pára que eu quero descer!!!

Funk legend Sly Stone homeless and living in a van in LA!

Today, Sly Stone — one of the greatest figures in soul-music history — is homeless, his fortune stolen by a lethal combination of excess, substance abuse and financial mismanagement. He lays his head inside a white camper van ironically stamped with the words “Pleasure Way” on the side. The van is parked on a residential street in Crenshaw, the rough Los Angeles neighborhood where “Boyz n the Hood” was set. A retired couple makes sure he eats once a day, and Stone showers at their house. The couple’s son serves as his assistant and driver.

Inside the van, the former mastermind of Sly & the Family Stone, now 68, continues to record music with the help of a laptop computer.

“I like my small camper,” he says, his voice raspy with age and years of hard living. “I just do not want to return to a fixed home. I cannot stand being in one place. I must keep moving.”

Stone has been difficult to pin down for years. In the last two decades, he’s become one of music’s most enigmatic figures, bordering on reclusive. You’d be forgiven for assuming he’s dead. He rarely appears in public, and just getting him in a room requires hours or years of detective work, middlemen and, of course, making peace with the likelihood that he just won’t show up.

There was a time when Sly was difficult to escape. Stone, whose real name is Sylvester Stewart, was one of the most visible, flamboyant figures of the late 1960s and early 1970s.

The multiracial, multi-gender band that Stone assembled fused funk, soul and psychedelic rock and became one of the most influential acts ever. The San Fran-based group released a string of hits beginning with the 1968 album “Dance to the Music,” followed by “Everyday People,” “Family Affair,” “Thank You (Falettinme Be Mice Elf Agin)” and “Stand!”

The group’s costumes and showmanship were just as memorable. The members favored giant afros, flashy capes, Beatle boots, neon vests and leopard-print jumpsuits.

Read more: http://www.nypost.com/p/news/national/the_rise_and_fall_of_sly_stone_qijyKoYzmAqer1PA0YogSJ#ixzz1ZAnrdTFH

conexão canguru!

Xconde, nosso representante em sydney, austrália, esteve na cidade de são sebá…

numas de comunicar, oficialmente, a chegada – no início de 2012 – de mais um integrante da tripa de elite do roNca!

durante o chá de baby, a criança (mega chamberlain) resolveu provar as roupitchas do filhote… devidamente paramentado:

hahaha! que situacão!

no dia seguinte, um pouco menos manguaçado, recebeu o mimo…

( :

sexta/sábado/domingo

mas que fim de semana mais arretado, hein?

mamma mia!

começando pela festchuinha do medina, na sexta feira!

cacilds, terça feira / no programa, vou tentar dar uma “entendida” na situação rock in rio, ok?

confesso, que meus neurônios (tico & tico) estão muito aquém de certas situações… mas quero, pelo menos, buscar o entendimento… fueda!

em todo caso, mesmo com primal scream no circo voador, não tive a menor dúvida que minha rota seria conferir o primeiro dia do rock in rio… afinal, acima da connection carnal com os paralamas paira, sobre nós, um sentimento que não tem como ser ameaçado!

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ainda mais, por estarmos together, de novo, no mesmo quintal onde – praticamente – começamos, em 85.

e click, a partir das 16h…

logo de cara, ed+andreas+rui veloso+paulinho guitarra&cia… aqueceram o pedaço ao som de allman brothers, zep, “stormy monday”, deep purple e… uma inacreditável versão de “shapes of things” do yardbirds/jeff beck.

reginald (sir elton), como sempre, desfilou sua penca de pepitas: “levon”, “tiny dancer”, rocket man”, saturday night’s…”, “honky chateau”, “bennie and the jets”… bacana, mas ultra mega sem saco de estar ali, sacumé?

nessas horas, outro sir, o macca, faz diferença!

sim, claro… no sábado, vazei pra sumpa…

e, hoje, a cerejóta… que diliça…

http://www.youtube.com/watch?v=mNUzyOJOE7w

UAU!

p.s: você viu o fábio (goleiro do cruzeiro) voando porraí?

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falando no diego showza…

Zé!

Subject: !!!!

