
levantando poeira no RAH (ou “fuckin’ dancer”)…

aceita que dói menos, macca
( :
jimi, flavio & o #302…

Assunto: RR#302
“Esclarecendo a questão levantada por Nandão sobre a importancia do disco Eletric Ladyland e do papel de Jimi Hendrix na musica do século XXI, minha opinião:
– levou o instrumento a lugares nunca antes navegado
– o cidadão era negro e fez da guitarra o que ser humano algum fez ou tinha feito e,
– CANTAVA PRÁ CARVALHO….o que ninguem comenta ou menciona.
Só isso!
Um forte abraço,
Parabens, obrigado e até o #303…”
Flavio de BH
a bula do #302…

jimi hendrix experience – “gypsy eyes”
jimi hendrix experience – “rainy day dream away”
songhoy blues – “volver”
zimbo trio – “memórias de marta saré”
peter hamill – “all said and done”
devo – “satisfaction”
pouso alto – “manha e malícia”
david j. carpenter – “if it’s really got to be this way”
nick cave & the bad seeds – “papa won’t leave you, henry”

black alien & speed – “quem caguetou?”
the beatles – “helter skelter”
the who – “i can see for miles”
siouxsie & the banshees – “helter skelter” (ao vivo / 1983)
siouxsie & the banshees – “eve white / eve black” (ao vivo / 1983)
lou donaldson – “everything i do gonna be funky”
metá metá – “vale do jucá”
tom petty – “i won’t back down”
giovani cidreira – “movimento da espada”
mestre curica – “carimbó pra maria”
adikwa – “ayebi kobota”
jimi hendrix experience – “and the gods made love”
ouça AQUI o programa


o #302, no ar, NOW, em clima aaaaaaaatchin…
o #302, hoje, às 22h, espirrando forte…

#302 chegando cheio de graxa, trimedal, benalet, nandão em modo pós-psicodélico + giovani cidreira, “helter skelter”, pouso alto, david j. carpenter, zimbo trio, songhoy blues, peter hamill, lou donaldson, siouxsie & the banshees, tom petty… & muuuuuuito mais
brasa total, aqui mesmo no site, às 22h
this is religion…

Assunto: MAIS 300
“O ano era 2009, em uma certa noite, em uma casa da zona sul do Recife, eu sintonizava em uma rádio. Era a oi fm, (rádio que servia de ponto fora da curva, em meio as outras que sempre tocavam a mesma música), o programa era o Ronca Ronca, muito pouco conhecido por mim, que de início não havia entendido a proposta do programa. Naquela noite ouvi uma musica tocando e gostei. Tratava-se de uma apresentação ao vivo, do B. Negão, que já conhecia do Planet, mas não sua nova banda, os Seletores de Frequencia. Resultado: paixão a primeira escuta, ao longo de todo ano ouvi bastante o álbum Enxugando Gelo.
Logo de início o programa me apresentou uma banda nova, aliás, uma boa parte das bandas que passava pelo programa era meio underground e eu não conhecia, gostei da proposta e segui ouvindo o programa.
No Ronca também há essa troca, nós também podemos fazer pedidos musicais e assim naquele mesmo ano, por volta de meu aniversário, pude fazer o pedido de uma do The Smiths e ouvir no ronca.
A partir de 2010 inicío a faculdade e o Ronca me acompanhava na volta pra casa, as terças a noite, dividindo a atenção com o meu Náutico que jogava as terças de vez em quando. Sempre me proporcionando um bom som misturado com muita informação em meio a um bus lotado.
Após isso, continuei sempre ouvindo ou no celular ou no computador. Depois de um tempo, houve a saída da Oi e migração para Web. Fiquei um tempo meio desnorteado, infelizmente, sem voar no Jumboteko, tanto pela mudança como também pelo trabalho desgastante.
Há mais de um ano, redescubro o programa na Web e não sou volto a acompanhar sempre no horário as 22h, como baixo os programas antigos. Aqui em casa todos os dias é dia de Ronca.
Ao longo desse tempo, como não lembrar de tantas indicações maravilhosas que me foi dada pelo Ronquinha? Conheci Shilpa Ray, Curumin, e tantos outros que vão desde Daminhão Esperiença a King Crimson, passando por Cesária Évora, ou uma música linda do Neil Young que não conhecia ou também um marco na nossa cultura de comunicação que é o PRK30. Pois, como bônus, o programa ainda nos convida a refletir pelo cinema, pelo esporte e pela cultura em geral.
É cabeleira altissima! O linguajar próprio do ronca, faz nos sentirmos pertencentes a um verdadeiro grupo social, uma verdadeira torcida.
Seguindo a cartilha do Peel, agradeço por me estimular a buscar o som que ainda não foi ouvido e por me fazer entender que eu posso curtir muito o Led Zeppelin, mas também posso curtir de igual modo, Cartola, posso reverenciar o The Bends do Radiohead junto com o Clube da Esquina do Milton e Lô.
Para mim, como sei que para tantos outros que inclusive acompanham ha muito mais tempo que eu, o Ronca é muito mais que um programa de rádio. Sei que está atrasado pelo #300, mas quero agradecer a Mauricio, Nandão e todos outros que fazem e fizeram parte do projeto ao longo do tempo. Que venha mais e mais e mais 300 Roncas pela frente! Saibam que vocês são muito importantes para minha formação cultural. Por toda desorientação que orienta, muito obrigado!”
Cleiton
De Recife.
a bula do SGR#66 com samuel & henrique + link para ouvir o programa……

