no bar!

não páro de lembrar da claudia…

e as fotos que cliquei começam a pipocar.

cacilda, a gente passou por poucas e boas.. e ruins!

ela sempre contou uma estória muito curiosa de como, invariavelmete, era recebida por tchurminhas diferentes a dela.

tipo, numa mesa de bar… chegando, se apresentando… papo começando.. e ninguém sabendo quem ela é…

até que vem a pergunta:

“e você, claudia, faz o quê?”

“sou professora de filosofia”

ha ha ha, inesquecível ela reproduzindo os cornos de nojo, de “ARGGGGGHHHHHH!”, de espanto…

e a pior cara de todas:

“whatta hell você está fazendo aqui?”

ela mantinha a linha, claro… mas, logo logo, arrumava um jeitinho de vazar!

PQParille, num país onde se declarar iletrado (para ser sutil) é quase uma tiração de onda, imagina o nó na cuca da prof.

festival!

que coisa, hein?

ha ha ha… D+!

na secura de bandas importantes que o brasa vivia em meados dos anos 80, receber queen, ac/dc, ozzy & iron maiden – só para ficar com a tchurma mais pesadinha – foi uma experiência sem precedentes.

mas voltando aos tempos atuais…

não tá mole saber quem vem pra onde… quando e como!

é um festival de festivais pra todos os lados.

no meio dessa “inquietação” o pedro henrique (de saquarema, terra de serguei!) perguntou qual o festival mais bacana que presenciei.

êita!

quase entrei numa hipnose regressiva (é isso?) para lembrar onde já me enfiei.

anyway, não tenho como esquecer o TIM festival de 2005.

cinco anos depois, ele segue como um dos mais cascudos de todos os tempos.

afinal, passaram pelo brasa em três dias:

wilco, de la soul, strokes, kings of leon (neguim ignorou solenemente a banda), arcade fire, television & elvis costello.

muuuuuita responsa!

e lembrando que o lá de cima está confirmado para outubro de 2011!

quase que no mesmo lugar do primeiro.

claro, vem de tudo!

cacilda, olha o que eu estava esquecendo…

craudinha, sua malandrona…

 

Comecei a ensinar ainda menina. Primeiro, para as almofadas de meu quarto de criança. Depois, quando apenas alguns anos me separavam dos olhos curiosos que tinha a minha frente. Passados quinze anos como professora nesta universidade, talvez possa perguntar: o que é ensinar filosofia? Há uma grande diferença entre o ensino que hoje realizo e minha brincadeira infantil de falar com as almofadas? Não seria esse prazer primevo a antecipação, já a elaboração da tarefa que um dia iria realizar e à qual dedicaria minha vida inteiramente? Hoje vejo que sim. Porque no trabalho de formação filosófica não é o conteúdo o que mais importa, aquilo que podemos chamar de saber e que traz consigo, freqüentemente, um poder mutilante e nefasto. Em seu sentido mais elevado, ensinar filosofia (se isto é possível) é, ao mesmo tempo, ter o privilégio de viver e suscitar uma experiência de parada, de interrupção no curso das atividades práticas e automáticas de nossas vidas, para que um pouco de ar fresco, livre, possa atravessar.
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Desde sua origem, os grandes pensadores concluíram que o pensamento puro é desprovido de utilidade. Ele é um momento de crítica, de indagação sobre o que somos e desejamos profundamente. E o professor enfrenta, a cada aula, o desafio de despertar esse sutil questionamento.
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Ensinar é, antes de tudo, amar. Entrar num movimento em que nos despojamos de tudo que nos caracteriza como um sujeito pequeno, “humano demasiado humano”, nas palavras de Nietzsche, e, nessa abertura, pensar-com, pensar junto aos espíritos com os quais o acaso nos colocou em relação. Espíritos que também se abrem para o pensamento que, de fora, os transforma, irreversivelmente.
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Assim, o trabalho do professor – que se inicia do zero a cada vez que ele adentra o espaço sagrado da sala, com as carteiras e a sua mesa, o quadro e o giz – se assemelha ao de um baloeiro que ensaia fazer subir um balão. Pois uma aula é como um balão. Se é boa, nos leva ao céu, para além de nós mesmos, até o reino mais perfeito da liberdade. Quando o balão consegue subir? Ele sobe se, inexplicavelmente, tanto o professor quanto os alunos, encantados com a magia misteriosa das palavras, tocam o insondável: a pergunta, sem resposta, sobre o sentido de nossas vidas.
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Claudia Castro
Departamento de Filosofia da PUC-Rio
(do jornalplasticobolha.blogspot.com)

deus rindo!

não preciso diizer que se não fosse Ele, nós não estaríamos aqui… confere?

agora, já reparou Ele rindo?

prestou atenção na cara Dele dando uma gargalhada?

caramba, sempre fui aos píncaros da felicidade ao ver a felicidade Dele. sério!

e olha que a criança nunca foi de ficar dando risadinha porraí.

otaner (lacumbuca) colocou as imagens da passada do experience pelo programa da lulu na BBC, em 1969.

o fato é que hendrix entortou até a rainha com uma apresentação totalmente foreta do “combinado”.

o ponto máximo foi “hey joe”, um de seus compactos mais vendidos.

no que a banda iniciou a introdução “cabeleira altíssima” – e longe da versão original – a produção do programa começou a cuspir marimbondo pelas ventas… como se não bastasse, hendrix quebrou o final da música para dedicar “sunshine of your love” ao cream que havia acabado de comunicar o fim da banda.

nesse instante, a BBC estava em pé de guerra já que o programa era ao vivo… e, consequentemente, tudo estava indo pelo ralo deles.

hendrix detona ao final de “sunshine”: “we’re being put off the air”!!!

ha ha ha… que momento!!!

os cornos Dele durante a gravação mostra muito bem o tamanho da nhaca.

e nada se compara ao sorriso AFINANDO a guitarra no início de “hey joe”!!!

