTRIPA – jeferson & charles – temos condições de compartilhar o áudio deste programa inesquecível!

segura…

http://dl.dropbox.com/u/32273454/Ronca%20Ronca%20-%2025%2010%20201%20John%20Peel%20Day.mp3

+ o tico que foi postado no dia 26 de outubro… com umas letrinhas de apresentação que muito bem se afinam à História… nossa!

já que não estarei com minha torcida favorita durante as “duas horas do roNca”…

flutuarei em são jujuba conferindo vasco X alianza pela libertadores… na companhia da outra!

mas a mente, sem dúvida, coladona com aTRIPA… na tentativa de encarar essa novidade das terças, às 22h… manja?

cheers!

( :

que momento MEGA especial para quem gosta de Rádio as duas horas de ontem com as “peel sessions”!

de novo, agradeço à Oi fm por possibilitar 120 minutos da mais profunda grosseria… 120 minutos da mais alta cabeleira!

na boa, ela – a Oi fm – não faz isso por mim ou pela História de john peel… ela – a Oi fm – faz isso por você.

como eu disse, ontem, a idéia original era misturar as “peel sessions” com alguns pedidos da torcida…

mas a audiência foi arrebatada, atropelada, violentada pela “música” de J.P!

e como o roNca, literalmente, é criado AO VIVO, a sangue frio, o vendaval de nossa torcida definiu a bula!

seguem as “peel sessions”…

new order – “turn the heather on” (12″)

led zeppelin – “i can’t quit you baby”

the smiths – “what difference does it make”

syd barrett – “baby lemonade”

culture – “lion rock”

cop koir – “you’ll never walk alone”

the undertones – “teenage kicks” (versão original)

the specials – “gangsters” (12″)

p.j harvey – “oh my lover”

p.j harvey – “sheela-na-gig”

royal trux – “fé cega, faca amolada” (7″)

queen – “doin’ alright”

echo & the bunnymen – “read it in books” (12″)

cop koir – “you’ll never walk alone”

the strokes – “modern age” (gravação do programa de john peel em 8junho2001)

tim buckley – “once i was”

os paralamas do sucesso – “marujo dub” (parte)

nelson cavaquinho – “juízo final”

gang of four – “paralysed”

blur – “popscene”

blur – “song 2″

jimi hendrix – “radio one”

jimi hendrix – “little miss lover”

free – “sad song”