keith hudson – “black heart”
skank – “salto no asfalto”
pouso alto – “manha e malícia”
the beatles – “a day in the life”
giovani cidreira – “movimento da espada”
bob dylan – “i want you”
os mutantes & jorge ben – “minha menina”
milton nascimento & lô borges – “tudo o que você queria ser”
milton nascimento & lô borges – “um girassol da cor do seu cabelo”
milton nascimento & lô borges – “san vicente”
skank – “indignação”
ouça AQUI o programa


sabe quem subiu hoje, né?

18setembro1970… PQP
sodade dos infernos, hein?
48 aninhos sem Ele… para diminuir o buraco, está sendo preparada a edição comemorativa pelas cinco décadas do disco da minha vidinha:
espero que chegue com um estrogonófico material extra como está sendo anunciado…
“oh, jimi my brother”
aiNda #300 e #301 (ou a contramão direto de oliNda)…

Assunto: #300 e #301 (ou pela contramão)
“Alô, alô, como vai?
Nada a dizer depois do #300 – até porque seria extremamente cabotino da minha parte – somente hoNra total e absoluta.
“Wllana de Olinda. Esse é o nome dela”. Rararara… Nandão é muito maravilhoso. Mesmo!
Que começo foi esse do #301, hein? Que enternecimento. Quem não flutuou ao ouvir “Harvest Moon” não ouviu direito.
Bizarro o cover de “É Proibido Proibir”. A prova cabal de que não estavam entendendo realmente nada.
Coisa mais fofa a nova cidadã francesa fornecendo vinheta nova. Deu pra imaginar até os bicos nas e das pronuncias ( :
Momento coisa fofa [2] foi o menino Caipirinha. Encantador. Me fez lembrar a criança que eu fui. Que não achava graça na música dita “de criança” e a curiosidade me fazia fuçar os discos dos meus primos mais velhos até eu conseguir ter os meus próprios discos. Confesso que fiquei comovida por esse momento espetacular e – coincidência da coincidência – por “Domingo no Parque”.
“Domingo no Parque” foi a primeira canção que “entendi”. Tinha uns sete anos de idade e fiquei abobada comigo mesma porque, mesmo muito criança, sabia que o espinho que tinha ferido Zé era o ciúme e o gelado do sorvete era a traição em si e conseguia externar isso.
Que volta violenta no tempo. Até aí, segurei a onda pra não molhar a bochecha. Mas Tom, com seu ingênuo ‘puta suínga’ me derrubou.
No #300 você falou sobre estar na contramão da coisas. Eu só tenho a agradecer por fazer parte dos que andam no sentido contrário.
Beijo, abraço, aperto de mão”
W. (Olinda)
girando com os tincoãs e aTRIPA, hoje…

Assunto: Os Tincoãs
“Dia Mauval,
To um tempo sem escrever, mas estou sempre ligado.
Dei uma olhada no jornal agora e vi essa notinha no final do site. Graças ao roNquiNha eu sei quem foram Os Tincoãs e o som maravilhoso que eles fazem!
Cheers,
Luiz