PQParille, sabe lá o que isso representava para o impértio britânico? 

era a terceira guerra mundial transmitida LIVE!

só rindo, mesmo!

( :

todo esse áudio está no disco “the jimi hendrix experience / BBC sessions”, lançado em 1998.

inclusive, o encarte conta a História completa do trelelê.

terça que vem a gente mostra essas gravinas… e reforça a promo em que você pode faturar uma fender stratocaster e um ipod carregado com a discografia Dele, ok?

hendrix forévis!

e vamos combinar, ao dar de cara com essas imagens, que Hendrix reina absoluto!

( :

magno!

 

Subject: Re: Carlos Magno

Ih, estou ficando importante, Maurício Valladares me enviou um email!!! Show. É uma honra pra mim, sou seu ouvinte à bastante tempo, tenho todos os programas gravados em K-7 desde que estreou na Oi FM (Só não tenho o da estréia com o Lulu Santos, mas estava lá ouvindo). Descobri ele na rádio Cidade mas como era depois da meia noite sempre acabava dormindo e no outro dia acordava muito puto por isso. Sou tão fanático que foi por sua causa (e do Ronca) que comprei um computador. Isso por causa daquele apagão que teve no Brasil inteiro e tive que ouvi o programa em um daqueles mini-AM FM de 5,00 que uso para jogo no maraca, mas como não consegui gravar fiquei maluco. Só daí por diante comecei a participar mais ativamente enviando emails e claro dispensando a fita K-7 e passando a gravar os programas em CD. Como não consigo baixar os programas direto do site tive de aprender uns macetes tecnológicos… eh, eh. Estou ficando especialista nisso. Aos poucos também venho digitalizado as fitas em CDs, esses dias digitalizei uma que ri muito ouvindo: Foi do dia da mulher que transava com o namorado dela pensando que era o Mick Ronson, ri muito quando vc falou que ela estava manguaçada de Ypioca e dizia: iii o Mick Ronson querendo me comer… ih, ih. Outro também q ri muito foi sobre o pai brasileiro do Phil Lynnot, do Thin Lizzy. Ri qd vc falou que era um frio fuderoso em Dublin e aquele componente do Olodum falando: E aí “gastinha”, como é que tá. Estou escrevendo e rindo. O dia de Dastinho na praia de nudismo também foi ilário. Valeu Maurício e vida longa ao Ronca. Ah, não sou nenhum mercenário, participo de praticamente todos os programas sem nem participar de promoções, só mandando um alô, mas como já tentei comprar e não consegui, pois não se vende em lugar nenhum, eu teria o maior orgulho de ter uma camisa do Ronca, já que todo torcedor tem orgulho de vestir o manto do seu time. Isso também ajudaria mais ainda na minha divulgação (eu diria até pregação) do Ronca, mais ainda do que eu faço. Já tem até amigos que me colocaram apelido de Ronca (fala Ronca) e coisas desse tipo. Eles reclamavam que eu só falava de mulher, Fluminense, U2 e de uns anos pra cá passaram a reclamar do RoncaRonca no meu roteiro (fulano de tal vai estar no Ronca hoje ou tocou beltrano no Ronca ontem, demais, etc)  mas vários já passaram a ouvir também. Abraços de seu ouvinte e apreciador da boa música e como diria Fábio Massari dos bons sons, nunca faltando às aulas de boa música de toda terça do Ronca e sempre aprendendo cada vez mais quando se acha que já se ouviu tudo, lembrando sempre que o que eu mais quero ouvir é algo que eu nunca tenha ouvido antes (Jonh Peel). Estou indo senão não paro mais de escrever, abraços, fui!!!! Carlos Magno

hoje!

 

há tempos eu procurava este número UM da realidade (abril/66)…

lançado um pouco antes da copa na inglaterra!

e não é que exatamente hoje ele apareceu!

fica aqui nossa saudação ao campeão da copa do brasil…

) :

 

craudinha, craudinha, my dear…

que sacanagem abandonar a gente aqui… assim, desse jeito… do seu jeito!

no mocó, no silêncio!

pra quê arrancaram você?

que foda mal dada… que coisa desnecessária. estúpida!

assim como foi com rombolinho… desgraça do caralho!

não tem mais jeito? ninguém arruma a cura dessa porra?

vou ficar com seu abraço apertado quando nos encontramos ano passado, com suas promessas de “vou te ligar. vou ao roNca. vamos combinar”, com seu sorriso no clique que cliquei ali em cima… e com sua voz, sempre, dizendo:

“mauricio, seu malandrão”!

é muita lembrança! 

) :

pra você, creuzinha, o atestado de billie na única característica humana que você procurava e, raramente, encontrava:

AUTENTICIDADE!

kiss