“Caríssimo Maurício valladares

Cheguei ainda a pouco da Lapa.Não entrei no circo, não que eu não quisesse.A coragem é que deveria ser tamanha pra desenbolsar R$120.Assisti, como algumas pessoas (todas, realmente fãs de Primal scream e com algum conhecimento sobre música) da fresta do circo voador.Não é a  melhor visão possível, mas é gratuíta,rs, e o som estava muito bom.Não sei se você estava lá, mas eu daria pra apresentação, uma nota sete, pela preguiça/doidera/sei lá o que  que eu não sei bem descrever.Em determinado momento do show, um policial chegou onde estavamos (pouco a frente, havia uma galera que tinha meio que arrombado parte do plástico lateral), e quando estavamos prestes a sair, imaginando que aquele policial nos expulsaria por estarmos alí..ele apenas pediu licença pra ver parte da apresentação da fresta em que assistiamos,rs.Não sei bem o que achar disso.Um misto de “que beleza, Brasil”…com ” porra…brasil”…mas enfim, isso é puramente superficial.
No fim das contas, gostei da apresentação (caso não tenha ido, peguei após o show alguns posters do show, querendo lhe passo um depois).Na saída, ainda encontrei o nobre “Túlio” maravilha (apesar de ser listradinho) e um amigo,  da nação ronqueira.

Chegando em casa, vejo na tv parte de uma transmissão do Rock in rio…
Sei que é quase unânime, lugar comum, que essa edição está uma merda, no que diz respeito a programação,mas…tem uma questão que algum tempo me vem : eu que estou velho, pra shows, de modo geral, ou (quase) (TUDO) está mesmo uma merda? É uma questão filosófica que pra mim vai muito além da questão financeira (ainda mais depois de ver que o “coquetel molotov” com o the fall vai custar nada além de 20 reais enquato os festivais daqui…) .O que me faz quase fazer um paralelo com a seleção brasileira (?????) em 1994, quando eu tinha dez anos, e até gostava de ver os jogos daquela bagaça (mais ou menos a época em que comecei a me interessar por música- até então eu só ouvia discos do costinha e juca chaves…hahaha ).E a coincidência quanto aos desgostos me fez fazer essa indagação : O desgosto pras duas coisas, em uma mesma época, é uma coincidência, ou é uma questão relacionada a idade, a vivência, ao cansaço das coisas, ou ainda, é um problema do “zeitgeist” (hahaha) atual brasileiro/mundial? [acompanhado de uma grande nostalgia por uma época em que não se viveu].
Talvez só Neil young ou Hüsker dü me fariam encarar um perrengue desses (rock in rio) ( apesar do swu até estar tentador…) Por fim, me lembra quando algumas pessoas mais velhas me falaram, em ambos sentidos, coisas como “futebol era foda antigamente…quando jogador X  jogava pela camisa” (o que na atual conjuntura, não posso reclamar, já que sinto isso pelo Loco abreu)… ou quando alguém fala “foda era quando a gente comprava um disco do Led zeppelin quando o disco saia…”   saudosismo zero dessas coisas, mas…vai se fuder. A época presente, de modo geral, é de fato mediocre em relação as demais nesses quesitos?
Poucos shows me fazem sair de casa hoje em dia {ainda mais pra festivais} (além dos quais eu criei um gosto que vem de anos), assim como jogos ( vou em poucos do glorioso, e olhe lá [aliás, parabéns pela bela campanha do vasco, saiba que se não for pro glorioso levantar o caneco esse ano, espero sinceramente que seja o vasco)
Em suma : de modo geral, foram apenas breves palavras de alguém, que, como diz o Brian wilson no título de uma de suas músicas, usando a tecla sap :  eu não fui feito pra esses tempos.

(  No mais, foi sensacional o último programa, e reescrevo o que você comentou; seria um prazer te (ree)encontrar qualquer dia desses, o que não acontece faz tempo  (aliás, quinta acaba a expo do miles davis no ccbb, por exemplo, espero ver mais uma vez,se vc estiver por lá…

considerações etílicas à parte…
Abraço”


(da.ma.ré).